Plano de Ação Pastoral
2009
ÍNDICE
Temas Pastorais e Eventos Especiais....................05
Prioridades da Animação Pastoral da Inspetoria..........0...
5
TEMÁTICAS DE PASTORAL 2009
ESTRÉIA DO REITOR-MOR
“Empenhemo-nos por fazer da Família Salesiana
um vasto movimento de pes...
CONSELHO INSPETORIAL
DELEGADO
PAST. JUVENIL
DELEGADO
FAMÍLIA
SALESIANA
Paróquias
Salesianos
Cooperadores AMM
(Associação
M...
7
Organização
inspetorial
ECONOMIA
DELEGADO
PARA
ECONOMIA
DELEGADO PARA
FORMAÇÃO
COMISSÃO
INSPETORIAL
DE
FORMAÇÃO
ACOMPANH...
8
Prioridades e
linhas de ação
PRIO
RIDA
DES
OBJETIVOS
(metas
a serem
alcançadas)
INTERVENÇÕES
(ações previstas)
PROCESSOS...
9
Inspetoria
salesiana
QUEM QUANDO AVALIAÇÃO
Comissões inspetoriais
Encontros
inspetoriais
No final dos encontros
Diretore...
10
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
1.3 Renovar
os oratórios
e viver o
espírito
oratoriano
1.3.1
Ativação de
um processo
d...
11
QUEM QUANDO AVALIAÇÃO
Comissão de Oratórios
e C.J.
No início do ano Depois do encontro
Comissão de Oratórios
e C.J
Ao l...
12
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
PRIORIDADE3
EVANGELIZAÇÃO
3.1 Fortalecer
a ação
catequética
em todas as
obras
3.1.1 Cr...
13
QUEM QUANDO AVALIAÇÃO
Diretores e/ou
Coordenadores
No início do ano EIP e Conselho Inspetorial
Coordenadores de
pastora...
Planos de Ação
das
Comissões
Inspetoriais
Coordenadores das comissões:
Escolas: P José Mauro da Silva
Educação Superior: P...
Plano de Ação
17
Oratórios
e Centros Juvenis
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
Elaborar um•	
projeto de
renovação dos
orató...
Plano de Ação
18
PRIORIDADE OBJETIVO INTERVENÇÕES
Consolidar o Conselho
da CEP
Colocar em prática•	
a execução do
Conselho...
19
Escolas
PROCESSOS RESPONS.
Convocando para planejar e avaliar ações e•	
projetos;
Utilizando subsídios de orientação pa...
Plano de Ação
20
PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES
DAR UMA
ATENÇÃO
ESPECIAL À
FAMÍLIA
SALESIANA
Promover, apoiar•	
e acom...
21
Paróquias
PROCESSOS RESPONSABILIDADE
Mantendo ligação e envolvimento com•	
o processo missionário diocesano e
Inspetori...
22
PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES
Incentivar
e apoiar a
participação
das
comunidades
nos vários
organismos
sociais
Ela...
23
PROCESSOS Quem
Incentivando a participação da•	
comunidade nos organismos: (Conselho
Tutelar da Criança e Idoso, da Saú...
24
Plano de AçãoPlano de Ação Educação
Superior
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
Assessorar•	
a Inspetoria
na reflexão e
n...
25
Plano de Ação
25
Obras Sociais
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
1.Contribuir
para o for-
talecimento
do impacto
social ...
26
COMISSÃO
Pe. Gilvan Galdino•	
Marta Lúcia Carvalho de Barros•	
Lêda Maria Cantalice de Medeiros•	
Maria das Graças S. P...
Plano de Ação Educação
27
Animação
Vocacional
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
Conhecer
melhor o jovem
vocacionado
para um...
28
Plano de Ação Animação
Missonária
OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS
Criar e•	
organizar
grupos
missionários
locais
Elabo...
Plano de Ação
29
Catequese
OBJETIVO INTERVENÇÕES PROCESSOS
Animar e
fortalecer
a ação
Catequética
em nossas
presenças
A Ar...
Plano de Ação
30
PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES
Criar, apoiar e
articular
as equipes de
comunicação
local
Intensificar...
31
PROCESSOS
•Articulando-se com as outras comissões inspetoriais.•	
Estimulando o envio semanal de notícias das casas e c...
Plano de Ação
32
PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES
Formar sale-
sianamente
os assessores
e os jovens
Formar os
educadores...
33
Educação
PROCESSOS
Organizando encontros de formação (especialmente sobre o Sist. Preventivo)•	
Oferecendo linhas para ...
Plano de Ação
34
PRIORIDADES
(idéias - força)
OBJETIVOS
(metas)
INTERVENÇÕES
(atividades que vamos fazer)
Formação
das
Lid...
35
PROCESSOS
(os modos como vamos fazer)
Valorizando o que o CJC já oferece: reuniões semanais, treinamentos, retiros,•	
m...
Plano de Ação
36
PRIORI-
DADES
OBJETIVOS INTERVENÇÕES OU ESTRATÉGIAS
Tornar o
voluntariado
uma força
apostólica na
Inspeto...
37
voluntariado
PROCESSOS
Escolhendo por eleição 5 membros das obras mais perto do centro e o•	
ponto de encontro na EDBAO...
38
COMISSÃO:
Pe. Carlos Lorenzo Barata (coordenador)•	
Antonio Aureliano dos Santos•	
Maria da Glória de Melo•	
Jéssica Pe...
39
INDICADORES assumidos no
III Escola Salesiana América
(esa)
realizado em maio de 2008.
2008-2012
COMPLEMENTAR
40
A ANIMAÇÃO – GESTÃO E ACOMPANHAMENTO
DESAFIO
Dinamizar a animação-gestão que potencie a qualidade dos processos
educati...
41
EducaçãoConclusões
III ESA
A COMUNICAÇÃO
DESAFIO
Favorecer a cultura comunicacional inspirada nos valores do Evangelho,...
42
A FORMAÇÃO
DESAFIO
Fortalecer processos de formação contínua e em rede para ressignificar
corresponsavelmente o Sistema...
43
A AVALIAÇÃO
DESAFIO
Implementar ou fortalecer processos de avaliação da prática educativo-
pastoral salesiano, que seja...
45
Calendário
Inspetorial
2009*
* este calendário está sujeio a alterações. Todos os meses a Pastoral Juvenil envia por
e-...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL
LOCAL OU
COMISSÕES
1 Q
2 Q
Oração
vocacional
Educadores Obra...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL
LOCAL OU
COMISSÕES
1 S
S. José
Operário
Dia Mundial do
Traba...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 S
EIP e Coordenadores
de Comissões
2 T Conselho Insp...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 Q
2 Q Oração
vocacional
3 S
4 S Retiro Mensal
5 D 14...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 S
2 D
18º TC
B. Augusto
Czartorysk
Dia do Padre
3 S ...
CALEND.
