Anais XI Semana de HumanidadesXI SEMANA DE HUMANIDADES            ANAIS
Anais XI Semana de Humanidades                                   SUMÁRIOOBJETIVO ............................................
Anais XI Semana de HumanidadesOBJETIVO:A XI Semana de Humanidades visa congregar e divulgar o trabalho de pesquisadores(pr...
Anais XI Semana de HumanidadesCERIMÔNIA DE ABERTURA: segunda-feira, 19 de maio, 16h, no Setor de Aulas II.Com coquetel e a...
Anais XI Semana de HumanidadesGRUPOS DETRABALHO      (GTs)                                  5
Anais XI Semana de HumanidadesGrupos de Trabalho (GTs): terça e quarta-feira, 20 e 21 de maio, 14:00-18:00h (comexceção de...
Anais XI Semana de Humanidadescertificados. Os Certificados de Participação serão entregues a partir do dia 17 a 31 dejunh...
Anais XI Semana de HumanidadesRESUMOS DOS         GTs                                   8
Anais XI Semana de HumanidadesGT-01: COMUNICAÇÃO, CULTURA & MÍDIACoordenadores:            Prof. Dr. Adriano Lopes Gomes (...
Anais XI Semana de Humanidades3. O Ser Humano sob o Olhar dos Fotógrafos Sebastião Salgado e JoelPeter-Witkin           An...
Anais XI Semana de Humanidades5. Barcelona Virtual: Nunca Foi Tão Acessível a um Pequeno Municípioler Sobre Si Mesmo.     ...
Anais XI Semana de Humanidades7. Mídia e Imaginário: O Poder das Telenovelas na Cidade de Caicó/RN           Márcio Robert...
Anais XI Semana de Humanidades9. Análise Semiótica do filme “Matrix”           Olga Maria TavaresSob a perspectiva da opos...
Anais XI Semana de Humanidades12. Moda é Memória           Sarina de Albuquerque de SenaAlgumas de nossas peças de roupas ...
Anais XI Semana de Humanidadespublicidade digital interativa. Dessa maneira publicitar em CD-ROM marca a aplicação deuma l...
Anais XI Semana de Humanidades           Josenira Fraga BrasilA difusão do conhecimento, via práticas de educação ambienta...
Anais XI Semana de Humanidadesmostrar se a imprensa escrita natalense sofreu influências e manipulações no trato dasnotíci...
Anais XI Semana de HumanidadesGT-02: MODERNIDADE, REPRESENTAÇÃO E CULTURACoordenadoras:            Profª. Drª. Lisabete Co...
Anais XI Semana de Humanidadesmetáfora do "armário"( Sedgwick,1990). Com isso detectamos a relevância da presença damúsica...
Anais XI Semana de Humanidadesabordagem fenomenológica hermenêutica. Aponto a hibridação das linguagens artísticas, ademoc...
Anais XI Semana de Humanidades10. “Menino empinando uma estrela”. Ensaio de Semiótica da Cultura II           Vicente Vito...
Anais XI Semana de Humanidades14. As “paisagens” que emanam da obra de Francisco Brennand           Rosane Felix Ferreira ...
Anais XI Semana de Humanidades16. Praças natalenses: basta abaixar as persianas e fechar os postigos           Edivania Du...
Anais XI Semana de HumanidadesGT-03: CIDADE E DESENVOLVIMENTOCoordenadores:            Prof. Dr. Ademir Araújo da Costa (D...
Anais XI Semana de Humanidadesantagonismo. A aproximados vinte anos segmentos vinculados ao poder público local“desenvolve...
Anais XI Semana de Humanidades3. Entre os trilhos e o asfalto: recortes da cidade de Natal-RNApresentadoras:           Jan...
Anais XI Semana de Humanidades4. Privatização e privação dos espaços públicos: quem pode ter, quem quer,quem usufrui?     ...
Anais XI Semana de Humanidadesimplementação pelos governos municipais. Trata também da forma de participação da sociedade ...
Anais XI Semana de Humanidadescidade de Natal, tendo como recorte espacial à porção Norte, mas precisamente a “ComunidadeÁ...
Anais XI Semana de Humanidades9. Crescimento urbano na Zona Oeste de Natal           Pedro Celestino Dantas Junior (Aluno ...
Anais XI Semana de Humanidades11. Natal em fevereiro de 1943           Pablo Gleydson de Sousa (Bolsista PIBIC-CNPq)      ...
Anais XI Semana de Humanidadessociais que se evidenciam, por exemplo, na espacialização de serviços de infraestrutura bási...
Anais XI Semana de HumanidadesMetropolitana de Natal (constituída pelos municípios de Natal, Parnamirim, São Gonçalo doAma...
Anais XI Semana de Humanidadespopulação. De posse desse víeis, o bairro vem, até nossos dias, se reproduzindo social ecome...
Anais XI Semana de Humanidadesum processo de desenvolvimento urbano desigual e seletivo, que levou um novo contingentepopu...
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn

2.349 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.349
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

1 resumo de otavio luiz machado nos anais x semana de humanidades ufrn

  1. 1. Anais XI Semana de HumanidadesXI SEMANA DE HUMANIDADES ANAIS
  2. 2. Anais XI Semana de Humanidades SUMÁRIOOBJETIVO .......................................................................................3CERIMÔNIA DE ABERTURA .......................................................4GRUPOS DE TRABALHOS............................................................5MINICURSOS & OFICINAS ......................................................255PAINÉIS .......................................................................................268MOSTRA DE VÍDEOS ................................................................322OUTROS EVENTOS ...................................................................326LANÇAMENTO DE LIVROS, REVISTAS E JORNAIS ............336ESTATÍSTICAS ...........................................................................339
  3. 3. Anais XI Semana de HumanidadesOBJETIVO:A XI Semana de Humanidades visa congregar e divulgar o trabalho de pesquisadores(professores, fucionários e alunos) do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes(CCHLA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). 3
  4. 4. Anais XI Semana de HumanidadesCERIMÔNIA DE ABERTURA: segunda-feira, 19 de maio, 16h, no Setor de Aulas II.Com coquetel e apresentações artísticas.PALESTRA DE ABERTURAA Sociedade Internacional e a União Européia no Pós-Guerra do IraqueFrançois D’ArcyProfessor Emérito da Universidade de Grenoble (França). Doutor em Direito Público pelaUniversidade de Paris. Foi, até 2000, professor do Instituto de Estudos Políticos deGrenoble, do qual foi diretor de 1987 a 1995. Lecionou em diversas universidades nomundo, como a Yale University, a UQAM (Montreal) e a UNESP. Publicou vários livros.Hoje reside no Brasil e colabora com várias universidades. 4
  5. 5. Anais XI Semana de HumanidadesGRUPOS DETRABALHO (GTs) 5
  6. 6. Anais XI Semana de HumanidadesGrupos de Trabalho (GTs): terça e quarta-feira, 20 e 21 de maio, 14:00-18:00h (comexceção de GTs de Psicologia, que acontecerão pela manhã), nos auditórios do CCHLA eSetor de Aulas II.. Os GTs reunirão apresentações de trabalhos sobre um mesmo tema. O Coordenador doGT presidirá a mesa, estabelecerá o tempo de cada apresentação (a sugestão é de que sejaem torno de 20 minutos), o dia e a ordem das apresentações, e o formato do debate (seseguido a cada apresentação ou ao final de cada dia). O GT será realizado em dois dias,num total de 8 horas. O número de trabalhos aceitos pelo Coordenador do GT deverá levarem consideração esta limitação.. As propostas de GTs serão feitas por professores dos departamentos que compõem oCCHLA e deverão ser enviadas para a Coordenação da XI Semana de Humanidades, sala119 (fone: 2153573), até o dia 7 de abril. As propostas deverão ser entregues em disqueteou pelo email ( humanidades@cchla.ufrn.br ), com cópia em papel, contendo as seguintesinformações: nome do(a) professor(a) coordenador(a) – máximo de dois por GT –,endereço eletrônico (email), departamento, título do GT, resumo com no máximo 20 linhasde 75 toques (ver modelo em anexo). Os GTs poderão ser interdepartamentais. ACoordenação da XI Semana de Humanidades divulgará a relação de GTs, com seusrespectivos coordenadores e emails de contato, na página do evento (www.cchla.ufrn.br) equadros de avisos. Serão aceitas apenas as 22 primeiras propostas de GT dada a limitaçãode espaço disponível.. Os proponentes de trabalho para os GTs deverão, até a quarta-feira 30 de abril, entrar emcontato com os coordenadores dos GTs, através dos emails divulgados, fornecendo asseguintes informações: nome do proponente, departamento ou instituição, título dotrabalho, resumo (máximo 20 linhas de 75 toques, em Times New Roman, 12)(ver modeloem anexo). Os proponentes de trabalho para os GTs serão informados pelo Coordenador doGT da aprovação de sua proposta. Os Coordenadores de GTs fornecerão à Coordenação daXI Semana de Humanidades a lista completa dos trabalhos a serem apresentados no GT,por dia de apresentação, na ordem de apresentação, até o dia 5 de maio. A lista incluirá:título do GT, resumo do GT, nome(s) do(s) coordenador(es), seguidos de cada um dostrabalhos a serem apresentados, incluindo as seguintes informações: título, nome do(a)apresentador(a) do trabalho, nome(s) do(s) autor(es) e resumo. A lista será entregue emdisquete ou pelo email ( humanidades@cchla.ufrn.br ), com cópia em papel, na fonte TimesNew Roman, 12. (Ver modelo anexo.) Os Coordenadores de GTs devem informar até o dia5 de maio se necessitarão de cópias-xérox e transparências. Haverá apenas três auditóriosequipados com data-show. Estes serão alocados aos três primeiros proponentes de GTs.Todos os demais auditórios/salas onde serão realizados os GTs terão retroprojetor. Quemnecessitar de projetor de slides e/ou TV-Vídeo deverá informar à Coordenação até o dia 5de maio.. A participação nos GTs é aberta a todos os interessados. Aqueles que desejarem receberCertificado de Participação deverão assinar a lista de presença, fornecendo o nomecompleto.ATENÇÃO: Os certificados serão entregues aos apresentadores de trabalho pelos própriosCoordenadores dos GTs, no local da apresentação, ao final do dia de trabalho. Receberãocertificados apenas os apresentadores de trabalho. Co-autores não receberão certificados.Orientadores de trabalhos apresentados por graduandos e mestrandos não receberão 6
  7. 7. Anais XI Semana de Humanidadescertificados. Os Certificados de Participação serão entregues a partir do dia 17 a 31 dejunho na sala 119 do CCHLA. 7
  8. 8. Anais XI Semana de HumanidadesRESUMOS DOS GTs 8
  9. 9. Anais XI Semana de HumanidadesGT-01: COMUNICAÇÃO, CULTURA & MÍDIACoordenadores: Prof. Dr. Adriano Lopes Gomes (Departamento de Comunicação) Profª. Drª. Olga Maria Tavares (Departamento de Comunicação) E-mail: comidia@cchla.ufrn.br Local/horário: Sala 229-CCHLA, mini-auditório de Comunicação Social, 25 lugares, terça e quarta, 20 e 21 de maio, 14:00-18:00h.O GT tem o objetivo de apresentar estudos e reflexões relacionados com o fenômeno da comunicação e suas vertentes, privilegiando análises da linguagemmidiática sob a perspectiva das Teorias da Comunicação e da Semiótica.Serão consideradas propostas de trabalhos que estejam inseridos sob estas áreas deconcentração: 1. Comunicação e leitura 2. Comunicação e meio ambiente 3. Comunicação e linguagem publicitária 4. Comunicação eletrônica: rádio, tv e mídia digital RESUMOS1. Da Coca-Cola Ao Absorvente – Desvendando a Alma do Negócio Cilene Alves Menezes de Freitas François de Oliveira Ferreira Joyce de Oliveira Lessa Vinícius Nascimento de AlbuquerqueAo longo da sua história, a publicidade procurar se adequar à época em que está inserida.O produto divulgado é colocado como sendo parte da sociedade, como se ele fosse algoinerente ao consumidor. O presente trabalho visa comparar as peças publicitárias de algunsprodutos no início da década de 40, anos 70 e final do século XX, início do XXI. O textopublicitário, qualquer que seja a mensagem implícita, é o testemunho de uma sociedade deconsumo e conduz a uma representação da cultura a que pertence, permitindo estabeleceruma relação pessoal com a realidade particular. Seu intuito primeiro e explícito é oestímulo à venda e à compra de um produto, vindo logo a seguir a ênfase colocada emdeterminado aspecto de uma cultura, como um projetor poderoso, sem deixar de criar emtorno de si algumas zonas de sombra.2. Rádio AM em Natal: História e Possibilidades João Paulo Azevedo de AraújoEste trabalho tem por finalidade traçar um perfil da realidade das emissoras de rádio AMda cidade de Natal. Para tanto, será feito um breve estudo sobre a história das rádios queatuam hoje na capital potiguar. Contudo, o trabalho não se restringe a descrever a históriadessas emissoras e a fazer uma análise de suas programações como é comum nos poucostrabalhos publicados sobre o assunto. O objetivo é fazer um estudo sobre a realidadehodierna desse segmento da radiofonia em Natal, analisando as condições tecnológicas ecomerciais das emissoras, servindo-se para isso de referências a sua história e a suaprogramação. 9
