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MBA em Governança de TIMBA...
RoteiroRoteiro
n Introdução
n Software Livre
n A Administração Pública
n Software Livre X Proprietário
n Conclusão
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n Motivação e Objetivo
n Viabilidade do uso de Software Livre;
n Restrições legais;
n Iniciativas do ...
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n Histórico:
n Quem? Richard M. Stallman
n Hacker nova-iorquino, 1953
n Quando?
n 1983 (Proje...
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n O Movimento do Software Livre:
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n Quatro tipos de liberdade:
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n O Movimento do Software Livre
n Software pago pode ser livre;
n Alterações não precisam ser...
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§ Modelo de Desenvolvimento do Software Livre
§ Evolução
§ Desenvolvimento Colaborativo;
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§ Modelo de Desenvolvimento do Software Livre
“Open Source Development”
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Ganhar dinheiro
Distribuir softwares não comerciáveis
Reputação ...
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Software
n O rápido crescimento da fatia de...
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n Dimensão do Software Livre dentro do Mercado de
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n Dimensão do Software Livre dentro do Mercado de
Software
n Plone CMS (Fundação Plone)
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n Qualidade do Software Livre
n Nível aceitável, porém precisa melhorar;
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n Quem seria responsabilizado?
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n Órgãos à frente
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n Políticas Gerais
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n Reflexão profunda
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n Criterio...
Considerações finais
n TCU orienta e fiscaliza
n Equipe interna ligada ao negócio;
n Contratada cuida da tecnologia;
n TCU...
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n Tendência atual
n Planejamento estratégico;
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Pablo C. Vasconcelos
(pcvasconcelos@gmail.com)
Brasília, Novembro/2008
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Software Livre na Administração Pública

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O uso de software livre na Administração Pública Brasileira. Vantagens e desvantagens, orientações do TCU.

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Software Livre na Administração Pública

  1. 1. O Uso de Software Livre naO Uso de Software Livre na Administração PúblicaAdministração Pública MBA em Governança de TIMBA em Governança de TI Pablo C. VasconcelosPablo C. Vasconcelos
  2. 2. RoteiroRoteiro n Introdução n Software Livre n A Administração Pública n Software Livre X Proprietário n Conclusão
  3. 3. IntroduçãoIntrodução n Motivação e Objetivo n Viabilidade do uso de Software Livre; n Restrições legais; n Iniciativas do governo brasileiro. n Estrutura do trabalho n Software Livre; n Administração Pública; n Confronto.
  4. 4. Software LivreSoftware Livre n Histórico: n Quem? Richard M. Stallman n Hacker nova-iorquino, 1953 n Quando? n 1983 (Projeto GNU); n 1985 (Free Software Foundation). n Onde? Boston (EUA) “GNU in“GNU in notnot Unix”Unix”
  5. 5. Software LivreSoftware Livre n O Movimento do Software Livre: n Free n Liberdade <> Preço; n Quatro tipos de liberdade: n 0 – Executar para qualquer fim; n 1 – Estudar e adaptar (fontes); n 2 – Redistribuir; n 3 – Aperfeiçoar e repassar.
  6. 6. Software LivreSoftware Livre n O Movimento do Software Livre n Software pago pode ser livre; n Alterações não precisam ser documentadas; n Liberdades irrevogáveis. n Copyleft n Norma de redistribuição aceita. n GPL – General Public License n Licença mais comum n Open Source X Free Software n Conceitos próximos, porém diferentes
  7. 7. Software LivreSoftware Livre § Modelo de Desenvolvimento do Software Livre § Evolução § Desenvolvimento Colaborativo; § Impulsionou a popularidade do Software Livre; § Ex.: Desenvolvimento do Kernel do Linux. § Geograficamente Distribuído § Não é obrigatório; § IBM, Sun, Novell...; § Mais de 70% dos desenvolvedores da União Européia. (Instituto Internacional de Infonomia da Universidade de Maastricht, na Holanda) § Outra características § Agendamento flexível, código instável, padronização difícil (guidelines)
  8. 8. Software LivreSoftware Livre § Modelo de Desenvolvimento do Software Livre “Open Source Development”
  9. 9. Software LivreSoftware Livre 0 20 40 60 80 100 Eu não sei Ganhar dinheiro Distribuir softwares não comerciáveis Reputação perante a comunidade Limitar o poder das grandes empresas de software Ajuda para realizar uma boa idéia para um produto de software Melhorar oportunidade de trabalho Solução que não poderia ser dada por um software proprietário Penso que software não deveria ser proprietário Participar do cenário de software livre Melhorar software de outros Participar de uma nova forma de cooperação Compartilhar experiências Desenvolver novas habilidades Motivos para permanecer na comunidade Motivos para entrar na comunidade § Motivos para desenvolver software livre
  10. 10. Software LivreSoftware Livre n Dimensão do Software Livre dentro do Mercado de Software n O rápido crescimento da fatia de mercado; n Pesquisa Instituto Sem Fronteiras n 73% empresas com mais de 1.000 funcionários; n Aumento de 12,4% nos últimos doze meses; n 56% das empresas usam em servidores; n 7% usam apenas Software Livre; n Ambiente heterogêneo predomina; n 66% das empresas crêem em TCO menor.
