: ascensão e declíniode uma palavraquase mágicaErick Felinto
Dennys LeiteMarília MaiaNeidimar de PaulaÂngela BeserraMarlene DutraEquipe:
A face mais popular da cibercultura tem comoatribuição mediar a relação entre os públicosheterogêneos e a assustadora comp...
o site da Amazon nos apresenta 34 obrascom títulos que contêm a palavra“cibercultura” publicados entre os anosde 2000 e 20...
Alguns estudiosos do assunto já começamagora a renegar o termo. (p. 2)O termo cibercultura parece menos apto adefinir um d...
Face a essa situação, caberia perguntar:estaríamos enfrentando, após apenas poucomais de 30 anos de seu nascimento, umapre...
A questão central das novas mídias já não éa transferência do labor [trabalho árduo,ou labuta] humano para as máquinas, ma...
Sabemos que a complexa história dapalavra e da gênese da noção decibercultura está ligada à ideia decontrole, expresso já ...
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Um dos filmes mais populares sobre a incipientecultura informática, foi War Games(1983), veja otrailer do filme: http://ww...
Simondon, citado no artigo, fala que:•máquinas inteligentes e todos os tipos deautômatos constituem fantasias da ficçãocie...
(...) percebemos na literaturaacadêmica um acentuadodecréscimo no uso de certasmetáforas tradicionais, como“cidade celesti...
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Combater a retórica da ruptura radicalsignifica, portanto, lançar um olharmais amplo para os processoshistórico-tecnológic...
Conclusão: materialidades,medialidades, temporalidades• A palavra cibercultura vem cumprindo,desde pelo menos 1980, uma cu...
• Por outro, ela nomeia o saber teórico quese dedica a investigar criticamente essemesmo conjunto de fenômenos.• A percepç...
Um vídeo de fechamento oucontinuidade... Algo para se refletir.http://www.youtube.com/watch?v=GlLx51GToBU
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  1. 1. : ascensão e declíniode uma palavraquase mágicaErick Felinto
  2. 2. Dennys LeiteMarília MaiaNeidimar de PaulaÂngela BeserraMarlene DutraEquipe:
  3. 3. A face mais popular da cibercultura tem comoatribuição mediar a relação entre os públicosheterogêneos e a assustadora complexidade domundo tecnocientífico. (p. 2)A temporalidade linear do progresso, adomesticação das diferenças, a repetição deformas mentais já conhecidas funcionam,assim, como elementos tranquilizadores. (p. 2)
  4. 4. o site da Amazon nos apresenta 34 obrascom títulos que contêm a palavra“cibercultura” publicados entre os anosde 2000 e 2004, mas apenas 21 entre2005 e 2009. Em 2010, contam-seapenas quatro. (p.2)
  5. 5. Alguns estudiosos do assunto já começamagora a renegar o termo. (p. 2)O termo cibercultura parece menos apto adefinir um domínio epistemológico queoutras expressões recentementefavorecidas pela crítica, como new mediastudies ou internet studies. (p. 2)
  6. 6. Face a essa situação, caberia perguntar:estaríamos enfrentando, após apenas poucomais de 30 anos de seu nascimento, umaprematura morte da cibercultura? (p. 3)Na Alemanha, acredita ele [Siegfried Zielinski],experimentou relativo êxito entre fins dos anos1980 e meados da década de 1990, para entãocair no esquecimento quase que total. (p.3)
  7. 7. A questão central das novas mídias já não éa transferência do labor [trabalho árduo,ou labuta] humano para as máquinas, massim a expansão do potencial criativo dohomem através da tecnologias deinformação e comunicação. (p. 3)
  8. 8. Sabemos que a complexa história dapalavra e da gênese da noção decibercultura está ligada à ideia decontrole, expresso já no prefixo “ciber” –decalcado do grego kybernetes(“governante”, “navegador”). (p.3)
  9. 9. E não seria de modo algumparanóico lembrar como asorigens da cibercultura,especialmente no que se refereà internet, se entrelaçavam comprojetos e objetivos de naturezamilitar. (p.4)Sob certo ponto devista, poderíamos dizerque essa super-máquinajá existe hoje, e é ainternet. (p. 5)
  10. 10. Um dos filmes mais populares sobre a incipientecultura informática, foi War Games(1983), veja otrailer do filme: http://www.youtube.com/watch?v=JKPI6RK_6E0E, também, podemos falar do clássico Tron (1982),ver trailer aqui: http://www.youtube.com/watch?v=3efV2wqEjEY
  11. 11. Simondon, citado no artigo, fala que:•máquinas inteligentes e todos os tipos deautômatos constituem fantasias da ficçãocientífica que prestam um desserviço à saúde denossas relações com os aparatos técnicos. (p. 5)•A relação direta com o homem comodirecionador da máquina que o desenvolvimentotecnológico pode verdadeiramente se processar.(p. 5)
  12. 12. (...) percebemos na literaturaacadêmica um acentuadodecréscimo no uso de certasmetáforas tradicionais, como“cidade celestial” (internet), “corpoangelical” (internauta) ou“labirintos digitais” (hipertexto).(p. 6-7)
  13. 13. Na produção em língua inglesa, onúmero de títulos de obras contendo apalavra cyberculture parece cairprogressivamente, ou pelo menosmanter-se estável, ao passo que o usodo termo “new media” cresce ano aano. (p.7)
  14. 14. Combater a retórica da ruptura radicalsignifica, portanto, lançar um olharmais amplo para os processoshistórico-tecnológicos; buscar umaperspectiva do “tempo profundo dasmídias” (Tiefenzeit der Medien), comosugere Zielinski (2002). (p. 9)
  15. 15. Conclusão: materialidades,medialidades, temporalidades• A palavra cibercultura vem cumprindo,desde pelo menos 1980, uma curiosadupla função.• Ela designa certo estado de coisas ligadoà experiência contemporânea.
  16. 16. • Por outro, ela nomeia o saber teórico quese dedica a investigar criticamente essemesmo conjunto de fenômenos.• A percepção desse papel ativo doinvestigador é importante inclusive paraque não tenhamos nenhuma ilusãoquanto à natureza construída da realidadeque supostamente observamos.
  17. 17. Um vídeo de fechamento oucontinuidade... Algo para se refletir.http://www.youtube.com/watch?v=GlLx51GToBU

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