  10. 10. Anais XI Semana de Humanidades3. O Ser Humano sob o Olhar dos Fotógrafos Sebastião Salgado e JoelPeter-Witkin Ana Paula Costa da Silva Brunno Ralph dos Santos Caio Khayam Neves de Souza e Nunes Dias Jorge Ricardo Dias Santiago Kaline Sampaio de Araújo Lianne Pereira da Motta Pires Verônica Nogueira CamposEste trabalho faz uma análise comparativa entre dois fotógrafos contemporâneos: SebastiãoSalgado e Joel Peter-Witkin. O primeiro, natural de Minas Gerais, nasceu em 1944. Osegundo, natural de Nova York, nasceu no ano de 1939. Um dos maiores fotógrafosbrasileiros de todos os tempos, Salgado passou a se dedicar ao ofício somente em 1973,quando abandonou a Economia. Witkin, conhecido mundialmente por suas fotografias,iniciou sua carreira aos 17 anos, em um circo de horrores de Coney Island. SebastiãoSalgado realizou inúmeras viagens por países devastados pela fome, pela miséria e pelaguerra, fotografando as vítimas da desigualdade e da exclusão social, podendo serconsiderado, portanto, um adepto da “fotografia engajada”. Joel Peter-Witkin fotografatemas visualmente chocantes, sendo considerado por alguns como macabro esensacionalista. Retrata desde imagens de mutilados e hermafroditas a cadáveres ou seuspedaços. Fundamentado nos pressupostos teóricos da análise de conteúdo, bem comolevando em consideração as técnicas de fotografia, o contexto da imagem e a história devida dos fotógrafos, este trabalho analisa algumas das principais obras dos dois autores,relacionando-as entre si na forma como retratam o ser humano.4. O Jogo da Esquerda: O Marketing Eleitoral do Partido dosTrabalhadores (PT) e as Eleições para o Governo do Estado Sandra PequenoA análise do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral – HGPE – na campanha para oGoverno do Estado em 2002 apresentou alguns avanços em relação à de 1998, em especialno que se refere ao nível da argüição dos debates políticos dos programas eleitorais.Porém, apesar disso, alguns problemas persistiram, principalmente aqueles relativos ao usodas estratégias de marketing dos programas, em especial, a utilização do marketingeleitoral promovido pelo PT, tema desta pesquisa. De certo, no ano de 2002, observamos ocrescimento do Partido dos Trabalhadores no âmbito nacional. Neste contexto, coloca-se oMarketing político e eleitoral como um dos constituintes da vitória do PT na disputanacional. Resta saber, se tal contribuição atingiu aos demais pleitos a qual o partidodisputava, em especial no Estado do Rio Grande do Norte, e mais precisamente, a disputapara o Governo do Estado. O presente estudo empreende uma análise da visão acerca domarketing político e eleitoral apresentado pelo Partido dos Trabalhadores do Rio Grandedo Norte (PT/RN) nestas eleições, mas especificamente, o estudo do HGPE. Objetiva,desta forma, analisar as diretrizes que deram vazão ao trabalho articulado pela coordenaçãode comunicação do partido, de que forma foi trabalhado o paralelo entre “tecnólogos eideólogos” dentro de um projeto de comunicação que necessitava ultrapassar as barreirasdo anonimato e apresentar o seu candidato ao governo do Estado. 10
  11. 11. Anais XI Semana de Humanidades5. Barcelona Virtual: Nunca Foi Tão Acessível a um Pequeno Municípioler Sobre Si Mesmo. Adriano Medeiros CostaA pesquisa é uma revista virtual (www.barcelonarn.hpg.com.br) que tem um enfoquejornalístico e educacional. Procurando analisar as características artísticas, históricas,geográficas, econômicas, lingüísticas e sociológicas do município de Barcelona, RioGrande do Norte, Brasil. O site é dirigido à população de Barcelona, mas também é útil aqualquer pessoa interessada em assuntos ligados ao sertão do nordeste brasileiro. No sitedestaca-se a aparência tipicamente sertaneja, ela é resultado do compromisso com oMovimento Armorial. O que difere o site de Barcelona de outros é que ele não é turístico,nem sua preocupação é a de formar professores, mas orientar comunidades inteiras atravésda notícia e da informação. A preocupação não é a de fornecer notícias didaticamente parauso em sala de aula, embora também tenha essa utilidade, mas possibilitar que pequenascomunidades se conheçam, tenham consciência de sua própria realidade e sua cultura paraque tenham visão própria (tendo por base sua cultura) da realidade em que vivem. Para quecientes dos problemas, vantagens e potencialidades, passem a agir pela melhoria de suascondições de vida. Isto é, usar o Jornalismo como instrumento de mudança e deconsciência.6. A Ressurreição Anarquista: Breve História Fenomenológica da Noçãode Estado e a Possibilidade de sua Desconstrução Através de umaAliança Estratégica da Mídia com o Terceiro Setor. Marcelo Bolshaw GomesNão se trata de retomar o anarquismo insurrecional de Bakunin ou de Proudhon. Este textopretende discutir a situação atual do Estado, investigando sua evolução histórica, teórica e,principalmente, o desenvolvimento do conflito entre as esferas pública e privada. Éintenção deste demonstrar que o atual impasse entre os modelos de Estado da Providência,de inspiração keynesiana, e de Estado Neoliberal aponta para uma terceira solução, umEstado Mínimo Social, em que a esfera pública interferir seletivamente no mercado e navida social, uma sociedade democrática em que as instituições gozem do máximo deautonomia em relação ao estado e em que os indivíduos desfrutem do máximo deautonomia pessoal em relação às instituições. O anarquismo contemporâneo é ancorado nateoria da complexidade e na possibilidade de desenvolvimento máximo das liberdades.Diferentes visões estruturam discutem a crise do Estado nas Ciências Sociaiscontemporâneas. Destaco aqui três contribuições: Adam Przeworski (1995), que articula aquestão do Estado ao conflito entre o mercado e a democracia; Peter Evans (1993), discutese o Estado é um problema ou uma solução para sociedade; e, finalmente, Boaventura deSouza Santos (1996), que apresenta a hipótese de que o Terceiro Setor possa oferecer umasolução ao impasse existente entre a esfera estatal e o mercado. No entanto, como veremos,essas são respostas ainda parciais à questão da crise atual do Estado, mas apontam paranecessidade de uma reforma social (uma desconstrução da esfera pública) e para a aliançaestratégica entre os meios de comunicação e o Terceiro Setor. Para compreender estadiscussão, porém, é preciso antes retroceder no tempo e pensar primeiro na evoluçãohistórica do Estado e de seus principais pensadores. 11
  12. 12. Anais XI Semana de Humanidades7. Mídia e Imaginário: O Poder das Telenovelas na Cidade de Caicó/RN Márcio Roberto de Sousa BritoNeste início do século XXI, mais do que nunca, a televisão é uma das representaçõesculturais que mais interfere no cotidiano das pessoas implementando ritmos diferenciadosa funcionalidade citadina. Se na década de 60 espaços públicos como praças, calçadasdesempenhavam a função de aglutinar pessoas, hoje é a televisão, localizada nos espaçosprivados das residências detém o poder de seduzir, direcionando as ações dos indivíduosem termos espaço-temporais. É fato que o desenvolvimento e aperfeiçoamento das“tecnologias da inteligência” possibilitaram uma ampliação e disseminação da informaçãoda sociedade. O nosso conhecimento está sendo adquirido cada vez mais através deimagens transmitidas pela televisão. A telenovela, por exemplo, tem mobilizadodiariamente milhares de pessoas. A novela revela debates, discussões sobre problemas donosso cotidiano domina, portanto, a programação nacional. Nesse contexto, a emissora quemais produz novela é a Rede Globo de televisão. A nossa pretensão é realizar um estudo apartir de um corpus televisivo, do poder que as imagens, sobretudo as veiculadas pelastelenovelas e sua interferência no território de Caicó, no imaginário coletivo de seushabitantes. Partindo do pressuposto que nessa era do espaço virtual, da imagem, oterritório, o nosso conhecimento, vêm sendo alimentado e influenciado pela mídia. Combase no que foi exposto, o trabalho busca compreender como o imaginário social étrabalhado pela mídia televisiva a partir das telenovelas da Rede Globo, veiculadas nohorário das 20hs, no período de setembro de 1999 a fevereiro de 2003.8. Memória Social, História, Cultura e Representações Sociais – SIP AsRepresentações de Manoel Rodrigues de Melo e a Casa Euclides daCunha, No Rio Grande Do Norte Maria da Salete Queiroz da CunhaA pesquisa tem por objetivo (re)constituir as representações da Casa Euclides da Cunha,instituição cultural voltada para estudos regionais, idealizada e fundada pelo escritorpotiguar Manoel Rodrigues de Melo, com a colaboração de intelectuais contemporâneos ecujo órgão de divulgação foi a revista BANDO, que circulou na década de 1949-1959,articulando os intelectuais potiguares em torno do movimento que ficou conhecido nosmeios literários norte-rio-grandenses e nordestinos como Bandoleirismo.METODOLOGIA: Através de estudos teórico-metodológicos, ancorados na vertenteinterpretativa da Nova História Cultural, estão sendo interpretadas as práticas culturais dointelectual potiguar Manoel Rodrigues de Melo e a repercussão dessas práticas no âmbitode um novo pensamento da realidade norte-rio-grandense e nordestina. RESULTADO:Constata-se no decorrer da pesquisa a contribuição dos estudos do intelectual-bandoleiro,através de um trabalho de pesquisa das raízes nordestinas brasileiras, sob os aspectossocial, histórico, etnográfico e folclórico. CONCLUSÃO: A Pesquisa, em fase deconclusão,, deixa entrever claramente os relevantes serviços prestados à cultura brasileirapela Casa Euclides da Cunha, no que diz respeito à fomentação e divulgação de uma novarepresentação da realidade norte-rio-grandense e nordestina, com repercussões diretas noprocesso de educação formal e informal do Rio Grande do Norte. 12
