DECivil
1/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
PATOLOGIA E INSPECÇÃO
DE CONSTRUÇÕES EM
ALVENARIA ORDINÁRIA
DE PEDRA
DECivil
2/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
EQUIPA TÉCNICA
• Prof. Fernando Branco
• Prof. Jorge de Brito
• Prof. João Gomes Ferreira
• Prof.ª Inês Flores
DECivil
3/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
PROGRAMA
1. INTRODUÇÃO
1.1 A construção em alvenaria de pedra
1.2 Campo de aplicação
1.3 Vantagens e desvantagens
1.4 Tipologias e definições
1.5 Conclusões do capítulo
2. ANOMALIAS E RESPECTIVAS CAUSAS
2.1 Introdução
2.2 Anomalias estruturais
2.3 Anomalias não estruturais
2.4 Conclusões do capítulo
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
DECivil
4/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
CAPÍTULO 1
INTRODUÇÃO
DECivil
5/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
ALVENARIA DE PEDRA
Sub-capítulos:
1.1 A construção em alvenaria de pedra
1.2 Campo de aplicação
1.3 Vantagens e desvantagens
1.4 Tipologias e definições
1.5 Conclusões do capítulo
DECivil
6/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.1 A construção em alvenaria
de pedra
DECivil
7/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.1 A construção em alvenaria de pedra
Conjunto de elementos de pequena dimensão (pedras, tijolos ou
blocos) sobrepostos e arrumados, ligados ou não por argamassa,
formando paredes, pontes, fundações ou muros.
Quando esse conjunto sustenta a construção, denomina-se por
alvenaria estrutural.
Alvenaria:
DECivil
8/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.2 Campo de aplicação
DECivil
9/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
Construções a preservar ao longo dos tempos - monumentos
Construções de estrutura resistente
Novos edifícios
Reconstrução / centros históricos
1. INTRODUÇÃO
1.2 Campo de aplicação
DECivil
10/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
Edifícios pré-pombalinos, pombalinos, gaioleiros e mistos
Edifício Pombalino
(1755-1880)
1. INTRODUÇÃO
1.2 Campo de aplicação
Edifício Gaioleiro
(1880-1940)
Edifício Misto
(1940-1960)
Edifício Pré-Pombalino
(<1755)
DECivil
11/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
Colapso de um edifício gaioleiro
1. INTRODUÇÃO
1.2 Campo de aplicação
DECivil
12/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.3 Vantagens e desvantagens
DECivil
13/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
• valor estético, cultural e patrimonial – conjuntos
urbanos;
• durabilidade potencialmente elevada;
• grande inércia térmica;
• bom isolamento aos ruídos aéreos.
1. INTRODUÇÃO
1.3 Vantagens e desvantagens
media.photobucket.com
DECivil
14/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
• o elevado peso próprio origina grandes
solicitações gravíticas e sísmicas;
• baixa resistência à flexão / sísmica, no
plano e para fora do plano;
• elevada área ocupada com os elementos
estruturais verticais; pouca flexibilidade
arquitectónica e baixo aproveitamento da
área potencial habitável
A espessura das paredes é
> 0.30 ou 0.40 m e depende
da forma das pedras e do
número de pisos
1.3 Vantagens e desvantagens
DECivil
15/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e
definições
DECivil
16/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
Do ponto de vista da utilização ou não
da argamassa para ligação das pedras
constituintes: alvenaria ordinária e seca.
Classificação:
Alvenaria de
pedra ordinária
Alvenaria de
pedra seca
1.4 Tipologias e definições
DECivil
17/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Alvenaria de pedra ordinária:
São constituídas por pedras toscas, angulosas ou roladas, de forma
e dimensões irregulares, assentes pela face que se apresentar mais
regularizada, ligadas entre si por uma argamassa ordinária de cal e
areia.
DECivil
18/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
A alvenaria de pedra ordinária foi a solução construtiva
predominante no nosso País, até meados do séc. XX.
DECivil
19/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Alvenaria de pedra seca:
A técnica de construção destas paredes dispensa o uso de
argamassa na ligação das pedras entre si (de granito e/ou xisto).
DECivil
20/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Do ponto de vista da regularidade das
faces das pedras que ficam à vista:
tradicional, aparelhada ou mista.
Classificação:
Alvenaria tradicional
Alvenaria aparelhada
Alvenaria mista
Perpianhos
(elementos com
toda a espessura
da parede
Aparelho poligonal
rústico
DECivil
21/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
A alvenaria ordinária de pedra foi a solução construtiva
predominante em Portugal até meados do séc. XX
DECivil
22/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Alvenaria de pedra aparelhada - aparelho rústico
DECivil
23/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Paredes de cantaria ou enxilharia:
Enxilharia - formada por pedras aparelhadas, designadas por
enxilhares ou silhares, com forma de prismas rectangulares de
dimensões variadas, e aparelho pouco cuidado.
A cantaria distingue-se da enxilharia por
apresentar em relação a ela maior
regularidade de dimensões e, por
conseguinte, na altura das fiadas.
Convento de Mafra, torreão Sul
Alvenaria de pedra aparelhada - aparelho regular
DECivil
24/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Paredes mistas
• Paredes de alvenaria de pedra e cantaria:
Paredes que conjugam vários tipos de constituintes.
DECivil
25/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Paredes mistas
• Paredes de alvenaria
de pedra e tijolo:
• Paredes de alvenaria de pedra
e armação de madeira:
DECivil
26/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
Gaiola Pombalina
• alvenaria constituída por blocos de pedra e tijolo cerâmico maciço, com
armação de madeira;
• paredes com importante papel no travamento geral das estruturas,
decisivo para o comportamento às acções horizontais;
• espessuras da ordem dos 0.90 m ao nível do rés-do-chão,
sucessivamente aligeiradas na sua espessura até ao piso mais elevado.
A armação de madeira, embebida no maciço de
alvenaria, resiste ao sismo.
DECivil
27/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.4 Tipologias e definições
DECivil
28/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.5 Conclusões do
capítulo
DECivil
29/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.5 Conclusões do capítulo
. A pedra é um dos materiais que mais largo uso encontra na
construção civil, sendo utilizada pelo homem desde tempos
imemoriais.
. Como principais desvantagens da alvenaria de pedra tem-se a
elevada espessura das paredes, a execução bastante morosa, o
elevado peso próprio e a fraca resistência aos sismos.
. As alvenarias podem ser classificadas do ponto de vista da
utilização ou não de argamassa para ligação das pedras (ordinária
e seca) ou da regularidade das faces das pedras que ficam à vista
(tradicional, aparelhada ou mista), de acordo com o quadro
seguinte.
DECivil
30/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
1. INTRODUÇÃO
1.5 Conclusões do capítulo
. Quadro resumo dos tipos de paredes de alvenaria
DECivil
31/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
CAPÍTULO 2
ANOMALIAS E CAUSAS
DECivil
32/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
Sub-capítulos:
2.1 Introdução
2.2 Anomalias estruturais
2.3 Anomalias não estruturais
2.4 Conclusões do capítulo
2. ANOMALIAS E CAUSAS
ANOMALIAS
DECivil
33/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.1 Introdução
DECivil
34/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.1 Introdução
As principais patologias que ocorrem em
paredes de alvenaria ordinária de pedra
podem dividir-se em anomalias estruturais
e anomalias não estruturais.
As anomalias de carácter estrutural
afectam geralmente, quer a alvenaria em
si, quer o respectivo revestimento (reboco).
As anomalias não estruturais afectam
sobretudo os revestimentos. Estas
anomalias podem agravar-se e avançar
em profundidade na parede, acabando por
afectar também a própria alvenaria e,
assim, a segurança estrutural.
DECivil
35/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.1 Introdução
O aparecimento de patologias está
geralmente associado a um conjunto de
causas que podem ser de natureza
física / mecânica, química ou biológica.
Para compreender o fenómeno
patológico como um todo é necessário
perceber as causas presentes e de que
forma concorrem para o quadro
patológico observado.
Frequentemente os fenómenos
patológicos ocorrem em cadeia, isto é,
determinadas patologias tornam-se a
causa de outras patologias.
DECivil
36/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.1 Introdução
Principais anomalias
Anomalias estruturais Anomalias não estruturais
•1 Fendilhação
•2 Deformação / abaulamento
•3 Esmagamento
•4 Deformação de pisos
•5 Alterações estruturais deficientes
•1 Desagregação
•2 Fissuração superficial
•3 Manchas
•4 Eflorescências e criptoflorescências
•5 Vegetação parasitária
•6 Fungos, líquenes, pátina biológica
•7 Ataque de elementos de madeira
DECivil
37/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
Causas de fendilhação em paredes
• Assentamentos diferenciais provocados por
- Deficiente solução / profundidade de fundação (edifícios jovens)
- Fundação sobre aterros mal compactados
- Construções vizinhas com escavação
- Demolição em construção contígua - desencosto e perda de confinamento
- Alteração do regime hídrico do subsolo
- Sobrecargas excessivas
• Impulsos horizontais
- Coberturas inclinadas (alteração estrutural, sobrecargas)
- Arcos
• Variações higrotérmicas e ausência / deficiência de juntas de dilatação
• Alterações descuidadas na estrutura dos edifícios
• Vãos
- Falta de apoio (verga)
- Concentração de tensões nos cantos
• Deformação de pavimentos de apoio das paredes
• Desligamento entre elementos (comportamento estrutural e termo-higrométrico diferencial)
• Acções sísmicas e outras acções de acidente
•1 Fendilhação
DECivil
38/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Formas de assentamentos de fundações
Uniforme Diferencial com rotação Diferencial com deformação
DECivil
39/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
Assentamento da zona
central do edifício
- Más condições de
fundação
- Supressão de
elementos estruturais
DECivil
40/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
DECivil
41/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
DECivil
42/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
DECivil
43/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
DECivil
44/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
Análise do padrão evolutivo
- Fenda estável
- Fenda em evolução com tendência para a estabilização
- Fenda em evolução sem tendência para a estabilização
- Comportamento cíclico diário
- Comportamento cíclico sazonal
DECivil
45/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em parede devido a
impulsos horizontais provocados
pela cobertura
DECivil
46/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Asna com linha cortada e
reparação deficiente num apoio –
aplicação de impulsos horizontais
nas paredes de apoio
DECivil
47/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a variações higrotérmicas
Fissuração por compatibilidade de deformações entre a laje e a parede
DECivil
48/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fendilhação em paredes devido a variações higrotérmicas com
concentração de tensões
DECivil
49/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Fissuração em vãos – apoio deficiente
DECivil
50/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Deformação de pavimentos de apoio das paredes
DECivil
51/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Desligamento entre elementos
Desligamento entre laje e guarda-corpos Desligamento entre laje e platibanda
Desligamento entre viga e parede
DECivil
52/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Desligamento entre elementos
Desligamento entre
panos de diferentes idades
Desligamento
pilar-parede
Desligamento entre vigotas
e elementos de aligeiramento
DECivil
53/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Outras causas
Fendilhação devida à existência de um
tubo de queda interior com anomalia
Fendilhação devida ao abatimento do
arco / verga
DECivil
54/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•1 Fendilhação
Acções sísmicas
DECivil
55/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•2 Deformação / abaulamento
Causas de deformação / abaulamento em paredes
• Sobrecargas
• Alterações estruturais
• Obras vizinhas
• Constituição da parede (falta de perpianhos, má
aparelhagem, argamassas)
DECivil
56/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•2 Deformação / abaulamento
Parede de alvenaria
sem perpianho
Os “perpianhos” (pedras que ocupam toda a espessura da parede)
impedem o esboroamento lateral da parede de pedra irregular.
Abaulamento e
fissuração
Parede de alvenaria
com perpianhos
DECivil
57/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•2 Deformação / abaulamento
De acordo com a sua forma, pode-se definir:
• abaulamento - esforço de compressão sobre um elemento
vertical (linear ou laminar) superior à sua capacidade de carga;
• empeno – rotação / distorção do elemento devida a esforços
horizontais;
DECivil
58/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•3 Esmagamento
Esmagamento:
- Localizado, devido a carga concentrada
- Ao longo da parede, devido a carregamento excessivo (difícil
diagnóstico, não abre fendas)
Esmagamento devido a
colocação de arquivo
no piso superior
DECivil
59/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•6 Alterações estruturais
Aumento do número de pisos
DECivil
60/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
•6 Alterações estruturais
Abertura de vãos
DECivil
61/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Principais causas de anomalias não estruturais em paredes
• Acção da água, com diversas origens
• Falta de manutenção
Origens da água nos edifícios
- Precipitação - directa, escorrimento superficial,
infiltração nos solos
- Humidade do terreno - águas freáticas, águas de
escorrimento, roturas nas redes subterrâneas de
águas e esgotos
- Condensação - interior e exterior, pontes térmicas
- Avarias - redes de águas e esgotos dos edifícios
- Água da construção (pouco relevante em edifícios
antigos)
DECivil
62/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Principais causas de anomalias não estruturais em paredes
Acesso da água aos edifícios
- Infiltração directa da precipitação em paredes elevadas
- Infiltrações devidas a avarias nas redes de águas e esgotos
- Infiltrações em paredes enterradas (água dos solos)
- Água de ascensão capilar
- Infiltrações pela cobertura
- Infiltrações pelos vãos (falta de estanqueidade)
- Vapor de água (pode originar condensações)
A acção da água, com as diversas origens indicadas e as
diversas formas de acesso aos elementos da construção, está
na origem da maior parte das patologias não estruturais
descritas de seguida.
