Curso de saxofone da escola de música de brasília.

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Curso de saxofone

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Curso de saxofone da escola de música de brasília.

  1. 1. / J,...-----,- ­ &2­ ~ CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE / MUSICA DE / BRASILIA N 1 • Apostila: "Saxofone - 150 anos de sucesso". ".-"-i--" ':':':" ';:',i,:,:,:;,,:;:'>-;;;,,:;'iI::'::~:':; ,":;;:;;': '--,'O':;,;':,,::, :i.'ir::":;;;:-",,,..,':::;,;:,:".:,;;,,-, -' :'----cc, 1 r
  2. 2. 150 ANOS DE SUCESSOPor ROBERTO MUGGIATI Sesquicentenário OU saxcentenário? O saxofone teria sido aperfeiçoado no ano de1840, mas só foi patenteado em 1846. Na verdade, amelhor data para comemorar os seus 150 anos é agora: em 1841, na Exposição da Indústria Belga, seu criador, Adolphe Sax, escondido atrás deuma cortinar fazia soar pela primeira vez em público as notas deum saxofone. Depois daquele dia -- graças àestranha tubulação curva cravejada dehastes edechaves - o mundo da música nunca mais seria o mesmo. Foto Arquivo o primeirosaxmaníaco- A vidade Adol­ Um quebra-cabeças de 230 peças---- O sa­ phe Sax foi uma fascinante aventura cul­ xofone pertence ;1 categoria das palhetas, tural. Nascido em 1814, em Dinant, Bél­ como a clarineta, o oboé e o fagote. Estas gica, numa família de fabricantes de ins­ "ia as msdeites da orquestra sinfônica, trumentos musicais, já aos doze anos Ira­ mas Sax -- que construiu o saxofone em balhnva na montagem de c1arinetas. Foi liga metálica --- provou ql1e náo é o ma­ do formato da clarineta baixo que tirou a terial que determina o som de um instru­ inspiração para o saxofone. Inventor ge­ mento, mas a sua anatomia. A clarineta é nial de urna quantidade de instrumentos, 11111 tubo cilíndrico. com o mesmo diâme­ Sax foi um grande teórico das leis que tro de limaextremidade à outra. Já osaxo­ regem a produção dos sons: criou solu­ fone é um tubo cónico: seu diâmetro au­ çôes, pesquisou materiais e - sonhador menta gradualmente e aíestá o segredo de incorrigível- idealizouaté umgigantesco Sax -- não alimenta de maneira cons­ órgão que aproveitaria o vapor das loco­ tante, mas segundo uma razão parabólica motivas e cruzaria os campos emitindo que permite atingir os sons mais graves sons que seriam ouvidos a dezenas de qui­ sem alongar demais o instrumento. lômetros. Por influência do Rei Luís Feli­ O som do saxofone é produzido pela pe, Saxjá haviaconquistado 45% do mer­ vibração de uma palheta, soprada, com cado dos instrumentos de sopro na França maior ou menor pressão, pelos lábios do em 1847. Em 1854, obtinha o título de instrumentista. Esta palheta é uma peque­ "fabricante de instrumentos musicais da na lâmina- de caniçoou junco talhndo-> Casa Militardo Imperador". A má aceita­ fixada por meio ele uma braçadeira ;1 bo­ ção inicial do saxofone peloscompositores quilha introduzida na parte superior do eruditos, a inveja dos concorrentes, uma saxofone. O que determina cada nota é a série de processoscontra rivaisque copia­ maior ou menor abertura do tubo quando vam seus instrumentos - tudo isso levou se dedilha o instrumento, acionnndo 11m~ -c m Saxà falência. Morreu em 1894, quase aos engenhoso sistema de chaves, espátulas, ~ 80 anos, quase na miséria, sem imaginar molase hastesque fazem do saxofone uma~ ~ que o saxofonese tornaria ogrande instru­ maravilha mecânicae 11m qucbra-cahccns .? 9 mento do século que se anunciava. ele nu peças. Adolphc Sax: a pose imperial do inventnr Que conquistaria o século 20.
  3. 3. ii ,~ '5 Eo. Os seis mais famosos membros da família do saxofone: sopranino, soprano, alto, tenor, barítono e baixo. Há, ainda, os imensos contrabaixo e subcontrabaixo. Sax os concebeu alternadamente em mi bemol e si bemol. " ~ ~ o ~ Adolphe Sax- assimcomo o fezpara o sexhotn, a saxotrompa e a saxtuba - con­ cebeu uma família de sete instrumentos para o saxofone: sopranino, soprano, alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo (o Oxford Dictiunary of Music registra ainda um raríssimo subcontrabaixo.) Um quarteto de saxofones é geralmente for­ mado por um soprano, um alto, um tenor e um barítono. Já o naipe clássicodas big bendsé integrado por dois altos, dois te­ nores e um barítono. Com esta sua fa­ mília, Adolphe Sax revolucionaria a mú­ sica do século 20. Sax & Clássico: 150 anos de solidão - O saxofone chegou com duzentos anos de atraso para a música clássica; e cem anos adiantado para a música popular. Alguns compositores eruditos saudaram o seu aparecimento. Hector Berlioz, que sonha­ va com uma "orquestra babilônica" de A tela do alemãoOtto Dlx retrata os anos 2U embalados pelosax, Berlioz, um fã do sax, e sua orquestra "babilónica". F00 Arquivo 476instrumentos, entre os quais cinco sa­ xofones, disse: "Nenhum instrumento que conheço possui esta estranha sonori­ dade, situede lia limite do silêncio. " Georges Bizet, autor da ópera Carmen, usouo saxofoneem L'Arlesienne. Debus­ sy compôs a contragosto, por encomenda de uma ricaça de Boston (que tocava o instrumento) sua bela Rapsódia para Sa­ xofone. Ravel o usou no famoso Bolero; Prokofiev na suite O Tenente Kijé. E Stravinsky foi mais longe, ao compor o Ebony Concerto para uma orquestra de jazz, a de Woody Herman. Villa-Lobos também explorou o saxcom sensibilidade e brasileirice. Hoje, o saxofone erudito tem um sabor de' vingança: aumenta o número de compositores e intérpretes in­ teressados em criar um repertório especí­ ficopara o instrumento; e músicos de van­ guarda (como o minimalistaPhilip Glass) e de jazz (corno Branford Marsalis; no Brasil. Paulo Moura) o trazem, num con­ texto erudito, para o público jovem dos grandes festivais. o sax e a Era do Jllll--- No jazzinicial, o trompete (corneta) era o rei, a clarineta c o trombone seus escudeiros. O saxofone chcgoucomo uma excenfricidadc, um ins­ trumento tocado pelo palhaço nos circos. Invadiu primeiro os espctáculos de me­ nestréis e o teatro de variedades. Com a moda das orquestras de dança, na virada dos anos 191011920, o sax entrou na jazz­ bando Tinha a vantagem de unir a força do trompete à agilidade da clarineta. Podia tocar mais suavemente que os metais, garantindo um bom fluxo melódico para os dançarinos. O saxofone surgiu para irn­ plodir a estrutura do grupo de Jazz tradi­ cionale desencadear aonda das bigbunds. O romancista americano F. Scott Fitz­ gerald batizou a década de 1920 de A Era do Jazz. Foi urna época de loucuras que começou com a Lei Seca (nunca se bebeu tanto...) e terminou como cteck da Bolsa, em 1929. As danças da moda se sucediam, enchendo os salões de senhores de SlllO­ king e de melindrosas de saias curtas, em­ balados pelo som dionisíaco das Jazz­ bands. Foi também a época do fonógrafo e dos primeiros discos, e os saxofones se fizeram ouvir por todas as brechas, colo­ rindo a paisagem com o seu visual e en­ chendo os ares com as interjeições de um mundo eufórico à véspera da tragédia. A Era do Jazz desembocaria na Era do Swing, nos anos 30. King Oliver e Louis Armstrong tinham inventado, na Chicagç de AICapone, a fórmula dos dois trompe­ tes. (Dizem que era para não cansar os lábios, os doisse revezando nossolos.) Os clarinetistas começaram a tocar saxofo­ nes. Os grupos de dança passaram a con­ tratar maissaxofonistas, as orquestras au­ mentaram e se organizaram em naipes (como no batalho): naipes de saxofones, de trompetes, de trombones. O jazz, que era a arte do solista, tornou-se a ciênciado arranjador. Cada saxofonista lia na sua partitura urna melodia ininteligível: só a soma lotai das vozes instrumentais fazia sentido, como numa orquestra sinfônica. Não se sabe se a Era do Rádio inventou o swing ou se o swing Inventou a Era do Rádio. Os dois marcharam juntos através dos anos 30 (Depressão) e 40 (Segunda Guerra). As bigbandsvendiam uma ima­ gem de energia e sucesso, de uma música feita segundo o esquema da linha-de­ montagem industrial. Para a propaganda de guerra, umsaxofone em casa valiaqua­ se tanto quanto urna metralhadora na frente de batalha. 42
  4. 4. 4Gio1c::Ji..A..........ES ID~ S~ (E De» JI~J Sidney Bechet (1897.1959)- Ovelha ne­ gra do jazz de Nova Orlcãs - um clarine­ tista que preferia tocar sax soprano, Bc­ chet brilhou na Europa em 1919,colheu o primeiro elogio de um músico erudito ao jezz (do suíço Erncst Ansermct) e se im­ pôs como um mestre solista da escola tra­ dicional. Viveu os últimos anos em Paris, onde virou nome de rua. Coleman Hawkins (1904-1969) -- Adol­ phe Sax inventou o saxofone. Colernan l lawkins inventou o saxofonista, com um sopro vigoroso e um fraseado muito pes­ soai, inaugurando a era do S<lX solista com uma lendária gravação de /3odysnd SOIlI em 1939. Unindo conhecimentos eruditos a um forte Ieelingjazzístico, Hawkins esti­ mulou músicos mais jovens na criação do betxn: e foi um artista sem época, acima de todas <IS modas. LesterYoung (1909-J959)-- Autípoda es­ tilísticode Ilawkins, Young rivalizou com ele e criou para o sax tenor uma nova sintaxe, que anteciparia o movimento cool dos anos 50. Mais que um simples saxofo­ nista, Young --- o Prcs(ident) --- encarnou a pcison« existencial do saxofonista, com urna roupagem e linguagempróprias. É, ao lado de Charlie Parker, a influência filosó­ fica mais forte que já saiu do jazz e do sax. Charlic Parkcr (1920-1955) -Instrumen­ tista revolucionário e pcrsonagern mítico, Parker -- o Bitd ._-- foi o principal artífice na criação do jazz moderno, em meados dos anos 40. Virtuoso do seu instrumento - o sax alto .- usou sua prodigiosa téc­ nicaa serviço de uma imaginaçãosem limi­ tes. Passou rápido como um pássaro, mas deixou sua marca para sempre, como sím­ bolo da liberdade musical e existencial. John Coltrane (J926-J967) -_. Coltrane aplicou ao sax tenor as lições de Charlic Parkcr e, com uma técnica e criatividade admiráveis, forjou uma nova linguagem para o saxofone. Em SU<l última fase, to­ cando também o sax soprano, foi influen­ ciado pelo experimentalismo do Itee jazz e pelas idéias libertárias dos anos 60, fa­ zendo uma música mais voltada para a introspecção e o misticismo. OrncUc Colcman (1930) - Texano for­ mado nas bandas itinerantes de rhytlnn <Jlld blnes, Colcrnan - com seu sax alto branco de matéria plástica- levou o jazz moderno para o beco sem saída do Iree jazz, no final dos anos 50, rompendo com todas as regras de melodia, harmonia e ritmo. Tocando também sax tenor, trom­ pete e violino, incursionou pela música erudita e, nos anos 70, criou urna "teoria roto Frank Origg,- Collection Foto M,)llr h("IP Foto ArqUIVO ~ SidneyBechet Coleman Ilawklns Leste YOllng ~ '~ '~, ~ .~ .~ ~ o (- " i Charlie Parker John Colírane  nthony Braxton Ptxingulnh» harmolódica,. ao fundir o ticc jazz com o rock pós-Jimi l lendrix e com o Iunk. Anthony Ilraxton (1945) -- Nascido na co­ munidade negra de Chicago, Anthony Braxlon é o retrato do jazzista moderno: intelectualizado, matemático, enxadrista, d{] a suas composições títulos expressos náo por palavras, mas por fórmulas geo­ métricas. Oscila de temas vanguardistas c herméticos a viagens pelo repertório mais convencional, improvisando sobre os sfalle/an/s. Oscila, também. entre os EUA e a Europa. Toca toda a família das flau­ las, das clarinctas e dos saxofones. Para Adolphe Sax, seria o provador de instru­ mentes ideal. Os herdeiros de Pixlnguínha No co­ meço foi Alfredo da Rocha Viana, o Pi­ xinguinha. e seus chorões. Nos anos 20, ele trocou a flauta tradicional por um sax tenor e, já no final da década, gravava o histórico Carinhoso. Pixiuguinh» criou urna escola de sax no Brasil: é comum. em partituras modernas, a notacáo "estilo Pi­ xingninha". As grandes orqucsl rns da Era do Rádio também foram celeiros de saxo­ fonistas, como Moacir Santos (hoje radi­ cado nos EUA). Moacir Silva (que gra­ vava sob o pseudónimo Bob Heming) c o Maestro Cipó. Nos anos 50, a imprensa descobriu o lendário saxofonista ameri­ cano Booker Pittman, no Norte do Para­ ná, e surgiu a estreia de Casé, o sax alto modernista que tocava com Dick Farney. Nos anos 60, a figuta mais brilhante foi Victor Assis Brasil, morto prematura­ mente em 1981. Paulo Moura (da tradição sambista c chorona) c o multiinstrumen­ tista Hcrrncto Pascoal (de uma terra rica em sax-Iorrozeiros] abriram raminho para uma nova geraçiio de "sopristas" hrasilei­ ros, como Mauro Senisc, Nivaklo Orncl­ las, Raul Mascarenhas, Zé I,uís, Zé No­ gueira, Leo Gandelman-i- toda umacons­ telação que mantém o instrumento do ve­ lho Adolpho Sax na crista (/;1 onda bra­ sileira.