  13. 13. Anais XI Semana de Humanidades9. Análise Semiótica do filme “Matrix” Olga Maria TavaresSob a perspectiva da oposição semântica Real vs Virtual, o filme “Matrix” apresentaelementos que revelam a produção de sentidos de suas imagens e os efeitos de sentido queelas evocam. A estratégica fílmica é toda construída em cima de arquétipos míticos donosso imaginário, de situações do nosso cotidiano e de visões estéticas metalingüisticas. Aanálise que se propõe é desvelar esse percurso narrativo do texto fílmico para que se possaapreender o seu significado e compreender o universo cinematográfico que os diretores, osirmãos Larry e Andy Wachowsk, idealizaram na sua completude. Nesta frenética ficçãocientífica existe uma trajetória narrativa imagética que não prescinde dos fatores quecomplementam a condição humana nas suas necessidades mais elementares, como osonho, a religião, a dúvida existencial. Há, no texto fílmico, um poder de metamorfosear amiserável existência do não-saber na possibilidade de poder-ser e, assim, modificar tanto oindivíduo comum quanto o mundo ilusório que ele próprio criou e não suporta.10. Weblog– Ferramenta de Comunicação e Tribalização na SociedadePós-Moderna Frankjarbe VitorinoO presente trabalho tem como principal objetivo analisar uma nova modalidade decomunicação que surgiu há algum tempo na internet, os weblogs, também conhecidoscomo diários virtuais. Através desta ferramenta os usuários tem total liberdade parapublicar o que quiser na rede mundial de computadores. Além disso observa-se que estenovo serviço contribui para o desenvolvimento de um fenômeno social já profetizado poralguns estudiosos da pós modernidade, a tribalização. Os blogs dão a oportunidade deaproximar as pessoas que compartilham as mesmas idéias, mesmo que estejam separadasgeograficamente. Também são um importante veículo de comunicação que vem ganhandoa adesão de profissionais como os jornalistas que podem transmitir suas próprias opiniões,isenta da tão aclamada imparcialidade, a exemplo do que aconteceu recentemente noúltimo conflito iraquiano.11. Ensaio Foto-Radiográfico – Natureza Oculta Eliel de SouzaO autor apresenta um ensaio “foto-radiográfico” que trata de um novo processamentoimagético oriundo da associação da radiografia de alta resolução de uso médico com adigitalização imagética, tendo como assuntos: pequenos animais, componentes vegetais,insetos etc. Visa o autor agregar elementos que corroborem os estudos de espécimes nasáreas da botânica, zoologia, entomologia, agronomia, arqueologia, antropologia e outroscampos do saber, propiciando, inclusive, a aplicação do novo método na produção artística,tendo por base a fusão de conhecimentos médicos com os recém adquiridos conhecimentosna disciplina de Fotojornalismo do Curso de Comunicação Social da UFRN. 13
  14. 14. Anais XI Semana de Humanidades12. Moda é Memória Sarina de Albuquerque de SenaAlgumas de nossas peças de roupas nos fazem lembrar de momentos especiais de nossasvidas. Elas possuem o poder de desencadear na gente uma série de lembranças de algummomento ou ocasião na qual estávamos vestidos com elas. Outras roupas são capazes denos fazer lembrar de alguma época ou de uma famosa personalidade. Como é fácil selembrar de Marilyn Monroe ao olhar um vestido branco, decotado e esvoaçante, tal qual ousado pelo mito. Ou então associarmos a minissaia aos anos 60. Entretanto, a moda é capazde nos trazer muito mais que mera lembranças. A moda carrega consigo a história de umaépoca, a memória daquele momento, refletindo acontecimentos sociais, políticos, culturaise tecnológicos. Como um breve exemplo dessa afirmação, voltemos à minissaia dos anos60. Além dela nos remeter àquela época, ela nos informa da busca da liberdade daquelesanos, do predomínio do jovem na sociedade, da liberação sexual feminina proporcionadapela invenção da pílula anticoncepcional. Assim, pretende-se com esse estudo evocar amemória que a Moda suscita.13. No Ar: Um Projeto de Incentivo à Mídia Eletrônica Alexandre Ferreira dos SantosEste trabalho pretende relatar um projeto desenvolvido pelos alunos do curso decomunicação social nas habilitações de jornalismo e radialismo, vinculado à base depesquisa “Comunicação, cultura e mídia”. O projeto toque de rádio tem por objetivo tornarmais dinâmico o veículo rádio, já que trata-se de uma área pouco explorada e depotencialidades reconhecidas. e por ser o rádio um veículo pouco procurado pelosconcluintes do curso, havendo mercado profissional e uma real necessidade de estudos emelhor capacitação dos futuros profissionais, este projeto busca desenvolver atividadespráticas e de pesquisa, propiciando um maior interesse e gosto por essa atividadeprofissional. O toque de rádio se propõe a funcionar como uma espécie de laboratório paraos alunos que cursam comunicação social na ufrn. nele será possível , estudar, produzirprogramas e aliar teoria á prática. este projeto, sem dúvidas, contribui para promoção destemeio de comunicação de massa, presente na vida social e subestimado quanto á suaimportância na sociedade.14. Publicidade em CD-Rom: Um Panorama de sua Evolução eLinguagem Taciana de Lima BurgosOs meios de comunicação desde os tempos mais remotos sempre imprimiram nassociedades características distintas de linguagem, onde cada época apresenta-se marcadapelo surgimento e evolução de um determinado meio comunicativo, cujas característicasincorporam uma maneira particular de representar o universo através da linguagem.Atualmente encontramo-nos na “era do computador”, aonde a interatividade vem a lumecomo palavra de ordem, passando a introduzir novos códigos comunicativos. Nestecontexto surge a Publicidade em CD-ROM, uma nova forma de publicitar conceitos,produtos e serviços, caracterizada por uma composição lingüística impar, e que a cada diaganha mais destaque graças a popularidade e versatilidade da mídia CD-ROM. A inclusãodo CD-ROM na esfera publicitária evoluiu a mídia para novos formatos, tamanhos ecapacidades de armazenamento; características que constituíram maneiras diferenciadas einovadoras de comunicar publicitariamente; além de criar uma nova modalidade de 14
  15. 15. Anais XI Semana de Humanidadespublicidade digital interativa. Dessa maneira publicitar em CD-ROM marca a aplicação deuma linguagem diferenciada, a hipermídia, como também a união de elementosconstituintes do design as linhas gráficas da publicidade tradicional. Dentro desse novoperfil lingüístico e comunicativo o presente trabalho tem como objetivo fomentar umestudo evolutivo do CD-ROM e dos elementos que compõem a linguagem utilizada naconstrução de conteúdos publicitários para essa mídia; como também contribuircientificamente para elucidar mais uma modalidade lingüística oriunda da evoluçãocomunicativa, publicitária e tecnológica.15. A Leitura da Propaganda de Moda Rosangela Moura da SilvaEste trabalho tem por objetivo analisar as propagandas de moda da campanha da marcaColcci veiculadas na revista da MTV, trataremos a seguir de alguns pontos de fundamentalimportância para esse estudo. A propaganda de moda faz uso principalmente dos interessesinatos aos seres humanos (leitor), despertando seus desejos e "ilusões culturais", paraconseguir atingir seu objetivo que é a venda de seus produtos – venda não só da roupa, docalçado, mas sim, de significados culturais implícitos no produto, como a beleza, o poder eo status. Imitar o que os outros fazem é uma tendência inata do ser humano, nossascrenças, roupas, hábitos, atitudes são em grande parte ditadas pelo que fazem os outros,pelo que vimos e vivênciamos e a moda é a expressão máxima dessa imitação. Junto com aimitação a propaganda de moda utiliza-se do desejo (sentimento também inato ao homem)para persuadir o consumidor. A propaganda tenta despertar esses desejos – principalmentea aparência pessoal, aprovação social, atração sexual, beleza e conformismo – levando osleitores a consumir os produtos anunciados. E por último, já que este estudo prioriza omeio de comunicação impresso, outro artifício de fundamental importância na propagandade moda é a fotografia. As publicidades sempre fazem uso de um Decor (fundo/cenário)tematizando suas peças publicitárias, usando o lúdico, o imaginário para conquistar oleitor.16. O Anonimato e o Estrelato no Reality-Show: Um Estudo do BigBrother 3 Mírian Moema PinheiroO Anonimato e o estrelato no reality-show é a temática que fundamenta o presente projetode pesquisa. Neste sentido, buscaremos analisar como a mídia televisiva se apropria da“intimidade” do indivíduo anônimo e num processo de metamorfose, consegue transformá-lo numa estrela, inserindo-o no sistema-star, aquele no qual, os personagens midiáticos,acabam interferindo na realidade a partir de suas performances. Para tanto, estamos nospropondo, a compreender esse novo gênero televisivo (reality-show), que nos parece, trazuma nova configuração visual. Esta forma, favorece a construção do espetáculo, que utilizaa metáfora da “Ação Teatral” para os homens convencerem e dominarem as impressõesque os outros podem ter deles. Daí a indagação: Há uma nova enunciação televisiva?Como se articulam os elementos constitutivos do formato reality-show/big brother? Taisindagações são objetos de investigação do nosso projeto de pesquisa ora em andamento,pelo programa de Pós Graduação em Ciências Sociais.17. Economia, Meio Ambiente e Mídia, no Rio Grande do Norte: Desafiose Oportunidades Perante a Sociedade da Informação Marígia Mádje Tertuliano dos Santos 15
  16. 16. Anais XI Semana de Humanidades Josenira Fraga BrasilA difusão do conhecimento, via práticas de educação ambiental, pela mídia, vai além doalcance de políticas específicas da área. Acredita-se que esta decisão está amarrada àsdefinições de um projeto político da sociedade, o qual está sendo traçado de modoindependente, sem uma discussão que conscientize a sociedade através de uma novamídia.No conjunto, esta discussão é justificada pela necessidade do Rio Grande do Nortepassar a integrar o movimento global de intensa velocidade de comunicação e troca deinformação, que vêm determinando mudanças exponenciais nas áreas econômica, política,social e cultural, através do viés ambiental. Logo, com base em pesquisa piloto, pretende-se explorar a relação entre o desenvolvimento econômico do Estado do Rio Grande doNorte e a preservação do meio ambiente, vistos através das matérias veiculadas no Diáriode Natal, no período compreendido entre 1992 a 2002 considerando as práticas ambientaisimplementadas pelas empresas locais. Em seguida, conhecer o mapeamento e o modocomo está sendo encaminhada a utilização das mídias contemporâneas locais, no estímuloàs práticas cidadã e o desenvolvimento sustentável.18. A Leitura de Literatura e a Mediação do Contador De Histórias Adriano Lopes GomesEste trabalho relata os resultados da pesquisa O contador de histórias na perspectiva daformação do leitor, realizada em uma escola da rede pública do estado, situadageograficamente na cidade do Natal-RN, com alunos de 5ª série do ensino fundamental,que demonstravam pouca experiência de leitura. Descreve a pesquisa, de naturezaexperimental e qualitativa, adotando-se o professor como mediador do processo,assumindo a condição de contador de histórias, no sentido de motivar, envolver epromover o gosto pela leitura literária no âmbito das atividades escolares. Tal estudorevelou que o professor, quando faz a mediação do texto literário através das práticas deoralidade, é capaz de catalisar a atenção dos aprendizes, favorecendo a cultura da leituraliterária. A pesquisa resultou na tese de doutorado, pelo programa de pós-graduação emEducação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.19. A Imprensa Natalense na Segunda Guerra Mundial: Uma Análise daCobertura da Guerra pelos Jornais “A República” e “O Diário”, noPeríodo de Janeiro de 1942 a Janeiro de 1943. Carmem Daniella Spínola H. AvelinoDurante a Segunda Guerra (1939-45), Natal era uma provinciana capital do Nordestebrasileiro, localizada numa posição geográfica estratégica - o ponto do continente maispróximo da África, sendo considerada pelos Estados Unidos como sua principal BaseMilitar no Atlântico Sul: o “Trampolim da Vitória”. Não obstante a isso, a cidadetransformou-se num centro de notícias, uma vez que daqui partiram fatos que seriampublicados na imprensa nacional e internacional. A sociedade natalense sofreu fortesinfluências norte-americanas nesse período. Muitos autores brasileiros e estrangeiros jáversaram sobre o assunto, mas nenhum deles tratou da imprensa natalense especificamente.Partindo do exposto, o presente projeto de pesquisa pretende levantar questões como, deque forma se dava a relação entre a mídia e o poder? Como a imprensa refletiu areviravolta na sociedade natalense com a instalação de bases militares norte-americanas nacidade? Existia uma manipulação de notícias por parte do Comando Militar? Os jornaisnatalenses precisaram ser “vigiados” ou espontaneamente assumiram uma postura editorialque favorecia os interesses dos norte-americanos? A partir dessas questões, a intenção é 16