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 T Conselho Inspetorial (2)
2 Q
3 Q Oração
vocacional
4 ...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 Q
Oração
vocacional
CNPJS: Porto Alegre
(2)
2 S
3 S
...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 D Todos os Santos Retiro mensal
2 S Dia dos Finados ...
CALENDÁRIO
LITÚRGICO
SOCIEDADE
IGREJA
CONGREGAÇÃO
INSPETORIAL LOCAL
1 T Conselho Inspetorial (2)
2 Q
3 Q
4 S Or. Vocaciona...
2008 plano%20de%20acao pdf
2008 plano%20de%20acao pdf
2008 plano%20de%20acao pdf
2008 plano%20de%20acao pdf
2008 plano%20de%20acao pdf
2008 plano%20de%20acao pdf
2008 plano%20de%20acao pdf
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

2008 plano%20de%20acao pdf

1.085 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.085
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
19
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2008 plano%20de%20acao pdf

  1. 1. Plano de Ação Pastoral 2009
  2. 2. ÍNDICE Temas Pastorais e Eventos Especiais....................05 Prioridades da Animação Pastoral da Inspetoria..........08 Planos de Ação das Comissões Inspetoriais..............13 Educação Superior .............................15 E s c o l a s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 6 Paróquias................................................18 Oratórios e Centros Juvenis........................22 Escolas Profissionais e Obras Sociais.................23 Animação Vocacional................................25 Animação Missionária...............................26 Catequese........................................27 Comunicação Social.................................28 AnimaçãodaAJS(ArticulaçãodajuventudeSalesiana).............30 CJC (Comunidade de Jovens Cristãos)......................32 Voluntariado......................................34 Conclusões do III ESA (2008-2012)..................39 Calendário Inspetorial ..............................45
  3. 3. 5 TEMÁTICAS DE PASTORAL 2009 ESTRÉIA DO REITOR-MOR “Empenhemo-nos por fazer da Família Salesiana um vasto movimento de pessoas para a salvação dos jovens” (Pe. Pascual V. Chávez, Reitor-Mor) CAMPANHA DA FRATERNIDADE PARA 2009 Fraternidade e Segurança pública “A paz é fruto da justiça” (Is 32,17) EVENTOS ESPECIAIS 2009 150º da Fundação da Sociedade Salesiana - 31/01-18/12/2009 Visita do Reitor-Mor - Recife - 26-29/08 Ano Paulino - 28/06/2008 até 29/06/2009 Ano Catequético Nacional “Catequese, caminho para o discipulado” “Nosso coração arde quando Ele fala, explica as Escrituras e parte o pão” (cf. Lc 24, 32.35)Congresso Inspetorial de Catequese (Inspetorias SDB/FMA) - Carpina-PE, 26-28/06 IX Congresso Nacional dos Cooperadores Salesianos - Recife-PE, 22-26/07 Tema: “Projeto de vida apostólica: santidade na comunhão e na missão” Lema: “Salesiano cooperador, é hora de testemunhar” VII Congresso Nacional Ex-Alunos Salesianos - Belo Horizonte-MG, 4-7/09 Tema: “Século XXI: valores e desafios para o protagonismo na fidelidade renovada a Dom Bosco” Lema: “Cidadania e Protagonismo” 100 anos nascimento Dom Hélder Câmara (07/02)
  4. 4. CONSELHO INSPETORIAL DELEGADO PAST. JUVENIL DELEGADO FAMÍLIA SALESIANA Paróquias Salesianos Cooperadores AMM (Associação Mamãe Margarida) AFS (Ação Fraterna Salesiana)Irmãs de Miyazaki Ex-alunos ADMA VDB Escolas Oratórios e Centros Juvenis Animação Missionária Comunicação Social Animação Vocacional Obras Sociais Sub-comissão Escolas comunitárias Educação Superior Voluntariado AJS CJC Catequese GRUPOS ASSOCIAÇÕES INSPETORIAIS Equipe Inspetorial de Pastoral Equipe de Fomação FAMILIA SALESIANA PASTORAL JUVENIL COMISSÕES INSP
  5. 5. 7 Organização inspetorial ECONOMIA DELEGADO PARA ECONOMIA DELEGADO PARA FORMAÇÃO COMISSÃO INSPETORIAL DE FORMAÇÃO ACOMPANHA E ANIMA AS ETAPAS Aspirantado Pré-noviciado Noviciado Tirocínio Pós-noviciado Pós-tirocínio Formação permanente ECONOMATO Administração ordinária de bens materiais da inspetoria Elaboraração de projetos sociais ESCRITÓRIO DE PROJETOS Equipe Administrativa FORMAÇÃO ETOR
  6. 6. 8 Prioridades e linhas de ação PRIO RIDA DES OBJETIVOS (metas a serem alcançadas) INTERVENÇÕES (ações previstas) PROCESSOS (como realizar as ações previstas) PRIORIDADE1 RETORNOAOSJOVENS 1.1. Conhecer a condição juvenil para uma maior incidência de nossa ação educativa. 1.1.1Estudo da condição juvenil Desenvolvendo esta temática em todos os encontros inspetoriais Propondo encontros de reflexão sobre a condição juvenil em todas as casas 1.1.2 Conheci- mento de novas linguagens juvenis Organizando um encontro inspetorial sobre software livre e novas tecnologias de informação Conhecendo e atuando mais nos espaços virtuais dos jovens 1.2 Res- significar a praxe da assistência salesiana, envolvendo também os leigos co- responsáveis. 1.2.1 Reflexão sobre assistência salesiana para os educadores Preparando um subsídio de estudo sobre o tema da assistência salesiana Organizando encontros de reflexão sobre o sistema preventivo 1.2.2 Valorização do pátio e dos eventos juvenis salesianos Estimulando os salesianos a estar mais entre os jovens Dispondo, nas nossas casas, de uma sala de pastoral como lugar de encontro com os jovens Ativando o esporte nos momentos de intervalo Participando dos grandes eventos juvenis organizados pela inspetoria Organizando a nível local, ao longo ao ano, alguns eventos juvenis (romaria jovem, vigília jovem, encontrão jovem...)