A presença de água não foi considerada uma patologia em si,
embora possa ser considerada como tal (perda de isolamento
térmico, por exemplo).
DECivil
63/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Principais causas de anomalias não estruturais em paredes
Problemas em coberturas
Ausência de ralos de pinha
entupimentos
Telhas deslocadas / partidas
Larós
Rufos
DECivil
64/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
•1 Desagregação
Efeito em cadeia água-desagregação
Desagregação: a água (das diversas origens) provoca a desagregação da
alvenaria, inicialmente dos revestimentos (pinturas e rebocos), tornando-a mais
vulnerável à acção da água.
Segue-se a desagregação das argamassas de ligação e da própria pedra, o que
pode levar mesmo a perdas de resistência estrutural.
Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos
Descasque de pintura devido a
águas de infiltração
Descasque de pintura devido a
águas de infiltração
DECivil
65/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos
Descasque de reboco devido a
águas de condensação
Descasque de reboco devido a
águas de ascensão capilar
•1 Desagregação
DECivil
66/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Descasque de pintura devido a
águas de ascensão capilar
•1 Desagregação
Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos
Descasque de pintura devido a
águas de ascensão capilar
Descasque de pintura devido a
infiltração em parede enterrada
DECivil
67/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos
Descasque de reboco
devido a águas de
infiltração em parede
semi-enterrada
Descasque de pintura devido a
águas de infiltração (canteiro)
•1 Desagregação
Descasque de reboco
devido a águas de
infiltração pela
caixilharia
DECivil
68/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fase avançada: desagregação da alvenaria
•1 Desagregação
DECivil
69/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fase avançada: desagregação da alvenaria
•1 Desagregação
DECivil
70/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fase avançada: desagregação da alvenaria
•1 Desagregação
DECivil
71/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fase avançada: desagregação da alvenaria
•1 Desagregação
DECivil
72/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Fissuração sem orientação preferencial e geralmente de pequena abertura
Causa: Variações termo-higrométricas ou retracção em revestimentos recentes
•2 Fissuração superficial
DECivil
73/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.2 Anomalias estruturais
Fissuração mapeada
Fissuração mapeada / infiltrações
Fissuração sem orientação preferencial e geralmente de pequena abertura
Causa: Variações termo-higrométricas ou retracção em revestimentos recentes
•2 Fissuração superficial
DECivil
74/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
•3 Manchas
Manchas devidas ao pingar da água pelo
beirado (ausência de algerozes)
DECivil
75/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Manchas devidas a infiltração
(fenda existente no beiral)
•3 Manchas
Manchas devidas a rotura em canalização Manchas devidas a escorrimento
(deficiente estanqueidade caixilho)
Manchas devidas a escorrimento
DECivil
76/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Manchas devidas a condensações provocadas por pontes térmicas
•3 Manchas
Manchas devidas a infiltrações
junto ao beiral
DECivil
77/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Manchas interiores devidas a termoforese
•3 Manchas
Manchas exteriores devidas a termoforese
DECivil
78/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Manchas devidas a poluição
•3 Manchas
DECivil
79/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
•4 Eflorescências
e criptoflorescências
Eflorescências: dissolução dos sais dar argamassas e do material pétreo que
se depositam à superfície quando a água evapora. As eflorescências
concentram-se em caminhos preferenciais da água, como fissuras dos rebocos
ou juntas entre elementos de revestimentos, como azulejos ou mosaicos.
Eflorescências nas juntas entre elementos
do soco devido a ascensão capilar
DECivil
80/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
•4 Eflorescências
e criptoflorescências
Eflorescências: dissolução dos sais dar argamassas e do material pétreo que
se depositam à superfície quando a água evapora. As eflorescências
concentram-se em caminhos preferenciais da água, como fissuras dos rebocos
ou juntas entre elementos de revestimentos, como azulejos ou mosaicos.
Eflorescências nas juntas entre elementos
do soco devido a ascensão capilar
Eflorescências e criptoflorescências
em paramentos rebocados
DECivil
81/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
•4 Eflorescências
e criptoflorescências
Criptoflorescências: São eflorescências que se manifestam sob o revestimento.
DECivil
82/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
•5 Vegetação
parasitária
- Criação de pressões intersticiais nas argamassas e nos elementos pétreos - desagregação
- Retenção de água e outros detritos, incluindo nutrientes
DECivil
83/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Vegetação parasitária em caleiras
Retenção, ascensão capilar
Vegetação trepadeira
•5 Vegetação
parasitária
DECivil
84/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.3 Anomalias não estruturais
Vegetação parasitária em coberturas
Vegetação em caleiras
Vegetação em zona corrente
•5 Vegetação
parasitária
DECivil
85/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
•1 Fungos / líquenes
/ patina
Constituem ataques químicos,
principalmente em paramentos de
materiais porosos, húmidos e pouco
ventilados.
Provocam alterações de coloração e de
aspecto, retenção de água, aparecimento
de bolores e libertação de substâncias
químicas que levam à erosão química dos
paramentos (processos bioquímicos).
2.3 Anomalias não estruturais
DECivil
86/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
Fungos Patina biológica
2.3 Anomalias não estruturais
•1 Fungos / líquenes
/ patina
DECivil
87/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
. A relação entre as anomalias e as suas origens é uma questão
complexa, devido à diversidade de origens e à inter-relação dos
diversos elementos agressores.
. Nos quadros seguintes estabelece-se esta relação de causalidade
das anomalias, identificando-se as causas directas e as causas
indirectas, assim como as causas primárias e secundárias das diversas
anomalias.
. A ausência de manutenção e reparação agrava as anomalias
existentes, originando inevitavelmente o aparecimento de outras.
. No levantamento das anomalias, deve ser feita distinção entre as
anomalias de elementos resistentes (pedra), de argamassas de
assentamento e de revestimento (rebocos).
2.4 Conclusões do capítulo
DECivil
88/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.4 Conclusões do capítulo


LEGENDA
Causa primária Causa secundária
Correlação causas - anomalias de origem física / mecânica:
DECivil
89/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.4 Conclusões do capítulo


LEGENDA
Causa primária Causa secundária
Correlação causas - anomalias de origem química:
DECivil
90/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
2. ANOMALIAS E CAUSAS
2.4 Conclusões do capítulo


LEGENDA
Causa primária Causa secundária
Correlação causas - anomalias de origem biológica:
DECivil
91/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
CAPÍTULO 3
TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
DECivil
92/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
Sub-capítulos:
3.1 Introdução
3.2 Técnicas de diagnóstico
3.4 Conclusões do capítulo
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
DIAGNÓSTICO
DECivil
93/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
3.1 Introdução
DECivil
94/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
3.1 Introdução
Durante a inspecção e através de observação visual das anoma-
lias, deverão ser caracterizados os mecanismos físicos e químicos
que estão na sua origem e estabelecidas relações causa-efeito.
Para além do conhecimento aprofundado dos
materiais, do seu comportamento e das
técnicas de construção, devem ser seguidas
metodologias rigorosas de observação, registo,
análise dos defeitos, com a eventual realização
de ensaios, preferencialmente não-destrutivos
ou semi-destrutivos.
As pistas existentes para a identificação de determinadas
patologias e respectivas causas, passíveis de serem
detectadas por observação visual directa, são por vezes
muito evidentes mas, em muitos casos, são também muito
subtis.
DECivil
95/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
3.2 Técnicas de diagnóstico
Técnicas de diagnóstico:
Exame macroscópico
Análise fotográfica
Análise de imagem
Fotogrametria
Termografia
Boroscopia
Métodos electroquímicos
Métodos químicos
Métodos dinâmicos
Detecção de elementos metálicos ocultos
Ensaio de Karsten
Ensaios de comportamento mecânico
DECivil
96/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Avaliação estrutural e monitorização de edifícios:
• este tipo de intervenção integra
um conjunto de actividades
que, para além de aparelhagem
fotográfica e videográfica e do
equipamento topográfico clássico,
envolvem a instalação em
obras de instrumentos de
observação de diverso tipo como:
inclinómetros, para a medição de
inclinações; deflectómetros,
para controlo de assentamentos
e fissurómetros, para controlo de
aberturas de fendas.
a) Exame macroscópico:
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
97/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
a) Exame macroscópico (cont.):
3.2 Técnicas de diagnóstico
Inspecção visual pormenorizada:
 lupa;
 binóculo;
 raspadeiras e escovas de aço;
 maço ou martelo de madeira ou plástico;
 fita métrica;
 haste extensível com espelho reflector;
 apontamentos / esquemas.
Inspecção visual - base para exames futuros:
Levantamento fotográfico:
 aspectos mais relevantes.
DECivil
98/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Inspecções expeditas ⇒ medição das anomalias:
 fio-de-prumo;
 nível de bolha ou electrónico;
 régua de fissuras;
 fissurómetro.
a) Exame macroscópico (cont.):
Régua de fissuras - quantifica
a abertura das fissuras
O fissurómetro mede os movimentos relativos
que se verificam num ponto de uma fissura
existente num elemento estrutural de uma
construção
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
99/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Alongâmetro mecânico para medição de
deslocamentos em juntas e fissuras
As construções apresentam, com frequência, fissuras ou fendas,
resultantes de deformações; sendo estas manifestações do
comportamento estrutural, há interesse em acompanhar a variação
da sua abertura ao longo do tempo; a análise das leituras permite
ter uma ideia da tendência do movimento para um agravamento,
para uma estabilização, para uma recuperação ou para uma
variação cíclica.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
100/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Análise da evolução da abertura de fendas ao longo do tempo
- Fenda inactiva
- Fenda em evolução
- Fenda em estabilização
- Variações diárias
- Variações sazonais
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
101/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
b) Análise fotográfica:
3.2 Técnicas de diagnóstico
Fotografias com luz branca:
 aspectos conjuntos;
 pormenores relevantes:
 anomalias da parede;
 problemas estruturais;
 restauros anteriores;
 elaboração de catálogo fotográfico
DECivil
102/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
c) Análise de imagem:
Técnicas macroscópicas e microscópicas:
 imagem (fotografia ou filme):
 tratamento matemático;
 quantificação aspectos morfológicos.
Identificação e comparação com imagens-
tipo:
 processamento digital.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
103/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
d) Fotogrametria:
Levantamentos fotogramétricos:
 a fotogrametria é um método de levantamento baseado na
observação do mesmo objecto de dois ou três ângulos diferentes,
possibilitando a reconstituição de uma imagem espacial a partir
de imagens bidimensionais; utilizando esta técnica, é possível
executar levantamentos de monumentos e de edifícios antigos.
Equipamento de fotogrametria
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
104/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
d) Fotogrametria (cont.):
Representação gráfica e numérica / reconstituição de um
objecto, observado em duas posições diferentes:
figuração de porções (fachadas, pilares) de monumentos
onde se pretende fazer o rastreio dos tipos litológicos
presentes e/ou das anomalias dos elementos petrográficos;
permite descrição pormenorizada,
com representação gráfica do tipo e
intensidade do fenómeno observado.
Intervalos de tempo:
 modificações estruturais
(deslocamentos);
 fenómenos de alteração.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
105/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
e) Termografia e termovisão:
Levantamentos termográficos:
• a termografia baseia-se no princípio segundo o qual todos os
corpos emitem radiação térmica, sendo possível, utilizando
aparelhagem adequada, visualizar e registar os diferentes graus
de emissão na faixa do infravermelho; os vários materiais que
entram na composição de paredes e outros elementos estruturais
reagem de forma diferente às solicitações térmicas provenientes
do exterior.
Escala cromática que
corresponde a escala de
temperaturas
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
106/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
3.2 Técnicas de diagnóstico
e) Termografia e termovisão (cont.):
Termómetros de infravermelho,
medição da temperatura à distância.
Câmara sensível - gama cromática
escala de temperaturas:
zonas húmidas;
zonas de destacamentos;
descontinuidades;
elementos interiores (gaiolas, p. ex)
modificações dos edifícios (antigos
vãos).