  17. 17. Anais XI Semana de Humanidadesmostrar se a imprensa escrita natalense sofreu influências e manipulações no trato dasnotícias sobre a Segunda Guerra. Serão tomadas como base de estudo as notíciaspublicadas pelos dois principais jornais daquela época, “A República” e “O Diário”, noperíodo de janeiro de 1942 a janeiro de 1943, uma vez que nesse espaço de tempoaconteceram os mais relevantes fatos na história da presença norte-americana em Natal.20. A Importância do Telejornalismo na Educação em Saúde Daniella Fernandes de MedeirosO presente projeto se propõe a desenvolver uma análise de matérias, que tratam do temasaúde, veiculadas nos três principais telejornais das emissoras com maior audiência noEstado do Rio Grande do Norte. A saúde se apresenta como um tema oportuno para apesquisa considerando a gama de problemas veiculados pela mídia que estão relacionadosa essa área. Muitas matérias relativas à saúde vão ao ar sem nenhuma intenção ou não sepensa na conseqüência que aquela notícia pode ocasionar. Por isso, pretendemosdesenvolver uma análise da abordagem do tema saúde em matérias jornalísticas televisivasveiculadas pelas principais emissoras locais. Essa análise é qualitativa, se baseando emreferências relacionadas à saúde, que englobam livros científicos abrangendo não só otema da medicina, mas também da psicologia e da sociologia visto que acreditamos nainterdisciplinaridade da saúde, deixando de ser apenas de cunho biológico. Por isso, emnossas referências, destacamos também as medicinas alternativas e, principalmente, aprevenção da doença como uma das soluções mais viáveis. 17
  18. 18. Anais XI Semana de HumanidadesGT-02: MODERNIDADE, REPRESENTAÇÃO E CULTURACoordenadoras: Profª. Drª. Lisabete Coradini (Departamento de Antropologia) E-mail: lisabete@digi.com.br Profª. Drª. Maria Helena Braga e Vaz da Costa (Departamento de Artes) E-mail: mhcosta@ufrnet.br Local/horário: Auditório do Consecão, 72 lugares, 2º andar-CCHLA, terça e quarta, 20 e 21 de maio, 14:00-18:00h.Apresentação de trabalhos que têm como temática o uso ou análise da imagem como forma derepresentação – pintura, fotografia, teatro, cinema, vídeo, arte digital. Apresentação detrabalhos, projetos, e/ou pesquisas em andamento tendo como objeto de estudo a cultura esuas implicações na vida moderna e/ou pós-moderna. O GT consiste de duas sessões com seisapresentações de 20 minutos cada e tempo de 40 minutos para discussão e debate. RESUMOS1. Caio Fernando Abreu: memórias homoafetivas Antônio Eduardo de Oliveira (Professor Dr. do Departamento de Letras - UFRN)No seu aprendizado de falar sobre a AIDS em sua obra, Caio Fernando Abreu(Bessa,2002)recorre a elementos da cultura popular, notoriamente as citações fílmicas emusicais,articulando um mapeamento homoafetivo na narrativa.É este aspecto temáticorelacionando a epidemia e a escrita homoafetiva o objetivo de nossa análise.2. Narciso fotografado Flávia Batista de Lima (Aluna do Curso de Letras - UFRN)Pela semiótica o mito de Narciso é abordado no discurso textual e imagético ao abranger areprodução narcisista do homem pela fotografia. Walter Benjamim em sua obra Magia etécnica, arte e política, aponta as relações das artes visuais frente às descobertas da identidadedo homem. Deste modo, o presente trabalho busca integrar o estudo mítico de Narciso aspesquisas de Walter Benjamim, evidenciando a importância da fotografia como técnica dedivulgação política e social.3. Fotografando o movimento de Caio Fernando Abreu Flávia Batista de Lima (Aluna do Curso de Letras - UFRN)Caio Fernando de Abreu trouxe para o romance as linguagens do cinema e da fotografia emuma abordagem homoerótica. Vê-se que esses recursos incitam a percepção do leitor frente àquestões universais da literatura como: a busca da identidade e de um mecanismo depreservação da memória. Logo, o presente trabalho mostrará o cinema e a literatura numaviagem do corpo em movimento. Assim, o objeto de estudo será a novela intitulada Pela noiteinserido na obra Triângulo das águas do presente autor. A maneira escolhida à pesquisa é ométodo comparativo em uma visão estética do corpo como discurso imagético-literário.4. Musicalidade e homoafetividade em Caio Fernando Abreu Maria da Conceição Marinho (Aluna do Curso de Letras - UFRN)Na obra de Caio Fernando Abreu temáticas que abordam questões identitárias e dehomoafetividade vinculadas à citações musicais estão sempre presentes. O autor utiliza orecurso da citação musical como forma de expressão dos sentimentos mais "escondidos" daspersonagens, dando-lhes fluência. Dessa forma através da música é construído um espaço nanarrativa no qual os personagens guardam seus "segredos" constituindo o que chamamos de 18
  19. 19. Anais XI Semana de Humanidadesmetáfora do "armário"( Sedgwick,1990). Com isso detectamos a relevância da presença damúsica para compreensão da narrativa, visto que em diversos momentos canções aparecemcomo um código a ser decifrado, incrementando a rede de intertextualidade e significação dotexto.5. Imagens da intimidade de Laura Ednara Ferreira de Souza (Aluna do Departamento de Artes - UFRN)A leitura de imagens: Imagens da intimidade de Laura, foi realizada a partir do conto AImitação da Rosa, da autora Clarice Lispector, e de algumas teorias do pensador GastonBachelard. O personagem principal do conto é Laura, uma mulher que depois de um temporeclusa em um hospital psiquiátrico, tenta recomeçar sua vida ignorando sua estadia nohospital. Laura diz preferir manter-se ocupada, pois acredita que só dessa forma não voltaria apensar no passado, no fato que a levou para reclusão. Ela acredita que o dever de uma mulheré fazer feliz seu marido e mantém uma relação de total dependência com ele. A casa em quevive, é responsável por muitos conflitos vividos pela personagem, ela não admite que a casase pareça com ela, alegando não ser correto. Os conceitos bachelardianos utilizados para estaleitura de imagens foram: anima e animus e o principio de intimidade. Além da leitura deimagens, a peça Duas Visões, foi escrita partindo da junção: literatura e filosofia, e tem comotemas principais a relação conjugal de Laura e Armando, a loucura, a rotina e as rosas.6. Axé Oba Diogo Moreno Leda Feitosa Daniele Moura (Alunos da UFRN)O bairro das Rocas que se localiza na zona leste de Natal no estado do Rio Grande do Norte étradicionalmente conhecido por ser um bairro de pescadores, nos últimos anos vem sofrendoum processo de marginalização por parte da sociedade natalense, assim neste trabalhomostraremos a realidade dos atuais moradores e através do Grolôlô do Axé Oba que seriainicialmente um bloco carnavalesco surgido no inicio da década de noventa neste bairro, queganhou aceitação a reconhecimento dos moradores, aquele bloco que a principio era umaforma de revitalizar o carnaval de rua em Natal, se tornou o Axé Oba. Atualmentefuncionando como projeto social e banda show este grupo possui uma ligação e influencia dacultura afro – brasileira.O grupo trabalha com o Axé Music e temas variados de musica Afro-brasileira. O objetivo deste trabalho é tentar através de entrevistas, pesquisas buscarcompreender como se deu a influencia negra no Axé Obá alem de desmistificar a imagemfalsamente construída pela mídia local, que mostra uma ``Rocas´´ de marginais.7. A dança pós-moderna segue se definindo Leonardo Rocha da Gama (Professor do Curso de Educação Física - UFRN)Estamos vivenciando o suscitar e a criação de novos significados e valores acerca de um novomovimento estético, o Pós-moderno. O corpo que dança na contemporaneidade não é omesmo exigido no suntuoso modelo academicista de estética clássica sobrevivente no mundomix atual. A Dança polimorfa e polissêmica que é, cria novos sentidos, tanto para aquele quedança quanto para aquele que aprecia. No pós-modernismo o corpo que dança cria a porta darecriação. As regras historicamente construídas e que consagram obras de arte, são quebradase recriadas a luz de uma nova experiência estética. Na experiência estética pós-modernistaestabelecer o diálogo é algo inevitável. Recorro a Pina Bausch Tanzteater Wuppertal, a Cia.Deborah Colker, ao Bejart Ballet, e por fim, a Cia. Cena 11, todas expressão da Dança Pós-moderna, para dialogar sobre as características dessa estética em ebulição, através de uma 19
  20. 20. Anais XI Semana de Humanidadesabordagem fenomenológica hermenêutica. Aponto a hibridação das linguagens artísticas, ademocratização dos corpos e as novas exigências técnicas aos bailarinos, como característicascomuns às companhias de dança contemporânea que se enquadram nas Artes Pós-Modernas.8. A publicidade e a transformação de representações sobre a morte Milena Freire (Aluna do Mestrado em Ciências Sociais - UFRN)O presente trabalho se propõe a discutir a publicidade como parte integrante e reflexiva dacultura urbana, que contribui para a legitimação da sociedade, através da utilização dosimbólico e das representações humanas, figurados a partir da língua e de elementos visuais.Para o estabelecimento de uma discussão é analisada a campanha publicitária do CemitérioParque Morada da Paz, veiculada em Natal/RN, no ano de 2002, cujo resultado de vendas e arecepção do público surpreenderam o anunciante. Algumas representações tradicionais doimaginário social vêm sendo transformadas em conseqüência de uma "racionalidade" que asociedade, principalmente a urbana, vem entendendo como elemento fundamental para suaexistência. Apesar disso, temas mais polêmicos como é o caso da relação homem x morte sãomantidos como mitos, e, por isso não são questionados – o que torna suas transformaçõesmenos perceptíveis. A publicidade, nestas circunstâncias, se não contribui para a mudança devalores é, no mínimo, capaz de aguçar o questionamento e influenciar a demonstração destastransformações. O objetivo desta pesquisa é perceber interferência da publicidade, maisespecificamente da campanha mencionada, nas mudanças de representações relacionadas amorte nos segmentos médios da sociedade urbana natalense.9. “Casa de passagem para a vida”: uma nova forma de perceber oportador de distúrbio mental Ana Leda Figueiredo Varela (Aluna do Mestrado em Ciências Sociais - UFRN)O presente trabalho trata de questões relacionadas ao portador de distúrbio mental e doisespaços de tratamento na cidade de Natal o hospital psiquiátrico casa de saúde Natal, por ser oprimeiro hospital privado do estado e pelo perfil tradicional, e o NAPS (núcleo de atençãopsicossocial), atendendo aos parâmetros propostos pela reforma psiquiátrica. Atualmente,uma das principais discussões no âmbito dos direitos humanos está centrada em encontrarmodelos para substituir, de forma progressiva, as internações psiquiátricas tradicionais poruma forma mais humanizada, que tenha como meta o resgate da cidadania do portador dedistúrbio mental. A Antropologia sempre se posicionou a favor das minorias, Dessa forma,este estudo etnográfico torna-se importante, por tentar uma aproximação com outrosconhecimentos teóricos, favorecendo à idéias onde busco uma reflexão interdisciplinar,compreender neste contexto, a diversidade dessa temática que requer um enfoque e sobretudoum olhar amplo sobre o assunto, como: estigma , doença mental, anti-psiquiatria, instituiçãototal, comportamento divergente, preconceito, contribuir para essa nova área da antropologiaaberta à novos paradigmas. 20