  7. 7. 9 Inspetoria salesiana QUEM QUANDO AVALIAÇÃO Comissões inspetoriais Encontros inspetoriais No final dos encontros Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Depois de cada encontro Comissão de Comunicação No primeiro semestre Depois do encontro Salesianos e leigos Sempre que for possível Avaliação periódica/ Visitas EIP Ao longo do ano No final dos encontros Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Depois do encontro Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Equipe Pastoral de cada casa Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Depois do encontro Diretores e/ou Coordenadores Em datas fixadas Depois do encontro
  8. 8. 10 OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS 1.3 Renovar os oratórios e viver o espírito oratoriano 1.3.1 Ativação de um processo de reflexão em vista de uma maior penetração em todas as casas Encontrando os encarregados de oratório festivo para uma jornada de estudo Articulando as equipes locais dos oratórios Acompanhando sistematicamente a vida de cada oratório Divulgando experiências bem sucedidas de oratório, também fora das casa salesianas 1.3.2 Promoção da experiência associativa salesiana Apresentando, como exemplo, a experiência do Oratório de Valdocco e da Congregação Convocando os jovens para participar de grupos Propondo aos grupos o estudo e a vivência do “Itinerário de educação à fé dos jovens” PRIORIDADE2 FORMAÇÃOALESIANADOSEDUCADORES 2.1 Favorecer uma forma- ção salesiana continuada 2.1.1 Realização de cursos Organizando o 2º Curso de Pedagogia salesiana Promovendo o curso de Assessores PJS em outras regiões 2.1.2 Oferecimento de subsídios Apresentando e estudando, nas casas, o livro sobre salesianidade. Preparando subsídios de pedagogia e espiritualidade salesiana 2.2 Re-elabo- rar o PEPS com amplo envolvimen- to dos edu- cadores 2.2.1 Trabalho das comissões e das comunidades educativas fazendo a revisão do PEPS Refletindo nas comunidades a partir de um esquema proposto pela EIP Ponderando nas comissões as idéias dos componentes das mesmas e as sugestões das casas 2.2.2. Preparação e realização da Assembléia Inspetorial Realizando uma síntese dos dados enviados pela comunidades Envolvendo salesianos, co- responsáveis e jovens na participação da Assembléia
  9. 9. 11 QUEM QUANDO AVALIAÇÃO Comissão de Oratórios e C.J. No início do ano Depois do encontro Comissão de Oratórios e C.J Ao longo de 2008 Na Comissão dos Oratórios e C.J. Diretores e Comissão de Oratórios Ao longo de 2008 Na Comissão dos Oratórios e C.J. Comissão de Oratórios e CS Ao longo do ano Na Comissão dos Oratórios e C.S. Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Assessores e Coordenadores Ao longo do ano A cada trimestre FASNE Julho e janeiro Depois de cada módulo Comissão AJS Ao longo do ano Depois de cada módulo Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade EIP e Comissões inspetoriais Ao longo do ano Cada mês no encontro da EIP De fevereiro a maio Cada mês no encontro da EIP Cada mês no encontro da EIP EIP e Comunidades De fevereiro a maio EIP e Comissões Comissões inspetoriais Maio e junho EIP e Conselho Inspetorial Diretores e EIP Junho (18-20) EIP e Conselho Inspetorial
  10. 10. 12 OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS PRIORIDADE3 EVANGELIZAÇÃO 3.1 Fortalecer a ação catequética em todas as obras 3.1.1 Criação de planos de evangelização Elaborando um plano anual de evangelização em cada comunidade Preparando um subsídio mensal para ‘bons dias’ e/ou ‘boas tardes’ Organizando uma semana catequética Planejando encontros específicos e periódicos para catequistas 3.1.2 Revitalização do ensino religioso Realizando um encontro inspetorial específico sobre ER Sintonizando com as perspectivas da RSE Dando ao ensino religioso um lugar de destaque nas nossas escolas 3.2 Difundir o ideal missionário e incentivar a participação dos jovens em experiências apostólicas 3.2.1 Apóio e divulgação da ação missionária Incentivando o surgimento de grupos missionários. Divulgando as iniciativas missionárias salesianas Realizando a Semana Missionária Salesiana (DOMISAL) em cada obra 3.2.2 Conhecimento dos projetos de evangelização da casa, da inspetoria e da diocese. Organizando experiências apostólicas locais e atividades de solidariedade Apoiando as campanhas da Congregação e da Igreja Organizando ou participando de Santas Missões Populares 3.3 Envolver as famílias na evangeliza- ção. 3.3.1 Aproximação das famílias dos jovens Visitando as famílias dos jovens, especialmente dos vocacionados e dos mais participativos na obra Acolhendo com carinho nas nossas obras os pais dos educandos Conhecendo melhor a situação de cada família, especialmente aquelas que passam necessidades 3.3.2 Promoção de eventos que envolvam as famílias Convidando as famílias para participar dos eventos da obra salesiana Estudando, junto ás Famílias, a Estréia 2009 do Reitor-Mor Propondo aos pais mais sensíveis e interessados um compromisso na Família Salesiana
  11. 11. 13 QUEM QUANDO AVALIAÇÃO Diretores e/ou Coordenadores No início do ano EIP e Conselho Inspetorial Coordenadores de pastoral e EIP Todos os meses Equipe Pastoral de cada casa Comissão de Catequese Julho Comissão de catequese Párocos, Diretores e Coordenadores Ao longo do ano Comissão de catequese EIP e Comissão de Escolas Março (20-21) EIP e Comissão escolas Comissão de Escolas Ao longo do ano Comissão Escolas Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano No final de cada trimestre Coordenadores e Animação miss. Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Comissões de Anim. Miss e CS Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Diretores, Párocos e Coordenadores Maio Diretores, Párocos e Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade SDB e Leigos Coordenadores Ao longo do ano Equipe Pastoral de cada casa Diretores, Párocos e Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade SDB e Leigos Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Todos Ao longo do ano Comissão de Anim. Missionária Diretores, Párocos e Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade Diretores e/ou Coordenadores Em datas fixadas Nos encontros de comunidade Diretores e/ou Coordenadores No início do ano Nos encontros de comunidade Diretores e/ou Coordenadores Ao longo do ano Nos encontros de comunidade
  12. 12. Planos de Ação das Comissões Inspetoriais Coordenadores das comissões: Escolas: P José Mauro da Silva Educação Superior: Pe. Fábio José Farias Leite Paróquias: Pe. Oratórios e Centros Juvenis: Pe. José Pereira Lima Filho Obras Sociais: Pe. Gilvan Galdino Tavares Animação Vocacional: Pe. Francisco Eliano Bezerra de Queiroz Animação Missionária: Pe. Francisco Eliano Bezerra de Queiroz AJS: Pe. Gilberto Antônio da Silva Comunicação Social: Pe. Gilberto Antônio da Silva CJC: Pe. Raimundo Benevides Gurgel Catequese: Pe. Gilberto Antônio da Silva Voluntariado: Pe. Carlos Lorenzo Barata
  13. 13. Plano de Ação 17 Oratórios e Centros Juvenis OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS Elaborar um• projeto de renovação dos oratórios; Estimular o• intercâmbio local e inspetorial entre os Oratórios e Centros Juvenis. Tomar• consciência da realidade em que estão situados; Encontros e• celebrações regionais e locais de formação para animadores e pré-animadores; Divulgação das• noticias entre os Oratórios e Centros Juvenis (eventos, experiências, etc.); Fazendo um• diagnóstico da realidade; Envolvendo a• Família Salesiana e a comunidade local; Realizando• periodicamente reunião de avaliação do processo; Realizando visitas• e animação aos Oratórios e Centros Juvenis. *Divisão de atividades dentro da Comissão Central dos Oratórios COMISSÃO Pe. José Pereira• (coordenador).