Câmara com resposta nos
comprimentos de 5 a 6 m
DECivil
107/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
e) Termografia e termovisão (cont.):
3.2 Técnicas de diagnóstico
Deficiente isolamento térmico
Rotura em canalização
Humidade interior em parede
DECivil
108/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
f) Boroscopia:
Observação boroscópica de cavidades e fendas:
• a boroscopia (ou endoscopia) é uma técnica baseada na
utilização dum instrumento óptico, o boroscópio, e constitui
uma forma reduzidamente intrusiva de efectuar observações
no interior de cavidades e fendas de pequenas dimensões
existentes em materiais ou elementos estruturais.
Óptica de haste boroscópica e fonte de iluminação
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
109/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
g) Humidímetro:
Medição da humidade superficial em paredes:
• a resistência eléctrica ou a capacidade dum meio poroso como
a pedra variam com a quantidade de água presente nos poros;
repetindo as observações ao longo dum determinado período,
é possível acompanhar a evolução da distribuição da humidade
na parede, avaliando, por exemplo, o efeito de medidas
correctivas introduzidas.
“Kit” de ensaio
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
110/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
h) Métodos químicos:
Identificação de sais em eflorescências e na água em contacto
com construções:
• esta identificação é feita através de ensaios in-situ de
caracterização rápida da água em contacto com as construções,
do ponto de vista da presença de sais potencialmente nocivos
para essas construções, e a
identificação das eflorescências
salinas por vezes presentes nessas
mesmas construções.
“Kit” de ensaio
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
111/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
i) Métodos dinâmicos:
Análise e monitorização de vibrações:
• método de ensaio de carácter não destrutivo que tem como
principal objectivo avaliar e / ou acompanhar o comportamento
dinâmico das estruturas, podendo ter em vista:
- Determinação de características dinâmicas da estrutura (ao longo
do tempo, face a um estado de referência), que estão
relacionadas com a sua massa e rigidez global;
- Avaliação do seu comportamento face a acções sísmicas.
Miguel Branco
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
112/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
i) Métodos dinâmicos (cont.):
Tomografia sónica na alvenaria:
• permite a obtenção de um mapa detalhado da distribuição da
velocidade de propagação do som numa secção plana da
estrutura, com o objectivo de identificar heterogeneidades e áreas
de deficiente resistência.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
113/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
i) Métodos dinâmicos (cont.):
Ensaios ultra-sónicos para caracterização das alvenarias
• estes ensaios baseiam-se na técnica dos ultra-sons, utilizando
frequências baixas; a medição da velocidade de propagação do
impulso ultra-sónico é feita por transparência e tem como
objectivo a determinação das características elásticas da
alvenaria.
Equipamento de
ultra-sons portátil
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
114/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
i) Métodos dinâmicos (cont.):
Avaliação de descontinuidades e defeitos; calcular a velocidade do
som com base no tempo de trânsito entre transdutores:
 avaliar a homogeneidade do material;
 calcular módulo de elasticidade.
Estudo não destrutivo:
Materiais heterogéneos e porosos
(rochas, betões, argamassas,..).
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
115/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
j) Detecção de elementos metálicos ocultos:
Detectores de metais: aplicação in-situ:
 grande sensibilidade a interferências de
outros metais próximos;
 aplicação em alvenarias onde não
possam existir outros metais além
dos procurados.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
116/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
k) Ensaio de Karsten:
Avaliação da porosidade por meio do ensaio de Karsten:
• técnica de ensaio muito simples e expedita destinada a avaliar a
porosidade superficial duma alvenaria.
Tubo de Karsten
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
117/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
l) Ensaios de comportamento mecânico:
Contabilizar através de avaliações a amplitude dos danos:
 ensaio de dureza superficial;
 ensaio de aplicação de cargas;
 determinação de espessura;
 peso dos materiais;
 humidade dos materiais;
ensaios em laboratório ou in-situ.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
118/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.):
Ensaio de dureza superficial
Medição indirecta da resistência em materiais estruturais -
pedra:
 resistência à abrasão;
 resistência à erosão;
 resistência à penetração estática;
 resistência à penetração dinâmica.
Medição da dureza
superficial com
esclerómetro de pêndulo
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
119/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.):
Ensaio de aplicação de cargas
ensaios de compressão:

módulo de elasticidade (à compressão);
coeficiente de Poisson (deformações
longitudinal e transversal);
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
120/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.):
Ensaios com macacos planos:
• ensaios que se utilizam para determinar o estado de tensão e
avaliar as características de deformabilidade de paredes
e outros elementos estruturais de alvenaria.
Determinação
do estado de
tensão da
parede de
alvenaria
Determinação das
características de
deformabilidade da
alvenaria
Disposição esquemática dos macacos planos
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
121/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.):
Ensaios de carga estáticos de curta duração:
• o ensaio de carga consiste em aplicar uma carga na estrutura e
acompanhar as respectivas deformações (deslocamentos ou
rotações), a abertura de fissuras existentes ou a formação de
novas fissuras durante a carga.
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
122/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
1 - Identifique as seguintes técnicas não-destrutivas
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
123/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
2 - Identifique as seguintes técnicas não-destrutivas
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
124/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Fissurómetro
A colocação de “testemunhos”
constituídos por calços de gesso,
tiras de vidro ou de papel, apenas
permite detectar, grosseiramente,
eventuais acréscimos da abertura
ou deslizamento da fissura, sem
permitir contudo, quantificar a sua
evolução.
Tomografia sónica (mapa de velocidades)
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
125/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Caracterização da humidade existente
Humidímetro
Termografia
Medição da humidade superficial (neste caso,
o aparelho utilizado apenas permite uma
medição qualitativa da humidade superficial Levantamento termográfico que
permite visualizar e registar a
existência de manchas de humidade
na parede
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
126/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Identifique as etapas seguidas no ensaio com macacos planos
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
127/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
1. Execução do entalhe;
2. Colocação do macaco plano;
3. Aplicação da pressão hidráulica;
4. Medição das deformações resultantes da pressão hidráulica
aplicada.
1 2 3 4
3.2 Técnicas de diagnóstico
DECivil
128/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
Conclusões do capítulo
DECivil
129/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
. A realização de ensaios permite complementar a caracterização
das anomalias e a avaliação das suas causas.
. O tipo de diagnóstico a efectuar e os meios e recursos disponíveis
justificam os ensaios a realizar.
. Neste capítulo, analisaram-se técnicas não-destrutivas e
destrutivas. Os ensaios a realizar deverão ser, preferencialmente,
não-destrutivos ou semi-destrutivos.
. Os ensaios realizados in-situ complementam a informação
recolhida durante a observação visual das anomalias e indicam a
eventual necessidade de análises complementares em laboratório.
3.3 Conclusões do capítulo
DECivil
130/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
DECivil
131/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• BRITO, Jorge de e FLORES, Inês (2004), “Diagnóstico, Patologia e
Reabilitação de Construção em Alvenaria de Pedra”, folhas de apoio ao
Curso de Mestrado em Ciências da Construção, FCTUC, Coimbra
• VÁRIOS, (2004), “Materiais Pétreos e Similares - Terminologias das
formas de alteração e degradação”, ITPRC2, LNEC, Lisboa
• CAMPANELLA, Christian (2003), “Obras de Conservação e restauro
Arquitectónico: Condições Técnicas Especiais”, Coordenação e
Adaptação de João Mascarenhas Mateus, CML, Lisboa
• APPLETON, João (2003), “Reabilitação de Edifícios Antigos -
Patologias e Tecnologias de Intervenção”, Edições Orion, Amadora
• GOMES, João Ricardo (2003), “Reabilitação de Construções de
Alvenaria Ordinária de Pedra”. Monografia do 12º Mestrado em
Construção, IST, Lisboa
Publicações por ordem cronológica decrescente
DECivil
132/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• CRAVINHO, Ana (2003), “Reabilitação de Construções de Alvenaria de
Pedra à Vista”. Monografia do 12º Mestrado em Construção, IST, Lisboa
• OLIVEIRA, Fernanda (2003), “Diagnóstico de Patologia em Alvenaria
Ordinária de Pedra e Alvenaria de Pedra À Vista”. Monografia do 12º
Mestrado em Construção, IST, Lisboa
• GASPAR, Florindo (2003), Monografia da cadeira Técnicas de
Inspecção e Avaliação Estrutural do 12º Mestrado em Construção, IST,
Lisboa
• BRITO, Jorge e FLORES, Inês (2003), “Paredes de Alvenaria de Pedra
Natural”, folhas de apoio à cadeira de Tecnologia de Contenções e
Fundações, IST, Lisboa
Publicações por ordem cronológica decrescente
DECivil
133/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• PINHO, Fernando S. (2002), “Reabilitação de Construções em
Alvenaria de Pedra Tradicional”, 2ª sessão do Curso de Construções
em Alvenaria de Pedra e Terra Aditivada: Razões para a sua viabilidade
em Portugal, FUNDEC, Lisboa
• VÁRIOS (2002), Seminário “A Intervenção no Património; Práticas de
Conservação e Reabilitação”, FEUP / DGEM, Porto
• BRITO, de Jorge (2001), “Metodologia de Intervenção”, Seminário de
Inspecção e Manutenção de Pontes (FUNDEC), Lisboa
• BRITO, de Jorge (2001), “Metodologia de Inspecção”, Seminário de
Inspecção e Manutenção de Pontes (FUNDEC), Lisboa
• PINHO, Fernando F. S. (2001), “Paredes de edifícios antigos em
Portugal”, Vol. 8, 3ª edição, col. “Edifícios - Conservação e
Reabilitação”, LNEC, Lisboa
Publicações por ordem cronológica decrescente
DECivil
134/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• FREITAS, Ana Cristina (2001), “Viabilidade Técnico-Económica de
Construções Novas em Alvenaria de Pedra”, Dissertação para
Obtenção do Grau de Mestre em Construção, IST, Lisboa
• AIRES-BARROS, Luís (2001), “As Rochas dos Monumentos
Portugueses - Tipologias e Patologias”, IPPAR, Lisboa
• SILVA, Vítor Cóias (2001), “Viabilidade Técnica de Execução do
Programa Nacional de Redução da Vulnerabilidade Sísmica do
Edificado”, Encontro sobre Redução da Vulnerabilidade Sísmica do
Edificado, Ordem do Engenheiros, 2001
• VÁRIOS (2000), 5th International Congress of Restoration of
Architectural Firenze Heritage, Florence, S. Verdiana
• VÁRIOS (1999), “Metodologia de la Restauración y de la
Rehabilitación”, UPM, Editorial Munilla-Lería, Madrid
Publicações por ordem cronológica decrescente
DECivil
135/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• FLORES, Inês (1999), “Reabilitação de Construções - Estudo do
Claustro da Sé de Lisboa”. Monografia do 8º Mestrado em Construção,
IST, Lisboa
• JUAN, Juan Ignacio (1998), “Restauración de las Portadas góticas de la
Catedral de Santa Maria de Castellón”, Loggia - Arquitectura &
Restauración, ano II, n.º 5, Valência
• TEIXEIRA, Gabriela e BELÉM, Margarida (1998), “Diálogos de
edificação: técnicas tradicionais de construção”, CRAT - Centro
Regional de Artes Tradicionais, Porto
• VÁRIOS (1998), Actas da 1ª Jornada sobre a “Prática da Conservação
e Restauro do Património Arquitectónico”, GECoRPA, Sintra
Publicações por ordem cronológica decrescente
DECivil
136/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
Publicações por ordem cronológica decrescente
• VÁRIOS (1998), “The Tower of Belém”, International Journal for
Restoration of Buildings and Monuments, Vol. 4, Nº6
• ASHURST, John e DIMES, Francis (1998), “Conservation of Building
& Decorative Stone”, Oxford
• SILVA, Vítor Cóias (1997), “Um Novo Modelo (e uma Nova Visão) do
Edificado Pombalino”, Monumentos, n.º 6, Lisboa
• AGUIAR, J. et al (1997), “Guião de Apoio à Reabilitação de Edifícios
Habitacionais”, LNEC, Lisboa
• WEAVER, Martin (1997), “Conservation Buildings: A Manual of
Techniques and Materials”, John Wiley & Sons, Inc, USA
• RODRIGUES, Delgado e COSTA, D. (1996), “Conservation of
Granitic Rocks”, LNEC, Lisboa
• VÁRIOS (1995), “Processes of Urban Stone Decay”, Donhead,
Belfast
DECivil
137/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
Publicações por ordem cronológica decrescente
• CEN (1995), “Eurocode 6 - Design of Masonry Structures - Part 1-1:
General Rules for Buildings - Rules for reinforced and unreinforced
masonry”. CEN, prENV 1996-1-1
• CEN (1993), “Eurocode 8 - Earthquake Resistant Design of
Structures - Part1: General Rules for Buildings”. CEN, prENV 1996-1-
1
• PINTO, Ana Paula (1993), “Conservação de Pedras Graníticas:
Estudo da Acção dos Hidrófugos”, Tese de Doutoramento, IST,
Lisboa
• BRITO, de Jorge (1992), “Desenvolvimento de um Sistema de
Gestão de Obras de Arte em Betão”, Tese de Doutoramento em
Engenharia Civil, IST, Lisboa
• VÁRIOS (1992), “7th International Congress on Deterioration and
Conservation of Stone, LNEC, Lisboa
• VÁRIOS (1991), “Curso de Patología”, Tomo 1, Colegio Oficial de
Arquitectos de Madrid, Madrid
DECivil
138/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
Publicações por ordem cronológica decrescente
• ALCALDE, Manuel et al (1990), “Diagnosis y Tratamiento de la
Piedra: la Alteracíon de la Piedra de los Monumentos”, Instituto
Eduardo Torroja de la Construcción, Madrid
• NORMAL 1/88 (1990), “Alterazioni Macroscopiche dei Material
Lapide”, CNR-ICR, Roma
• ASHURST, John e ASHURST, Nicola (1989), “Practical Building
Conservation”, Vol1, Gower Technical, Aldershot
• CASTRO, Elda et al (1988), “Étude du Nettoyage d’un Monument en
Granite”, Memória nº 715, LNEC, Lisboa
• VÁRIOS (1989) “Manual da Técnica Construtiva”, Edições CETOP,
Barcelona
• CARVALHO, Cansado de e OLIVEIRA, Sousa, “Construção Anti-
Sísmica Edifícios de Pequeno Porte”, Publicação ITE 12, LNEC,
Lisboa
DECivil
139/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
Publicações por ordem cronológica decrescente
• RODRIGUES, J. Delgado (1989), “Perspectivas sobre a Conservação
de Monumentos de Materiais Graníticos”, LNEC, Lisboa
• HORIE, C.V. (1987), “Materials for Conservation: Organic
Consolidants, Adhesives and Coatings”, Butterworth, London
• CASTRO, Elda de (1985), “Estudos sobre tratamentos de protecção
de pedras contra a vegetação infestante de tipo musgos, líquenes e
algas”, Relatório 227/85, LNEC, Lisboa
• CASTRO, Elda de (1985), “Estudos sobre tratamentos de protecção
de pedras contra os agentes atmosféricos e a poluição”, Relatório
241/85, LNEC, Lisboa
• COLLOMBET, R. (1985), “Humidité des Bâtiments Anciens: Causes
et Effets, Diagnostic, Remèdes”, Moniteur, Paris
• CASTRO, Elda de (1984), “A Conservação de Monumentos em
Pedra - Estado Actual dos Conhecimentos” Memória nº 627, LNEC,
Lisboa
DECivil
140/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
Publicações por ordem cronológica decrescente
• CASTRO, Elda de (1984), “Tratamentos de Conservação de Pedra
em Monumentos”, ITG2, LNEC, Lisboa
• CASTRO, Elda de (1983), “Studies on Stone Treatments”, Memória
nº 584, LNEC, Lisboa
• PAZ BRANCO (1981), “Manual do Pedreiro”, Publicação M-3, LNEC,
Lisboa
• GOMES, Ruy J (1961), “Nota sobre o Problema da Alteração da
Pedra em Monumentos e Edifícios de Interesse Histórico e Artístico”,
Memória 165, LNEC, Lisboa
• Leitão, Luiz Augusto, “Curso Elementar de Construções”,Imprensa
Nacional, 1896, Lisboa
DECivil
141/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
Fichas e Catálogos Técnicos
• Sika Portugal - Produtos Construção e Indústria, S.A.