  21. 21. Anais XI Semana de Humanidades10. “Menino empinando uma estrela”. Ensaio de Semiótica da Cultura II Vicente Vitoriano Merques Carvalho (Professor do Departamento de Artes - UFRN)A comunicação constitui-se da análise de uma imagem elaborada pelo artista visual NewtonNavarro (1928-1992) para um cartão natalino e faz parte de uma série de leituras deste tipo deimagem em que se apreende uma representação da Cidade do Natal. Usam-se estratégias deleitura oriundas de diversos partidos teóricos agrupados sob o que se entende por semiótica dacultura, a partir de Baitello Jr. A interpretação da imagem tomada para esta comunicação fazque se apreendam, além das relações conotadas e denotadas com a Cidade do Natal, algunsconceitos subjacentes, tais como o de infância, educação (escolaridade) e liberdade.11. Considerações sobre “Cidade de Deus” Adriana Duarte Pacheco (Aluna do Departamento de Artes - UFRN)Inserir na análise do filme "Cidade de Deus" os conceitos de Cinema Moderno de IsmailXavier. Segundo Xavier, "falar em cinema moderno remete a uma pluralidade de tendências,primeiro se referindo à formação do estilo moderno no sentido de André Bazin - este queenvolve referência à Renoir, a Welles e ao neo-realismo. E podem ser referidas, em segundolugar, a Antonioni, Pasolini e Rossi, a Nouvelle-vague e a Renais, a Cassavetes e GutierrezAlea, entre outras características encontradas no filme "Cidade de Deus", como o dinamismo,como a estrutura ágil, como os avanços e recuos no tempo, remetem a uma linguagemessencialmente moderna. Contudo, alguns elementos devem ser analisados cuidadosamentecom base em discussões teóricas mais recentes. Este trabalho propõe discutir o filme "Cidadede Deus"(Fernando Meirelles, 2002)no contexto da discussão teórica sobre o "Cinemamoderno brasileiro" desenvolvida por autores como Ismail Xavier.12. Imagens da violência Keila Fonseca e Silva (Aluna do Departamento de Artes - UFRN)Ao longo de anos, o cinema mostrou a crueldade da violência, refletindo sobre elabanalizando-a, reinventando-a através de imagens. Por mais de meio século de história oscineastas brasileiros vêm se utilizando destas imagens, tanto pela necessidade de documentara própria história e interferir de alguma forma sobre ela, quanto por esta fórmula temática terse tornado uma constante na história do cinema. Seja em forma de protesto ou buscando osimples entretenimento, a violência sempre esteve presente na cinematografia brasileira que,através de imagens de dor, sangue, guerras, assassinatos, lutas de classe e de poderes, pintousua própria história a 24 quadros por segundo. Neste trabalho, pretendo tratar de um tipo derepresentação fílmica específica da violência no cinema brasileiro: aquela causada pelamiséria e exclusão social. Para isso, serão discutidos filmes como Rio 40 Graus (NelsonPereira dos Santos, 1955), Terra em Transe (Glauber Rocha, 1967), Cidade de Deus(Fernando Meireles, 2002) e Orfeu (Carlos Diegues, 1996).13. “O sonho inspirador”: Vida como arte na Austrália aboriginal. Regina Maria Moreira Guedes (Professora do Departamento de Artes - UFRN)Apresentação de imagens da arte aborígine nos territórios do norte australiano, grupos deMelville e Bathrust, das terras nordestinas Arnlem e centro da Austrália. O domínio dareligião na expressão artística assim como o econômico. Trabalhos desenvolvidos nos últimos30 anos. 21
  22. 22. Anais XI Semana de Humanidades14. As “paisagens” que emanam da obra de Francisco Brennand Rosane Felix Ferreira (Aluna do Departamento de Artes - UFRN)O trabalho visa ressaltar a valorização da paisagem no trabalho escultórico de FranciscoBrennand destacando as possibilidades de interpretação através de enfoques diferentes damesma paisagem. Demonstrando através das teorias da Geografia Cultural a influencia mútua(de causa e conseqüência) entre a história da paisagem e sua modelagem pela cultura,evidenciaremos o papel das representações como interpretações simbólicas do ambiente. Istogera ainda o entendimento das percepções das paisagens em relação as nossas escolhasestéticas e ideológicas.15. A imagem como elemento explicativo na habitação familiar do RNApresentadores: Flávio César Nunes Gurgel (Aluno do Curso de Ciências Sociais-UFRN) Luciana de Medeiros Santos (Aluna Especial do Mestrado em Ciências Sociais- UFRN) Francisco Sales da Costa Neto (Aluno do Curso de Ciências Sociais-UFRN) Marilú Albano da Silva.Demais autores: Sílvio Andrade Costa Éliton de Souza Costa Maria Adeilza P. da Silva Cristina Grimaldi GregórioEste trabalho procura mostrar o resultado parcial da pesquisa sobre a organização e autilização dos espaços das habitações rurais realizada pelo Grupo de Estudos “ItineráriosAntropológicos para Pesquisa Visual”. Um dos objetivos primordiais da antropologia semprefoi o de contribuir para uma melhor comunicação intercultural, o uso das imagens, muito maisque o de palavras, contribui para essa meta, ao permitir captar e transmitir o que não éimediatamente transmissível no plano lingüístico. Certos fenômenos, embora implícitos nalógica da cultura, só podem explicitar no plano das formas sensíveis o seu significado maisprofundo. O uso da imagem fixa como elemento de análise no estudo de aspectos sócio-culturais de espaços rurais específicos é de fundamental importância, na medida em que estasauxiliam e demonstram como as famílias de baixa renda do Rio Grande do Norte criam,interpretam e vivem as suas habitações. Na pesquisa de campo, além do uso intensivo daimagem fixa, a metodologia foi complementada por entrevistas, observação e descriçõesetnográficas. 22
  23. 23. Anais XI Semana de Humanidades16. Praças natalenses: basta abaixar as persianas e fechar os postigos Edivania Duarte Celestino (Aluna Especial do Doutorado em Ciências Sociais - UFRN)O espaço púbico nos centros urbanos tem mostrado uma capacidade renovada de provocarquestionamentos, reflexões e inquietações. Matéria polêmica, considerada objeto de decisõessubjetivas, políticas e até mesmo emocionais, sua conceituação divide opiniões, além de gerarconflitos no sentido de permanências e mudanças. A partir do discutido processo defragilização e esvaziamento do seu conteúdo simbólico, a questão se complexifica ganhandouma nova dimensão, quando se percebe uma postura de determinismo degenerativo, exaustãoe conformismo com relação a esse espaço. A aparente perda da importância simbólica desseobjeto, acrescida de outros elementos que permeiam a cidade contemporânea, estimula novasincursões sobre os espaços públicos. Afinal, alerta alguns pesquisadores (JACOBS, LYNCH),se deixarmos que os contatos interessantes, úteis e significativos entre os cidadãos se reduzama relações privadas, a cidade esclerosar-se-á. Assim sendo, tomando-se em conta um certoalheamento da população natalense em relação as praças da capital, e por outro lado o próprioprocesso de deterioração evidenciado por vários desses espaços, definiu-se determinar comotema de investigação: Praças Natalenses: basta abaixar as persianas e fechar os postigos,objetivando investigar o aparente processo de perda simbólica e valorativa desses espaços nocontexto da capital potiguar, empobrecimento. 23
  24. 24. Anais XI Semana de HumanidadesGT-03: CIDADE E DESENVOLVIMENTOCoordenadores: Prof. Dr. Ademir Araújo da Costa (Departamento de Geografia) Prof. Dr. Márcio Moraes Valença (Departamento de Geografia) E-mail: marciovalenca@ufrnet.br Local/horário: Setor de aula V, Bloco G, sala 1 e 2, 30 lugares, terça e quarta, 20 e 21 de maio, 14:00-18:00h.De forma geral, a cidade contemporânea tem se apresentado mais permeável aos movimentos docapital em sua dinâmica globalizante. Tal permeabilidade tem resultado da “necessidade” deadaptação a novos condicionantes gerais, o que tem induzido transformações tanto na dinâmica desua interação com outras cidades e com a região em que se insere como também, e principalmente,na organização espacial intra-urbana. Guardadas as devidas diferenças entre cidades de variadosportes, localizações, etc., o GT visa discutir questões – tanto teóricas quanto práticas – relativas aosproblemas urbanos e de desenvolvimento do mundo atual e sua construção histórica. Serãoconsideradas propostas de trabalhos sobre os diversos aspectos relativos à expansão urbana e aodesenvolvimento da e na cidade, em particular as que abordarem: 1. os problemas do crescimento urbano; 2. os problemas que resultam da desigualdade, da exclusão e da segregação sócio- espacial; 3. o papel que exercem as políticas públicas, o planejamento urbano e o Direito. 4. o mercado imobiliário; 5. a organização espacial urbana; 6. a interação entre global/local na cidade.O GT não tem foco de área, mas contribuições acerca da cidade e da região metropolitana de Natalserão muito bem-vindas. RESUMOSPresidente da mesa: Prof. Dr. Ademir Araújo da Costa1. A revitalização urbana da Ribeira e o crescimento do Porto de Natal: existeconsenso? Heitor Andrade (Arquiteto/Urbanista e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura da UFRN) heitor_as@hotmail.com.brNos anos 1970, inaugura-se uma nova postura de intervenção, designada revitalização urbana, que,em relação à renovação urbana, busca referenciais mais humanos para o espaço público, além deincorporar práticas anteriores superando-as na busca por uma nova vitalidade (econômica, social,cultural e físico-espacial) para áreas degradadas do centro tradicional. No caso das áreas centrais eportuárias observa-se – além de um desgaste físico de seu conjunto edilício e declínio econômicodas atividades desenvolvidas –, em alguns casos, a resistência devastadora de atividades portuáriascaducas. Ou seja, enquanto em muitas cidades as antigas áreas centrais portuárias – que por séculosforam lugar imprescindível de suas metrópoles – vêm se transferindo para áreas mais espaçosas, pornão mais se adequarem ao espaço físico que ocupam, existem cidades em que o porto seguecrescendo, configurando-se uma ameaça ao patrimônio edilício. Natal enquadra-se claramente neste 24