  5. 5. keproduçêo FotoWemeraros ,.;~, ,/ ~'!i ~i;Ç i!'j) . 'j{, ... ~I O saxna líteratura: O SiX""ofone Balxo, do tcheco JosefSkvorecky, O saxno cinema: Dexter Gordonnas sarjetas de Paris em Por Voita da Mela Noite. ~' ...r,..... ,",'_'.'" Capa do livrode hlstõrla-em-qaa­ drmhos-com-trllha-sonora Borney e o Nota Azul. É horadesax-appeal-> Apesar deser este o século da rebelião feminista, a mulher na música foicristalizada no papel de can­ tora. Debussy ficou horrorizado ao ver Elisa Hall tocar saxofone e relutou em compor a Rapsódia para Saxofone que a milionária lhe havia encomendado. Gru­ posde mulheressaxofonistas eram umes­ petáculo excêntrico estimuladodurante os loucos anos 20 (lembram-se da banda do filme QuantoMais Quente Melhor?) Nos anos50,a CalifornianaViRedd rompeu a barreira do sax e se firmou como instru­ mentista,chegandoatocarcoma bigband de Count Basie. Nos anos 60, a composi­ tora Carla Bley adotou o saxofone, em­ boraseja maisconhecidahoje comotecla­ dista.Nos70,surgiuJane Ira Bloom,con­ sideradaum dos melhoressaxofonista (de ambos os sexos) da praça. No rock, por seu visual exótico, o sax abriu as portas para asmulheres,comoa milanesa topless Jo Squillo, de 25 anos, e a holandesa Candy Duifer, de 21. E as inglesas do quarteto The Fairer Sax fazem de tudo, tocando de Bach ao bluese de Bechet ao bebop. Sax não tem sexo. Notas e letras: o sax na literatura - Exis­ tencialista com toda a razão, o sax entra nas páginas da literatura moderna pejo romance A Náusea, de Jean-Paul Sartre: o hit dos anos 30, Some of These Days, pontilhado por um sax dolente, sai da vi­ trola e dissipa o tédio existencial. Nos anos50,o saxfaza adrenalinacorrer solta na veia dos heróis da beet generation. Jack Kerouac entroniza saxofonistas nos seusromances,usa até alguns delescomo personagens e inventa a jezz/poetry, reci­ tando ao acompanhamento dos saxes de AI Cohn e Zoot Sims. A Europa Central também entra na dança: em O Saxofone Baixo (1977), o tcheco Josef Skvorecky evoca os tempos do nazismo, em que as pessoas arriscavam a vida por discos de jazzeemqueoscondenadosdecamposde concentração espantavam a morte com uma banda chamada The Ghetto Swin­ gers.NoConeSul,Borgesmencionou "as tempestadesdo jazz" e JulioCortazar de­ dicou toda uma novela (EI Perseguidor) ao saxofonista Charlie Parker. No Brasil - onde escritores como Luís Fernando Veríssimo e CarlosEduardo Novaes con­ servam o humor tocando saxofone - a imortal Lygia Fagundes Telles exaltou o instrumento num conto erótico, Apenas um Saxofone, em que o herói ama o sax com mais ardor que o sexo. Na Europa, existe todo um filão da literatura policial dedicadoao saxofone(comoSaxo-faune, de Gilbert Tanugi, na Série Noire). E o mestre da espionagem John le Carré foi fundo em seu livro A Casa da Rússia: o herói é um sax tenor enrustido que de repente abandona uma operação secreta vital para se perder na fumaça de uma boate da periferia num longo e liberador solo de saxofone. o som 24 fotogramas por segundo ­ Ainda não se fez o grande filme sobre o saxofone. Nos anos 30!40, ele aparecia anônimonasorquestrasdosgrandesmusi­ cais. A valorização elo jazz pela beet ge­ neretiondeu doisfilmes em 1960: OsSub­ terrâneos da Noite, baseado no romance de Kerouac, erit que o saxofonista Gerry Mulligan toca e faz um pequeno papel; e A Taberna das Ilusões Perdidas, em que TonyCurtis é um saxofonista apaixonado porumadançarina. Curtisé tambémsaxo­ fonista, disfarçado em mulher e apaixo­ nado pela colegade banda Marilyn Mon­ roe, nacomédiaQuantoMaisQuenteMe­ lhor (1959). A grande love story cantora! saxofonista é contada nos anos 70 por Martin Scorsese em New York, New York, opondo LizaMinnelli e Robert De Niro (que dedilha um sax convincente, enquanto quem sopra na trilha é o vetera­ noGeorgieAuld). Em A Conversação, de FrancisCoppoIa,o atar Gene Hackmané um especialista em grampos telefônicos tarado por sax. O tenorista argentino Gato Barbieridá oclimado ÚltimoTango em Paris com seusax na trilha sonora. No Brasil,o herói de Um TremPara asEstte­ Ias é um saxofonista. Um saxofonista de circorusso(Robin Williams) foge para os EUA em MoscouemNova Iorque(1984), de Paul Mazursky. E a nova sensaçãodo cinemarusso pós-glasnost - PavelLoun­ guine, o diretor premiado de Cannes em 1990 - apresenta um saxofonista como heróino seu filme TaxiBlues. Finalmente os anos 80 se debruçaram seriamente so­ bre o saxofonista em Bird, de Clint East­ wood (ex-pianista de jazz), baseado em CharlieParker; e Por VoltadaMeie-Noi­ te, calcado na figura de Lester Young e interpretado pelo tenorista Dexter Gor­ don,que quase rouboude PaulNewmano Oscar de Melhor Atar. .. Sax-comlx: uma nota em cada tira ­ Existe na Europa toda uma literatura de histórias em quadrinhos especializada no saxofone. Na Itália, os tumetti já fizeram de tudo, até umabiografiaem quadrinhos de CharlieParker. Na Françae na Bélgica - pátria de Adolphe Sax - existe toda uma vertente de quadrinhos em climade filme policial abordando o saxofone. (Os 'mocinhos, é claro, empunham os saxes, contra as metralhadoras dos bandidos.) Os cotnix americanos e ingleses também exploramepisodicamenteo saxofonepara dar atmosfera a suas histórias. Mas os franceses são os responsáveis pela última inovação: uma história em quadrinhos (Barneyet laNote BJeue) que vem acom­ panhada de um CD (LP ou K7) com a "trilha sonora", interpretada pelo sax­ tenor Barney Wilen. Começou a era dos sax-quadrinhos audiovisuais, 44
  6. 6. Vendendo de tudo com o sax-symbol ­ Nasúltimasdécadas, a publicidadedesco­ briu o engenho de Adolphe Sax e o tem usado para vender de tudo: jeans e cami­ sas, bebidas e cosméticos, automóveis e aparelhosde som, cigarrose serviçosban­ cários. No Brasil, o saxofone foi usado numa campanha dos serviçostelefônicos. As explicações para o fenômeno variam, citando até Marx e Freud. No fundo, tal­ vez nem Sax explique o fascínio que seu instrumento - pintado em ouro com in­ crustações de madrepérola e baseado puramente nas leisda mecânica- exerce competindo,com os robôs da era dígito­ eletrônica. E a vitória do visual retrô do séculopassadosobreo design frioe impes­ soal do nosso tempo. Invadindoo espaçourbano - Um só sax àsvezesnão basta. As tentativas de multi­ plicara ação do instrumento vão desde as acrobacias individuais de um Roland Kirk - já nos anos 50 ele inova, soprando e dedilhando dois ou três saxes ao mesmo tempo, comum apito de carona na narina - até os modernos grupos só de saxes, como o Wórld SaxophoneQuartet. E, le­ vandoa loucura àsúltimasconseqüências, umagrupamento francês, o Urban Sax­ cuja formação pode variar de uns 30a até mais de 100 saxofonistas, monitorizados por wslkie-tslkies - costuma invadir as cidades (lojas como as Galéries Lafa­ yette, de Paris) e locaishistóricos(os jar­ dins de Versalhesou os canais de Veneza durante o carnaval), ocupando o espaço urbanocomosseuszumbidos,fantasiados de elmos e de máscaras como um ataque de insetos-gigantes ou seres de outros pla­ netas. Saxoterapia: dos pulmões ao coma ­ Adolphe Sax patenteou outros inventos, além de instrumentos musicais. Em 1867, ganhou um prêmio na Exposição Univer­ sal por seu aparelho vaporizador de alca­ trão, destinado a aliviar as