  11. 11. Software LivreSoftware Livre n Dimensão do Software Livre dentro do Mercado de Software n Apache (Apache Software Foundation) n Servidor de páginas WEB de código aberto; n Principal servidor desde abril/1999; n Desenvolvedores voluntários, aceitos; n Apache License 2.0, sendo avaliada pela FSF; n Quase 50% das páginas do mundo hospedadas (Netcraft). n Squid (Projeto Squid) n Proxy HTTP, HTTPS, FTP, etc.; n Multi-plataforma; n Desenvolvido na Universidade de San Diego, alguns terceiros; n Doações voluntárias; n GPL.
  12. 12. Software LivreSoftware Livre n Dimensão do Software Livre dentro do Mercado de Software n Plone CMS (Fundação Plone) n Sistema gerenciador de conteúdo; n Framework para desenvolvimento e gerenciamento de sites; n Desde maio/2004; n Desenvolvedores voluntários recebem doações; n Licenciamento sob definição n OSI-compliant (Open Source); n Dual-licensing.
  13. 13. Software LivreSoftware Livre n Qualidade do Software Livre n Nível aceitável, porém precisa melhorar; (Pesquisa da Aristotle University of Thessaloniki – Grécia) n Aplicações para Internet, linguagens de prog. n Melhores e bem difundidos. § Aplicações com requisitos específicos § Sem representantes de peso; § Voluntários buscam alcançar maior número de usuários; § Ego-boosting. § Manutenibilidade § Bugs corrigidos mais rapidamente.
  14. 14. Software LivreSoftware Livre n Qualidade do Suporte ao Software Livre n Quem seria responsabilizado? n Grande questão n Novas opções surgindo n Novell (SLES), Oracle n “Both the Oracle Management Pack for Linux and Oracle Clusterware are free for Oracle Unbreakable Linux support customers.” n Serviços de Suporte Técnico 24x7
  15. 15. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Definição n Visa atender o interesse público por meio de atividades administrativas n Sentido Objetivo n Atividades exercidas n Sentido Subjetivo n Órgão integrantes dos entes da federação
  16. 16. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Princípios Constitucionais da Administração Pública n Legalidade; n Impessoalidade; n Moralidade; n Publicidade; n Eficiência.
  17. 17. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Limitações Legais e Orçamentárias n Orçamento previsível; n Lei de Diretrizes Orçamentárias; n Contratação de pessoal técnico; n Foco no planejamento; n Atividades executivas n Atividades delegáveis; n Gerenciais são da casa n Atividades não passíveis de execução indireta; n Lei 9.609/98 n Produto desenvolvido é do contratante.
  18. 18. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Limitações Legais e Orçamentárias n Caso Chesf (revista Convergência Digital) n Foi exigido que a estatal implante e mantenha um processo de planejamento institucional, "que organize as estratégias, as ações, os prazos, os recursos financeiros, humanos e materiais, a fim de minimizar a possibilidade de desperdício de recursos públicos e de prejuízo ao cumprimento dos objetivos institucionais da empresa". n Falta Planejamento Estratégico
  19. 19. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Cenários Inerentes à Governança de TI na Administração Pública Brasileira n Aumento da Importância da TI n Deixando de ser “acessória”; n Tornando-se estratégica. n Difícil tarefa - Cláudio Cruz (TCU) n Estruturar processo de planejamento e gestão das contratações; n Aderência à legislação; n Falha de Comunicação entre os envolvidos.