  25. 25. Anais XI Semana de Humanidadesantagonismo. A aproximados vinte anos segmentos vinculados ao poder público local“desenvolvem” ações justificadas em pressupostos de revitalização urbana, ao passo que o porto dacidade, ainda o mais importante do Estado, amplia suas instalações físicas a fim de aumentar suacapacidade de embarque e desembarque de cargas. Este fato, embora aparentemente contraditório,suscita questionamentos. Neste trabalho nos propomos refletir sobre a realidade de Natal nocontexto das práticas e discursos justificados na revitalização urbana diante do crescimento de seuporto. Pretendemos apresentar resultados que respondam ao seguinte questionamento: em quemedida as concepções formuladas e projetos concebidos para a Ribeira, assim como as açõesimplementadas no bairro, contribuem para a sua revitalização urbana e consolidação como centrohistórico? Com base em pesquisa de dissertação, este trabalho analisa o papel do Setor dePatrimônio Histórico, Arquitetônico e Arqueológico (SPH) da Prefeitura de Natal e da CompanhiaDocas do Rio Grande do Norte (CODERN) no processo de “revitalização urbana” do centrohistórico de Natal.2. Condições de vida e moradia nas vilas do Alecrim e Nova Descoberta-Natal/RN Daniela Karina Cândido (Bolsista PIBIC-CNPq – Departamento de Geografia) danielakarina@ufrnet.br Gilene Moura Cavalcante (Bolsista PIBIC-CNPq – Departamento de Geografia) gimoca@ufrnet.brA questão da moradia precária no Brasil é um problema histórico que chega aos nossos dias demaneira contundente. A população de baixa renda criou no decorrer do tempo, várias formas demoradia – cortiços, favelas e vilas, por exemplo – que não se enquadram nos padrões de qualidade esegurança estabelecidos pelo poder público. Nesse sentido, procuramos estudar a dinâmica e aimportância das vilas na cidade de Natal/RN, dado a carência de estudos e o desinteresse oficial peloassunto. O reconhecimento oficial da existência do problema em Natal aconteceu apenas em 1992,como forma de subsidiar o Plano de Ação para Habitação Popular em Natal (1993-1996) e,posteriormente, em 1994 através do Plano Diretor do Município. Escolhemos o bairro do Alecrim,localizado na Zona Leste da cidade, e Nova Descoberta, na Zona Sul, onde, segundo a SEMURB(Secretaria Especial do Meio Ambiente e Urbanismo), existem 270 e 108 vilas, respectivamente. Otrabalho tem como objetivo traçar o perfil sócio-econômico do morador das vilas, assim comoavaliar as condições de moradia e as relações de inquilinato, através de uma pesquisa piloto, em queserão levantadas informações junto aos moradores de três vilas de cada um dos referidos bairros. Opiloto apresentará os aspectos comparativos iniciais para discussão da temática em questão, que terácontinuidade com uma amostragem maior, a ser levantada posteriormente. 25
  26. 26. Anais XI Semana de Humanidades3. Entre os trilhos e o asfalto: recortes da cidade de Natal-RNApresentadoras: Jane Roberta de Assis Barbosa (Aluna do Curso de Geografia-UFRN) Mariluce dos Santos Souza (Aluna do Curso de Geografia-UFRN)Outros autores: Janaina Maria da Conceição Silveira (Aluna do Curso de Geografia-UFRN) Juliana Maria Duarte Ubarana (Aluna do Curso de Geografia-UFRN) Francisco Ednardo Gonçalves (Mestrando do Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia-UFRN) Josélia Carvalho de Araújo (Mestranda do Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia-UFRN) krammer12@ig.com.brO padrão de desenvolvimento adotado pelas cidades brasileiras aliado a dinâmica do sistemaeconômico vigente, entre outros aspectos, contribuíram significativamente para o aprofundamentodas desigualdades sócio-espaciais. Sendo assim, sinais de exclusão estão presentes na tessituraurbana da maioria das cidades brasileiras. Entretanto, na busca por novos investimentos econômicosas cidades têm investido cada vez mais no embelezamento de algumas paisagens urbanas, que sãoamplamente divulgadas. Natal, capital do Rio Grande do Norte, através de investimentos públicos eprivados se enquadra nesse contexto, tendo como impulso às atividades ligadas ao setor terciário,principalmente o turismo. Entretanto, existem várias áreas da cidade que não se beneficiam de taisinvestimentos e convivem com sérios problemas de ordem sócio-espaciais expressos na paisagem. Apartir de investigação preliminar realizada durante a disciplina de Geografia Urbana, no semestre2002.2, este trabalho se propõe a fazer uma análise comparativa entre as paisagens urbanas de doiseixos viários na cidade do Natal. Um deles, o eixo rodoviário, privilegia um dos trajetos que,geralmente é feito pelos turistas e vai do Complexo Viário do Quarto Centenário e o início da Rotado Sol, na sua porção sul, tendo aproximadamente 5 quilômetros de extensão. O outro, comaproximadamente 10 quilômetros de extensão, compreende o eixo ferroviário realizado pelo tremurbano de passageiros, no sentido norte e vai da Estação Ferroviária no bairro da Ribeira à Estaçãodo Conjunto Nova Natal, no bairro Nossa Senhora da Apresentação. 26
  27. 27. Anais XI Semana de Humanidades4. Privatização e privação dos espaços públicos: quem pode ter, quem quer,quem usufrui? Maria Floresia Pessoa de S. e Silva (Mestranda do Programa de Pós-graduação do curso de arquitetura e urbanismo. Professora do Departamento de Arquitetura e urbanismo da Universidade Potiguar. Técnica da Secretaria Especial de Meio Ambiente e Urbanismo) Marília Nobre (Estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNP) Carla M. B. de Mello (Arquiteta)Na modernidade as intervenções no espaço público priorizaram o fluxo, os movimentos contínuosque dominavam os cenários das grandes cidades. Apesar de ainda hoje áreas verdes públicas seremvistas como pontos estruturadores da malha urbana e importantes elementos no que diz respeito àmobilidade, a discussão do espaço público na pós-modernidade destaca no seu discurso o resgatedas funções de sociabilidade e estímulo à noção de vizinhança perdidos no racionalismo moderno.Contudo, distanciando-se do que diz a teoria, na prática verifica-se a multiplicação das formas deapropriação dos espaços públicos, tanto das áreas comerciais quanto residenciais. O abandono destespelo poder público e pela comunidade, que passa a vê-los como espaços de perigo e palco daviolência, abre caminho para que sejam invadidos e ocupados ilegalmente, seja por uns que nelesvêem a única oportunidade de sobrevivência ou pelo oportunismo de outros. Esse processo deprivatização resulta em parte, como defendem alguns, da incapacidade do poder público quanto aprovê-los e mantê-los. Outros discutem se são causa e/ou conseqüência das novas relações sociais emodos de vida. Em meio a esta discussão maior, projetar novos e reabilitar velhos espaços públicos,hoje, exige mais que atender aos percentuais ideais de área verde/habitante preconizados pelaOrganização Mundial de Saúde. As propostas contemporâneas devem ser capazes de responder anecessidades e expectativas de seus usuários de idades, níveis de renda e contextos sociaisdiferenciados. Também, devem prever e permitir o máximo de atividades possíveis, priorizar oconforto, induzir práticas sociais, estimular esportes e brincadeiras lúdicas que contribuam para aformação e educação das crianças e jovens, de forma a colaborar para a redução dos índices decriminalidade e violência urbana. Este estudo tenta discutir esses aspectos aqui colocados, a partir daanálise de um espaço público alvo de uma proposta para concessão privada, localizado na cidade doNatal. Busca debater até que ponto soluções de caráter social atendem intenções privatizantes e sãofavorecidas pela fragilidade do exercício da cidadania e enfraquecimento ou inexistência de umaarticulação da população como meio possível de reverter processos.5. A figura do Plano Diretor como instrumento de planejamento urbano Maria Eleonora Silva de Macedo (Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo-UFRN)Orientador: Ademir Araújo da Costa (Prof. Dr. do Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia-UFRN)O presente artigo trata da análise atual do papel do plano diretor, como verdadeiro instrumento dapolítica urbana, colocando a sua forma mais adequada de ser elaborado e a real necessidade da sua 27
  28. 28. Anais XI Semana de Humanidadesimplementação pelos governos municipais. Trata também da forma de participação da sociedade emtodas as fases do processo, bem como a necessidade dos governantes se adequarem à nova realidadede condução das cidades, procurando sempre buscar soluções inovadoras mais coerentes eadequadas as realidades e a capacidade local de gestão.6. Construção de um Ranking dos bairros de Natal segundo alguns indicadoresde precariedade econômica e social de seus moradores José Aldemir Freire (IBGE-RN) Maria Alzenira da Silva (IBGE-RN) Débora Barbosa Silva França (IBGE-RN)A elaboração e implementação de políticas sociais num contexto de restrições financeiras exige, daparte dos gestores destas políticas, a definição de prioridades ancoradas em informações objetivas,quantificáveis (na medida do possível) e passíveis de acompanhamento temporal, de modo a seavaliar a eficácia e a eficiência dessas políticas. O presente trabalho procura apresentar um painel dealguns indicadores econômicos e sociais dos bairros de Natal, como forma de subsidiar aelaboração, a execução, o acompanhamento e a avaliação de políticas públicas voltadas para oatendimento de carências sociais e econômicas (sobretudo daquelas direcionadas para crianças eadolescentes), fornecendo, no final, um Ranking de Precariedade Econômica e Social dos Bairrosde Natal/RN. Na elaboração desse Ranking utilizamos um conjunto de indicadores composto porsete variáveis: 1) Renda Média Nominal Mensal dos Responsáveis Pelos Domicílios; 2) RendaMediana Nominal Mensal dos Responsáveis Pelos Domicílios; 3) Número Médio de Pessoas PorDomicílios; 4) Taxa de Alfabetização das Pessoas de 5 Anos ou Mais; 5) Percentual de Domicílioscom Abastecimento de Água Pela Rede Geral; 6) Percentual de Domicílios Com Banheiro; 7)Percentual de Domicílios Com Coleta de Lixo. Os bairros de Guarapes, Salinas, Redinha, FelipeCamarão e Planalto apresentam os maiores índices de precariedade, necessitando, portanto, depolíticas sociais ativas e concentradas, para reduzir as disparidades sócio-econômicas que os separados demais bairros. Os bairros de menores precariedades são: Capim Macio, Tirol, Barro Vermelhoe Petrópoles.7. Comunidade África: três contextos de uma segregaçãoApresentadores: Rafaela Araújo da Silva (Aluna do Curso de Geografia-UFRN) lipietzaraujo@bol.com.br Salim Kalil Aby Faraj Filho (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) salimfaraj@ig.com.brDemais autores: Hanyel Pessoa Paiva (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) James Josino Nascimento (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) Daniela Karina Cândido (Bolsista PIBIC-CNPq do Departamento de Geografia-UFRN)Segundo dados da Secretaria Municipal de Trabalho e Ação Social (SEMTAS), Natal/RN possui 70favelas com cerca de 16.000 barracos distribuídos em 28 bairros, nas quatro zonas administrativasda capital. Nesse sentido, procuramos analisar a expressão da segregação sócio-espacial imposta na 28