doenças do peito e das vias respiratórias, a combater as febres e epidemias e a purificar o am­ biente de hospitais, açougues e matadou­ ros. O aparelho foielogiadopor Pasteur e aprovadopela Academia de Ciências. Sax aplicouesta idéia a outro invento, um hí­ brido: o saxofone-inalador-higiênico, gra­ ças ao qual os saxofonistas de brônquios frágeis podiam purificar os pulmões e ao mesmo tempo praticar o instrumento. O grande saxofonista do rock-jazz David Sanbom adotau o instrumento na adoles­ cência por recomendação médica, para fortalecer os pulmões depois de passar uma temporada atrelado a um pulmão ar- Foto LenaMU99iati tificial, vítimada poliomielite. E hoje, em Michael Brecker, num festival de jszz, Inaugura o sax-slntetízador.Marselha,na França, no únicocentro mé­ dico do mundo especializado em coma, o saxofoneé usadopara recuperar pacientes .fil comatosos, resgatando-os, com os sons ~ mágicos do instrumento, do mundo vege- ~ tativo em que foram aprisionados. '" o sopro ligado na tomada - Quando os sintetizadoresMooginvadiram a praia dos anos 60 e roqueiros como Jim Hendrix distorceram os sons de suas guitarras elé­ ............ GoI tricas com o uso de pedais e uauás, os .;';F:'~ .~~~~ ~~;~~~ ~~n~~ ~~ jazzistastentaram imediatamenteamplifi­ car o saxofone. Não encontraram uma solução técnica ou artística satisfatória. Entre outras novidades, músicos como Lee Konitzusaramovaritone, umdisposi­ tivo que permitia acrescentar ao som do sax uma imitação harmônica no registro grave. Finalmente, nos anos 80, os japo­ neses lançaram no mercado o sax­ sintetizador. O tenorista Michael Brecker adotou o EWI (Electronic Wind Instru­ ment) da Akai, uma pequena barra me­ tálica de secção quadrada com pequenas hastese parafusos no lugar das chavesdo saxofone, acoplada a um sistemaque per­ mitetantasmanipulaçõessonoras quantas as de um teclado-sintetizador. A Yamaha atacou com o seu WX7WindMIDI Con­ troller e, recentemente, a Casio lançou um produto mais barato, o Digital Horn, espéciede minissax gordote, que permite fazer sons interfaceados até mesmo sem o uso do sopro. O problema principal dos o sax na publicidade: anúncio de um saxofones eletrônicos é quetodoselessoam modelo Volkswagen em revistaitaliana. comaqueletimbrefanhoso dosrobôs. Até O saxofonlsmo: cenasdo Urban Sax agora, nadaseinventou, nosmaissofistica­ numa revista francesa. O sax como doslaboratórios deeletrônica, quesupereo terapia: recuperaçãode comatosos num velhoe honestosomdo instrumento criado centro especializado de Marselha. há 150 por Adolphe Sax. Ial -.. ! :;
  7. 7. / -- ----l vi­ ai:::::::~==---I -z> CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE ,/ MUSICA DE ,/ BRASILIA N 1 . Método Hubert Prati Pgs. 01 a 04 Lições O1 a 22 / t~ p " ~' D',:":. <-".",,,4. ,~,! " ,.._."I..... .'- " ~ o'.,.,,,;:, (" '(' :"1 <: ' - --;,1 '-,) , r ' " I......,...,v/ "1-1l e;' ("' • /' 1.) _ '''P-' ,,<~ Ç;" '1 1/ '#') i ~ ,f:;~ " '. ) ~l~j ~:/ "- j I,) 'l..' <',. J '~::gb'
  8. 8. - - --- -- - -- - - - --- --- - - --"---~~-- .:l~·"~""GE ""OHGf -/rHOTocorIE INTn..01H - I - ~ -: ­ ...• ""1_ ••.~l.l. It<ol.4.. 11 t· In'l ( .....IUI".·..,I ~ '<­ -L_~·_~~ MAIN GAUCHE =J~i La SeI _ ­ Les notes Si La Sol ~~-u=~ Dolg! 1 Main gauche. O ~!~-=-II ·0 O ·0~~~~~--~~~~-~-~ DolglS 1 + 2 Maln gauchc. •--- ---_.._-_.._-_.. .. O ·0Dolgts 1 -1- 2 -I- ~~ Maln ganche. ~:-;_-=i •.. a úse _ -- ~- La Ronde vaut quatro temps,?O"dt-- - ---_... l.e Sllence équlvalent : la LA RONDE :: -" -2J=- _.-:..~~-= ~~~-::.=J durée de la Ronde est la Pause. -- -'~1.2:i 4.~ ~1. 2.3.4. Repos f: Repos. f:' .~ ~R"" I1. Sons non rneaur és, o 6' ~( Tenir la note le plus longtenipe possible, ) ,,.,...,,,,.....,,,....,,.,...,,, """,....,,,,....r" r" r, r., r., r. r"-_tE..G~f': '.~- _._---~-- --9---------"...----Même chose avec " - II º==õ l '1. II 04J- _--~-o () , , ~-=--.2-= t " " " " 2. Sons rrreauréa. 1. ~](.,o t~-~_~ tud~~-=t.fõ R, -( o t _~J~==gJg:-~rr=j~c::=]=o-=I~ªª~õ:=tê=I . ~ . i ' I' 3 =~E4:~~=;:;:-=-~=--=-=-.::l:-----=I~~·::'-;"'---=-f T=----r--=---=---=g~-=t--0.= -. -- -r--I-=r--=;;=l==--g=~J· ~• • -e----=- -- -0- ==::u--= :== :.u_-.:: ._=-=-= =~--=-- =u= =--=~---=]~o= ~--~._._- La note Do. ~c~~] Dolgl 2 Ma;l1 gauc!>, seul, 4. =i~o~i:cc_,i--,---_c +-='--J:Õ:"::c-=I~t"----]~- --gxtt: o n ~-~]======E(_~-::~~-_=E--·_--_=t_----=---_==:E__ =u-__E = ====t H ~ ' " ! 5. ~jtt~~~~J~~--~~frr=tir§tf5=Btj-oj o ~ r ..........-., -'rr"~' ~, '-'-' ~....t = Resp irotion, .• r " .'~ ~ -'-o ~ • . . • -Ir ~-.:. , _.=0-'""-.J~' ~., G 29SS R lÇ) 979 by Gó in r«! BILLAUDOT Frll'I'ur 4 rue d' l'Ech iqute r 75010 r',,:'~
  9. 9. 2 La IIlanche vaut deux Iemps. ::~~'"lJ,la"~.,~',,hC~ i.e Sileme équlvaient à 1;1 durée de =-;i~'~~],LA BLANCHE _:~:~::::~::J h Blnnrhe est la Dcml-nause. =w 1 2t 2 . :::1- .].o o~' I~--::J=-t.--.l--~I-··--I-I-o.:!-~-~o--~~-·-l~=c-~'8J--· -j---·-·l ._o_~.. .: --~·===F==I:r·..:.:F ";sI-F:;oo;;;;:ê=:::?3,::-:-:--6t::;.::_:= 0iJ'=== -:a:=::;;;::::: '?J~~rE=-'--=-=~----F 6 =- -:={i:~:::~o ~~j:= .~::::.~= l:~~=lt._~-.:::~ :::::-s:: -- =----==~ ~=_~ -~.-= -A-======- ~- - o, ~. ---------­ ' 7 ~~:.l_~~~I~~~:-~IJ~~I:â=";I~=~-jJ.,;J~::C~'!~~;:'T~~I~-~~i-~~~ . ., ~~=J2------ç:--====-~----.-,~_==:::J.:;-__L~ o , , I , . . ~ ; i 8 ,~. '-~~=:ií~~~~I-~O"r7-~":::! ~l:J--~·I·oJ·:·Jí.t:-1 :-ª:1=:~1:P~ ::::--== ~[~f-~:i.i=[~:=.a3J!, ',I0 ~ --===-==J1=::::===r.=­t:1:::---- -.::.==L:_=~_=J:::-..-:::= ..-_~_==.- :0- :o~_ . -=::=fr===-=D" ,,)0, , ~ J 9 ::::: :..-zn-~rr--o= --:;i:-r ~§==~-..- ,o,:=--"':: -::::--.-::::=: -::....=.;:- __ =-,~o 0'= o..:.: ~~ _O~y_:::::_--::: ,~, :: o=~===:o~l=::Jnnnr-f...=:I!J.?glç~.1~:l=.:J~~l=~:[3g~J=:=L__o=L_~~" ,1 ~ !iifi 10 :-' E~,. ",i,'~!:::~=-o:::[=-~,-,'=-,o,·oo,li==J3=F;=[~~:=:f=,o~:,I,,:~;,,-o=~~=l,:i;~::i:"--~-=J~~=r~=~z=rn=j=- __~_ - -=====:s.:.:= '-== o.o.-::=: '",,,~?=: :=-==~~=: =--=--8Z.=- J_==::::_=-~E-===:~ , ' ~ ~ , ii, 11 -= -u =::=07--=-·---=~~~-=-~:::.~:]-=--::::;:;-:.:::::-.:E~~=:::::.J2~=-..:.::J--I--:=-..;---=J~----~ =+~ i'~_ ::.... ,,~- ---::: ·===::-.:f'± -'-~---':=E..~~~==:= ~o_~_=-_::L_-=::::_ '--E~~~~ ~-'~--li~1 ~ l ::-"'-i=-===._:===r==,=.'='-"-=::l..-=::r=::J:::r::::::::;;;;::::..-~ I:::::·:::::::::::....1;f:::==~::::::'t:===::';=::::·I'=~~r--=E =--=n "I',lir :::lj}~==-_:~~~:fS;..::_""~~ ~::~-=-~-~-=L::~C:=·=-::.;:'~' o.==::~..:.: ==-=u~~ :=?==r:.~-=~t==±- -=-=it I .' 1-- I" II;i iI~í ~ ~. ~ '" 12=' •. ;~q i~"lcl~-:-cT1t~=-=IiJ~:~~~=râ=J~ ii,!);' ~ " I g~ /-------0 ,-----~,''~,o':'!i:'!I_ ~=J= ~:.=~ ~_.~:=~ ~~--~-: - ::n~"-:=~= =-_==:: ~~T""=-==--=,- , .=o'"'-'I ',­0 0' -. ~--JJ:c-J=-=J~F:JR)J=cJg~f=.=b ..Jt==-~==-- ~ I.~ I, , :,] ~ " ,'", ~~=l=":l~~~Bf5=~E[=~-rp~J~J~:d~~~ª~l'·il =-1j>-::=r= r 1·· ~==., ~!I J ", :rL' i'oi,t S . 'I' o_~ l.a Noire vaut UIl terups. __o,''P,r ;. . . _ _ _ _ . _ LA NOIRE ~ -=-'-':~~;;;;31 Le Siletlc('.~QLJivalenl â 1,~dlJr~e ~=-::~o=I.-==lf ,.:;! ~ 1= de la Norre est le SOl/pJ[ B ,~ 1 13 ~~~[:4~~~]I~.;lli~t;J~')I~~J=~~I~-;;f 'li.~~'s]_r--_ . ._~~~3~~ t=. _~] o ' ~~ S' I' ~ ~~I~~~~~~li~?--=I!&J~~JJl~Et~~j--.- oc::::: / JI7~-.--"-- t__ _~ l ---===--./ _ r~ /.. .J'- f II