• S.T.A.P. - Reparação, Consolidação e Modificação de Estruturas
• Tecnocrete - Materiais e Tecnologias de Reabilitação Estrutural
• Bleu Line - Conservação e Restauro de Obras
• Monumenta - Conservação e Restauro do Património Arquitectónico
• Ruredil - Prodotti Chimici per L’edilizia
• Mapei - Adesivos, Selantes, Produtos, Químicos para a Construção
Civil
• Weber - Saint-Gobain Weber Cimenfix
• MGM - Sistemas Tecnológicos de Limpeza
DECivil
142/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• ICOMOS - International Council on Monuments and Sites
http://www.icomos.org/ICOMOS_Main_Page.html
• ICCROM - International Centre for the Study of the Preservation and the
Restoration of Roma
http://www.iccrom.org/
• DOCOMOMO - International working party for documentation and
conservation of buildings, sites and neighborhoods of the modern movement
http://www.ooo.nl/docomomo/
• Journal of Architectural Conservation
http://www.donhead.com/Journal%20of%20Architectural%20Conservation.htm
• DGEMN - Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
http://www.monumentos.pt/indice.html
Alguns Links
DECivil
143/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• CNRC-NRC - “Rehabilitation of Solid Masonry Walls” by M.Z. Rousseau
and A.H.P. Maurenbrecher, originally published in "Construction Canada"
32(5), 1990, p. 15-20
http://irc.nrc-cnrc.gc.ca/practice/wal1_E.html
• Carta de Veneza de 1984 (em Português) - Texto doutrinário fundamental
do ICOMOS
http://www.paulojones.com/tecnicas/carta-veneza.html
• Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém e Capela de São Jerónimo
http://www.mosteirojeronimos.pt/
• GECoRPA - Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do
Património Arquitectónico (várias empresas associadas)
http://www.gecorpa.pt
Alguns Links (cont.)
DECivil
144/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• Projecto COMREHAB - Técnicas reduzidamente intrusivas de aplicação de
compósitos na reabilitação sísmica de construções antigas
http://www.stap.pt/n_17.html
• Richtergard - The Ultimate Masonry Protecting System
http://www.richtergard.com/home2.html
http://www.richtergard.com/RichterGardBrochure.pdf
• Degussa Construction Chemicals MBT
http://www.masterbuilders.com.br/mbt_viewprojetos.asp?idProjetos=22
• Oz - Levantamento e Diagnóstico (ensaios)
http://www.oz-diagnostico.pt/caracterizacao_elementos_resistentes.html
• Anti-graffiti Systems (graffiti removal)
http://www.agsgraffiti.co.uk/services.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
145/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• Tower of London (special projects)
http://www.hrp.org.uk/webcode/content.asp?ID=602
• AMC - Architectural Materials Conservation Masters, Bournemouth
University, England (Cleaning, consolidation, repair versus restoration, AMC
projects)
http://www.induni.net/materials.html
• Preserving Historic Stone Monuments at Vicksburg National Military Park,
Louisiana, Mississippi
http://www.nps.gov/vick/preserve/mnts/stonewrk.html
• Geologia de Engenharia - Caso de Aplicação - As Rochas como Material de
Construção, Brasil
http://planeta.terra.com.br/educacao/br_recursosminerais/materiaisconst.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
146/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• David John Frost - Cleaning & Restoration of Historic Buildings (London)
http://www.historicbuildingslondon.co.uk/door/index.html
• Tecnocrete (condições técnicas para Conservação do Património
Arquitectónico)
http://www.tecnocrete.pt/index6.html
• Era - Arqueologia, Conservação e Gestão de Património
http://www.era-arqueologia.pt/projectos.html
• Champs d'activités du laboratoire de Lausanne
http://expert-center.epfl.ch/activites/champs_activites.html
• ER-BU Construction / Turkey, “Reconstruction of the Old Bridge in Mostar”,
Newsletter 15, September, 2003, Mostar, Bosnia and Herzegovina
http://users.tyenet.com/kozlich/newsletter15.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
147/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• APEX Scaffolding - Kentisbeare Church (stone repairs to tower)
http://www.apexscaffolding.co.uk/kentisbeare_church.html
• PROMASIL - Limpeza de paredes e tectos
http://www.artecom.pt/restauro/bleu_line/promasil/
• BRE (frequently asked questions, further information)
http://www.bre.co.uk/askbre/faqs/faq.jsp?categoryid=18&questionid=2
• Conservation Artisans (fotos)
http://www.conservationartisans.com/photoalbum.html
• National Park Service Building Exterior Masonry
http://www.cr.nps.gov/hps/tps/tax/rhb/masonry01.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
148/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• Connecticut Gravestone Network (examples of bad repairs)
http://www.ctgravestones.com/Conservation/bad_repairs.htm
• Cleaning and graffiti-removal (fotos)
http://www.graffiti-removal.org.uk/
• Ingram Consultancy (projects, publications)
http://www.ingram-consultancy.co.uk/materials/
• Instituto Politécnico de Setúbal - Claustros (fotos limpezas)
http://www.ips.pt/claustros/imagens.html
• Topbond PLC Group (photos)
http://www.topbond.co.uk/projects/abseiling.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
149/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• Ringling Museum South Loggia (fotos dos trabalhos de reparação da
cobertura)
http://www.mldarchitects.com/archives/639%20ringling%20s%20loggia/639.ht
m
• “Rehabilitation of the Old Bridge Mostar”, Newsletter 12, June 2003, Mostar,
Bosnia and Herzegovina
http://www.pcu.starimost.ba/biddings/Biltens/News-12.htm
• “Rehabilitation of the Old Bridge Mostar”, Newsletter 7, January 2003,
Mostar, Bosnia and Herzegovina
http://www.pcu.starimost.ba/biddings/Biltens/Newsletter07.htm
• Analysis of stone materials in historic buildings (research projects)
http://www.ugr.es/~monument/eng/research.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
150/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• Masonry Preservation Group - Restoration of the University Chapel 2001-
2002 (photos)
http://www.princeton.edu/~paw/web_exclusives/features/chapel/features_cha
pel.html
• Weathering Research Group “Urban Stone Decay and Acid Deposition: Na
Introduction to the Problems and its Causes”, by B.J. Smith & J.P. McGreevy
http://www.qub.ac.uk/geog/documents/research/weathering/usd.html
• “Cleaning tests on the stone material” by Francesca Matera
http://www.santiquattrocoronati.org/aggiornan/materai.html
• Bird Protection Netting
http://www.unionindustries.co.uk/trading/net_birdprotect.html
• Mineral Based Natural Repair Mortars (fichas)
http://www.usheritage.com/mineral/mineral.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
151/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• “Sandstone consolidants and water repellents”, Report to Historic Scotland
http://www2.rgu.ac.uk/schools/mcrg/miconsol.html
• “Long term consequences of stonecleaning”, Historic Scotland
http://www2.rgu.ac.uk/schools/mcrg/milong.html
• “Stone cleaning - Effects of stone cleaning methods on Scottish
sandstones”, Historic Scotland
http://www2.rgu.ac.uk/schools/mcrg/misst.html
• Sistema multidireccional Bellver AdaptDe configuración multidireccional
(cofragens)
http://www.interempresas.net/ObrasPublicas/FeriaVirtual/ResenyaProducto.a
sp?R=8152
Alguns Links (cont.)
DECivil
152/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• “Assessing Cleaning and Water-Repellent Treatments for Historic Masonry
Buildings” by Robert C. Mack, FAIA Anne Grimmer, Washington,
DC November, 2000
http://www2.cr.nps.gov/tps/briefs/brief01.html
• Masonry Cleaning Systems
http://www.gbf-masonry-cleaning.co.uk/methods.html
• Monumenta - “Tecnologia Laser na Limpeza da Pedra de Monumentos e
Edifícios Históricos”
http://www.monumenta.pt/novas_tecnologias.html
• Ruredil - Prodotti Chimici per L’edilizia
http://www.ruredil.it/default.html
Alguns Links (cont.)
DECivil
153/475
MÓDULO IR3 - INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA
BIBLIOGRAFIA
• The Environmental Effects of Air Pollutants
http://www.dsp.pub.ro/leonardo/itc-
incsee/Chapter%201/Level%201/SubChapter1.2/SubChapter1.2.html
• Edifici esistenti e interventi di ripristino (ensaios)
http://www.lpm.polimi.it/murarie/edifici.html
• Corrosion Threatens London's Buildings
http://www.payestone.co.uk/presstsb.html
• Bibliografia Cartas Patrimoniais (cartas, compromissos, convenções,
declarações, recomendações e resoluções), fonte IPHAN
http://mestrado-reabilitacao.fa.utl.pt/BibliografiaCartas.html
Alguns Links (cont.)

05 - Alvenaria de pedra-patologia e Inspecção - PB.pdf

  • 1.
    DECivil 1/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA PATOLOGIA E INSPECÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA ORDINÁRIA DE PEDRA
  • 2.
    DECivil 2/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA EQUIPA TÉCNICA • Prof. Fernando Branco • Prof. Jorge de Brito • Prof. João Gomes Ferreira • Prof.ª Inês Flores
  • 3.