  29. 29. Anais XI Semana de Humanidadescidade de Natal, tendo como recorte espacial à porção Norte, mas precisamente a “ComunidadeÁfrica” que é uma favela localizada no bairro da Redinha e está assentada numa área de preservaçãoambiental (mangue e dunas) pertencente ao Patrimônio Municipal. É considerada pela SEMTAScomo área subnormal, possuindo 2023 habitantes distribuídos em 550 habitações, onde convivem743 famílias. Foram feitos levantamentos de dados primários junto a moradores da favela, através deentrevistas pré-elaboradas aplicadas em 10% das moradias. Com isso traçamos um perfil sócio-econômico da mesma, o qual observamos a segregação em três contextos. O primeiro, se refere aopróprio nome da favela – Comunidade África – que foi imputado fazendo referência à miséria docontinente africano; o segundo, pelo fato de estar localizada na Zona Norte, região administrativaassociada à pobreza no imaginário natalense; e terceiro, por estar socialmente excluída da dinâmicaurbana do bairro. Portanto, a Comunidade África, se constitui num espaço com profundas carênciasquanto à infra-estrutura e ao acesso a serviços públicos, como escola, transporte, posto de saúde,entre outros.8. O desafio da sustentabilidade urbana no município de Natal: uma análise doprojeto de intervenção urbanística na favela Passo da Pátria Jennifer dos Santos Borges (Departamento de Arquitetura – UFRN) jenniferborges@bol.com.br Ângela Lúcia de Araújo Ferreira (Departamento de Arquitetura – UFRN) angela@ct.ufrn.br Ruth Maria da Costa Ataíde (Departamento de Arquitetura – UFRN) rmcataide@ufrnet.brA intensificação de problemas sócio-ambientais, advindos do crescimento urbano, tem alertado omundo para a necessidade do estabelecimento de uma nova consciência em torno do futuro dascidades evidenciando-se preocupações com a sustentabilidade dos recursos naturais e uma maiordemocratização dos serviços urbanos. Assim, a noção de desenvolvimento passou a incorporar àvariável econômica, os aspectos sociais, ambientais, políticos e culturais com vistas aoestabelecimento do bem-estar comum. No Brasil, a regulamentação do Estatuto da Cidade (2001),demonstra um importante avanço nas práticas urbanísticas vigentes. Para Natal, o Estatutorepresenta um reforço às diretrizes do seu Plano Diretor que, desde 1994, já orientava o poderpúblico para a gestão democrática da cidade, com ênfase na proteção ambiental e no cumprimentoda função social da propriedade. Para investigar como esse processo se rebate nas políticas públicasde intervenção urbanística em Natal, analisou-se o projeto de urbanização da favela Passo da Pátria.Este, configurando-se como uma das primeiras iniciativas de intervenção em favelas no períodorecente, explicita em seus objetivos, uma preocupação em viabilizar o modelo de gestão contido noPlano Diretor para o tratamento de Áreas Especiais de Interesse Social (AEIS). No entanto, afragilidade das soluções apresentadas revela uma inconsistência da proposta no que diz respeito àsustentabilidade do projeto. Nesse contexto, considerando o significado deste para a consolidação deum novo modelo de gestão urbana, este trabalho propõe-se a analisar o seu desenvolvimento(concepção, implantação etc.), com vistas a compreender as dificuldades que se apresentaram noprocesso, procurando, também, identificar mecanismos de superação das mesmas com vistas aoaprimoramento dessas práticas no município de Natal. 29
  30. 30. Anais XI Semana de Humanidades9. Crescimento urbano na Zona Oeste de Natal Pedro Celestino Dantas Junior (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) pedrojunior.geo@zipmail.com.br pedojunior.geo@bol.com.brO crescimento demográfico nesses últimos trinta anos em Natal, por diversos fatores, fez com que osolo urbano ficasse muito caro e, conseqüentemente, inacessível à população mais carente, vindo dediversas cidades do interior e de outros lugares a procura de melhores condições de vida. Comoconseqüência, as dunas de Natal, principalmente na Zona Oeste da cidade, foram as mais afetadaspor esse problema. O objetivo deste trabalho é mostrar o crescimento urbano nesta Zona de Natalem direção as dunas, fazendo uma análise dos aspectos sócio-ambientais, detectando os principaisaspectos que impulsionam esse crescimento, e que faz com que tal paisagem seja, assim, alterada. Aárea estudada neste trabalho compreende as dunas localizadas nos bairros de Cidade da Esperança,Cidade Nova, Felipe Camarão, Nova Cidade e Guarapes, onde foi detectada um número acentuadode moradias impróprias e irregulares, sem nenhum tipo de saneamento básico, uma vez que seencontram em Zonas de Proteção Ambiental, ou seja, em dunas, as quais filtram a água das chuvas eé a maior responsável pelo abastecimento do nosso aqüífero.10. O parcelamento do solo e a formação de espaços de pobreza na Zona Nortede Natal-RN: um estudo de caso. Alexsandro Ferreira Cardoso da Silva (Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo-UFRN) alexsandroferreira@hotmail.comO Brasil apresentou, nos últimos 50 anos, uma vertiginosa urbanização, com quase 82% da suapopulação vivendo atualmente em cidades. Tal processo de adensamento trouxe consigo um amploleque de desigualdades sociais relacionadas diretamente com a qualidade e estruturação dashabitações nestes espaços urbanos, mormente a questão da dicotomia “legal-ilegal”, referente àpropriedade do solo urbano e das edificações; ressalta-se ainda a segregação sócio-espacial nasextensas periferias, ocupadas por uma população de baixa renda com graves problemas de infra-estrutura e serviços públicos. Na cidade de Natal, a produção do espaço seguiu articulações queevidenciaram a formação de “periferias segregadas” contra “espaços integrados”, ou melhor, umadiferenciação sócio-espacial através dos diversos agentes produtores do urbano. O presente trabalhointenta perscrutar este processo, tendo como estudo de caso a periferia norte de Natal-RN, ou ZonaNorte, investigando o tipo de parcelamento do solo (Regular, Irregular e Clandestino), de cunhoprivado, ocorrido no período de 1957-1990 e relacioná-lo com dados sociais do período. A hipóteseinicial é a de que a expansão habitacional ocorrida em Natal, e na Zona Norte, nos últimos 30 anos,seguiu um modelo de urbanização periférica, primordialmente através da segregação da populaçãomais pobre, em áreas específicas da cidade, com formação de “espaços de pobreza”. Nesse sentido,a construção de conjuntos habitacionais, pelo estado, e loteamentos privados, a maioria ilegais,consolidou extensas áreas com características de segregação e exclusão urbanística. 30
  31. 31. Anais XI Semana de Humanidades11. Natal em fevereiro de 1943 Pablo Gleydson de Sousa (Bolsista PIBIC-CNPq) pabluriel@bol.com.br Giovana Paiva de Oliveira (Professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo- UFRN) giovana@ufrnet.brO presente trabalho visa observar o cenário da cidade do Natal durante o mês de Fevereiro de 1943,período em que ocorreu o evento da Segunda Guerra Mundial. A partir de dados coletados no JornalA República, foi possível visualizar como a cidade reagia ao impacto a que foi submetida, osproblemas surgidos e como conviveu com as repercussões deste evento, uma vez que viveu umaumento vertiginoso de sua população em um curto espaço de tempo. Na primeira metade da décadade 40, a cidade passou por rápidas transformações, advindas do grande número de estrangeirosrecebidos com a Guerra, com a migração provocada pela seca (flagelados do interior do RN) e depessoas do resto do país, principalmente militares e funcionários públicos federais. Semplanejamento prévio para receber tamanho fluxo populacional (“alienígenas”), a cidade enfrentouproblemas como: racionamento de alimentos; aumento da procura de moradia, elevação dos preçosdos alugueis, favorecendo o surgimento de hotéis, pousadas e pensões; racionamento de água; eredução da cota de combustível para a população. Estas transformações atingiram o modo de vida dapopulação, que perdeu seu ar provinciano e realçou suas características cosmopolitas. A posiçãogeográfica da cidade lhe conferiu destaque ao servir de importante porto para o escoamento deaviões das forças norte-americanas através do “aeródromo” de Parnamirim. Esse impacto sobre acidade pode ser comprovado através dos relatos das visitas de diversas autoridades americanas erepresentantes do Governo Federal ao Interventor Federal, Dr. Rafael Fernandes. Esses pequenosaspectos permitem vislumbrar a vida na cidade no período, e buscar responder, em partes, algunsdos pormenores de seu atual cenário urbano e social.12. Espacialização de serviços de infra-estrutura básica de Natal/RN: saúde,educação e segurança pública.Apresentadora: Elisabete Ferreira da Silveira (Bolsista PIBIC-CNPq do Departamento de Geografia- UFRN)Autores: Edílson Alves de Carvalho (Prof. Dr. do Departamento de Geografia-UFRN) Rita de Cássia da Conceição Gomes (Profa. Dra. do Departamento de Geografia-UFRN) Elisabete Ferreira da Silveira (Bolsista PIBIC-CNPq)Nos últimos 30 anos tem-se percebido um rápido crescimento urbano nas médias cidades brasileiras.Isto pode ser entendido pela desmetropolização nos grandes centros e concentração de serviços eoutras atividades em determinadas regiões ou cidades do país, proporcionando, assim, maior ofertade trabalho e acarretando um dos fatores propícios à migração. Políticas de desenvolvimentoimplementadas pelo Estado brasileiro, cuja base estava no enfoque de uma “área pólo” no intuito dea partir desta o desenvolvimento se irradiar por todo o estado, contribuiu para que Natal hoje ostentea população de 712.317 habitantes (IBGE/2000), apresentando em sua trama urbana disparidades 31
  32. 32. Anais XI Semana de Humanidadessociais que se evidenciam, por exemplo, na espacialização de serviços de infraestrutura básica comosaúde, educação e segurança pública. Tal fato reflete o denominado processo de “exclusão porinclusão”, na medida em que exclui no acesso a um melhor atendimento e oferta de serviços,inerentes a reprodução de boas condições de vida, a maioria detentora de uma renda mínima que lhegarante apenas uma espécie de subsistência; e a inclui no processo de sucateamento edescredibilidade dos serviços públicos, alimentando, dessa feita, o aumento da comercializaçãodesses serviços ao mesmo tempo em que “força” a população à não mais reclamar soluções e simcriá-las através de cooperativas comunitárias, planos de assistência médica e outros, além deconformar-se ou sentir-se na obrigação cívica de assumir papéis que não lhes dizem respeito, sob oincentivo de programas como os “amigos da escola”, “adote um idoso” e similares. Sem perceber,os “amigos” vão assumindo o que, outrora, era exercido por dever da União, Estados e Municípios.13. Os impactos sócio-ambientais do Complexo Viário Ulisses de Góes na ZonaNorte de Natal-RN Josélia Carvalho de Araújo (Mestranda do Programa de Pós-Gradução e Pesquisa em Geografia-UFRN) jo.car@zipmail.com.br Francisco Ednardo Gonçalves (Mestrando do Programa de Pós-Gradução e Pesquisa em Geografia-UFRN ednardo@ufrnet.brA Zona Norte de Natal tem sido, durante suas três décadas de história, desvalorizada do ponto devista imobiliário, face à precariedade das vias de acesso e aos congestionamentos de trânsitoprovocados pelo intenso deslocamento da população local para outras áreas da cidade. Essacondição impõe à sua população desgaste físico e posição segregada em relação ao espaço urbano deNatal. Visando a amenizar tais problemas, o Estado vem implantando melhorias no seu sistemaviário: duplicação da Estrada da Redinha, melhorias na avenida Tomaz Landim; e, por último, aconstrução do Complexo Viário Ulisses de Góes. Este possibilitou maior fluidez ao trânsito,entretanto, modificou a paisagem local, alterando aspectos históricos do bairro Igapó e provocandomudanças no comércio local, em que algumas vêm sendo substituídas por empresas de maior porte,e outras ainda migrando para a Estrada da Redinha, além de residências que também foramtransferidas. De forma mais expressiva, melhorou a qualidade de vida da população, reduzindo otempo ocupado em congestionamentos de trânsito; apontando também para uma valorizaçãoimobiliária da área, pois começa a atrair novas empresas no entorno da obra. Por meio de pesquisain loco, acompanhando a construção da referida obra, conversando com a população, fazemos umaanálise dos efeitos do Complexo Viário Ulisses de Góes na vida da população da Zona Norte deNatal.14. Região Metropolitana de Natal (retrospectiva e perspectivas do crescimentodemográfico: 1970 – 2010) José Aldemir Freire (Analista Sócio-Econômico do IBGE-RN)A compreensão da dinâmica demográfica de um determinado espaço geográfico e a tentativa de sevislumbrar as perspectivas futuras dessa dinâmica são poderosos instrumentos de planejamento e deimplementação de políticas sociais e econômicas. Tentando contribuir com essa temática, o objetivodo presente trabalho é fazer uma breve retrospectiva do crescimento demográfico da Região 32