  10. 10. o ..o ..o~ .. o o • o: u ~~!~e~S3l0NS3~ EIJ,IC)llCINIVVl IIE~I::t=D1[~~~[=--ttt~E8r~cl:(~E{rJ..I~=I=~~~;1 l~;:~F{fl~}lr="'=ltli!_l~I••·~é:1F-FI=J·r·[~11~([.:J=~F~'~ 1=::':'1~f~~~~t~"==I:=;~:-E@f:}I-:'=-=I·~JI-Y~f:1=~i.=I.=~~J2(f~t: F~GiJ~J}[~4~r:rJiJl~1-.;;r~~rl~~72J-·t~~m~Y=t=:'~1'1
  11. 11. t
  12. 12. .: ....' .... """.",.,,,.·.e...."""............ ......".,,"''.,,'. '. .~. 'H", ,". r--­ - :1. C!J>3I I -> CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE '" MUSICA DE '" BRASILIA N 2 • Método Hubert Prati Pgs. 05 a 12 Lições 23 a 54
  13. 13. s1I1ÚU;'HIIL·_1/""','/( ,,.,
  14. 14. () .-----------­ ~-~----------~" .-------------------.,.-----~ ~ _ =-:- =:~~=;= __-:== -==_:::~=~= ~~~~::__~T~-_~: ~-)-:~~;..=::=~::::=-:-- --===::.- ===~: - --=-~===~ o -==28 •-. --4c§.c-~J'cJJJJ~J~jJJ=.=Jf-".~Jd:=~cJf:=~J=:1~~Lb:-=:_J@ =-=1=_--=~=~:==--=I=E==~::=~I:J~:j:=.-l--J:: l-~-:::==:~;;t=::-:::,--~·i=T~=J---·-- f:':=:~~~···--:I~l=-~I---~-ª=-~?~-:s:: ,;_~~::=:;"'::::-=:':":::;~:::~~ __';;:::::-=::::--=:::::=I::.::::.-=-=fJI:=-_::=:-;I=-=---=::iIJ-::-::::_-r=-=-.=: ~~::::-~ ~-~-jE·Ji-_~'lf;fj· ~.l·••-II~f~-.J-'LJ/J)k~fl~'~~=J·[~,~~If:~~.~:;~1 ROMANCE BEETIIOVI'~N 1770- -18~n) 72 ~ J . < :C~J[~'-=..,.n··==('clr=;=J···I~==c=='r~:C'-'-t··I··~==;J7(~eJ':"~~~~ 2 9 ~1'~7?'~:==~=~=='.~.-~~~__n;.i==.=-,.;.·=~~c~' =c:~~~,~/' ~ ••. (;) ,--- ---~-----Iir--- '.' -.....-J···f·{~J=~ ...yrJ==C1=T-=-"1'{-JeJ=j=r-1C=j....3=-F' .===-jj ~.~-=~_~.2=_-:"~____c=~~-_f~=c =',Cc:: ::', =.~= .. ,~=:- ---,/==' c:.ji=~ LA eLE D'OCTAVE ---_.. _] ..--- ------ ~ -e--­ =-_~:::r-<.~::':=-=~(;~:~~;~=---í)_",,:,:-_::~-=~:~~-'.'~-:.::~-- ---~- Doigtl (~n noU-,~ p,r::tvr! rlul =- -j=-=-:c=:c::~-------=- ---- ---~-. o --- 4C1'-----{l'-- la clé d octavr cornmandée) - -- - n - 0------------ . -,,-'--{J----"-"-- ------- - ---- ------- ..-------------- rule fOUU dr la matn p,al1c!Je. Pour qui ii laut hahituer Ir à J;) clél e 5 c x c r c i r c s v n n t s u i v r e , p o u c e q u i t t e r d o c t a v e IrgcrelllCnt avan t de prnduirc I'oct ave grave. Jéduirc pcu ;1 pcu l'csp ar e entre la note ai[;ue et la note grave, Exeniple ~~g~~"j'S~~~llJi71~~5l;J~1-~I~~-·1: ~-.- -------­------- ----~---....--- J -------- ..-._--- ---------­ "'E'Tllever le poucc ....------­ filême cliose avec ~c~~J(=[~~~~~=I~~I]~t~~:=m~:·ij:~~l~~ -I, Três l m po rt e u t , Ce procé dé csl valab!e pour 10115 lcs iul ervalles descendan ts qui nécesslt ent de quitter :« c.: d'octave puur une note plll~ grave. àPour le pas,qgl' c1u DO;lI [<é Inédilllll, ii fali! penscr habituer l'annulaire dr la m2;;1 :::~,: ( Doigt :1 ) ;'1 arr iver légcrrJnCllt avnnt Ics au lrcs doigts pour évitr r lIll < canare!) ';:; (cc:..': cc que nous appelerons CII lctme musical une har ruoniquc . Ce procécJé cst aussl val ab!e pour tOllS lcs p<1ssagcs cl'unc finte CJl1e::'~nre J C~ ?~ ::.:~: ~
  15. 15. 7V);f!~" q I",~"". :::=~~lj~=----:J_-:-_.~r>-~:'111; J '.--~"P-~III'-R~;17--=,;llléri c~:;:t<é"'~lllip=~=:;fI3 o =~~4-:~_~-=~""l-:~~: -.:' 'F~~~: I::--~'~:'l:--:-=~: t:-~=:~=:+:::::::=:":':-=L:===::: ~l-::=..::.-==t:=::-==-'-.1) =~~:~ml]ltfJEr~B'iBj~ ~F'1'~H-kt~J filé",. ch ose avec :. -, :2- '" .1 ·e' ..u ~?: _(::t -o o 31 1JFl~~~~!~:-~ro-1".-l'=;J.:••I~ I.·1!:.C;;I~::;-I.K::'Klc~:';-I-'~=--I?=~[iiJ /"--- / - -- .r:">: "-----:e.J: ,-----~~ /----~,'" Ô í.; t:-'" -e- .U .o. ­ 32 ~~~~::'=~IQ=_::'L",gl~c~I~=t=:'I~:':='=b=?ZI~~-:'I=:'J--=~E=-· =F=~ ~ .-~ =t~_~=:'_J~~J::];:-=I[~$-=!i~~fH==-='l~;=:,-=I~.!e~~~~~~ ------. .,.----.....~....'... /'_.-----,~ . ~ , .-------. , /------- ,,- t: ' .p.. , /" ~ t:. , f2 ,.-e­=.. =zi:~~~=I~..L=~:r'=t-=l p==r-~:~=I E:==I::::I:=:::1 r::~:r=I:-=l:F:::=E=:t= r::..:::=:f=--=J::=::====­ 3 3 ~ _~~K~:A~=-=E ::E=~=[----=::: J~~-=:=~_:_~.:_-::•.•._::::::--=:~.~:~--=-:::-~= ~_=-=:~=:====: ::.=:=:~=:=::_..-= f::::·:~:::::.==:::::~J- ..~ .-~}~~-;tJ-'-015i~)~J f Cr=:I~-.-~t=1{rTh~Lr=:~TI'~~If€=m-=H.=:~:'" R­ ) . ~ ~~.. '.-.------, ,,/'--~ , ,.........-_.._-------------- , .3 :::- ._=,lj=~r ::= -::::-~---: o: ." .. - .... ".». ~"-~:::::: ...::~~::::::"::: :~~.=:::::::::..::.::::::: :::.=- -~---- I 4 :.~!t:=-r='É.~-=Fc:Jc- =.-1rJ r r Ilr=fdJI==:J~Jb:~Hc:._~ ....____--- ..----...~---------~._- f-~-____ ------~ ~.:.::.-f--f':. -r- f:..U i f- ,. f- ~:!: ~ (l- f!:. (l- ê 1'- ~ ·fi- :t. -~'" . ~::I::.-i-::+=:=I=:;lgt:JI==c1==1{~=I.-:bf:=-J~~Ec-}f=.~=~~:=_=:[!~ .:i~3=;_=I.::-=fo _ I -J..::--:.::~r''' --~.~--=:::::: r~;~-:L-·--il:..:::::..:: :r-;;--~::::~~:=:::.:::--" c-:=--~-_==_= ~~r--::-j~_=E .- ._.~-.:l.==~_==J/_~~-~I_-~~!==::=-J~: ..j=.---=::.:::~=l:I=~~r=:=f_=_~=~ J--_~_=::::=lt--~~F:::=::f::~:::-É---~f~ -..::11 . 35 LA TONALITE O' UT MAJEUR --------·~·8 ' -----~ , G AflIIlrE =~~---&~2~y==-~gl._r:.~.tI~J==k~-1==-J:SI=r=='1=+.:.crLf_== _~ ARPEG~::1J0~~ACCORJ) -~~:'~r~I'J~:~S1í=i~t~:=ic=f]=:J:cc::~n .-----.-.-~---------- ri/ ç _ , ,'. f- v------,,' ,! , / ARPE~!il'/!;;!lrORD ~~t.~---~-=t=Íc-=Ert~J.:rQ[~J~~~:~~ ---».. ..::..:::-:----.~ ~,--'- - --- ...
  16. 16. .g EN FREDONNANT H seuUIIir"N I H1O -l H~H 12 = J (1" :.:.: C ~~}if-r-i(j=I~Lijf:ccj[~(.-[·f:--l[~ffir$Fr{~M~~~~Ig~~--'I • " ' : ) ) ' ,í " /À, . ' , ,,' > fi -.~, I , __ _ ~ " I" _ _~----,__ _ ' . '__' -'..r ~-.- , . -------- --~. ~ - -._.~:-~ 4)~·=Y~~-:.J=j0lycitI~_'rr::-r·•.•r=tlcJ~:-.~-=Tf::L:;~c:01~C:=----. ~-'~~~ :::k~~ -=-~i::~::cC! .l~-';-=:l~~-c .f~t·· f~:~~§j~5t ·U =~-----~~----_LÉ----.-- ~_ [-_1[.- Ê.-F-..Ê-J.t. l. -.~- "-- ,E-----~---- REPETITION DES NOTES DANS LE SON Prt nct pe . l_e débil dair csl iuterrumpu par UI1 Ires bref appul de I;) tangue sur l'anche , lá prcsslon du souíl!c ótant maint cnue . ! . I, ,! 1111110. 1111;ljo;Íllcr 1I11 rohinc t dcau qui coute, et qu'à travers cet te eall,OI1 passe rnpldement une larlle de coutenu . , L'cau cnulc toujours = Dcbll cl'air, prcsslnn du soulüe , ,,] L<1 lanie qui passe cn trn vers =-= La 1:1I1[;IIC. I'rononcllll(Oll. Toujours TU ~lIlp()rlnlll l.e doiglc dnit être rénlisé aV(l1I1 de produlre le SOI1, dane pcnser aux doigls avnnt cf'éll1cllrr Ir sou Ce principe f1cIIIlPUra lIl1e synchrouisatiou par(;lÍtc eles doip,ls et ele la l:lllgllc. Tu 1'1 Tu a7 =-",~'-'i~~~~==~~~~~=~~~-~ I~d"-:~- ~~~::-~"I j=~~:::::':--:-~,,::~~::'': I:::J~~::~:~::~~~:~:=:~:l~J:::'===--=:J-:=:=~=f'ª~--=~]_ '---'::r .. :_"~ :," 0~ ...__:~::::::,_:::,~.:..:==_::=,_~,:::-_=: =-º..-::-:'.=_=-====,::::.:-: ::!-.::'====:.::--:::=::__==:.=::== .::..-.1' • ~ , :;~c~~~~~lª~ ·=....-~-cIFc.:ccr·f-.1'f~.~=:--==:Jr:==i=:fDªi=~::~?:~~[~= _~ ~ ~ ~~=;c--c '::;~I~-=;~':LI---F--~"~'::lr::"·fEI~Ec-~==~~f~~-r~If ••.•::::c=.~~'.=;j 1Ef~ ~;~g- - i~-~---=::[~L~~~=~f_=~~I:J~~~::~=~:~~j~~_~~~~~:=::~f~=-~~J~-~--~;---=~~=-~~n ~1E= Iéep ren dre c ei e.':ercice .: !'ccf:-;:','e _c";,,,_'":e::~'''
  17. 17. II---:--~~~-=~~J=~_~_~:~-~-.:-=~~l=~~?i=~_=~]~_:_=~~]-=-~-â~=;~~F=-_-=~~~~E===~~=~_:--3~~ (L__=--j=i=---+--t-F-~-------F------J=---------=1-.--~~I.~__1.-------rL--=t­ FFSf§~'"":~~~-:~I~-:=-~c=-iJJ:~:-::r:~J=~.,c::--=~fg*g$DO....•. n.lH.I.H.l"
  18. 18. II .."1 1"';'(:' ",1' r ,~':. ,:I ~.,osno#'i=!a, ~).('Ulurlod.11V siouvs531