    DECivil 3/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA PROGRAMA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A construção em alvenaria de pedra 1.2 Campo de aplicação 1.3 Vantagens e desvantagens 1.4 Tipologias e definições 1.5 Conclusões do capítulo 2. ANOMALIAS E RESPECTIVAS CAUSAS 2.1 Introdução 2.2 Anomalias estruturais 2.3 Anomalias não estruturais 2.4 Conclusões do capítulo 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
  • 4.
    DECivil 4/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO
  • 5.
    DECivil 5/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO ALVENARIA DE PEDRA Sub-capítulos: 1.1 A construção em alvenaria de pedra 1.2 Campo de aplicação 1.3 Vantagens e desvantagens 1.4 Tipologias e definições 1.5 Conclusões do capítulo
  • 6.
    DECivil 6/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A construção em alvenaria de pedra
  • 7.
    DECivil 7/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A construção em alvenaria de pedra Conjunto de elementos de pequena dimensão (pedras, tijolos ou blocos) sobrepostos e arrumados, ligados ou não por argamassa, formando paredes, pontes, fundações ou muros. Quando esse conjunto sustenta a construção, denomina-se por alvenaria estrutural. Alvenaria:
  • 8.
    DECivil 8/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.2 Campo de aplicação
  • 9.
    DECivil 9/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA Construções a preservar ao longo dos tempos - monumentos Construções de estrutura resistente Novos edifícios Reconstrução / centros históricos 1. INTRODUÇÃO 1.2 Campo de aplicação
  • 10.
    DECivil 10/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA Edifícios pré-pombalinos, pombalinos, gaioleiros e mistos Edifício Pombalino (1755-1880) 1. INTRODUÇÃO 1.2 Campo de aplicação Edifício Gaioleiro (1880-1940) Edifício Misto (1940-1960) Edifício Pré-Pombalino (<1755)
  • 11.
    DECivil 11/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA Colapso de um edifício gaioleiro 1. INTRODUÇÃO 1.2 Campo de aplicação
  • 12.
    DECivil 12/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.3 Vantagens e desvantagens
  • 13.
    DECivil 13/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA • valor estético, cultural e patrimonial – conjuntos urbanos; • durabilidade potencialmente elevada; • grande inércia térmica; • bom isolamento aos ruídos aéreos. 1. INTRODUÇÃO 1.3 Vantagens e desvantagens media.photobucket.com
  • 14.
    DECivil 14/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO • o elevado peso próprio origina grandes solicitações gravíticas e sísmicas; • baixa resistência à flexão / sísmica, no plano e para fora do plano; • elevada área ocupada com os elementos estruturais verticais; pouca flexibilidade arquitectónica e baixo aproveitamento da área potencial habitável A espessura das paredes é > 0.30 ou 0.40 m e depende da forma das pedras e do número de pisos 1.3 Vantagens e desvantagens
  • 15.
    DECivil 15/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições
  • 16.
    DECivil 16/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO Do ponto de vista da utilização ou não da argamassa para ligação das pedras constituintes: alvenaria ordinária e seca. Classificação: Alvenaria de pedra ordinária Alvenaria de pedra seca 1.4 Tipologias e definições
  • 17.
    DECivil 17/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Alvenaria de pedra ordinária: São constituídas por pedras toscas, angulosas ou roladas, de forma e dimensões irregulares, assentes pela face que se apresentar mais regularizada, ligadas entre si por uma argamassa ordinária de cal e areia.
  • 18.
    DECivil 18/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições A alvenaria de pedra ordinária foi a solução construtiva predominante no nosso País, até meados do séc. XX.
  • 19.
    DECivil 19/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Alvenaria de pedra seca: A técnica de construção destas paredes dispensa o uso de argamassa na ligação das pedras entre si (de granito e/ou xisto).
  • 20.
    DECivil 20/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Do ponto de vista da regularidade das faces das pedras que ficam à vista: tradicional, aparelhada ou mista. Classificação: Alvenaria tradicional Alvenaria aparelhada Alvenaria mista Perpianhos (elementos com toda a espessura da parede Aparelho poligonal rústico
  • 21.
    DECivil 21/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições A alvenaria ordinária de pedra foi a solução construtiva predominante em Portugal até meados do séc. XX
  • 22.
    DECivil 22/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Alvenaria de pedra aparelhada - aparelho rústico
  • 23.
    DECivil 23/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Paredes de cantaria ou enxilharia: Enxilharia - formada por pedras aparelhadas, designadas por enxilhares ou silhares, com forma de prismas rectangulares de dimensões variadas, e aparelho pouco cuidado. A cantaria distingue-se da enxilharia por apresentar em relação a ela maior regularidade de dimensões e, por conseguinte, na altura das fiadas. Convento de Mafra, torreão Sul Alvenaria de pedra aparelhada - aparelho regular
  • 24.
    DECivil 24/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Paredes mistas • Paredes de alvenaria de pedra e cantaria: Paredes que conjugam vários tipos de constituintes.
  • 25.
    DECivil 25/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Paredes mistas • Paredes de alvenaria de pedra e tijolo: • Paredes de alvenaria de pedra e armação de madeira:
  • 26.
    DECivil 26/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições Gaiola Pombalina • alvenaria constituída por blocos de pedra e tijolo cerâmico maciço, com armação de madeira; • paredes com importante papel no travamento geral das estruturas, decisivo para o comportamento às acções horizontais; • espessuras da ordem dos 0.90 m ao nível do rés-do-chão, sucessivamente aligeiradas na sua espessura até ao piso mais elevado. A armação de madeira, embebida no maciço de alvenaria, resiste ao sismo.
  • 27.
    DECivil 27/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.4 Tipologias e definições
  • 28.
    DECivil 28/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.5 Conclusões do capítulo
  • 29.
    DECivil 29/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.5 Conclusões do capítulo . A pedra é um dos materiais que mais largo uso encontra na construção civil, sendo utilizada pelo homem desde tempos imemoriais. . Como principais desvantagens da alvenaria de pedra tem-se a elevada espessura das paredes, a execução bastante morosa, o elevado peso próprio e a fraca resistência aos sismos. . As alvenarias podem ser classificadas do ponto de vista da utilização ou não de argamassa para ligação das pedras (ordinária e seca) ou da regularidade das faces das pedras que ficam à vista (tradicional, aparelhada ou mista), de acordo com o quadro seguinte.
  • 30.
    DECivil 30/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 1. INTRODUÇÃO 1.5 Conclusões do capítulo . Quadro resumo dos tipos de paredes de alvenaria
  • 31.
    DECivil 31/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA CAPÍTULO 2 ANOMALIAS E CAUSAS
  • 32.
    DECivil 32/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA Sub-capítulos: 2.1 Introdução 2.2 Anomalias estruturais 2.3 Anomalias não estruturais 2.4 Conclusões do capítulo 2. ANOMALIAS E CAUSAS ANOMALIAS
  • 33.
    DECivil 33/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.1 Introdução
  • 34.
    DECivil 34/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.1 Introdução As principais patologias que ocorrem em paredes de alvenaria ordinária de pedra podem dividir-se em anomalias estruturais e anomalias não estruturais. As anomalias de carácter estrutural afectam geralmente, quer a alvenaria em si, quer o respectivo revestimento (reboco). As anomalias não estruturais afectam sobretudo os revestimentos. Estas anomalias podem agravar-se e avançar em profundidade na parede, acabando por afectar também a própria alvenaria e, assim, a segurança estrutural.
  • 35.
    DECivil 35/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.1 Introdução O aparecimento de patologias está geralmente associado a um conjunto de causas que podem ser de natureza física / mecânica, química ou biológica. Para compreender o fenómeno patológico como um todo é necessário perceber as causas presentes e de que forma concorrem para o quadro patológico observado. Frequentemente os fenómenos patológicos ocorrem em cadeia, isto é, determinadas patologias tornam-se a causa de outras patologias.
  • 36.
    DECivil 36/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.1 Introdução Principais anomalias Anomalias estruturais Anomalias não estruturais •1 Fendilhação •2 Deformação / abaulamento •3 Esmagamento •4 Deformação de pisos •5 Alterações estruturais deficientes •1 Desagregação •2 Fissuração superficial •3 Manchas •4 Eflorescências e criptoflorescências •5 Vegetação parasitária •6 Fungos, líquenes, pátina biológica •7 Ataque de elementos de madeira
  • 37.
    DECivil 37/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais Causas de fendilhação em paredes • Assentamentos diferenciais provocados por - Deficiente solução / profundidade de fundação (edifícios jovens) - Fundação sobre aterros mal compactados - Construções vizinhas com escavação - Demolição em construção contígua - desencosto e perda de confinamento - Alteração do regime hídrico do subsolo - Sobrecargas excessivas • Impulsos horizontais - Coberturas inclinadas (alteração estrutural, sobrecargas) - Arcos • Variações higrotérmicas e ausência / deficiência de juntas de dilatação • Alterações descuidadas na estrutura dos edifícios • Vãos - Falta de apoio (verga) - Concentração de tensões nos cantos • Deformação de pavimentos de apoio das paredes • Desligamento entre elementos (comportamento estrutural e termo-higrométrico diferencial) • Acções sísmicas e outras acções de acidente •1 Fendilhação
  • 38.
    DECivil 38/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Formas de assentamentos de fundações Uniforme Diferencial com rotação Diferencial com deformação
  • 39.
    DECivil 39/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais Assentamento da zona central do edifício - Más condições de fundação - Supressão de elementos estruturais
  • 40.
    DECivil 40/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
  • 41.
    DECivil 41/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
  • 42.
    DECivil 42/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
  • 43.
    DECivil 43/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais
  • 44.
    DECivil 44/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a assentamentos diferenciais Análise do padrão evolutivo - Fenda estável - Fenda em evolução com tendência para a estabilização - Fenda em evolução sem tendência para a estabilização - Comportamento cíclico diário - Comportamento cíclico sazonal
  • 45.
    DECivil 45/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em parede devido a impulsos horizontais provocados pela cobertura
  • 46.
    DECivil 46/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Asna com linha cortada e reparação deficiente num apoio – aplicação de impulsos horizontais nas paredes de apoio
  • 47.
    DECivil 47/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a variações higrotérmicas Fissuração por compatibilidade de deformações entre a laje e a parede
  • 48.
    DECivil 48/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fendilhação em paredes devido a variações higrotérmicas com concentração de tensões
  • 49.
    DECivil 49/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Fissuração em vãos – apoio deficiente
  • 50.
    DECivil 50/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Deformação de pavimentos de apoio das paredes
  • 51.
    DECivil 51/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Desligamento entre elementos Desligamento entre laje e guarda-corpos Desligamento entre laje e platibanda Desligamento entre viga e parede
  • 52.
    DECivil 52/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Desligamento entre elementos Desligamento entre panos de diferentes idades Desligamento pilar-parede Desligamento entre vigotas e elementos de aligeiramento
  • 53.
    DECivil 53/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Outras causas Fendilhação devida à existência de um tubo de queda interior com anomalia Fendilhação devida ao abatimento do arco / verga
  • 54.
    DECivil 54/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •1 Fendilhação Acções sísmicas
  • 55.
    DECivil 55/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •2 Deformação / abaulamento Causas de deformação / abaulamento em paredes • Sobrecargas • Alterações estruturais • Obras vizinhas • Constituição da parede (falta de perpianhos, má aparelhagem, argamassas)
  • 56.
    DECivil 56/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •2 Deformação / abaulamento Parede de alvenaria sem perpianho Os “perpianhos” (pedras que ocupam toda a espessura da parede) impedem o esboroamento lateral da parede de pedra irregular. Abaulamento e fissuração Parede de alvenaria com perpianhos
  • 57.
    DECivil 57/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •2 Deformação / abaulamento De acordo com a sua forma, pode-se definir: • abaulamento - esforço de compressão sobre um elemento vertical (linear ou laminar) superior à sua capacidade de carga; • empeno – rotação / distorção do elemento devida a esforços horizontais;
  • 58.
    DECivil 58/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •3 Esmagamento Esmagamento: - Localizado, devido a carga concentrada - Ao longo da parede, devido a carregamento excessivo (difícil diagnóstico, não abre fendas) Esmagamento devido a colocação de arquivo no piso superior
  • 59.
    DECivil 59/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •6 Alterações estruturais Aumento do número de pisos
  • 60.
    DECivil 60/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais •6 Alterações estruturais Abertura de vãos
  • 61.
    DECivil 61/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Principais causas de anomalias não estruturais em paredes • Acção da água, com diversas origens • Falta de manutenção Origens da água nos edifícios - Precipitação - directa, escorrimento superficial, infiltração nos solos - Humidade do terreno - águas freáticas, águas de escorrimento, roturas nas redes subterrâneas de águas e esgotos - Condensação - interior e exterior, pontes térmicas - Avarias - redes de águas e esgotos dos edifícios - Água da construção (pouco relevante em edifícios antigos)
  • 62.