  20. 20. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Cenários Inerentes à Governança de TI na Administração Pública Brasileira n Diversas ações do TCU n Criação da Sefti – agosto/2006; n Elabora e dissemina manuais, metodologias e procedimentos; n Trabalho de fiscalização em TI. n Fiscalizar e Orientar SEFTI Diretoria Auditoria de TI Diretoria de Aquisições em TI
  21. 21. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Cenários Inerentes à Governança de TI na Administração Pública Brasileira n A Arquitetura E-ping n Demanda por melhores serviços = Tecnlogia n Palavra-chave: INTEROPERABILIDADE n Conceito n Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico; n Conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas
  22. 22. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n E-ping n Órgãos à frente n Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP); n Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, da Presidência da República (ITI/PR); n SERPRO. n Definições n Adoção obrigatória no Executivo n Documento de referência - versão 3.0
  23. 23. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n E-ping n Políticas Gerais n Sistemas Web, XML, metadados, suporte amplo, escalabilidade, padrões abertos, transparência, privacidade garantida. n 5 Grupos de Trabalho n Interconexão n Segurança n Meios de Acesso n Organização n Intercâmbio de Informações e Áreas de Integração para Governo Eletrônico
  24. 24. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n Cenários Inerentes à Governança de TI na Administração Pública Brasileira n TI Controle n Mais uma iniciativa; n Busca a excelência dos serviços prestados à sociedade; n Criada em 2006. n Definição n Comunidade de Tecnologia da Informação Aplicada ao Controle; n Comunidade prática – objetivos e problemas em comum; - aperfeiçoar ações de controle da gestão pública; - integrar processos de trabalho; - compartilhar dados; - definição de políticas (contratação)
  25. 25. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n TI Controle n Integrantes 1. AGU; 2. BACEN; 3. Câmara do Deputados; 4. Conselho de Justiça Federal; 5. CNJ; 6. CGU; 7. Ministério da Justiça; 8. MPF e CNMP; 9. Senado Federal; 10. STJ; 11. STM; 12. STF; 13. TCU; 14. TSE; 15. TST e Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT. § Acordo assinado em 12 de março de 2008; § Transparência: http://ticontrole.tcu.gov.br/portal/page/portal/CGTI/Termocooperacaotecnica.pdf
  26. 26. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA n TI Controle n Sinergia n Cooperação técnica; n Integração; n Intercâmbio de dados (não sigilosos); n Soluções de TI compartilhadas; n GT’s para ações de interesse comum; n Redução do TCO. n Princípio da Eficiência
  27. 27. SOFTWARE LIVRE X SOFTWARESOFTWARE LIVRE X SOFTWARE PROPRIETÁRIOPROPRIETÁRIO n Realidade n novos conceitos, filosofias, modelo de desenvolvimento; n Dilema n Governo deve apostar? n Quem será responsabilizado? n Gestor? Técnico? Dono do projeto? Empresa ? n SW Livre resolve? E o suporte como fica? n Pressão por todos os lados; n Discutir é necessário.
  28. 28. SOFTWARE LIVRE X SOFTWARESOFTWARE LIVRE X SOFTWARE PROPRIETÁRIOPROPRIETÁRIO n Principais aspectos a serem discutidos n Fator “código aberto” n Transparência; n Customização; n Fim das caixas-pretas; n Democratização do acesso ao código. n Acordo de Nível de Serviço (SLA) n Anos 80 – Operadoras de telefonia n Entendimento comum n Serviços, prioridades, responsabilidades, garantias e nível do serviço; n Podem ser especificados n Disponibilidade, desempenho, operação, outros (Faturamento...). n TCU orienta a fazer uso de SLA n Técnicos da comunidade, certificações...
  29. 29. SOFTWARE LIVRE X SOFTWARESOFTWARE LIVRE X SOFTWARE PROPRIETÁRIOPROPRIETÁRIO n Principais pontos n Suporte n Software Proprietário n Estágio mais alto de maturação; n Técnico presencial; n 24 x 7; n Língua nativa. n Software Livre n Página do projeto; n FAQs; n Fóruns; n Língua estrangeira; n Empresas surgindo. n Segurança n Tema obrigatório; n Ativo mais valioso é a informação; n Pentágono e sua criptografia; n Padrões abertos garantem o acesso à informação.
  30. 30. SOFTWARE LIVRE X SOFTWARESOFTWARE LIVRE X SOFTWARE PROPRIETÁRIOPROPRIETÁRIO n Principais pontos n Custo Total de Propriedade – TCO n Popularizada pelo Gartner Group (1987) n Todos os custos relevantes n treinamento de pessoal; n suporte e usuários; n falhas e paradas (planejadas ou não); n incidentes diminuídos; n custos de violações de segurança (reputação); n preparação para desastres; n Etc. n Usado na indústria automobilística n O barato pode sair caro – observar os princípios da Administração Pública
  31. 31. Considerações finais n Crescimento mundial com VANTAGENS E DESVANTAGENS; n Reflexão profunda n Decisão difícil; n Criteriosa – vários aspectos; n Dinheiro público; n Direitos e deveres; n Planejamento estratégico em diferentes níveis
  32. 32. Considerações finais n TCU orienta e fiscaliza n Equipe interna ligada ao negócio; n Contratada cuida da tecnologia; n TCU: exemplo positivo; n Chesf: exemplo negativo; n Gestor responderá por falta aos princípios. n Supremacia do Interesse Público
  33. 33. Considerações finais n Tendência atual n Planejamento estratégico; n Definição da modalidade de contratação; n Adoção de Software Livre consagrado e que atenda as necessidades; n Contratação de empresa para suporte técnico que atenda aos requisitos (critérios técnicos, SLAs...); n Definição de equipe interna que ficará responsável pelo acompanhamento dos serviços contratados (“Assinar a nota...”).
  34. 34. Considerações finais Obrigado! Pablo C. Vasconcelos (pcvasconcelos@gmail.com) Brasília, Novembro/2008

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