  14. 14. Plano de Ação 18 PRIORIDADE OBJETIVO INTERVENÇÕES Consolidar o Conselho da CEP Colocar em prática• a execução do Conselho da CEP Reuniões• periódicas com planejamento Educativo evangelizador. Atualizar o Projeto Político Pedagógico das Escolas Acompanhar• o processo de atualização e/ ou elaboração do Projeto Político Pedagógico de acordo com Lei de Diretrizes e Bases (LDB) do MEC, em sintonia com o carisma e a missão salesiana. Prestar• assistência às escolas quando solicitada. Participação• na revisão do PEPS Fortalecer a Formação continuada dos Educadores na Proposta Pedagógica da RSE e capacitar toda a comunidade educativa na ótica do Sistema Preventivo. Favorecer• a Formação Continuada Elaboração• de um projeto de formação continuada no âmbito de cada Escola COMISSÃO Pe. José Mauro da Silva• (Coordenador) - (Natal - São José) Mario Sérgio de Oliveira - (Natal - São José)• Luciana Ramos De Oliveira Silva (Aracaju)• Zélia Maria C. Pires - (Recife - Sagrado Coração)• Maria Auxiliadora Guedes da Silva - (Carpina - Padre Rinaldi)• Maria Rejane Rodrigues Freund - (Fortaleza - Dom Lustosa)• Maria das Graças Holanda Ramos -Gestora do pólo RSE-RN/PE/AL/SE•
  15. 15. 19 Escolas PROCESSOS RESPONS. Convocando para planejar e avaliar ações e• projetos; Utilizando subsídios de orientação para execução• do Conselho da CEP. Representantes da Comissão Disponibilizando subsídios a partir das diretrizes• e programas de Educação Nacional. Diretores e Coordenado- res Pedagó- gicos Promover encontros pedagógicos otimizando os• momentos de estudo Representantes da Comissão e Coordenadores Pedagógicos e pastorais Evilasio Freitas Pinto (Salvador)• Pe. Raimundo Nonato dos Santos Feitosa (Carpina)• Silvia Regina Meireles• Pe. Antônio gomes M. Filho (Juazeiro)• Pe. Josenildo Ferro dos Santos (Aracaju)• Valdir Paiano Pereira•
  16. 16. Plano de Ação 20 PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES DAR UMA ATENÇÃO ESPECIAL À FAMÍLIA SALESIANA Promover, apoiar• e acompanhar os membros da Família Salesiana. Calendário de momentos• celebrativos e de enriquecimento espiritual. Fortalecer a AJS e a Espirituali- dade Juvenil Salesiana. Formar os coor-• denadores/as dos grupos na pedago- gia salesiana; Identificar e formar• os Assessores com os princípios da AJS; Acompanhar in-• tegralmente os jovens; Encontros de formação para• Assessores/as e Coordenado- res/as de grupos. Constituição, ou fortalecimen-• to, do Conselho local da AJS (Delegado, Assessores e Co- ordenadores). Criação de condições para a• formação e acompanhamento dos jovens. Fortalecer a ação catequética em nossas paróquias Investir na forma-• ção e acompanha- mento dos cate- quistas. Participação em encontros• de formação, jornadas, planejamentos... com coordenadores e catequistas locais e regionais;
  17. 17. 21 Paróquias PROCESSOS RESPONSABILIDADE Mantendo ligação e envolvimento com• o processo missionário diocesano e Inspetorial. Adquirindo e produzindo subsídios que• ajude a enriquecer os membros da Família Salesiana. Comunidade Salesiana e Membros da Família Salesiana Aproveitando os encontros oferecidos• pela Inspetoria. *Estudando a Pedagogia Salesiana e as• propostas da CNBB (Doc. 85). *Adquirindo e fazendo bom uso de• subsídios como: “Itinerário de educação à fé dos jovens, CG 23, Subsídio Colônia de Férias, Nordeste Pastoral, Princípios norteadores AJS, ...” Comissões de Paróquias, AJS, Párocos, assessores e coordenadores locais Adquirindo e repassando com c• • Acolhendo o Congresso de Catequese e Concretizando suas propostas. Convidando a Coordenação da• Catequese a elaborar subsídios adequados à realidade local. Adquirindo e fazendo bom uso do• subsidio: “Itinerário de Educação da Fé do Jovem”, Colônia de Férias e outros materiais; Possibilitando recursos e espaços.• Apoiar a Semana Catequética promovida• pela Inspetoria. Pároco com seu conselho, Coordenadores da catequese, catequistas, Comissões de Paróquias e Catequese
  18. 18. 22 PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES Incentivar e apoiar a participação das comunidades nos vários organismos sociais Elaborar um• diagnostico sócio- econômico da realidade local; Organizar os• momentos de conscientização e formação das lideranças; Motivar o Pároco• com o seu conselho para a participação efetiva e eficaz nas ações sociais das paróquias. Identificação dos diversos• organismos sociais cuja atuações abrangem a comunidade; Identificação e envolvimento• das pessoas sensíveis à questão social tendo em vista a formação de uma equipe de trabalho; Promoção de debates e• reflexões sobre os desafios e situações de risco que se encontra a população local com base no diagnóstico sócio-econômico; Implementar A Pascom (ou uma equipe de comu- nicação) em Todas as Paróquias Salesianas. Fazer bom uso• dos recursos já disponíveis em nossas comunidades nesta área; Envolver• através de uma comunicação de qualidade a todos na missão da Igreja. Na paróquia, encontros de• formação dos voluntários da PASCOM com a Assessoria. Constituição da equipe• executiva da PASCOM. Promoção de eventos de• massa que apresente de forma criativa a missão da Igreja COMISSÃO
  19. 19. 23 PROCESSOS Quem Incentivando a participação da• comunidade nos organismos: (Conselho Tutelar da Criança e Idoso, da Saúde, da Educação,...) e outros similares; através de reuniões, debates, palestras, com lideranças e associações locais; Proporcionando espaços e condições de• gerenciamento das várias ações sociais; Orientações de acordo com cada• realidade; Introdução de temas de ação social nos• encontros Inspetoriais e locais. O pároco com seu conselho, Comissões de Ação Social e Paróquias, lideranças, grupos, pastorais, movimentos e comunidades em geral Fazendo parcerias com organizações• competentes no mundo da comunicação. Disponibilizando de forma inequívoca• espaço suficiente e recursos adequados para o funcionamento da PASCOM. Adquirindo e produzindo subsídios• que ajude a enriquecer a bagagem de nossas lideranças e do povo em geral (jornal, informativo, rádios...). O pároco com seu conselho, Comissões de Paróquias e de Comunicação
  20. 20. 24 Plano de AçãoPlano de Ação Educação Superior OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS Assessorar• a Inspetoria na reflexão e na animação da presença salesiana na Educação Superior; Realizar na• educação superior as prioridades inspetoriais de organização e formação. Início de um• diálogo fecundo e efetivo com as IUS; Estabelecimento• de um processo de qualificação dos componentes da comissão; Elaboração do• Projeto Inspetorial de Educação Superior. realizando• Reuniões mensais; Realizando Encontro• de coordenadores e docentes. Envolvendo• salesianos e leigos pós-graduados em Pedagogia Salesiana. Continuar o processo• da aproximação INSAF-FASNE. Apresentar a• pedagogia salesiana aos colaboradores COMISSÃO Pe. Fábio José (coordenador)• Pe. Benedito Hélio T. Gomes• Pe. João Carlos Ribeiro•
  21. 21. 25 Plano de Ação 25 Obras Sociais OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS 1.Contribuir para o for- talecimento do impacto social dos projetos so- cioeducativos desenvol- vidos nas Obras Sociais Salesianas do Nordeste 1.1 Diagnóstico da realidade ju- venil, no situa- da e datada no seu contexto familiar, socioe- conômico, reli- gioso, político e cultural; 1.1.1 implentando/articulando da Rede Salesiana de Ação Social tendo em vista um trabalho em rede focado nos jovens; 1.1.2 motivando e assessorando as OSS do NE. no sentido de: A) funcionamento e/ou implementação Conselho da Comissão Educativa Pastoral – CEP com participação dos/as beneficiários/as; B) participação dos/as jovens em organismos sociais; C) desenvolvimento de projetos com o foco nos/as jovens situados em seu contexto; D) realização de um estudo analítico sobre a realidade dos/as jovens atendidos nas OSS do NE. 1.1.2 Articu- lação com as políticas públi- cas, equipa- mentos sociais que tratam da realidade da juventude; 1.2.1.orientando as OSS do Ne. no sentido da mobilização de recursos e da participação em eventos que tratam da temática juvenil; 1.2.2 integrando-se com as demais comissões de Animação Pastoral; 1.2.3 participando dos espaços de políticas públicas direcionados à juventude.