  19. 19. rJI,I,·" 17/''''''0'' 11 LA TONALITE DE SOL MAJEUR GA fif;l1 E ~~l~dH-j~Fr~-:lttr-:_~=~-:i~I~~~B~~t~:=11 ARPEGE DE _L'ACCORD =j# k='-==:l:-~--- .ur:~l· f:F~~fl==::.~-=· -::.: II TO Jj/QU E : ~r-·t:-~.-:~~.:.-.r~: [::.:~I=::~.-::::.-~~:-:=:-~[~~:-=-=: _~==~0:--;;.~·:=: AJ?.PEGE lJJ~ L'ACCO[VJ _~ll r ..--':-.-J--..-----.I.~~-r---r--f::--t·-f--'f/~-~----l--J' ..~-~~~:--·-,.l~----· --'11 - ' {'me IJE" - ".. H·li- ',-,----.' ., " . ,......'-' -,.---.1=.-, ..--- ----f1"-- --- '-- ,-- - -- .. ---..--.---,-­ ),7 - '-.. " -. -- -,.- - - - '--L-···.· .---- '-- .-- ---.....­J I DOJ1JINAN TI': ::: ·JL.:::=-J J_~ r-:- ~C:-.:::·-::::-=::.::-=--::::I.::::r: :::---.::::: ..::J-~-: -J=====t Le Point . Le point placé al11cs une EsclIIJ"cs : ~.~:::::~.-:I.,i.-i=..5-=il.--,:~-=--.---.,.-p,.·~:ll..:-P.~::~~::rC,::::~J'note prolonge cctte note de :: ()::-~:---.-·::.-.::==:::.:1·.·:-.- 1:1::::::::::::-=:::-':: :::::::-:--r::J la nioitlé de sa va lcur. 11 --~~-.-----,-.-. ---_.-- - -.- ---:.------.,-', :. .... . - '-~.---,------.r--------.-----::.----:::::,=:::::::::..-:::::-:::::::-::::= =.-:::::::::::::=, 4-9 ::::..::;g --=-f~-~---~::::l~~:~~:::~:~~=l~ ~~:J:-=:~::~t~:=J::::-.~--:Ij:::~~~=::l=:::I=E:::.==<j~L~~==]::=l.:~~~::::::.==J• -t==r-.s:__ -- . J ----r--' ----~ 'r;};'--- - <; - ----=iJ-- .:>~--------- ----=-_7-----------'-.----- L _ ­ q ------~ ~-,--------- - - _•._-­ -----------, , ,------.­ _--~::::t±g~li~~~~~:I;C~r==J_fr~~tt~~~;j~I~~~~f~-~~~~Et~!:~f~(~~t§}~f=1f :----':~=---..==~:~=-.:::::::::::~ :~::::::=~===-::-:::~:J-.:- J--=- .--:::-.:==:~ .~-.---=-.:::----=.~:-='--:::-~~ ::.~:::::::::::::-~:==--==F--t~-:::::::=::::.J --Í::,-~L~~:.::..-:=::::::L~_=~:: l::::::LJ~-~-~~:~- = -~ ~ -:--J~~~=_-~:::~~; _~-i-::- r... L_-----F---J-.L-ª-g] - /----....~, ,...---------, . t~------------------., FIN ~~~5 O. ::~~ ,.---------------... D~. =iJ--R~=;1=~C'1 J~~~ Il1=~-=~tJ:i;J=:f:f=J-~J*I:~ e-j@'t:J ==:=1=11 ~1i=-===----...:- ~::--- .~--:::: :::::~~=-== --':::~~--'-= -- ~~;; ---=--=: =;~===~~~ ;--,, ,---- ------~ ,------~----._- . ~ t- ~- r t f!- r E ' .» f ---'----.......' ?1 f(~~~-~:: :::::::~~~r;-~ --.~~i-fil::l~~t=~_~[~I=L~m~_~~~~3~~h~~~t~~ll r~~~(d..E-=J " ' --R-----Jé..-.-:~~-j""---~---~ ----,.J -..-~. - ----~~'~' ,.._....~,------./~-:::.~.-====]-------~. - - _ . . J---~.-----~==::-:::-::-l'-------------no :-::::.:::::::::::-" --1!'=f::.:::-J-.--:::::::-.=---1···· :-:::.---:I:.·I··~· .:=::.:.:::::::::1-=r===T-::'::':::: l=~::.:=.:::l=:==:::=- =i---~ .p~=:::::.--=::.::.= ::..t1t==~==-::~==t=----.::: l=:..--=::.:..:::::=--=-.-.:: __.:..:__- J=:- - -- :-7i:::':::: =='J=::::::J---=----==::::fJ:::::-: :::: -==-==f:::=::: ::j:=..---­~- "- ~2 ----------------~-. ~ .------------.... ,~? =#:a-::.-:=-r-::--:.--=-::-J =l==J: .:': I I '-J .. Lp·--:---l···J:-:--::-l==L=L:::::::==:J----T1=-=::=J=.J~. =m<:>.... ::._=::::4=--::::==Q~_~_~-__~~=:::fJ-=:=: -~~tl:::-=~=~::~:~ =a2#==f:::i>l~~~~l~ç:-- ~ .I t ~~F - - - _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ~ , . - ­~-- . .~ f2~ -"'------.f- e' ,/-<> "---y ~ FIN ~~~=-lt="tKEC-l=c-ts~~=J===T~=~~ll~--~:=r--~!Ê:-2__--rt~ ·~=lf:-nt==fl4t' , :I~ ~--------- /-- Df:"" -­ ;--~:#==t----=f---:::: ··==----==m=~:rE==-~=r:.- f. P===::i=:.1~=:-=:=--d=J=~= ::J==r==F:FJ=t--=I--,-~i=~ .= - -:.::- _~ ={ª-=-=-_:::~:==- ±- --~ ------ --- =---::.=:-i~~::~~ .=,; ,~ :­
  20. 20. •JldllOS-PUdOdi1S;) dtlJ0J:l!!II,:1ll!!II!i!nb~aJUal!S;q 'dlpuuIqaliIIjlIJleAsalpo.l)!' •d11011aun1UJlcISJlpOJ)L 3HJOC:J:::>il SHn:Il--IJnV:J530NOSNiHJ -
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  33. 33. /)i!I~" cl/Mo""i: 21 LES FIGURES RYTHMIQUES ~- J.--.JL-_----J--D-----_---LTIJ--­_" "-" '-.-r 90 t:rL=~v=-ff-"c=-~~I~:I~=§tJJ~:~~Lm~E?J--~ ~@'=(==~J::lt-'-=::6=1~~J~~~~~jf~~W=tt=-:-:V~~:~~~ 1 ° _ : ) 1./ I - ';-j . '(--'''11 ~-iE:~::::F I Tlci----~~~-l-==I= :::F11-=i-=1=-~F=1=--__=_FEkr==r-=r=+==t ==8 '- ~ ::: -="1~~~Fl~~ff;r~~!!r=~-==~~=F--=:E~=I?~-y~~Fõ==7=:J-~~==l~-_~~13~ ~" ~___ . ......--r-­ ~_ /~ -4! D I 'J I i =w~~~g:l~f~-r-r[~l~;--~~;==~~-I-~-iEfj ~'~~f_J~~*--_~-,-'. ii~= m~~/_i ~t=~----,-," :,.I' LA TONALITE DE LA MAJEUR 92 ) GA./iLHE ~@--~ll~~~~f~~I'~Et=}r:4c:l~~1:-~- ----1-----r.:~I--=--T=------- -------- - ----F--F------­~ • ------ -----... ARPEGE DE L'_ACCORD -~-#-#k_=j''=:-=:::~",t:E~ r±TIjgg4:~=JIDE - --~~.:=.---l'------j=-:T - _~_ TONJQ UE =, )---=---:1:=-=-==-=t=== ---===-====-==- _ ARPEGE DE L'ACCORD ~»i~ ~~~f--~-!./~=l=--=-~r~-----l1 DE 7clll~ DE ~- -~tt~f~~I~=J~~~=(=.r~L~~=J==__Jg==-~:~=l~_~l~~i=~~'==- ~fJDOl'tHNANTE - - ----·:t-~--~--r----L----- - - ==:!.:: ,~ ;J i I G! _ r __ " )~tl-~ . 93: =t_-n3i"1--hÊI~A~iB~-:flYm:tE·~~#:i'=iI",::I~:'~-, -_ I ' ~-~-~ __?Jl'C~J~~ ~--=iJf----- 7":, '; #---~·"t/~ > FIN - _J ~. ~Si=:~.L~t~=r1=lr~=-I~l=lrj1B~~1~§âg(~~- - - - - - - - - - - - - - - - - _ _ u _ - - - - - - - - - - - ­~-------------- -----~JL~ ~ - ~___ ~ ~ /-~~,_ U~-~ ~ De. - ---- - - - - - ------- -- -- ---- - - ~ ~J '~~~~~llr~_L~~~:~
  34. 34. LA TONALITE DE Mil, MAJEUR -- -------------------------... , .r:--]-------,---------.._, --;!Jr-"----:----:I-~'-I-J -1----- --Ir- -'------I-~--J-l -:r-r~~"--------ll 84 G A.I'lflJE ~~pL~:t-_-_-~J_~~_i~~~~~-_~~: (~~~::J~-r:~·~J=~ ~~~ ~--=~-:-~.~-:~:~~~=t~J~~~: A l<PEG:'O~~l~:CCOR D~~'~l~~c;-=i=:Fri;F~t~f~=;I--~~=--~~1I '![(PF'GI~ tit: L'ACC()!?IJ --'~ J. -fi - ,_/----"~-------~--~--:~---- :'r-:_~i:---~==-~~~=-·---o--"- ---" --0­ DE 7 1 1/1t D E ~-~)l/t,_ l-o -:-_ o-~r l-"~-~J==~E-::~~:=J::.::J:::~: =::.:.k~-=:.~~-~:=:. == _~:':=--_::= 'DOJlUNANIE -,­ L-J j L_ rLL-f-- _J~tJ-J 95 ;,;'r iE#~;c~r~;--I ~r-~·i~::.-!;r --·-r~-:.-I- r'J#;=;"==Tl=-L~Ur=~~fr- ?Tr~~~:~-==~~~~:'~~~1I '--~11-:'1----L--.-L-.--------.1- -- ---- L-- 1.--- ----o 1_.1: [..... .L-------.... ---- ,-1-"- --'--"--­ ~;'=::#i~{:iJ~~:=-~~~==I~~,~:lji'c::#t-c=r~"I~~~=='r~~(c_=r==jl.,~~~~~~=q-~~;I!fr~~~_~~=:~'~=~-=:ll-~----l::_--- _._-,-.~--_.._~~---_.. --t-~~_·_--j ~~"._- -..-l~~-..~- ---~-"---- .._.1.~ .L .!-~--~_.._/~_~- _E=~_. '.'.~--._--- ~= .---'.t=_.- L-J-..--:--.-.--- -- ~.-~--- -='.-----~~=~-. /)~I$fjf~:=I~;c1~1 ~)~FJ~~~~~íl~I,,~i~:Cj~~~:~~IC=:EtcC~"=r=.~J:~13~Tr J-~-~=~=:{~~~~~ll '­~<p tt J ~~ tJ ~ tt~ ~~ ~ tf;l 11;; ffãJ lJ~ / , ,i ~ MÉLODIE ANGLAISE -". 72 H'I = J ,'______ ~ ' 1 ~ ~~~. ~ ~ "'t ~I -, ,-:;='~tl=~r;l!:-~- .::f:. .::= .:::.-}=' ====:::,::t,·---== -=-----f-"f: ~- ... _. ;:'S~-·-=t~=r:=~-:.~=· _~f:--~_~~ cEi;J .', P- 11 . ,------[---- --1=---- -.----------- ---- =t=-- -1==- ,- - - -­9 6 ~@..:._k-.. .; ,__.==-~_.:=~==.==:~~=::::::::::. _:::::::::==:~-.:~==-~::_==-=--:. :::::.:-.::==-- - ::: _.___ ~---= _ ~ !P f _ "o, 2 o i s , , " I ' /..--...... , 8J . ~!r~~ ~ UU. FI ,I i, I' I" , , ~-rJJ=:::--~~-P=f --=--1'= -- ~::-=-=-=t-:-~-IF~ot=l'=[P' li-t=lf1i=~ .~E--=-=-=::::-=---===--- .:::::__':-_=---=_'::::"'::=::::-=:' ==-::_-:.~__:--=-=-:.1:===:=l::E._____ - -F- I ~l r ,,,;1, .. , ; , 1,11': ,:" • , ',Ii ..: =oRe' I' ..=-clccc,cJ==f"-"FFc=·==ceTF~ c{ffi=FJc-"'.:L'c}·Tt=:=/I..:r:.lili ·13l1··,"3;~~'1J- ~9~=~--=f:::~:~==J-)-=-=-:.=:.=~---!~~~J34~J---=:E::ªS!§ •~..: -~. ; • f ' ,'-' _. " , i , ' "
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  47. 47. mm rr = J'""",,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,",,',,""'''',','',"..""-'" -",.'",-" ,--,,'-"-~,";-,,,. 1/ ~S.1 CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE ,/2:1 I' MUSICA DE ,/ ~jJ BRASILIA ~-1 :~ li ;. :1 T2,T3,T4 I~ • Fragmentos Cromáticos i, Ascendentes e Descendentes ~l ti t~ ~.~ , ..-"_;:;'·"_"~"3'!i!!i"'.'··Úil"",""'~ ",.,"~",,*"',, ,,~',""'c .''''''''.~' ....".. ,_......