    DECivil 62/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Principais causas de anomalias não estruturais em paredes Acesso da água aos edifícios - Infiltração directa da precipitação em paredes elevadas - Infiltrações devidas a avarias nas redes de águas e esgotos - Infiltrações em paredes enterradas (água dos solos) - Água de ascensão capilar - Infiltrações pela cobertura - Infiltrações pelos vãos (falta de estanqueidade) - Vapor de água (pode originar condensações) A acção da água, com as diversas origens indicadas e as diversas formas de acesso aos elementos da construção, está na origem da maior parte das patologias não estruturais descritas de seguida. A presença de água não foi considerada uma patologia em si, embora possa ser considerada como tal (perda de isolamento térmico, por exemplo).
  • 63.
    DECivil 63/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Principais causas de anomalias não estruturais em paredes Problemas em coberturas Ausência de ralos de pinha entupimentos Telhas deslocadas / partidas Larós Rufos
  • 64.
    DECivil 64/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais •1 Desagregação Efeito em cadeia água-desagregação Desagregação: a água (das diversas origens) provoca a desagregação da alvenaria, inicialmente dos revestimentos (pinturas e rebocos), tornando-a mais vulnerável à acção da água. Segue-se a desagregação das argamassas de ligação e da própria pedra, o que pode levar mesmo a perdas de resistência estrutural. Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos Descasque de pintura devido a águas de infiltração Descasque de pintura devido a águas de infiltração
  • 65.
    DECivil 65/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos Descasque de reboco devido a águas de condensação Descasque de reboco devido a águas de ascensão capilar •1 Desagregação
  • 66.
    DECivil 66/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Descasque de pintura devido a águas de ascensão capilar •1 Desagregação Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos Descasque de pintura devido a águas de ascensão capilar Descasque de pintura devido a infiltração em parede enterrada
  • 67.
    DECivil 67/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fase inicial: descasque de pinturas e rebocos Descasque de reboco devido a águas de infiltração em parede semi-enterrada Descasque de pintura devido a águas de infiltração (canteiro) •1 Desagregação Descasque de reboco devido a águas de infiltração pela caixilharia
  • 68.
    DECivil 68/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fase avançada: desagregação da alvenaria •1 Desagregação
  • 69.
    DECivil 69/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fase avançada: desagregação da alvenaria •1 Desagregação
  • 70.
    DECivil 70/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fase avançada: desagregação da alvenaria •1 Desagregação
  • 71.
    DECivil 71/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fase avançada: desagregação da alvenaria •1 Desagregação
  • 72.
    DECivil 72/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Fissuração sem orientação preferencial e geralmente de pequena abertura Causa: Variações termo-higrométricas ou retracção em revestimentos recentes •2 Fissuração superficial
  • 73.
    DECivil 73/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.2 Anomalias estruturais Fissuração mapeada Fissuração mapeada / infiltrações Fissuração sem orientação preferencial e geralmente de pequena abertura Causa: Variações termo-higrométricas ou retracção em revestimentos recentes •2 Fissuração superficial
  • 74.
    DECivil 74/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais •3 Manchas Manchas devidas ao pingar da água pelo beirado (ausência de algerozes)
  • 75.
    DECivil 75/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Manchas devidas a infiltração (fenda existente no beiral) •3 Manchas Manchas devidas a rotura em canalização Manchas devidas a escorrimento (deficiente estanqueidade caixilho) Manchas devidas a escorrimento
  • 76.
    DECivil 76/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Manchas devidas a condensações provocadas por pontes térmicas •3 Manchas Manchas devidas a infiltrações junto ao beiral
  • 77.
    DECivil 77/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Manchas interiores devidas a termoforese •3 Manchas Manchas exteriores devidas a termoforese
  • 78.
    DECivil 78/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Manchas devidas a poluição •3 Manchas
  • 79.
    DECivil 79/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais •4 Eflorescências e criptoflorescências Eflorescências: dissolução dos sais dar argamassas e do material pétreo que se depositam à superfície quando a água evapora. As eflorescências concentram-se em caminhos preferenciais da água, como fissuras dos rebocos ou juntas entre elementos de revestimentos, como azulejos ou mosaicos. Eflorescências nas juntas entre elementos do soco devido a ascensão capilar
  • 80.
    DECivil 80/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais •4 Eflorescências e criptoflorescências Eflorescências: dissolução dos sais dar argamassas e do material pétreo que se depositam à superfície quando a água evapora. As eflorescências concentram-se em caminhos preferenciais da água, como fissuras dos rebocos ou juntas entre elementos de revestimentos, como azulejos ou mosaicos. Eflorescências nas juntas entre elementos do soco devido a ascensão capilar Eflorescências e criptoflorescências em paramentos rebocados
  • 81.
    DECivil 81/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais •4 Eflorescências e criptoflorescências Criptoflorescências: São eflorescências que se manifestam sob o revestimento.
  • 82.
    DECivil 82/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais •5 Vegetação parasitária - Criação de pressões intersticiais nas argamassas e nos elementos pétreos - desagregação - Retenção de água e outros detritos, incluindo nutrientes
  • 83.
    DECivil 83/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Vegetação parasitária em caleiras Retenção, ascensão capilar Vegetação trepadeira •5 Vegetação parasitária
  • 84.
    DECivil 84/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.3 Anomalias não estruturais Vegetação parasitária em coberturas Vegetação em caleiras Vegetação em zona corrente •5 Vegetação parasitária
  • 85.
    DECivil 85/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS •1 Fungos / líquenes / patina Constituem ataques químicos, principalmente em paramentos de materiais porosos, húmidos e pouco ventilados. Provocam alterações de coloração e de aspecto, retenção de água, aparecimento de bolores e libertação de substâncias químicas que levam à erosão química dos paramentos (processos bioquímicos). 2.3 Anomalias não estruturais
  • 86.
    DECivil 86/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS Fungos Patina biológica 2.3 Anomalias não estruturais •1 Fungos / líquenes / patina
  • 87.
    DECivil 87/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS . A relação entre as anomalias e as suas origens é uma questão complexa, devido à diversidade de origens e à inter-relação dos diversos elementos agressores. . Nos quadros seguintes estabelece-se esta relação de causalidade das anomalias, identificando-se as causas directas e as causas indirectas, assim como as causas primárias e secundárias das diversas anomalias. . A ausência de manutenção e reparação agrava as anomalias existentes, originando inevitavelmente o aparecimento de outras. . No levantamento das anomalias, deve ser feita distinção entre as anomalias de elementos resistentes (pedra), de argamassas de assentamento e de revestimento (rebocos). 2.4 Conclusões do capítulo
  • 88.
    DECivil 88/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.4 Conclusões do capítulo   LEGENDA Causa primária Causa secundária Correlação causas - anomalias de origem física / mecânica:
  • 89.
    DECivil 89/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.4 Conclusões do capítulo   LEGENDA Causa primária Causa secundária Correlação causas - anomalias de origem química:
  • 90.
    DECivil 90/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 2. ANOMALIAS E CAUSAS 2.4 Conclusões do capítulo   LEGENDA Causa primária Causa secundária Correlação causas - anomalias de origem biológica:
  • 91.
    DECivil 91/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA CAPÍTULO 3 TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO
  • 92.
    DECivil 92/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA Sub-capítulos: 3.1 Introdução 3.2 Técnicas de diagnóstico 3.4 Conclusões do capítulo 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO
  • 93.
    DECivil 93/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 3.1 Introdução
  • 94.
    DECivil 94/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 3.1 Introdução Durante a inspecção e através de observação visual das anoma- lias, deverão ser caracterizados os mecanismos físicos e químicos que estão na sua origem e estabelecidas relações causa-efeito. Para além do conhecimento aprofundado dos materiais, do seu comportamento e das técnicas de construção, devem ser seguidas metodologias rigorosas de observação, registo, análise dos defeitos, com a eventual realização de ensaios, preferencialmente não-destrutivos ou semi-destrutivos. As pistas existentes para a identificação de determinadas patologias e respectivas causas, passíveis de serem detectadas por observação visual directa, são por vezes muito evidentes mas, em muitos casos, são também muito subtis.
  • 95.
    DECivil 95/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 3.2 Técnicas de diagnóstico Técnicas de diagnóstico: Exame macroscópico Análise fotográfica Análise de imagem Fotogrametria Termografia Boroscopia Métodos electroquímicos Métodos químicos Métodos dinâmicos Detecção de elementos metálicos ocultos Ensaio de Karsten Ensaios de comportamento mecânico
  • 96.
    DECivil 96/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Avaliação estrutural e monitorização de edifícios: • este tipo de intervenção integra um conjunto de actividades que, para além de aparelhagem fotográfica e videográfica e do equipamento topográfico clássico, envolvem a instalação em obras de instrumentos de observação de diverso tipo como: inclinómetros, para a medição de inclinações; deflectómetros, para controlo de assentamentos e fissurómetros, para controlo de aberturas de fendas. a) Exame macroscópico: 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 97.
    DECivil 97/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO a) Exame macroscópico (cont.): 3.2 Técnicas de diagnóstico Inspecção visual pormenorizada:  lupa;  binóculo;  raspadeiras e escovas de aço;  maço ou martelo de madeira ou plástico;  fita métrica;  haste extensível com espelho reflector;  apontamentos / esquemas. Inspecção visual - base para exames futuros: Levantamento fotográfico:  aspectos mais relevantes.
  • 98.
    DECivil 98/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Inspecções expeditas ⇒ medição das anomalias:  fio-de-prumo;  nível de bolha ou electrónico;  régua de fissuras;  fissurómetro. a) Exame macroscópico (cont.): Régua de fissuras - quantifica a abertura das fissuras O fissurómetro mede os movimentos relativos que se verificam num ponto de uma fissura existente num elemento estrutural de uma construção 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 99.
    DECivil 99/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Alongâmetro mecânico para medição de deslocamentos em juntas e fissuras As construções apresentam, com frequência, fissuras ou fendas, resultantes de deformações; sendo estas manifestações do comportamento estrutural, há interesse em acompanhar a variação da sua abertura ao longo do tempo; a análise das leituras permite ter uma ideia da tendência do movimento para um agravamento, para uma estabilização, para uma recuperação ou para uma variação cíclica. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 100.
    DECivil 100/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Análise da evolução da abertura de fendas ao longo do tempo - Fenda inactiva - Fenda em evolução - Fenda em estabilização - Variações diárias - Variações sazonais 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 101.
    DECivil 101/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO b) Análise fotográfica: 3.2 Técnicas de diagnóstico Fotografias com luz branca:  aspectos conjuntos;  pormenores relevantes:  anomalias da parede;  problemas estruturais;  restauros anteriores;  elaboração de catálogo fotográfico
  • 102.
    DECivil 102/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO c) Análise de imagem: Técnicas macroscópicas e microscópicas:  imagem (fotografia ou filme):  tratamento matemático;  quantificação aspectos morfológicos. Identificação e comparação com imagens- tipo:  processamento digital. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 103.
    DECivil 103/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO d) Fotogrametria: Levantamentos fotogramétricos:  a fotogrametria é um método de levantamento baseado na observação do mesmo objecto de dois ou três ângulos diferentes, possibilitando a reconstituição de uma imagem espacial a partir de imagens bidimensionais; utilizando esta técnica, é possível executar levantamentos de monumentos e de edifícios antigos. Equipamento de fotogrametria 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 104.
    DECivil 104/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO d) Fotogrametria (cont.): Representação gráfica e numérica / reconstituição de um objecto, observado em duas posições diferentes: figuração de porções (fachadas, pilares) de monumentos onde se pretende fazer o rastreio dos tipos litológicos presentes e/ou das anomalias dos elementos petrográficos; permite descrição pormenorizada, com representação gráfica do tipo e intensidade do fenómeno observado. Intervalos de tempo:  modificações estruturais (deslocamentos);  fenómenos de alteração. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 105.
    DECivil 105/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO e) Termografia e termovisão: Levantamentos termográficos: • a termografia baseia-se no princípio segundo o qual todos os corpos emitem radiação térmica, sendo possível, utilizando aparelhagem adequada, visualizar e registar os diferentes graus de emissão na faixa do infravermelho; os vários materiais que entram na composição de paredes e outros elementos estruturais reagem de forma diferente às solicitações térmicas provenientes do exterior. Escala cromática que corresponde a escala de temperaturas 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 106.