  22. 22. 26 COMISSÃO Pe. Gilvan Galdino• Marta Lúcia Carvalho de Barros• Lêda Maria Cantalice de Medeiros• Maria das Graças S. Pimentel• Éliton Lopes de Souza• Wellington da Silva• Alfredo Galamba• OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS 2.Fortalecer a formação pessoal e capacitação profissional dos/as edu- cadores/as na ótica da pedagogia salesiana 2.1 Elaboração de um planejamento de capacitação permanente dos educadores/ as das OSS do NE.,com base no diagnóstico realizado em novembro de 2008 2.1.1 assessorando as OSS do NE., nas áreas da Política Nacional de Assistência Social; elaboração, monitoramento e avaliação de projetos sociais, elaboração do Plano Educativo Pastoral, planejamento estratégico e Proposta Políticopedagógica; 2.1.2 motivando a participação dos/as educadores/as e gestores em organismos sociais, políticas públicas, em seminários, palestras , encontros, congressos educativo/ culturais; 2.1.3 coordenando o Encontro de Educadores/as das OSS do NE. realizado semestralmente; 2.1.4 promovendo a capacitação específica dos /as educadores/as da área das Escolas; 2.1.5 motivando/articulando o acesso e a prática da pedagogia salesiana nas OSS do NE.; 2.1.6 viabilizando o feedback entre a ISNEB e as OSS do NE. diante das necessidades constatadas nas visitas; 2.1.7. participando e viabilizando a prática das orientações da RESAS – CISBRASIL
  23. 23. Plano de Ação Educação 27 Animação Vocacional OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS Conhecer melhor o jovem vocacionado para uma maior incidência de nossa ação formativa. Conhecimento• personalizado do jovem Acolhendo em nossas• casas os jovens para momentos de vida comum. Mantendo diálogos• freqüentes com o vocacionado. Fazendo visita às famílias• dos vocacionados Criar e forta- lecer os grupos vocacionais em todas as obras. Dedicação no• acompanhamento personalizado dos vocacionados Organizando o calendário• dos encontros e retiros Motivando os vocacionados• a participarem desde já da missão salesiana local (Oratório, colônia de ferias, grupos juvenis e AJS) Estimulando a prática• da direção espiritual e confissões freqüentes. Incentivando os• vocacionados nos eventos da comunidade salesiana. Organizando encontros• regionais em conjunto com as FMA e os SSCC. Favorecer a formação continuada dos animadores vocacionais Realização• de encontros para estudo da salesianidade e da condição juvenil Elaborando o plano• de acompanhamento dos vocacionados universitários. Criando novos espaços• virtuais. Participando de encontros• intercongregacionais e/ou diocesanos COMISSÃO: Pe. Eliano Queiroz (coordenador)•
  24. 24. 28 Plano de Ação Animação Missonária OBJETIVOS INTERVENÇÕES PROCESSOS Criar e• organizar grupos missionários locais Elaboração• de subsídios para formação missionária. Fazendo o convite aos• jovens para o serviço missionário; Promovendo encontros de• formação de lideranças; Formando e• acompanhando grupos missionários; Promovendo encontros• mensais de formação dos grupos nas casas. Incentivar o• voluntariado missionário Apoio às• missões e romarias Enviando voluntários• missionários para experiências pastorais em missões e romarias Apresentando o conjunto• da missão salesiana desenvolvida na obra Estimular• campanhas missionárias (DOMISAL) Divulgação• da campanha DOMISAL 2009. Apoio a missão• salesiana de Angola Enviando material para as• casas Apresentando o trabalho• missionário desenvolvido pelos salesianos em Angola COMISSÃO: Pe. Francisco Eliano (Coordenador)•
  25. 25. Plano de Ação 29 Catequese OBJETIVO INTERVENÇÕES PROCESSOS Animar e fortalecer a ação Catequética em nossas presenças A Articulação• das várias experiências e atividades catequéticas. Formação de• catequistas. Preparação• e realização do Congresso Catequético – 2009. Proporcionando a integração• dos coordenadores e agentes da catequese das nossas obras; Acompanhando e• assessorando as atividades catequéticas das comunidades; Organizando e realizando a• Semana de Catequese ; COMISSÃO: Pe. Gilberto Antônio da Silva ( Coordenador)• Pe. Breno Guasttala – Carpina• Enéas andrade de Araújo - INSAF• Clécio Pinto da Silva - INSAF• Alexsandro Júnior de Santana - Teólogo – São Paulo• Mônica Maria Torres de Oliveira – Jaboatão• Aline Mirelle S. Martins de Medeiros – Caetés• Edivirgem Galdino Vila-Nova da Silva – Bongi•
  26. 26. Plano de Ação 30 PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES Criar, apoiar e articular as equipes de comunicação local Intensificar a comunhão entre equipe inspetorial e equipes locais Articulação com todas as comissões locais e inspetoriais, através de todos os meios disponíveis. Realização de visitas e encontros ampliados Apoiar o trabalho das equipes locais Surgimento de comissões locais de comunicação (Pascom) ou, pelo menos, de um responsável em cada obra. Formar e acompanhar leigos e salesianos para a comunicação Acompanhar e formar agentes na área da comunicação Aprofundamento de temas de formação salesiana para os agentes de comunicação. Atenção especial às potencialidades da juventude Dar maior visibilidade ao trabalho salesiano Conhecer melhor os eventos e as obras salesianas da inspetoria Divulgação das obras salesianas e seu trabalho 1. COMISSÃO Pe. Gilberto Antônio da Silva David Soares (INSAF) Giordano (INSAF) Geraldino José Jakeline Lira Paulo Lemos
  27. 27. 31 PROCESSOS •Articulando-se com as outras comissões inspetoriais.• Estimulando o envio semanal de notícias das casas e comissões inspetoriais• para o Nordeste Hoje. Cuidando para que os meios de comunicação ajudem a formar as• consciências e a comunhão Fazendo uma maior cobertura dos eventos inspetoriais pelos correspondentes• locais Agendando o calendário de visitas às casas durante o ano.• Acompanhando através dos recursos disponíveis as equipes locais.• Individualizando, em cada casa, um responsável pela comunicação social.• Apoiando a formação de equipes locais de comunicação.• Incentivando, nas casas, a leitura e a exposição do Nordeste Hoje, e outros• informativos. Realizando o Encontro inspetorial para Coordenadores locais (SDB e leigos);• Elaborando subsídios sobre comunicação social e pedagogia salesiana;• Produzindo e/ou divulgando CDs com musicas salesianas.• Apresentando DVDs sobre família salesiana no mundo• Produzindo e difundindo material sobre AJS e EJS.• Realizando oficinas de comunicação com jovens• Estimulando a leitura do Boletim Salesiano e outras publicações, entre• colaboradores, pais de alunos e dizimistas. Utilizando os recursos disponíveis (jornal, rádios, televisão e Internet) para• apresentar a proposta salesiana à sociedade. Comunicação Social