  33. 33. Anais XI Semana de HumanidadesMetropolitana de Natal (constituída pelos municípios de Natal, Parnamirim, São Gonçalo doAmarante, Extremoz, Macaíba, São José do Mipibu, Nísia Floresta e Ceará Mirim) desde 1970, bemcomo realizar projeções de crescimento demográfico para a região no decorrer do período 2000-2010. Em termos retrospectivos, a região vem progressivamente ampliando sua participação relativana população estadual. Em 1970 25,8% dos norte-rio-grandenses residiam nos municípiosconstitutivos da RMN, em 2000 esse percentual estava em 39,5%. Essa tendência permanecerá napróxima década, quando a região deterá entre 42,2% e 45,2% da população estadual. Todavia,internamente à RMN a dinâmica demográfica dos municípios foi e será bastante diversa. Omunicípio de Natal apresentou taxas expressivas de crescimento nas décadas de 70 e 80, mas nosanos 90 e na primeira década do século XXI esse crescimento será bastante baixo. Por outro lado, omunicípio de Parnamirim provavelmente irá crescer, pela quarta década consecutiva, a taxasbastante expressivas, aumentando sua participação relativa na população da Região. São Gonçalo doAmarante é outro município que continuará ampliando sua participação relativa. O crescimentodemográfico da próxima década, portanto, reforçará a tendência demográfica das últimas décadas,ou seja, o crescimento da RMN ocorrerá em dois eixos principais: 1) Parnamirim; 2) São Gonçalodo Amarante e Zona Norte de Natal. Essa dinâmica reforça o desafio de que é necessário aimplantação de políticas públicas inter-municipais, e não somente em municípios isolados.15. A força comercial do AlecrimApresentador: Ronaldo Borges (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) ronaldo.borges@zipmail.com.brDemais autores: Marcelo Monte (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) Liovegildo Rocha (Aluno do Curso de Geografia-UFRN) Leila Negrão (Aluna do Curso de Geografia-UFRN) Katherine Ribeiro (Aluna do Curso de Geografia-UFRN)O presente trabalho tem como enfoque principal a análise da trajetória comercial do bairro doAlecrim. Diante desta proposta, realizamos uma pesquisa histórica sobre surgimento e o crescimentoda cidade do Natal dando ênfase ao bairro. Até o final do século XIX Natal se resumia aos bairrosde Cidade Alta Ribeira. Este, tem suas origens relacionadas, principalmente, ao comerciodesenvolvido em função do porto, da população da Cidade Alta e da atividade pesqueira. Ao longodo século XIX, Natal passou por mudanças que estão relacionadas com o seu crescimentopopulacional e pelo deslocamento da atividade da cultura canavieira pelo litoral oriental ocupandotodas as regiões propícias - vales e solos tipo massapê. Paralelamente à cultura canavieira, nointerior se desenvolvia a cultura algodoeira e a atividade pecuária que fornecia carne, couro e forçade tração para as outras duas atividades. A região do atual bairro do Alecrim, que foi o 4º bairro dacidade, ganhava importância comercial por dois aspectos: pela instalação de uma fábrica de sabão,no ano de 1896 e pela ligação com o interior, através da região de Macaíba. Despontavamestabelecimentos comerciais para atendimento da população operária e das caravanas de tropeiros emigrantes, vindos do interior, que aí chegavam com seus produtos e buscando abastecimentos para aviagem de retorno. Queremos assim demonstrar que o espaço do atual bairro do Alecrim, no iníciodo século XX, já refletia as relações sociais e a segregação social praticadas pela sociedade da épocapois já começava a se firmar como um espaço fornecedor de bens para as camadas mais pobres da 33
  34. 34. Anais XI Semana de Humanidadespopulação. De posse desse víeis, o bairro vem, até nossos dias, se reproduzindo social ecomercialmente e adquirindo maior importância dentro da espacialidade da cidade. Em 1941, com ainstalação da Base Naval no bairro do Alecrim e, a percepção do comando militar americano, de quenão poderiam importar todos os suprimentos exigidos pelas tropas aqui situadas, em tempos deconflito mundial, o bairro passa a ser chamado a ampliar suas atividades comerciais. Por essasrazões históricas e o seu desenvolvimento, ao longo do século XX, o bairro do Alecrim se firmoucomo um bairro comercial voltado para as classes sociais mais pobres da sociedade da cidade.Acreditamos que, apesar do crescimento de Natal em direção a novas frentes, com a adoção denovas estratégias comerciais como os “shopping-centers”, pequenos “malls”e comércios de bairro oAlecrim não irá perder seu vigor comercial em função das razões históricas expostas, do modeloconcentrador de renda existente e do achatamento da massa salarial por que vem passando apopulação economicamente ativa.16. Segregação sócio-espacial: uma breve análise sobre as favelas de Natal. Jucicléa Souza Alves (Bolsista PIBIC-CNPq/Base de Pesquisa Unidade Interdisciplinar de estudos sobre a habitação e o espaço construído – DGE/UFRN) Ademir Araújo da Costa (Coordenador da Pesquisa e Prof. do Departamento e do Mestrado em Geografia-UFRN)Este trabalho pretende apresentar elementos impulsionadores do processo de favelização em Natalnos últimos anos. Para compreendermos as transformações do espaço urbano é imprescindível aanalise da produção do produto-habitação, pois esta se torna mercadoria de alto valor no mercadocapitalista e, portanto, responsável pela distribuição espacial da população urbana, como tambémreveladora da segregação sócio-espacial. Este processo inicia-se com a adoção do sistemacapitalista, que, tendo como base um modelo concentrador e excludente, afasta as massas popularesdo direito à moradia, através, principalmente, da precarização dos salários. Assim, as populaçõespobres não estão “aptas” a pagar pelo preço da habitação na “cidade legal”, encontrando comoalternativa de se reproduzirem no espaço urbano, a construção de barracões em áreas próximas aoemprego ou em áreas de desvalorização comercial. Seu estado de inércia ocorre pelo poder público emoradores de bairros nobres, considerarem os moradores das favelas usurpadores do espaço públicoou privado e, por isso, responsáveis pelas más condições de habitação em que se encontram. EmNatal, percebemos que nos últimos anos, o numero de favelas vem aumentando associado com oaumento do percentual da população residente nesses espaços de interesses social. Este fato reflete ainexistência e/ou ineficiência de políticas públicas que minimize ou contenha a ampliação desseprocesso na cidade, sem oferecer, assim, melhores condições de vida para seus habitantes.17. Os objetos imobiliários e a produção do espaço na zona sul de Natal/RN Ângelo Magalhães Silva (Mestre em Ciências Sociais-UFRN)Este trabalho discute a produção do espaço urbano da Zona Sul de Natal/RN, principalmente após osanos 80, quando este espaço da cidade passa a ser mais intensivamente ocupado. A ocupação tevepor objetivo requalificar a cidade frente às transformações mais gerais determinadas pelareestruturação produtiva. Nesse contexto, Natal passa a comportar novos atributos urbanos na formade objetos imobiliários. Vias de acesso, conjuntos habitacionais e estabelecimentos comerciaisforam construídos. Buscando atender às novas demandas da atividade turística como alternativa parao crescimento econômico. Espaços da cidade como a Zona Sul foram requalificados e adaptados pormeio dos novos objetos imobiliários. Neste trabalho a produção do espaço na Zona Sul é vista como 34
  35. 35. Anais XI Semana de Humanidadesum processo de desenvolvimento urbano desigual e seletivo, que levou um novo contingentepopulacional a se estabelecer no local, como também à diversificação de atividades econômicas, aoestabelecimento de um mercado imobiliário mais dinâmico, ao loteamento de glebas e venda deterrenos, e ao surgimento de condições de moradia e de trabalho diferenciadas das antesestabelecidas18. Pioneirismo teórico e dificuldades práticas do Plano Diretor de Natal Maria Floresia Pessoa de Souza e Silva (Mestranda em Arquitetura e Urbanismo do DARQ da UFRN) Nelma Sueli Marinho de Bastos (Mestranda em Arquitetura e Urbanismo do DARQ da UFRN).O Plano Diretor de Natal, Lei Complementar Nº 07 de 05/09/1994, foi elaborado em conformidadecom os princípios norteadores do Movimento de Reforma Urbana. O processo envolveu aparticipação popular, através de reuniões nas comunidades, discussões com associações de classes eentidades civis organizadas, conselhos comunitários etc. As propostas também foram debatidas, emparticular, com os setores privados e amplamente discutidas tanto no Conselho de PlanejamentoUrbano e Meio Ambiente (CONPLAM), como na Câmara Municipal do Natal. Este instrumentopreconizava uma nova visão de cidade e assim, muitos avanços se consolidaram a partir das idéiasvanguardistas nele contidas, que se apoiaram em instrumentos jurídicos, fiscais e urbanísticos, quepossibilitariam, em tese, uma gestão mais justa e ambientalmente equilibrada da cidade. Hoje, seobserva que nem todos os instrumentos foram implementados na prática, e que aqueles“implementados”, sofreram alguns desvios de seus princípios constitutivos, ou seja, de sua filosofiaoriginal. Este estudo se propõe a uma breve avaliação, de alguns desses instrumentos, questionandoos seus alcances teóricos e práticos, as dificuldades de implementação, bem como os resultados.19. Cooperação intergovernamental: a experiência do Parlamento Comum daRegião Metropolitana de NatalAutor: Juliano Varela de Oliveira (Bolsista PIBIC-CNPq do Departamento de Ciências Sociais- UFRN)Orientadora: Maria do Livramento Miranda Clementino (Profa. Dra. do Departamento de Ciências Sociais-UFRN)As cidades são espaços que sofrem constantes mudanças diante da globalização. Assoladas porvários problemas sociais, elas passam por reconfigurações que abalam sobremaneira suas estruturas.Nesse clima de remodelagem estrutural, as chamadas regiões metropolitanas aglutinam problemasclássicos e contemporâneos que requerem atenções especiais por parte dos governos. No Brasil, apartir da Constituição Federal de 1988, a questão metropolitana foi relegada a segundo plano. Natentativa de redemocratização da sociedade, a referida Constituição passou a dar mais atenção aosmunicípios, e, mesmo valorizando a cooperação intergovernamental, incentiva um municipalismoautárquico e isolacionista. O presente trabalho objetiva identificar e compreender a construção demecanismos de cooperação intergovernamental no âmbito da Região Metropolitana de Natal(RMN). Análise bibliográfica, levantamento de dados secundários, leitura de documentos e 35

×