    DECivil 106/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 3.2 Técnicas de diagnóstico e) Termografia e termovisão (cont.): Termómetros de infravermelho, medição da temperatura à distância. Câmara sensível - gama cromática escala de temperaturas: zonas húmidas; zonas de destacamentos; descontinuidades; elementos interiores (gaiolas, p. ex) modificações dos edifícios (antigos vãos). Câmara com resposta nos comprimentos de 5 a 6 m
  • 107.
    DECivil 107/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO e) Termografia e termovisão (cont.): 3.2 Técnicas de diagnóstico Deficiente isolamento térmico Rotura em canalização Humidade interior em parede
  • 108.
    DECivil 108/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO f) Boroscopia: Observação boroscópica de cavidades e fendas: • a boroscopia (ou endoscopia) é uma técnica baseada na utilização dum instrumento óptico, o boroscópio, e constitui uma forma reduzidamente intrusiva de efectuar observações no interior de cavidades e fendas de pequenas dimensões existentes em materiais ou elementos estruturais. Óptica de haste boroscópica e fonte de iluminação 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 109.
    DECivil 109/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO g) Humidímetro: Medição da humidade superficial em paredes: • a resistência eléctrica ou a capacidade dum meio poroso como a pedra variam com a quantidade de água presente nos poros; repetindo as observações ao longo dum determinado período, é possível acompanhar a evolução da distribuição da humidade na parede, avaliando, por exemplo, o efeito de medidas correctivas introduzidas. “Kit” de ensaio 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 110.
    DECivil 110/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO h) Métodos químicos: Identificação de sais em eflorescências e na água em contacto com construções: • esta identificação é feita através de ensaios in-situ de caracterização rápida da água em contacto com as construções, do ponto de vista da presença de sais potencialmente nocivos para essas construções, e a identificação das eflorescências salinas por vezes presentes nessas mesmas construções. “Kit” de ensaio 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 111.
    DECivil 111/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO i) Métodos dinâmicos: Análise e monitorização de vibrações: • método de ensaio de carácter não destrutivo que tem como principal objectivo avaliar e / ou acompanhar o comportamento dinâmico das estruturas, podendo ter em vista: - Determinação de características dinâmicas da estrutura (ao longo do tempo, face a um estado de referência), que estão relacionadas com a sua massa e rigidez global; - Avaliação do seu comportamento face a acções sísmicas. Miguel Branco 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 112.
    DECivil 112/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO i) Métodos dinâmicos (cont.): Tomografia sónica na alvenaria: • permite a obtenção de um mapa detalhado da distribuição da velocidade de propagação do som numa secção plana da estrutura, com o objectivo de identificar heterogeneidades e áreas de deficiente resistência. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 113.
    DECivil 113/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO i) Métodos dinâmicos (cont.): Ensaios ultra-sónicos para caracterização das alvenarias • estes ensaios baseiam-se na técnica dos ultra-sons, utilizando frequências baixas; a medição da velocidade de propagação do impulso ultra-sónico é feita por transparência e tem como objectivo a determinação das características elásticas da alvenaria. Equipamento de ultra-sons portátil 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 114.
    DECivil 114/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO i) Métodos dinâmicos (cont.): Avaliação de descontinuidades e defeitos; calcular a velocidade do som com base no tempo de trânsito entre transdutores:  avaliar a homogeneidade do material;  calcular módulo de elasticidade. Estudo não destrutivo: Materiais heterogéneos e porosos (rochas, betões, argamassas,..). 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 115.
    DECivil 115/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO j) Detecção de elementos metálicos ocultos: Detectores de metais: aplicação in-situ:  grande sensibilidade a interferências de outros metais próximos;  aplicação em alvenarias onde não possam existir outros metais além dos procurados. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 116.
    DECivil 116/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO k) Ensaio de Karsten: Avaliação da porosidade por meio do ensaio de Karsten: • técnica de ensaio muito simples e expedita destinada a avaliar a porosidade superficial duma alvenaria. Tubo de Karsten 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 117.
    DECivil 117/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO l) Ensaios de comportamento mecânico: Contabilizar através de avaliações a amplitude dos danos:  ensaio de dureza superficial;  ensaio de aplicação de cargas;  determinação de espessura;  peso dos materiais;  humidade dos materiais; ensaios em laboratório ou in-situ. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 118.
    DECivil 118/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.): Ensaio de dureza superficial Medição indirecta da resistência em materiais estruturais - pedra:  resistência à abrasão;  resistência à erosão;  resistência à penetração estática;  resistência à penetração dinâmica. Medição da dureza superficial com esclerómetro de pêndulo 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 119.
    DECivil 119/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.): Ensaio de aplicação de cargas ensaios de compressão:  módulo de elasticidade (à compressão); coeficiente de Poisson (deformações longitudinal e transversal); 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 120.
    DECivil 120/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.): Ensaios com macacos planos: • ensaios que se utilizam para determinar o estado de tensão e avaliar as características de deformabilidade de paredes e outros elementos estruturais de alvenaria. Determinação do estado de tensão da parede de alvenaria Determinação das características de deformabilidade da alvenaria Disposição esquemática dos macacos planos 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 121.
    DECivil 121/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO l) Ensaios de comportamento mecânico (cont.): Ensaios de carga estáticos de curta duração: • o ensaio de carga consiste em aplicar uma carga na estrutura e acompanhar as respectivas deformações (deslocamentos ou rotações), a abertura de fissuras existentes ou a formação de novas fissuras durante a carga. 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 122.
    DECivil 122/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 1 - Identifique as seguintes técnicas não-destrutivas 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 123.
    DECivil 123/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 2 - Identifique as seguintes técnicas não-destrutivas 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 124.
    DECivil 124/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Fissurómetro A colocação de “testemunhos” constituídos por calços de gesso, tiras de vidro ou de papel, apenas permite detectar, grosseiramente, eventuais acréscimos da abertura ou deslizamento da fissura, sem permitir contudo, quantificar a sua evolução. Tomografia sónica (mapa de velocidades) 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 125.
    DECivil 125/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Caracterização da humidade existente Humidímetro Termografia Medição da humidade superficial (neste caso, o aparelho utilizado apenas permite uma medição qualitativa da humidade superficial Levantamento termográfico que permite visualizar e registar a existência de manchas de humidade na parede 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 126.
    DECivil 126/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Identifique as etapas seguidas no ensaio com macacos planos 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 127.
    DECivil 127/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO 1. Execução do entalhe; 2. Colocação do macaco plano; 3. Aplicação da pressão hidráulica; 4. Medição das deformações resultantes da pressão hidráulica aplicada. 1 2 3 4 3.2 Técnicas de diagnóstico
  • 128.
    DECivil 128/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO Conclusões do capítulo
  • 129.
    DECivil 129/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA 3. TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO . A realização de ensaios permite complementar a caracterização das anomalias e a avaliação das suas causas. . O tipo de diagnóstico a efectuar e os meios e recursos disponíveis justificam os ensaios a realizar. . Neste capítulo, analisaram-se técnicas não-destrutivas e destrutivas. Os ensaios a realizar deverão ser, preferencialmente, não-destrutivos ou semi-destrutivos. . Os ensaios realizados in-situ complementam a informação recolhida durante a observação visual das anomalias e indicam a eventual necessidade de análises complementares em laboratório. 3.3 Conclusões do capítulo
  • 130.
    DECivil 130/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA
  • 131.
    DECivil 131/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • BRITO, Jorge de e FLORES, Inês (2004), “Diagnóstico, Patologia e Reabilitação de Construção em Alvenaria de Pedra”, folhas de apoio ao Curso de Mestrado em Ciências da Construção, FCTUC, Coimbra • VÁRIOS, (2004), “Materiais Pétreos e Similares - Terminologias das formas de alteração e degradação”, ITPRC2, LNEC, Lisboa • CAMPANELLA, Christian (2003), “Obras de Conservação e restauro Arquitectónico: Condições Técnicas Especiais”, Coordenação e Adaptação de João Mascarenhas Mateus, CML, Lisboa • APPLETON, João (2003), “Reabilitação de Edifícios Antigos - Patologias e Tecnologias de Intervenção”, Edições Orion, Amadora • GOMES, João Ricardo (2003), “Reabilitação de Construções de Alvenaria Ordinária de Pedra”. Monografia do 12º Mestrado em Construção, IST, Lisboa Publicações por ordem cronológica decrescente
  • 132.
    DECivil 132/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • CRAVINHO, Ana (2003), “Reabilitação de Construções de Alvenaria de Pedra à Vista”. Monografia do 12º Mestrado em Construção, IST, Lisboa • OLIVEIRA, Fernanda (2003), “Diagnóstico de Patologia em Alvenaria Ordinária de Pedra e Alvenaria de Pedra À Vista”. Monografia do 12º Mestrado em Construção, IST, Lisboa • GASPAR, Florindo (2003), Monografia da cadeira Técnicas de Inspecção e Avaliação Estrutural do 12º Mestrado em Construção, IST, Lisboa • BRITO, Jorge e FLORES, Inês (2003), “Paredes de Alvenaria de Pedra Natural”, folhas de apoio à cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa Publicações por ordem cronológica decrescente
  • 133.
    DECivil 133/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • PINHO, Fernando S. (2002), “Reabilitação de Construções em Alvenaria de Pedra Tradicional”, 2ª sessão do Curso de Construções em Alvenaria de Pedra e Terra Aditivada: Razões para a sua viabilidade em Portugal, FUNDEC, Lisboa • VÁRIOS (2002), Seminário “A Intervenção no Património; Práticas de Conservação e Reabilitação”, FEUP / DGEM, Porto • BRITO, de Jorge (2001), “Metodologia de Intervenção”, Seminário de Inspecção e Manutenção de Pontes (FUNDEC), Lisboa • BRITO, de Jorge (2001), “Metodologia de Inspecção”, Seminário de Inspecção e Manutenção de Pontes (FUNDEC), Lisboa • PINHO, Fernando F. S. (2001), “Paredes de edifícios antigos em Portugal”, Vol. 8, 3ª edição, col. “Edifícios - Conservação e Reabilitação”, LNEC, Lisboa Publicações por ordem cronológica decrescente
  • 134.
    DECivil 134/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • FREITAS, Ana Cristina (2001), “Viabilidade Técnico-Económica de Construções Novas em Alvenaria de Pedra”, Dissertação para Obtenção do Grau de Mestre em Construção, IST, Lisboa • AIRES-BARROS, Luís (2001), “As Rochas dos Monumentos Portugueses - Tipologias e Patologias”, IPPAR, Lisboa • SILVA, Vítor Cóias (2001), “Viabilidade Técnica de Execução do Programa Nacional de Redução da Vulnerabilidade Sísmica do Edificado”, Encontro sobre Redução da Vulnerabilidade Sísmica do Edificado, Ordem do Engenheiros, 2001 • VÁRIOS (2000), 5th International Congress of Restoration of Architectural Firenze Heritage, Florence, S. Verdiana • VÁRIOS (1999), “Metodologia de la Restauración y de la Rehabilitación”, UPM, Editorial Munilla-Lería, Madrid Publicações por ordem cronológica decrescente
  • 135.
    DECivil 135/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • FLORES, Inês (1999), “Reabilitação de Construções - Estudo do Claustro da Sé de Lisboa”. Monografia do 8º Mestrado em Construção, IST, Lisboa • JUAN, Juan Ignacio (1998), “Restauración de las Portadas góticas de la Catedral de Santa Maria de Castellón”, Loggia - Arquitectura & Restauración, ano II, n.º 5, Valência • TEIXEIRA, Gabriela e BELÉM, Margarida (1998), “Diálogos de edificação: técnicas tradicionais de construção”, CRAT - Centro Regional de Artes Tradicionais, Porto • VÁRIOS (1998), Actas da 1ª Jornada sobre a “Prática da Conservação e Restauro do Património Arquitectónico”, GECoRPA, Sintra Publicações por ordem cronológica decrescente
  • 136.
    DECivil 136/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA Publicações por ordem cronológica decrescente • VÁRIOS (1998), “The Tower of Belém”, International Journal for Restoration of Buildings and Monuments, Vol. 4, Nº6 • ASHURST, John e DIMES, Francis (1998), “Conservation of Building & Decorative Stone”, Oxford • SILVA, Vítor Cóias (1997), “Um Novo Modelo (e uma Nova Visão) do Edificado Pombalino”, Monumentos, n.º 6, Lisboa • AGUIAR, J. et al (1997), “Guião de Apoio à Reabilitação de Edifícios Habitacionais”, LNEC, Lisboa • WEAVER, Martin (1997), “Conservation Buildings: A Manual of Techniques and Materials”, John Wiley & Sons, Inc, USA • RODRIGUES, Delgado e COSTA, D. (1996), “Conservation of Granitic Rocks”, LNEC, Lisboa • VÁRIOS (1995), “Processes of Urban Stone Decay”, Donhead, Belfast
  • 137.