  28. 28. Plano de Ação 32 PRIORIDADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES Formar sale- sianamente os assessores e os jovens Formar os educadores dentro do Sistema Preventivo Formação para os coordenadores dos grupos Promoção e participação do Curso para assessores Conhecer as temáticas de pastoral Estudo da Estréia para sua utilização nas atividades dos grupos. Reflexão sobre o tema da CF Utilizar os subsídios nacionais e inspetoriais da AJS Divulgação e produção de materiais Articular os grupos e as atividades locais da AJS Articular os grupos locais, inspetoriais e diocesanos Fortalecimento da articulação local Conhecimento dos grupos e das atividades da inspetoria Participação no setor de juventude das dioceses Fomentar surgimento de novos grupos Encontros para adolescentes e jovens Crescer numa mentalidade de abertura ao outro e às suas necessidades Comprometer-se com jovens e crianças em situação de vunerabilidade. Evangelização nos ambientes de periferia Refletir sobre as problemáticas do mundo juvenil Conhecimento da realidade juvenil Valer-se dos meios de comunicação social e das tecnologias da informação e comunicação Identificação dos novos ‘areópagos’ para evangelizar Utilização da comunicação como espaço sóciocultural de evangelização COMISSÃO CENTRAL: Pe. Gilberto Antônio da Silva (Delegado SDB) e Ir. Elizabeth Montarroyos (81) 9 Jovens: Fernado (INSAF); Rafael (INSAF); Greice Carvalho (Caetés); Glaucio Gu Willames Brasileiro (Caetés).Romaria Jovem
  29. 29. 33 Educação PROCESSOS Organizando encontros de formação (especialmente sobre o Sist. Preventivo)• Oferecendo linhas para a formação• Pensando um curso de Assessores da PJS em todas as regiões• Promovendo o estudo da estréia do Reitor-Mor, através de leitura do texto• e projeção do DVD Aproveitando da quaresma como momento forte de reflexão sobre a vida• Utilizando nos grupos o ‘Itinerário de educação à fé’• Organizando encontros para coordenadores dos grupos• Distribuindo os subsídios inspetoriais• Disponibilizando o material para os grupos• Organizando encontros de coordenadores locais e assessores• Conhecendo os trabalhos das Comissões inspetorias (especialmente• Missionária, Obras Sociais, Paróquias, Voluntariado, Comunicação social, Oratório e CJC) Participando dos grande eventos programados no calendário inspetorial• Conhecendo os outros grupos e movimentos juvenis da Diocese• Escolhendo um representante para participar ds reuniões do Setor Juventude• Falando da importância dos grupos nas casas salesianas• Ajudando o surgimento de grupos de interesse (coreografia, dança, música,• teatro, esporte...) Divulgando nos grupos de catequese (especialmente da Crisma) os• grupos e as atividades da AJS Participando das colônias de férias• Envolvendo-se mais com os oratórios• Procurando jovens em situação de risco que vivem ao redor das nossas obras• Refletindo a problemática de adolescentes e jovens• Fazendo um diagnóstico da realidade local• Participando dos vários organismos que envolvem a juventude• Utilizando os meios de comunicação social que estão no território• Estudando a possibilidade de produção de jornal do grupo ou da comunidade• Pesquisando na internet e divulgando as atividades. que se referem à juventude• Estudando as novas linguagens juvenis• Aproveitando de todos os meios disponíveis (orkut, MSN, skype...)• 9659.1084 (Delegada FMA) uimarães (Caetés); Elton Borba (Jaboatão); Cici (Recife – Sagrado Coração); AJS
  30. 30. Plano de Ação 34 PRIORIDADES (idéias - força) OBJETIVOS (metas) INTERVENÇÕES (atividades que vamos fazer) Formação das Lideranças no Movimento CJC Cultivar o processo formativo e o espírito de liderança dos jovens comunitários cristãos Realização de momentos de formação Realização de Retiros com os coordenadores e líderes por estado Evangelização (Missões) Difundir entre os comunitários o ideal missionário Participação nas Santas Missões populares Organização da Missão CJC por Estado Destaque: Projeto Sede Conscientizar os jovens comunitários para um trabalho co Promover nas comunidades CJC iniciativas variadas de c COMISSÃO (CONSELHO DO CJC) Pe. Raimundo Benevides Gurgel• Anderson José dos Santos• Saulo Manoel da Silva Junior• Carlos Augusto da Silva de Araújo• Irleide da silva Teixeira• Ir. Mario Claudio da Silva•
  31. 31. 35 PROCESSOS (os modos como vamos fazer) Valorizando o que o CJC já oferece: reuniões semanais, treinamentos, retiros,• missões jovens, etc. Promovendo encontros específicos e momentos de formação sobre liderança;• Distribuindo responsabilidades;• Refletindo, nas reuniões, sobre liderança e oferecendo subsídios.• Convidando os coordenadores e jovens com qualidades de liderança para• participar; Procurando bons palestrantes para os retiros;• Organizando os retiros por Estado.• CJC Integrando os jovens comunitários nos grupos que irão trabalhar nas Santas• Missões populares nas paróquias; Estudando nas reuniões algum subsídio sobre missão;• Rezando nas reuniões pelas missões e missionários.• Programando e realizando uma missão jovem por estado com os comunitários;• Realizando uma celebração missionária no mês de outubro, nas comunidades;• Envolvendo comunitários na composição de uma equipe missionária nos• estados; Realizando uma missão no bairro onde mora.• o-responsável em prol da construção da futura Sede do Movimento CJC.. cunho financeiro em vista da realização deste projeto.
  32. 32. Plano de Ação 36 PRIORI- DADES OBJETIVOS INTERVENÇÕES OU ESTRATÉGIAS Tornar o voluntariado uma força apostólica na Inspetoria Criar uma organização do Voluntariado em nível inspetorial e local Criação de uma Coordenação• Central Inspetorial do Voluntariado Fortalecimento da Equipe• Central de Coordenação para ser assessora de lideranças de animação para os centros locais Estimular o sentido de pertença e integração dos Voluntários à Inspetoria e à Família Salesiana Promoção de espaços para o• Conhecimento da Congregação e da Inspetoria Acompanhamento dos voluntários• pelos salesianos Conscientizar comunidades e jovens sobre a importância do voluntariado Oferecer uma formação continuada e específica. Elaboração (aos poucos) de• um Projeto de Formação ao voluntariado. Organização de um processo de• formação continuada e específica Suscitar novos voluntários a curto e longo prazo Divulgação, incentivo e valorização• do trabalho voluntário. Criação Centros Locais de• Voluntários nas Comunidades salesianas e apoio aos mesmos
  33. 33. 37 voluntariado PROCESSOS Escolhendo por eleição 5 membros das obras mais perto do centro e o• ponto de encontro na EDBAO. Preparando em conjunto as reuniões, encontros, subsídios, etc• Organizando um cadastro de todos os voluntários• Criando uma logomarca, camisas e outros distintivos que destaquem o• Voluntariado. Conhecendo as casas da Inspetoria e os trabalhos dos voluntários• Apresentando vários tipos de voluntariado salesiano no Brasil e no• mundo. Utilizando os Delegados locais da F.S. para acompanhar os Voluntários• Animando e incentivando o voluntariado nos grupos da F.S.• Participando das reuniões dos voluntários para programar, avaliar,• refletir, formar e rezar juntos. Estimulando o estudo dos documentos da Congregação• Formando bíblica, teológica, pastoral e salesianamente.• Promovendo encontros, retiros, cursos de formação.• Participando da formação de outros grupos (passando pelos Grupos da• Crisma - Grupos de Jovens AJS – Voluntariado – Grupos da F.S.) Pensando numa formação adaptada a cada fase do Processo (Pré-• voluntariado – Voluntariado – Pos-voluntariado). Transformando os voluntários mais preparados em formadores.• Realizando reuniões de informação sobre o voluntariado.• Acolhendo voluntário que tenha resolvida sua situação financeiro-• trabalhista. Refletindo muito sobre as motivações básicas do Voluntariado.• Visitando e conhecendo as famílias dos Voluntários.• Acompanhando antes e depois do trabalho voluntário• Preenchendo a ficha pessoal na obra onde atua o Voluntário.• Preparando e assinando o “Contrato Particular de Voluntariado”, Lei• 9.608 de 18 / 02 / 1998.
