O texto discute a importância da perseverança para impulsionar ideias valiosas, destacando a necessidade de garra e energia para sustentar uma ideia, mas também de saber discernir quais ideias valem a pena insistir. Defende que devemos dar nossa cara às ideias de forma autêntica, envolvendo todos como parceiros e descobrindo o coração das pessoas. Conclui que a inovação real está em aplicar princípios como a autenticidade e a ética, não em novidades vazias.