  48. 48. / / Fragrnentos Cromáticos ascendentes e descendentes para todos os saxofones. Prof Gedeão Silva - Escola de Música de Brasília - Ouí / <) I GJJ EC J)ó SolRé Mill~____ ~ }' 11-'" °1.stu. o Diário 11 .- _ ••• _ •• ~ __ • • ~. __ ." •__.• •••~ __ .• _ "0' __ •• • • 2. C,j- n,1. lh - D, 5. A] - Ct1 G. 13} - L';t1 ( A//pI - Cl ) ( Aflpl - C2 ) 9. 13h2 - C} 10. 13b2 - eH3 14. Bb2 -fo:j13. 131>2 - Ih - ~ ---- - - - - - - - - - - - - > - - f8~(J-}--~C;~ 17. G3 - c, ( AI/pI - C1 ) (Aflpl) ( Allpl - C2 ) 22. 1)3 - 1"#3 ( Flip1 c Fltp2 ) 21. JJ#3 - Fil} ( FI/pI e FI/p2 ) 3. O] - A] I 4. D3 - E] 7. A]~t{~----I ---8'-(~~1-~ DJ ( AI/pi e A//p2 ) 11. 13b2 - })J 12. 13b2 - DII3 15. G} - /0f3 lG. O] -13.3 ( A/lp1 c AI/p2 ) (A//pi) 19. J)3 -F} 20. 1)#3 - F] 23. D3 - 0 3 24.133 - C#4 ( Ftlp1 c l'tlp2 )
  49. 49. Fragmentos Cromáticos ascendentes e descendentes para todos os saxofones. Prof. Gedeão Silva - Escola de Música de Brasília - Out / 91 __.._~_. . "_.~ __, - ~ __.__. - ..---'. ·-···'"----r--··--· .'-~. -----, ,.--- -,_....-_ .. '0_" r"-" .-.-.----...--,.--.--.--..----.-'" -', _._.__._­ A 13 C I) E 11' G . __..._. Lá. . , .. Si...._..__._ .... __~.. Dó..... _._ .. __ .__ , . Ré Mi._._.... _.._L .._._._..._.... 1 ,,1aL_.~._._. • Sol. L. ._. _ _ _...._._ ..._.._1 1' 1 I')' r ' O 2.1,stUlJO . _ laTiO n . 26. E3 -FJf325. 1J:~ - AJ ( F#pl c FI/p2 ) (Fffpt C Fffp2 ) 29. B2 - C#3 30. F#3 - 0#3 ( Filpl eF1Ip2 ) 33. C, - D, 34. 13,1 - C#5 38. 13tt - F,37. 13tt-I~s 41. c, -1~s 42. Cs - F, 45. D, - DffS 46. D, - Es ,-_._-_.. _-_.- .. _-~ ..__._._-_.- -- -_._-_... _--------_ ... ~ ... --< ".----' ­ 28. F3 - GII327. F3 - 0 3 ( Fffpl e Fffp2 ) ( Fffpl c Filp2 ) 31. 11 '#3 - A#] 32. C#3 -D#3 ( Fí/pl e Affpl ) ( Fí/p2 c AI/pI) 35.134 - D, 36.134 - 1)#5 39. u, -}'1#s 40. C5 -D#s 44. 1)/ls -F543. C, - F#s 47. D, - F, 48. 1)5 - FilS . _.. L_._ _'.". '_ _
  50. 50. ---------- ------------- - Fragmentos Cromáticos ascendentes e descendentes para todos os saxofones. Prof Gedeão Sil va - Lscolu de Música de Brasília - Oul / 91 A 13 Lá Si- - .• _.___• o., ., __.. ___'._.,,__ 49. E5 - 175 53. Clf.'j - Fs 57. A4 -E5 ( AI/pI) 61. [)3 - Gfl3 ( Fflp1 c Filp2 ) 65. Cif -1"#-1 ( li//I' 1 c Fllp2 ) _o. __________ _ " __o _ . _____ • ____ ._ _ _ . ' _ _ _ _ _ _ _ _ _......___•• _ _ •• _ ••.• _ C D E J)ó Ré Mi- ­ - ,--­ _ . __ o Estudo Diúrio nO 3 50. Es - F #5 54. Cff.'j - Flf5 58. ~ -1"s ( I#p1 ) 62. C-1 - 1)11-1 66. DII5 - FilS 151.CHs-Dtls 55. Ail - D, (AllpI ) 59. ~ - Ftts ( Aft I'1 ) 63. C-1- Eif 67. Cl13 - I~3 _...'---..­ ._--- --.--- ._._..__._­ F O Fá Sol 52. eH5 - J~5 5G. Aif -I)If.'j ( Aflpl ) 60. ])f/S - Es 64. C, -1"-1 68. 0#3 - C-1 ( AllpI c Cpl ) (A#pI e Cp2)
  51. 51. ,.---­ Tl7"!77777]-,,57'7= ~: rP:0 ~ CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE " MUSICA DE " BRASILIA T3 r; • Método Guy Lacour Escalas de Dó M, Lá fi, Sol M, Mi fi, Fá M e Ré fi. ';~ :~~··~~~~g~i~~f~gg~~~~:~ ~:::::::::;:,::;:::::;~~gE~ü~'g.~H~m~ü~~~~~~:~-i:i_H::a~;~snIE~~~:H~~:;;~Hm;~gt~:~W::~~-H~f~:: :~Ü:;;~~~~ '~:::T ~;~;~: -~::;~::-:';:::::::: :::;:;,.- ,­ 1
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  55. 55. -/ I L. t 6J I'~ CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE / MUSICA DE / BRASILIA T3 I • Método Paul de Ville I Estudo 01 ~~ ~_!ill!j!if''jj[~Kl''*'__''''~'''"'''''''''''';;'5ffi'iilii~'''ji'''''''',,,''''''· ~ r
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  58. 58. ..,J... '... '."',,,,,,,,,;;,;;,,,.,,";;'.'.:":':;" ......---­ III 1. {2 " ~ CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE ./ MUSICA DE ./ BRASILIA T4,T5,T6 • Método Giampieri Pgs. 35 aSO. ;;"';;':"'::iiii::"i';i:::"j;:"::;;;;i'jHi'E,,;j,j:,,;;;:';;j:j::""."'::"":;j''l'::jjj,;;;::,:;,'j';:;,,::::.::..,:,;.,•.•;:.:.•;;.:.:.::::.::.,,":;;;••••.....:1
  59. 59. ,/ 35 STUDI DI MECCANISMü TECHNISCHE tJBUNGEN ESTUDIOS DE MECANISMO .. ,LJ1'f», .I STUDIES lN TECHNIQUE ~a-----ri, ---?' -~ /CC -- o =~·r: F~~X/"~:f:'r"-,;j-Frr.:C:J'"""l"3=;r==ª1. ~-:--=-~' ~ - ---_::=- ----=~~.:=~:=~~~t;;;..t3:=:-~~:::::=---::- p 3 ~!&~4=4Icresc, ~m~·-:~·*-···=1ffw~~ ~ --rSi ~~~~;-=-=-~=-=~~~=!m~~===ªp ~~f~ oresc. ! ~ ~ / t ' ',,,' L~ 2. ,~ c:.==;-~-~ .~ -~: -~ "J~ . . . . . ~_=o :._~ ooo~'.__~ 0 . 0 . . . ' . " . ~ tiiii@~WI 01
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  73. 73. I d" -.,',,~-- . ;; I ~ '<1: .~ ,CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE / MUSICA DE ./ BRASILIA h !. T4,T5 r • Método Paul de Ville Pgs. 184 a 187. ~; ·"'·~"$i'..E"!!JíI,,".;_·.t_~"*~""'''·;''ü/.M'' ''km,.''''.,.''_i" 0i'J;...... "....". . 1
  74. 74. 184 Twenty Operatic Melodies for the study of phrasing and artistic de livery, Cornpilerl by PAUL de VI LLE. It is difficult to give verbal inst r uctio ns how to perform i n an artistic style. The great point onsísts in delivering a rnel ody as if it were rendered by a great Singer. The student should uti­ íze every opportunity to hear good vocal art ists a.nd model h is delivery of "Cant.abí le" pieces (ter thei r example. Of course there are many ar t ist ic details for an instrumentalist which l ie utside the vocal ar t, and ought to be imitated from the performances of the best instrumental i ,I erforrners . .. Especial care should be taken w it h the art ic ulat ion , the t orig'ue must touch the rced in staccato assag'es at the very tip 1 cr isp and clear. lf the articulation is produced by the t.origue covering 00 much of the r eed , the tone wi 11 bc forced arid vulgar. The dynarni c snad íngs should be olear­ y brought out , without resorting to extremes; vibrating the breath ought to be strictly avolded , nd the "roulades" Oong vocal passages) must be fingered with the greatest precision, 80 that no reak occurs. Norma. BELLINl. Andante con moto. ------, ------­ ... ~ !~~i ~ •.. ~:=i-==~~~~~ª~~~~~1t-Z§l'~~-W*-F~W~ p -== ::::==--~i . i _ _ . .. . __~~ '/"__ . ----........... . .. a te~:>. . . . ~f.-;f§=fj'~iE~=I~~·c=fljt-j1:_~I~tr~=-m ~ ====----=-- 1'11[1, / nif ~ · ,~=t:CE.J':drÊ';:I"-=r~Ji:=~r=c'f· 'R'~-::;:- I ·=ro::~ . ~=;E ~·q=~_.r-~~:::=_-==i;;;;.;;;;:j=t3~-::::'~:::~:t;.J:~:~lj~· 3~~~=1~J;;,;,;;t=.:... ··-~·--.::_::f!.~~·_j~-:=t==1==±~:~:··· f rnll. . / ' - = = : :. =-~--=-- ~ (l~_._~ l~W~jo>,:l=P~':=':l':=Rj=ffii----f-~=[~e~!'..~=~=Fi.::-::::~~::~~~?E~.U.'::1'l-::::::--D-.-'­ - - - -·~3=t::::::=::_._::=~:: =:::=L-.::::~:~W.=3i====F...:=-::.-==d~t~r~:.~:::_--= :::::t::~.:t::.--t:- ­ -su. 1/:f -su. ~ ~ a-. , a tempo ".___ -~ , »>-~-------- ·Je· -fL=·fS'·FI=="C:=":: 'e' =[::I:C::l"=f'-:r~~]~-i:I"o,=tH"-·"::=·F=ll --' ... -=E-:::::~) -~=~ -g~~==t-=~~:::::.f...-~:::i::=::] .·~~:::~J:~==~~:.t:=:: :=:1: -±-:::=':==r:==.:::ti-3=::t====--~ ~ . Cavatina "II Pirata" BELLINI. Auda.nt.lno. ~ __ N~2 ~ff~m~C~-i-*~1-.~=fl~~~1c~~1) espressioo . i-.....:::=-:; :>, >- --~ , ~~ ~. ~Z~~f~1fC~~?..r~..I'=~jlJttii~=~~r==jl~~~f~'i'cf~tf~=~f~ . (7', , a te lnp o . .-------..____. :> , ~-~~.-~-.·_·_-=r~=:nq:::=~.f!l'·::=-.:.l-_71::!'!.·!,,~::J!jT·~:::~.... .::1-=-=-.=:s-.~-.~==7=f1F ~±~:±==~~';-:::.=Í~=--=II:::==_::!=~~~E:::IL==~'::: __=l~.';~i'~::~_~-=t.~::::'::::::r1.~!".:-t--32J==-~.:::..~lS~. ~-:::.-.:-__~~~ . tJ ral] . ]J - >. . _ !'-'?"'- 2 ...'7 ',: .. _:.J.:. Ji··.~·X:. I ~ r- "F~ _ .. : .... ':, ~- .. - Í