    DECivil 137/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA Publicações por ordem cronológica decrescente • CEN (1995), “Eurocode 6 - Design of Masonry Structures - Part 1-1: General Rules for Buildings - Rules for reinforced and unreinforced masonry”. CEN, prENV 1996-1-1 • CEN (1993), “Eurocode 8 - Earthquake Resistant Design of Structures - Part1: General Rules for Buildings”. CEN, prENV 1996-1- 1 • PINTO, Ana Paula (1993), “Conservação de Pedras Graníticas: Estudo da Acção dos Hidrófugos”, Tese de Doutoramento, IST, Lisboa • BRITO, de Jorge (1992), “Desenvolvimento de um Sistema de Gestão de Obras de Arte em Betão”, Tese de Doutoramento em Engenharia Civil, IST, Lisboa • VÁRIOS (1992), “7th International Congress on Deterioration and Conservation of Stone, LNEC, Lisboa • VÁRIOS (1991), “Curso de Patología”, Tomo 1, Colegio Oficial de Arquitectos de Madrid, Madrid
  • 138.
    DECivil 138/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA Publicações por ordem cronológica decrescente • ALCALDE, Manuel et al (1990), “Diagnosis y Tratamiento de la Piedra: la Alteracíon de la Piedra de los Monumentos”, Instituto Eduardo Torroja de la Construcción, Madrid • NORMAL 1/88 (1990), “Alterazioni Macroscopiche dei Material Lapide”, CNR-ICR, Roma • ASHURST, John e ASHURST, Nicola (1989), “Practical Building Conservation”, Vol1, Gower Technical, Aldershot • CASTRO, Elda et al (1988), “Étude du Nettoyage d’un Monument en Granite”, Memória nº 715, LNEC, Lisboa • VÁRIOS (1989) “Manual da Técnica Construtiva”, Edições CETOP, Barcelona • CARVALHO, Cansado de e OLIVEIRA, Sousa, “Construção Anti- Sísmica Edifícios de Pequeno Porte”, Publicação ITE 12, LNEC, Lisboa
  • 139.
    DECivil 139/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA Publicações por ordem cronológica decrescente • RODRIGUES, J. Delgado (1989), “Perspectivas sobre a Conservação de Monumentos de Materiais Graníticos”, LNEC, Lisboa • HORIE, C.V. (1987), “Materials for Conservation: Organic Consolidants, Adhesives and Coatings”, Butterworth, London • CASTRO, Elda de (1985), “Estudos sobre tratamentos de protecção de pedras contra a vegetação infestante de tipo musgos, líquenes e algas”, Relatório 227/85, LNEC, Lisboa • CASTRO, Elda de (1985), “Estudos sobre tratamentos de protecção de pedras contra os agentes atmosféricos e a poluição”, Relatório 241/85, LNEC, Lisboa • COLLOMBET, R. (1985), “Humidité des Bâtiments Anciens: Causes et Effets, Diagnostic, Remèdes”, Moniteur, Paris • CASTRO, Elda de (1984), “A Conservação de Monumentos em Pedra - Estado Actual dos Conhecimentos” Memória nº 627, LNEC, Lisboa
  • 140.
    DECivil 140/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA Publicações por ordem cronológica decrescente • CASTRO, Elda de (1984), “Tratamentos de Conservação de Pedra em Monumentos”, ITG2, LNEC, Lisboa • CASTRO, Elda de (1983), “Studies on Stone Treatments”, Memória nº 584, LNEC, Lisboa • PAZ BRANCO (1981), “Manual do Pedreiro”, Publicação M-3, LNEC, Lisboa • GOMES, Ruy J (1961), “Nota sobre o Problema da Alteração da Pedra em Monumentos e Edifícios de Interesse Histórico e Artístico”, Memória 165, LNEC, Lisboa • Leitão, Luiz Augusto, “Curso Elementar de Construções”,Imprensa Nacional, 1896, Lisboa
  • 141.
    DECivil 141/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA Fichas e Catálogos Técnicos • Sika Portugal - Produtos Construção e Indústria, S.A. • S.T.A.P. - Reparação, Consolidação e Modificação de Estruturas • Tecnocrete - Materiais e Tecnologias de Reabilitação Estrutural • Bleu Line - Conservação e Restauro de Obras • Monumenta - Conservação e Restauro do Património Arquitectónico • Ruredil - Prodotti Chimici per L’edilizia • Mapei - Adesivos, Selantes, Produtos, Químicos para a Construção Civil • Weber - Saint-Gobain Weber Cimenfix • MGM - Sistemas Tecnológicos de Limpeza
  • 142.
    DECivil 142/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • ICOMOS - International Council on Monuments and Sites http://www.icomos.org/ICOMOS_Main_Page.html • ICCROM - International Centre for the Study of the Preservation and the Restoration of Roma http://www.iccrom.org/ • DOCOMOMO - International working party for documentation and conservation of buildings, sites and neighborhoods of the modern movement http://www.ooo.nl/docomomo/ • Journal of Architectural Conservation http://www.donhead.com/Journal%20of%20Architectural%20Conservation.htm • DGEMN - Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais http://www.monumentos.pt/indice.html Alguns Links
  • 143.
    DECivil 143/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • CNRC-NRC - “Rehabilitation of Solid Masonry Walls” by M.Z. Rousseau and A.H.P. Maurenbrecher, originally published in "Construction Canada" 32(5), 1990, p. 15-20 http://irc.nrc-cnrc.gc.ca/practice/wal1_E.html • Carta de Veneza de 1984 (em Português) - Texto doutrinário fundamental do ICOMOS http://www.paulojones.com/tecnicas/carta-veneza.html • Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém e Capela de São Jerónimo http://www.mosteirojeronimos.pt/ • GECoRPA - Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico (várias empresas associadas) http://www.gecorpa.pt Alguns Links (cont.)
  • 144.
    DECivil 144/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • Projecto COMREHAB - Técnicas reduzidamente intrusivas de aplicação de compósitos na reabilitação sísmica de construções antigas http://www.stap.pt/n_17.html • Richtergard - The Ultimate Masonry Protecting System http://www.richtergard.com/home2.html http://www.richtergard.com/RichterGardBrochure.pdf • Degussa Construction Chemicals MBT http://www.masterbuilders.com.br/mbt_viewprojetos.asp?idProjetos=22 • Oz - Levantamento e Diagnóstico (ensaios) http://www.oz-diagnostico.pt/caracterizacao_elementos_resistentes.html • Anti-graffiti Systems (graffiti removal) http://www.agsgraffiti.co.uk/services.html Alguns Links (cont.)
  • 145.
    DECivil 145/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • Tower of London (special projects) http://www.hrp.org.uk/webcode/content.asp?ID=602 • AMC - Architectural Materials Conservation Masters, Bournemouth University, England (Cleaning, consolidation, repair versus restoration, AMC projects) http://www.induni.net/materials.html • Preserving Historic Stone Monuments at Vicksburg National Military Park, Louisiana, Mississippi http://www.nps.gov/vick/preserve/mnts/stonewrk.html • Geologia de Engenharia - Caso de Aplicação - As Rochas como Material de Construção, Brasil http://planeta.terra.com.br/educacao/br_recursosminerais/materiaisconst.html Alguns Links (cont.)
  • 146.
    DECivil 146/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • David John Frost - Cleaning & Restoration of Historic Buildings (London) http://www.historicbuildingslondon.co.uk/door/index.html • Tecnocrete (condições técnicas para Conservação do Património Arquitectónico) http://www.tecnocrete.pt/index6.html • Era - Arqueologia, Conservação e Gestão de Património http://www.era-arqueologia.pt/projectos.html • Champs d'activités du laboratoire de Lausanne http://expert-center.epfl.ch/activites/champs_activites.html • ER-BU Construction / Turkey, “Reconstruction of the Old Bridge in Mostar”, Newsletter 15, September, 2003, Mostar, Bosnia and Herzegovina http://users.tyenet.com/kozlich/newsletter15.html Alguns Links (cont.)
  • 147.
    DECivil 147/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • APEX Scaffolding - Kentisbeare Church (stone repairs to tower) http://www.apexscaffolding.co.uk/kentisbeare_church.html • PROMASIL - Limpeza de paredes e tectos http://www.artecom.pt/restauro/bleu_line/promasil/ • BRE (frequently asked questions, further information) http://www.bre.co.uk/askbre/faqs/faq.jsp?categoryid=18&questionid=2 • Conservation Artisans (fotos) http://www.conservationartisans.com/photoalbum.html • National Park Service Building Exterior Masonry http://www.cr.nps.gov/hps/tps/tax/rhb/masonry01.html Alguns Links (cont.)
  • 148.
    DECivil 148/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • Connecticut Gravestone Network (examples of bad repairs) http://www.ctgravestones.com/Conservation/bad_repairs.htm • Cleaning and graffiti-removal (fotos) http://www.graffiti-removal.org.uk/ • Ingram Consultancy (projects, publications) http://www.ingram-consultancy.co.uk/materials/ • Instituto Politécnico de Setúbal - Claustros (fotos limpezas) http://www.ips.pt/claustros/imagens.html • Topbond PLC Group (photos) http://www.topbond.co.uk/projects/abseiling.html Alguns Links (cont.)
  • 149.
    DECivil 149/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • Ringling Museum South Loggia (fotos dos trabalhos de reparação da cobertura) http://www.mldarchitects.com/archives/639%20ringling%20s%20loggia/639.ht m • “Rehabilitation of the Old Bridge Mostar”, Newsletter 12, June 2003, Mostar, Bosnia and Herzegovina http://www.pcu.starimost.ba/biddings/Biltens/News-12.htm • “Rehabilitation of the Old Bridge Mostar”, Newsletter 7, January 2003, Mostar, Bosnia and Herzegovina http://www.pcu.starimost.ba/biddings/Biltens/Newsletter07.htm • Analysis of stone materials in historic buildings (research projects) http://www.ugr.es/~monument/eng/research.html Alguns Links (cont.)
  • 150.
    DECivil 150/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • Masonry Preservation Group - Restoration of the University Chapel 2001- 2002 (photos) http://www.princeton.edu/~paw/web_exclusives/features/chapel/features_cha pel.html • Weathering Research Group “Urban Stone Decay and Acid Deposition: Na Introduction to the Problems and its Causes”, by B.J. Smith & J.P. McGreevy http://www.qub.ac.uk/geog/documents/research/weathering/usd.html • “Cleaning tests on the stone material” by Francesca Matera http://www.santiquattrocoronati.org/aggiornan/materai.html • Bird Protection Netting http://www.unionindustries.co.uk/trading/net_birdprotect.html • Mineral Based Natural Repair Mortars (fichas) http://www.usheritage.com/mineral/mineral.html Alguns Links (cont.)
  • 151.
    DECivil 151/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • “Sandstone consolidants and water repellents”, Report to Historic Scotland http://www2.rgu.ac.uk/schools/mcrg/miconsol.html • “Long term consequences of stonecleaning”, Historic Scotland http://www2.rgu.ac.uk/schools/mcrg/milong.html • “Stone cleaning - Effects of stone cleaning methods on Scottish sandstones”, Historic Scotland http://www2.rgu.ac.uk/schools/mcrg/misst.html • Sistema multidireccional Bellver AdaptDe configuración multidireccional (cofragens) http://www.interempresas.net/ObrasPublicas/FeriaVirtual/ResenyaProducto.a sp?R=8152 Alguns Links (cont.)
  • 152.
    DECivil 152/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • “Assessing Cleaning and Water-Repellent Treatments for Historic Masonry Buildings” by Robert C. Mack, FAIA Anne Grimmer, Washington, DC November, 2000 http://www2.cr.nps.gov/tps/briefs/brief01.html • Masonry Cleaning Systems http://www.gbf-masonry-cleaning.co.uk/methods.html • Monumenta - “Tecnologia Laser na Limpeza da Pedra de Monumentos e Edifícios Históricos” http://www.monumenta.pt/novas_tecnologias.html • Ruredil - Prodotti Chimici per L’edilizia http://www.ruredil.it/default.html Alguns Links (cont.)
  • 153.
    DECivil 153/475 MÓDULO IR3 -INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA DE PEDRA BIBLIOGRAFIA • The Environmental Effects of Air Pollutants http://www.dsp.pub.ro/leonardo/itc- incsee/Chapter%201/Level%201/SubChapter1.2/SubChapter1.2.html • Edifici esistenti e interventi di ripristino (ensaios) http://www.lpm.polimi.it/murarie/edifici.html • Corrosion Threatens London's Buildings http://www.payestone.co.uk/presstsb.html • Bibliografia Cartas Patrimoniais (cartas, compromissos, convenções, declarações, recomendações e resoluções), fonte IPHAN http://mestrado-reabilitacao.fa.utl.pt/BibliografiaCartas.html Alguns Links (cont.)