  34. 34. 38 COMISSÃO: Pe. Carlos Lorenzo Barata (coordenador)• Antonio Aureliano dos Santos• Maria da Glória de Melo• Jéssica Pedrosa da Silva• João Pedro da Silva•
  35. 35. 39 INDICADORES assumidos no III Escola Salesiana América (esa) realizado em maio de 2008. 2008-2012 COMPLEMENTAR
  36. 36. 40 A ANIMAÇÃO – GESTÃO E ACOMPANHAMENTO DESAFIO Dinamizar a animação-gestão que potencie a qualidade dos processos educativo-pastorais da Escola salesiana e acompanhe a descoberta do sentido da vida a todos os integrantes da CEP, em especial aos jovens mais pobres. POLÍTICAS LINHAS DE AÇÃO INDICADORES Animar ge-1. renciando e gerenciar animando, de forma partici- pativa e co- responsável, o acompa- nhamento dos sujeitos da CEP. Fundamentar2. evangelica- mente o currí- culo para o de- senvolvimento de processos de formação integral de aprendizagens significativas. 1.1. Dinamizar a criação de organismos de participação para potenciar a co- responsabilidade. 1.2.Garantir processos formativos que acompanhem o projeto pessoal de vida. 2.1.Fundamentar evangelicamente o currículo na ótica do Sistema Preventivo. 2.2. Potenciar os ambientes educativos (clima, infra-estrutura, meios pedagógicos, recursos etc.) 1.1.1.Organismos que possibilitam a participação co- responsável dos sujeitos da CEP. 1.2.1. Programas de formação permanente para o acompanhamento baseados numa metodologia vivencial. 2.1.1. Currículo concebido a partir do Evangelho e do carisma salesiano. 2.2.1. Ambientes educativo-pastorais adequados para a aprendizagem.
  37. 37. 41 EducaçãoConclusões III ESA A COMUNICAÇÃO DESAFIO Favorecer a cultura comunicacional inspirada nos valores do Evangelho, educando-nos para a comunicação interpessoal, a mediação tecnológica, a expressão e arte e a formação cidadã, compreendendo as novas linguagens das culturas juvenis, na ótica da Educomunicação. POLÍTICAS LINHAS DE AÇÃO INDICADORES Construir1. ecossistemas comunicacionais ricos de intencionalidade educativa, como busca de sentidos e ressignificação das relações sociais. Orientar os2. processos educativo- pastorais a uma ação comunicativa que gere uma cidadania ativa. 1.1. Conhecer a Educomunicação e suas implicações. 1.2. Dinamizar a assistência salesiana nos “novos pátios” de presença juvenil. 2.1. Incorporar no currículo a dimensão sócio- política. 2.2. Estabelecer vínculos de interação comunicativa na CEP e seu entorno. 1.1.1. Programas de formação em Educomunicação para os atores da CEP. 1.2.1. Presença de educadores/as salesianos/as nos “novos pátios” das culturas juvenis. 2.1.1. Currículo que incorpora a formação sócio- política. 2.2.1 Redes de vinculação interinstitucionais.
  38. 38. 42 A FORMAÇÃO DESAFIO Fortalecer processos de formação contínua e em rede para ressignificar corresponsavelmente o Sistema Preventivo, desenvolvendo em todos os membros da CEP, as competências requeridas pelo Projeto Educativo- Pastoral. POLÍTICAS LINHAS DE AÇÃO INDICADORES Implementar1. processos de formação integral, per- manente e conjunta com os diversos atores da CEP, atenden- do preferen- temente aos profissionais da educação salesiana. 1.1. Elaborar e implementar de forma participativa itinerários de formação que considerem os valores do evangelho, o sistema preventivo, as competências próprias da profissão docente, refletindo a partir da própria prática e considerando neles, as diversidades culturais no atual contexto de mudanças. 1.2. Constituir ou consolidar equipes de formação que trabalhando em rede, animem, orientem, acompanhem e avaliem os processos formativos. 1.1.1. Itinerários de formação elaborados e implementados para o desenvolvi- mento de competên- cias requeridas pela CEP 1.2.1. Constituição ou consolidação de equipes de for- mação.
  39. 39. 43 A AVALIAÇÃO DESAFIO Implementar ou fortalecer processos de avaliação da prática educativo- pastoral salesiano, que sejam integrais e participativos, para promover uma cultura da avaliação a partir dos diferentes contextos sócio-culturais. POLÍTICAS LINHAS DE AÇÃO INDICADORES Estabelecer1. em todos os níveis critérios de avaliação sistemática para garantir a qualidade da proposta educativo- pastoral e sua renovação contínua. Estabelecer2. mecanismos de avaliação permanente que favoreçam a cultura da avaliação. 1.1. Implementar ações para a avaliação institucional dentro das orientações da ESA. 1.2. Elaborar “planos de qualificação” sobre a base da avaliação permanente. 2.1. Iniciar e/ou consolidar processos de avaliação da qualidade da educação das obras educativas. 2.2. Promover a auto- avaliação como uma práxis educativa. 1.1.1. Avaliações realizadas dentro das orientações da ESA. 1.2.1 “Planos de qualificação” realizados. 2.1.1. Processos de avaliação para a qualidade educacional iniciados ou consolidados. 2.2.1 Incorporação da auto-avaliação na prática cotidiana. Conclusões III ESA
  40. 40. 45 Calendário Inspetorial 2009* * este calendário está sujeio a alterações. Todos os meses a Pastoral Juvenil envia por e-mail as datas atualizadas
  41. 41. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL OU COMISSÕES 1 Q 2 Q Oração vocacional Educadores Obras Sociais: Jaboatão (4) 3 S 4 S RSE – Encontro Professores Novatos - Natal 5 D Domingo de Ramos 6 S Conselho Inspetorial (7) 7 T 8 Q 9 Q Quinta-feira Santa 10 S Sexta-feira Santa 11 S Sábado Santo Encontro Vocacional - Lajedo 12 D Páscoa da Ressurreição 13 S 14 T EIP e Comissões 15 Q CIF 14h - INSAF 16 Q Aniversário Bento XVI 17 S RSE – I ENCOPAS: Brasília (18) EIP e comissões RSE - Coordenadores Pedagógicos-Pólo Recife 18 S Enc. Vocacional: Carpina (18-19) 19 D 2º Páscoa Tirocinantes (21) 20 S 21 T Tiradentes Enc. Cons. Inspetorial ADMA - Recife Eleição Conselho – SSCC - Recife 22 Q Assembléia Geral CNBB: Itaici (01/05) 23 Q 24 Prof. Ens. Religioso: Jaboatão (24-25) 25 S 26 D 3º Páscoa 27 S 28 T Párocos e Agentes de Pastoral: Jaboatão (29) 29 Q 30 ABRIL