  75. 75. - - --- Ada.gio. &--:;;:: >-: -t~*"-"=­..- " _.­_____.,. _ _, _ -----= - - ' - - - , ~ --.-'--_.­ ---~-- --­ , I 1~;; La 'I'rav i ata. • YERrlL >- >­ ---- .~ ------- ~ >- :>­ 3'W-~-=~jj~CcF~~{l~~8{ rtf{=W,JjU-Ek9 d.olce - _ . -< ._.. >-'>- '.-~ >-,>-:>­ p--'-- ---- ... --'- .._._. ------- .. -- ----. ----- - _. --------- .... ------ .- -. -.-- . - ­••• _ " __ __ .___ __ __. __ ~ --_o,' __ • _ .. _._• . • ,___ _, .••_ _. _.,_ ._. • _ _,_, ",.. , •• _ . __ o _" _. ~ . _ ~_" ~ ~ _ _ _ ~ _ . ~_ ~ '~~'~~-r-~--ffi-jJIJ~~'"-.- ~-~.-------I"~--~----~.~..::---= -:j:=::.::::p:.~ ::~-.:-[---V:l:·-·:-:Eff.;/~--:::-~=f==:-=í=-::==-::---:--= -. ~ 'C_______ ---== d 1 - ~•f o ce _----­ >- >­ /--~ :;.- >- ~. >­- ----.------ -- -,- -'--' -. ~--:--~- --- -" -~ _.-- 0-"-- - - ­ =±=~~:;t~~7:1==~J~ -~~1±~~:tí=i :t:jJ..~~~-=~ Martha. FIO'rOVl Allegro moderato. -' ­ ' , ---. ,,~ -::~=.=_~=~f:=·fi:-=:r.?·-~~-.-----:rA·-.-::--·::r''':--'':::1-=-[----::::.:::Ff':c-:::-,c-=-f---:::~~--=--=~=:=:::J-::~-.:t~'iN--:1 . ~·-=:::--".i::..::-_::::-::~==L=+-=~:~:~l~i~-= :==~L~~==t~--~-.r~3==:"-=-j:-Ç=~:::Q:=] p dolce =-======--­ ~.- --~'-":=J~==-==~=t =---~-'-~:':I-::~f-=:::=r:::::l ::r---='::=-~· ~:::"-'::'iJ~~:~*:~~---=='::=:~~=------------ .. ..~-. --,;------W-·--·-------~-- -.~--------------- -----. --- -.----------. ----- ----- ----- .----- ..---.---.--+-­-----"' .... ------_. -_..."._-- --- --...-----.------ - -'---,-- -.,.----..-.- ..---" .__._-_. --'-..._-. __.~--- -- --_. --- - - -,--- .._--~ -..-..J---­ _."._------~._---- - --- -- -----,.__.._- ~- -~,._ .._- ._.•_- ----,--_.- ...-------- ---- - ­ ~= ====­ ----1----.---·-'------"-----./.--:.. .. __;L.:.~-.-. G.·. -~-~==-----.-=--.--j ---.' ---'---.---.' .-- '.-.--'-j=~--·t--.----.----.-.. -.-l-.=-~.-----·.'.-.--.-..2 -~./..~--~.·~··.---·.·.-1 .. -.- fl--------:r-:-2:=:::,.- --- -:- - -?~=~-. --.~------r.:::r--- -.- ±t--'---::f---f1 --,:::::::::-::f"­ ------::~---=~::~::::::=::~::::!:=::§::~-::v==-::!-=-~:==: =-==-- -~-.-=-!::: --:==:-= :::f::-::::'::~~: -=:::~~3=~:~=~:'±::IÉ:::.~:- :.~..J··:::-rl'::~~-:"::-t7~:1· F::c~f"C::::=r=r~fl:~/":!lt"==J't.cc;;:,jJp."f]-.::--: E::';:F=T:1=.:::=:::~ :-::±.:.-='- -t ..='..::.] r'-'- -- -- -----::-:::: .__=~::::~~::=~L:= :::::~,;;;J===:-I .,: =:l-::t::::: '. J'"'-• .fi- e ... . .. ,~ _1--::-=-=ªt.~Jf=:Fr::-:=::~~:::1' ::rr-=·-..::~ =f :r.::=--'::-=:"::::~::::I ~JI!!P-~::::~::::F--::i::~ ::~·-:=E~::·=.'::::f::: l-E-- -1._:] =7::--.:-=-: =::±~:::.~=::~-=-:. E:_-::_ :~E: ~:E=~_:~?~:.=E=::- :~~~··~=r~::=~1=·· =F·=-:EE:===:=1t==r=--d:::::..:f~*---3_~_ ----~- ,~------ , -- ,------:·---:r::-:::-.:-:·f: -~--::r- ."'T-r'---Ff -··-r··-~r------~---f'=-r-~----"· -"',-1---'- .-­ tj&J*·=c~.-='~~~iJ:§··~C=ccL~--r==:~~,=~.fj"J--r'cc~j , ------. . / _ _____.., _ jJÍ1( arumato L::=-~"r---l-·~-.../--f':'-'l-r; '1 p- -- u-lu.l----L~-- -.-- :j!~_I!L -;;~ :=:-~=:;:~::i-=rL::~:/:~.::3=:-:::.-' ::::.:: =·f=:~~-::t: ..:~-t·-j==-~l~f-I:l::-=lf"::11==~::==::::1 '.. :~-:=:: -:r=:::-:e-=--=-----~~~:::=:·~::..=-~~~:b~~:.::=-= =- -=:::.:: ::=- :='.=:~=..:==:_-::-==-t::=!_] '::.::]]=f:~--:=';i~~cEg"-~jJr"'i~-=c';1--T::ci(~r= ·~=.f1fr-=,~= _. __ L1.._ . r"----r-----------L- J f--~L-.J---~-----J------~-_::~Lr__-=:.::--r..:j (:' f: .•I§~-----#W·-:---#.·~· .2?~-I!ILE·.-...-..f!I-~Dl---...:'s..---f."- . .~~~~- - ­# -­ 'c . -I!.::.----=-=~----.-:tt=,-:-- "r r-L--1j--t- -----,---- -----·l-'-,-JY--t - -. '--- --L __JiJ'j_ --.- t. - Tl ",. ~-.:.:!=:r;~=::.::p: - ::-_=~:{'::::.:':::::~~:r==:~,=t3= =:==-~]i..~:;,~==r,;:;;~a~~::~--1 :::--:-== r=-~l . ,Ir n ri h 0. "" "" - -=; - --. -- -- - ­
  76. 76. II Troyatnre. YERDI. Andante. ~~'n --~~ ~ ~~~~-=~_~~E~~~- ~' :~~~~2jJ,~~tf4~~?~·r#1 eresc. ('~~' ~--~ ~ ~ ~ , ~:{JIT:- ~- =~=~ ··-I§F'-1J~t:l!~tj==~$d .., ----.... ~...---.........---...... jJ=tJr=~----~=f------L-t:IEJr~~- ~f!~ -t:-==~= -f'~- --~ f-~_u- --- r: ~--~~3;~~~~;;;~ª-=~_j!b~=E=D~~_-_~~~=Y~E=~- ..~~:~~~~~-=r-=[=f1§l ...~. -------= ~ cresc. - - -- - .f-- jiJJ. Andante _ .. Ah! Che La Morte. VERDI. N96.-­ =---d~l=·~~Ctl~k~tí~~J-~~~o ce ~ ~ creso. ~.~ ~ " ~"'-n~.~,~~ .~ ~ b'.' • .1/ --;-, ,.~t" ~~= .. .. - . _JIl.-e:::..-...-----:----_ ---:L _. '-b kfG-JIE -~~---~_:_-:::_~ - - ~r--=:::::::::=-- p ~ <c:>: , .--;--.. ~ )r • ~ f!t ~ fi'- .... ~ ---- ------.: ~= ~ ~. - .. '-" ~, ., .ir'"" J=t;00H~1~l'f~~~~~~~m . ,..---....... f~~~ ~~.~f: :.... ~~ _. ---=-~H~~~t~~~3.=~==..-~.~=-t~=~~=-~!=~~~~~--=- ~-- t~-- - --01~- 3 - _~~==E_=====t .-:-~ · "'-'.-- --..:::.-- ~ <s: ~- _~ ff La Sonnambula. Allcgro moderato. BELLINI. NO :J~.]"~~.t:.~ª~=q,~~~ij~~~. . 7'. ~_._~ _'- ---j'±!L -=-==--:::---=[l==~:::-~=;t=S=-1.::y=--:'=i-==.- __.- - =.- __~.::.~ü-~~-_ p
  77. 77. -- I 18, M a rtha. Larghetto. FLOTOW. )8·t~if~~t=~~t~~1=tf~~A=j 6=~~~ /~~-- ~ ~ fC~--,---=-~ª=-v~~,~J;=~=ft~~~~±~t~Hf~ ~ @tl~~~~~~~=A=g~i~)~_ s /---~ .~.oo -----=F'.:.---- - 0-~---~--- --- ..-------Í~o.. -- 00_- -~'--~-:~"o~----~-~-~---0J' -1-==1l-----------· --:::=E---~-'~'f2~irc~'---­----~--~-=-...:-==-==~r-~-"-o·-- --~.--o o - ­--=-....:.:::._= -_ -.=- - ---- --- -=;t-:::.r=~~--;:' ~:~~~~: -=---::=:. -~- -- .~- -- _--==--=-_===: _~_~- . . - = = = = ==~e; r AlIegro. Luísa Miller. VERDI. 9.~~~~~].=[~#,~~~~~~~il1t~~~~ 1,y !!:o~~~-Cc~~~~j:~ycm-~=&-~-!-M~~-. 4~,;~-:f3.t:--=--T..:E~---=f""-=v1".:.-==::F~~ i1i~~-==~....:e=--=i~':l~JlI'::=~:--- fi- -=i...:.11 _~_=&-1~~_===t=:=:L=E:==~~=!=I].i~~1~=~s~r=Tl~::~~~.==#---' :=íj--'.=-f=r=t_J _.~ f l J Norma. Moderato. BELLlNI. G.~-.~~ÊWT~~=jf~4tft':~.[@'i=-=r~ C~4i~_0~f=~_=_'~-j-~_T-D-] cresc. ,[f P ... . ' /-~-- /~ .Vj'=~_tj~:~mdt~[c~lJ~~=~r=tl .o >~~~-;r&~-=ô."-:;"~' ..€tRi1fBi-#~]"-G~~rrt~-~=t ~::::pi :=---'-:=0. - 7C._ - . - - ---,===-.=r-.-,- 0--­ i====~-0=E::=.=---~=:= O :-:~,,..,.:.::: - : --=-:-, '=- _::::=J,;;-j~---=~r,,:j-o -o '----:::: ~ '~~" ~~t-.~ ~~ ~b~~~~~!ir~~rt=I=~--=l-Jttt~=8'::::~:f~~}lf:~~---====~ c ~t-~--7;1J00 JafJ~=~=ª~-~=~3~~ . ---~._ =~~~~d.::_~-3l f
  78. 78. / {0 ~ CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE ,/ MUSICA DE ,/ BRASILIA TS • Método Guy Lacour Escalas de Mi M, Dó# fi, Si M, Sol# fi, Mib M e Dó fi. ~_~_~__~jiljf-._"_'''m:'''-''''",: _
  79. 79. -
  80. 80. iI J I
  81. 81. }/I I ~ CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE / MUSICA DE / BRASILIA T6 • 53 Melodious Etudes Major and Minor, Etudes 01 a 12; 14 a 20; 22 a 25. 00' ,''''ill'''ili''''__lli_)i''i'''''''''''''''''''_'.''''ill.'''''~''''''''~'"'''""""m,""1 r
  82. 82. (-j (L/ )' ,( ') lJ ,-,/ !, ' ( 1, fi .r; 1 , (, ,,'/ AV~_v=I .( )I! ~! ~ , t 53 Melodious Etudes 3 MAJOR and MINORlf GUSTAVO ROSSARI ETUDES 1-25 Transcrlbed byit Gerardo Ias1111 : ~ Anda~tin~~~ ~JlF~ : l.g~ _~~~~==l • fl ~ ~ _~-- : ~ ~ ~ " ~ _ ------)' >~ ----~ "'•. ~- -~~= --= . .~r=±~~---='=--.===~-==== ' . /~ ~ :~$J~-~ .. - »--------.. ",~" ~~ ::-' ~ ~ ~. ~ .. ~ -~~-.jE]~-:~-~F- ~ -,~- ,~~ .. ~ ~-===---- ~if-·--· ~ ­ .~s--s ~ :~ ~-t lt §J~ =,=, ~~~>V ~~-~~73 ~ ~ ~ _ ~ .' ;;=--==- '," .' , (,. , ' . " " ,,.1 ~-------=_ :~~ .-- ~ - . ""' ---- ~ ~~.~ :~=~~_.~~~: : ~.. ;:;;::;:::;- ~~'~'- /:­ :tfC~c~.· ~ , ~ " . • f: :r ~========_Jl .. m orena c • B-220 © cc ~ 'y .:; --, t ':'J._: c, ~~:- _.-'!"- 1..,. _ I : _: - :- , -. : .... - ~ - - - - '!' r I 1 ~; - • .. íi~'; ~~ I I ~, ~.l' I I ~ l III ~l'1~ 'ir ( ~ I t: fi~~ li , t J aIA iii
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  111. 111. tISOOl~~)
  112. 112. '1',I!I Y . l i SYNOPTIQtm DE L'ENCIlAINEMENT DES TONALlTES pcrn ic.l l.ui l di' It'IJI'('1' III IOI1:l!ill' d'lIpri's l'urmu rc, ll's tons rc lul if's. lcs lUI1S cllh:rIllOlJiql('s, I'ordrc dt's dilses ot dos hóinols l'! ln note sc ns iblc di"; !Ol1S mincurs. ~. I ~~ jl' L­ ,. ,/ / - //~ r: // /// </)~ : -: ,/ / . ~v"'~< / l !"~~--/~?:;)'-(,~! F """,f .--....... f/ (/"'1- ) '~- 1:[­ r / ___/V)~ ­ r I ( J 1 - ( Mi DMIj)oh~13~ , Si(1)j ._.____ ord-e. de.S l') I I / __ - - O Rímure,en V ;, DO Mójeui L o. rn : neur !fJorêsw&;~I~:Sol ~ ~iW • • • ,.