  42. 42. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL OU COMISSÕES 1 S S. José Operário Dia Mundial do Trabalho 2 S Animadores de Oratórios: Jaboatão (3) Retiro Mensal 3 D 4º Páscoa Dia Mundial de Oração pelas Vocações DOMISAL – Domingo Missionário Salesiano Romaria Jovem: Caetés 4 S Conselho Inspetorial (5) 5 T 6 Q S. Domingos Sávio 150º: protagonismo apostólico dos jovens EIP 7 Q 8 S 9 S 10 D 5º Páscoa Dia das Mães 11 S Oração missionária 12 T CIF 13 Q N.S. Fátima D.Mazzarello 14 Q 15 S 16 S 17 D 6º Páscoa Romaria Jovem: Recife 18 S S. Leonardo Murialdo 19 T 20 Q 21 Q 22 S 23 S Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (31) 24 Ascensão Dia Mundial das Comunicações Romaria Jovem: Juazeiro 25 S N. Sra. Auxiliadora 150º: entrega a Maria Romaria Jovem: Natal 26 T 27 Q 28 Q 29 S B. J. Kowalski 30 S 31 Pentecostes MAIO
  43. 43. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 S EIP e Coordenadores de Comissões 2 T Conselho Inspetorial(2-3) 3 Q 4 Q Oração vocacional 5 S Dia Mundial do Meio ambiente 6 S Retiro Trimestral 7 D SSma. Trindade 8 S 9 T CIF 10 Q 11 Q Corpus Christi 12 S B. Fsco. Kesy e C. Tirocinantes (14) 13 S 14 D 11º TC 15 S 16 T 17 Q 18 Q ASSEMBLÉIA INSPETORIAL para revisão do PEPS: Jaboatão (20) 19 S 20 S 21 D 12º TC S. L. Gonzaga 22 S 23 T S. José Cafasso 24 Natividade de S. J. Batista 150º reconhecimento ao sucessor de Dom Bosco 25 Q 26 S Congresso Catequese (inspetorias SDB- FMA): Carpina (28) 27 S 28 D SS. Pedro e Paulo 29 S Encerramento do Ano Paulino Educadores Escolinhas (30) 30 XXV Nordestão: Natal (04/07) JUNHO
  44. 44. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 Q 2 Q Oração vocacional 3 S 4 S Retiro Mensal 5 D 14º TC 6 S Semana de Catequese (6-12) 7 T B. Maria Romero CIF 8 Q 9 Q Estágio vocacional: Salvador (12) 10 S Encontro Voluntariado: S. Paulo (12) - proposta 11 S Oração missionária 12 D 15º TC 13 S 14 T Estágios vocacionais (14-18): Carpina – Fortaleza 15 Q 16 Q N. Sra. do Carmo 17 S 18 S 19 D 16º TC 20 S Dia do Amigo Formandos (22) 21 T XXII Intereclesial CEBS: Porto Velho (21-25) 22 Q 23 Q IX Congresso Nacional Salesianos Cooperadores: Recife (23-26) 24 25 S 26 D 17º TC S. Joaquim e S. Ana Dia dos Avós 27 S 28 T 29 Q 30 Q 31 JULHO
  45. 45. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 S 2 D 18º TC B. Augusto Czartorysk Dia do Padre 3 S EIP 4 T Conselho Inspetorial (5) 5 Q N.S. Navegantes: A. Branca 6 Q Transfiguração Oração Voc. 7 S Coordenadores de Pastoral: Recife 8 S Retiro Mensal 9 D 19º TC Dia dos Pais Semana da Família 10 S 11 T Oração missionária Dia do Estudante CIF 12 Q 13 Q 14 S 15 S Vigília Jovem: Recife 16 D Assunção de Maria Nascimento de Dom Bosco 150º: dom da vida 17 S 18 T 19 Q 20 Q RSE-Diretores: Brasília 21 S ENARSE: Brasília (23) 22 S 23 D Dia do Catequista 24 Nordestão de Presbíteros: Fortaleza (28) 25 T Diretores: Jaboatão (26) 26 Q B. Zeferino Namuncurá 27 Q Visita do Reitor-mor (30) 28 S 29 S Jornada de Espiritualidade 30 D 22º TC Festa da Comunidade Inspetorial 31 EIP
  46. 46. CALEND. LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 T Conselho Inspetorial (2) 2 Q 3 Q Oração vocacional 4 S VII Congresso Nac. Ex-alunos: Belo Horizonte (7) Padres do qüinqüênio (5) 5 S 70 anos: Juazeiro 6 D 23º TC Romaria: Juazeiro (15) 7 S Indep. do Brasil Grito dos excluídos 8 T Natividade de Maria CIF 9 Q 10 Q 11 S Oração missionária RSE – II ENE: Brasília (13) Tirocinantes (11-13) 12 S Enc. Vocacional: Carpina- Natal (13) Retiro Mensal 13 D 24º TC 14 S Exaltação da Sta. Cruz 15 T N. Sra. das Dores 16 Q Retiro Nacional Diretores: Cachoeira Campo (22) 17 Q 18 S 19 S RSE – I VESSA (Vestibular Unificado) Enc. Vocacional: Fortaleza-Matriz (19-20) Vigília Jovem: Fortaleza-Dom Bosco 20 D 25º TC 21 S 22 T B. José Calazans e C. 23 Q 24 25 S 26 S Enc. Vocacional: Areia Branca-Petrolina- Arcoverde (Lajedo) (27) 27 D 26º TC Dia da Bíblia Dia do Ancião 28 S Região Cone-Sul: Manaus 29 T CRF: Porto Alegre (2/10) 30 Q SETEMBRO
  47. 47. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 Q Oração vocacional CNPJS: Porto Alegre (2) 2 S 3 S Retiro Trimestral Enc. Vocacional: Aracaju (Salv.)-Juazeiro (3-4) 4 D 27º TC 5 S B. Alberto Marvelli EIP 6 T III Semana Bras. de Catequese: S. Paulo (6-11) Conselho Inspetorial (7) 7 Q 8 Q 9 S 10 S 11 D 28º TC 12 S N. Sra. Aparecida Dia das Crianças 13 T B. Alexandrina M. da Costa CIF 14 Q 15 Q Dia do Professor Confrat. Educadores Escolinhas 16 S Comissão de Escolas 17 S 18 D 29º TC Dia Mundial das Missões Romaria da Família Salesiana: Jaboatão 19 S 20 T Avaliação e Planejamento Inspetorial: Jaboatão (21) 21 Q 22 Q 23 S Mutirão Comunicação NE2: Caruaru (25) Festival da Juventude Salesiana: Recife (25) 24 Romaria Juazeiro (2/11) 25 D 30º TC 26 S 27 T Bispos NE2 e Provinciais: Lagoa Seca-PB 28 Q Assemb. Regional NE2: Lagoa Seca (30) 29 Q B. Miguel Rua 30 S 31
  48. 48. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 D Todos os Santos Retiro mensal 2 S Dia dos Finados EIP 3 T Conselho Inspetorial (4) 4 Q 5 Q Oração vocacional 6 S RSE – V Enc. Pólos: Brasília (7) 7 S Retiro Mensal 8 D 32º TC 9 S 2º Retiro Espiritual: Jaboatão (9-15) 10 T CIF 11 Q Oração Miss. 12 Q 13 S 14 S Retiro FMA - Carpina (21) 15 D 33º TC B. Madalena Morano 16 S 17 T 18 Q 19 Q 20 S Obras Sociais: Jaboatão (21) 21 S Conselho Insp. AJS (22) Apresentação pedidos formandos 22 D Cristo Rei 23 S 24 25 Q Mamãe Margarida Memória dos Pais falecidos dos SDB 26 Q 27 S Tirocinantes (27-29) 28 S 29 D 1º Advento 30 EIP e Coordenadores de Comissões
  49. 49. CALENDÁRIO LITÚRGICO SOCIEDADE IGREJA CONGREGAÇÃO INSPETORIAL LOCAL 1 T Conselho Inspetorial (2) 2 Q 3 Q 4 S Or. Vocacional 5 S B. Filippo Rinaldi 6 D 2º Advento Retiro mensal 7 S 8 T N. Sra. da Conceição 9 Q 10 Q 11 S 12 S N. Sra. de Guadalupe 13 D 3º Advento 14 S 15 T 16 Q 17 Q 18 S 150º (hoje): empenho na vocação salesiana Dia de espiritualidade e renovação dos votos (Casas mais próximas) 19 S 20 D 4º Advento 21 S 22 T 23 Q Show “Recife Feliz Natal” 24 25 S Natal de Jesus Congresso Eucarístico Missionário: Natal (29) 26 S 27 D S. Família 28 S Educadores Escolinhas (30) 29 T 30 Q 31

×