  113. 113. l (.:1,{"(.,, Clic,."d~ ',IJ,NTES )lOl1H LE T1L 'AIL DES (;1llllES ET IIPEGES NOlIS Il(' <lOIIl1OIIS, pour ccs vn rlnnlcs, ({U'III] oxcmplc de « d(;parl 'l> ('II lJo 11I:l.i ('UI', Elles scronl hicn cnteudu lruvuillécs duns IOlS lcs tons ('I rln ns IOlllc l'(lclldue de I'instruurcut. Los uuméros situós au-dessus rcn vo icn l a u x a rt icu luf ions que I'on pcut a j ou lc r pour Ie 'ir'uvuil dc ,.. ccs va ri a n lrs (u« p ns ou hl ior une vors lou cu tlõ r-cmcu l slu ccnto s }.<lO Qllcl quv so i l lc i-yl luut: ar!oplé (par 4 ou pn r :.n. ii faul duns [OUS ks cu s pl'(,lId,'(' la Il'rlllillaisoll illdiqUI"(' pOlir le rythuu: CI1 n=n' Varrnntes paul' los garnmes par mouvement co nj oin t. ~m=n~;-~~:ª}jJºtt~'n~ ~ I à9 1~~®~~~m~~~1 Variantes po u r les gammos c n tietTes: 1 à 9 2·1:-5 :3-0 _~ - - - , - ' ­ -- . - , -­ -~, -~',-~7=~~---=--== -' --- ---ll~,-:=-.-:~~-- - ---- - --- -----=--~ ---=--- -­ ~ 10-11-12 12-13 11-13 10-11.-1.213 _:L-_ .'I." 3 ,_ .7 _ . 1 ' 1 , .'7_______ .7 " , --=-_~.~=]E=~~...-··~~rw~3- "== _..:.-~ ~--sT===f1=--·--- :. ~- - -==. - --=~- -:-- - - :.- - --~;;t.:.-: ~=-- - ---- ==iJ. - _ . ' ~ Variantes pour les arpég cs de 3 ou 4 sons: l~~~l~~ IH~~---~- ' - =--- ~-- - - . ~==-, -- =--= .7 . 1 10-11-12-13 tt~~~F Cl . .' .~_f.' - ------ --- -3 - ~ii- . 7 ' l .. ,. --- ~." ---~- ~•._-_.-- -­ G,2009 B,
  114. 114. -------- li. 'I/ ('/ ,'" tI .'rl'l1 ,'h' THAVAIL DES HYTIIMES SUl' lcs notes consl itulivcs de ln gnmmc tl ótudicr, Iuirc II) trnvnil rytlunique en se servnnt dcs oxcrnplcs su ivun ts : [t=:-===·c1iu ....~c=F~ri'===j=~~lr~.'i"X1~····~·~·='~ '~}-~~~;j=-=~~ =-_ ~~l ~1~=~--~=~=?-- " '=:i!~~= fl~~-i:=~~ rr:::f.-~=:-.:~~~..• ::~~.:'==rr'-F'':'-=.~. .. -=a. ..-- - ~t.'~.i~1. :lI ';,~F=r=rn=:1r-;f.ê,.·. [) =~~.:=r-===r'.uW-'~::==;;; =i!..:.-,mEIf'~':'~ ._~d --II,-"r---~~=-J'--]=-ar:~=a;=;Fj ~~~~==i- -'J:-4J:ill:=lE~--~"-' -­-!. --- -.--. - - ,- ~-;~ .- >-- .~ -~ -~ --':,- - --". - . -.- -- .'~ -. ---- --. -:. -. '...:.'-' -:- ;':- _.- .. ' -­ [~:c~~~m~111-_-ij-C.-~~~==·===C=-~1 THAVAlL DES AHTICULATIONS Ali lra va ii eles gallllllcs e l arpcgcs joués cntiêrcmcnt « kg:llo » duns nn tempo mo.léré. cn survcil lnnt l'cxtrême r('glllil'ité des doigls pu is cn Forçan í l'n llu rc POllI' olrtcn ir tou jours pl us de vé locitó, ujoutcr q uc lqucs nrt icu lat ions p riscs dn ns lcs cx cmp lcs ci-dcssous CI) ]cs a ltcr­ na n l ii chuqu e séu ncc de lrn vn il de Inçou ii toutes lcs co nnul t re, pu is Iurtn iu c r cn liô rcrnon t 4: sta ccn lo ~. 2 3 1 e n (hlllhl(~' (TIlClies ~=êr'~"~=t~[~ª~~j[ft~ª~~E'E§~~-~~'~~~fm-'~ê"""""~-__ ~,_.---- ' . . 5 A '7 8 9 _ _ _ ' o ~_ _ , _ ""F"~= "':"'i"~..:... _ _ ___ _ __ _ ..:fª~ 1§~E -~t ~-==I~~;;;;~=g;;,::;;~~f-'J·f=ê·-·m4in=~-~'~ª~l___.__ _ ~_. __ ..=r=:=t= __ _ __ _ .._ _ __ --- "-- _- =._ _-=_ :=r~J=-_ .. ._ " . . __ o ' ~__.' • .. ..., - - . . • • • r:: . . t .-/ • , . . • ..__ '--......-..'" '".~-- / 10 Jl 12 1:3 ') ') '1 ') ') ') ') " ) --.-,------- .} - ..~ ..,--" ..' .. , .. - ..- --'.! ..··--'J'I--'··-'I.----·--·~·)-"'--lbET'·r-·-·--··-L~·l_ ... --- ,---..,-- .---1=--' ---.- 'c -..--~.-:.-.- ~-'-- -. ,_.-.- - -- ~ - - -- __o . -~-~.:::: e n trio l e ts "~'--~"T'~-'ªª--~-'-----~r3. - . "- - - - - - .. _ - - - _ o o • . •.. _ . _• •_ __ ~ . - _ . _. , _ _ _ _ . _ _ •• _ - - _ . _ _._~ ~ ~ ~ [ ___ o ._ _ _ •• _ _ _ • __ • .______ • _ _ l.- . _ _ _ _ _~ _ ~. ~ '-~- -_.-_.... "-- '---_. '-.~ '-' 14 15 10 o 1..., 1 ,'I ;{ _ ~ .-------------c·'l en doublo tr o lots í (ou r~r,9) [kl;~E~êgjfJg[J~~lFH-=§~1 <; ------~--' ~ . ----' .: ,__ .~.. 3_ ~~---L_-~~._ .._-;L--jI-----3_!'~---,.3'--IJ------'_...:l,-~-,-...s . _ _ _ _ _ _ _ • _ _• __ . _ . _ _ _ _ _ __• • • • ~ A. ._" _ _ ... .,. , _ _ _ ~ _ _ _ _ _ _ ~ _ _ •. _ =f-B--·-'----=-·~·---n---~ =I~~l~.:~i===~···---~§"""ª-êj!-=C- 'E-''"i-SE :=~.~l~ - - - - - - - - - - - - . - - o ._._ • __.• _ _.'. - - - . _ _ _ _ _ •. ~ _ _ , _ _, _ - - ~ - ~ .. <c.:> _ , . . . _ / . . . . ,,----'" • ''-----....._-_ ..---.--"../' "-'-- ---~ .. G.2IXHJ LJ
  115. 115. -: ~ - ~.~ ;1 l~ J I. ~ :~ F l1: ",."",,,,,. ',., """"" .'""'"","',"",,,,',,,,,",,,,''','d' CURSO DE SAXOFONE DA ESCOLA DE / MUSICA DE / BRASILIA T7 Enseignement du Saxophone par Marcel Mule Lições O1 a 06. ',1I 2i ~ j
  116. 116. 1 DIX HL~IT E~ERl->Il-=ES (,r 1:'1 LL}t~ ,'. ror n 1/1tS TES Si '"'~ 5 - s ; -7: .F:;_:.L;.EI'~:-:':;,~ .. EIGHTEEN EXERCISES DR STUDIES ACHTZEHX rB"[:GEX nrrER STITilEX FOR ALL SAXOPHONES AFTER BRRBIGUIEfl ~TR ...LU: SAX,'-E ?,cl~f fF~F:'~'·,·.~_~ MARCEL MUlE Pr o f e ss eu r- a u C0nservatcire ,.----... ' ~ ~~Jf»ti~~"f'1'/I,fr', '),./--4. ," •. , ,<_~ / ,~" .• t crescendo p oco a poco . f-;-L~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~~~~1 pa co _ _ - - _ - _ - - - f ~~".~I ~~~iJ~~ ~~~~~#~~ ~nJj1©fj;50*J thl~ c::- .',-:, -' z .;:.... ~ --~ - ~,- ; ~ " ~ "" ~. - : .: ­ i - o. .iii ii ......... -~
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