Ms indicadores propostos para qualifacao do sus

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Ms indicadores propostos para qualifacao do sus

  1. 1. Abrangência da Atenção Origem Num Nome do Indicador Definição Interpretação Método de Cálculo necessária para alterar Fonte dos Dados Tipo Modalidade Complexidade Área de Atenção OBS indicador Cobertura Vacinal com a Nº de crianças menores de 1 Coberturas vacinais da vacina vacina tetravalente ano vacinadas com a 3ª dose SI-API1 1 DTP+Hib (tetravalente) em Municipal Acesso 1-Ambulatorial 1-Básica 1-Saúde da Criança (DTP+Hib) em crianças da DTP+Hib / População de SINASC menores de um ano de idade menores de um ano. menores de 1 ano x 100. Número de óbitos de crianças Número de óbitos de menores com menos de 28 dias de vida de 28 dias de vida a cada / Número de nascidos vivos 5-Não seRIPSA 2 Taxa de Mortalidade Neonatal Regional SIM e SINASC Qualidade 4-Não se aplica 1-Saúde da Criança 1000 nascidos vivos, num (x1.000). De uma determinada aplica determinado período e local. localidade num mesmo período. Estima o risco de um nascido vivo morrer dos 28 aos 364 dias de vida. De maneira geral, denota o desenvolvimento socioeconômico e a infra- estrutura ambiental, que Número de óbitos de 28 a 364 condicionam a desnutrição dias de vida completos, por Número de óbitos de infantil e as infecções a ela mil nascidos vivos, na residentes de 28 a 364 dias de Taxa de mortalidade pós- associadas. O acesso e a 5-Não seRIPSA 3 população residente em idade / Número de nascidos Municipal SIM e SINASC Qualidade 4-Não se aplica 1-Saúde da Criança neonatal qualidade dos recursos aplica determinado espaço vivos de mães residentes X disponíveis para atenção à geográfico, no ano 1000 saúde materno-infantil são considerado. também determinantes da mortalidade nesse grupo etário. Quando a taxa de mortalidade infantil é alta, a mortalidade pós-neonatal é, frequentemente, o componente mais elevado. O indicador Número de casos de Sífilis Congênita expressa a qualidade do pré-natal, uma Somatório anual do número de Incidência de Sífilis Número de casos de sífilis vez que a Sífilis pode ser casos novos de sífilisPacto 4 Municipal SINAN Qualidade 1-Ambulatorial 1-Básica 2-Materno Infantil Congênita. congênita diagnosticada e tratada em congênita em menores de 1 duas oportunidades durante a ano de idade em residentes. gestação e também durante o parto O objetivo do indicador é analisar variações geográficas Nº de nascidos vivos de mães e temporais na cobertura do Distribuição percentual de com 7 ou mais consultas de Proporção de nascidos vivos atendimento pré-natal, mulheres com filhos nascidos pré-natal em determinadoPacto 5 de mães com 7 ou mais identificando situações de Municipal SINASC Qualidade 1-Ambulatorial 1-Básica 2-Materno Infantil vivos, com 7 ou mais local e período / Nº de consultas de pré-natal. desigualdades e tendências consultas de pré-natal. nascidos vivos, no mesmo que demandam ações e local e período X 100. estudos específicos. Objetiva também contribuir na análise
  2. 2. Nº de casos de aids Estima o risco de ocorrência diagnosticados em menores de de casos novos confirmados 5 anos de idade, em SINAN de aids na população de determinado local de SISCEL Taxa de incidência de aids emPacto 6 menores de 5 anos de idade. É residência e ano de Regional SICLOM Qualidade 1-Ambulatorial 2-Média 2-Materno Infantil menores de 5 anos de idade. utilizado como proxy da taxa diagnóstico / População SIM de incidência de casos de aids residente de menores de 5 IBGE por transmissão vertical anos de idade nesse mesmo ano e local x 100.000. Mede a ocorrência de partos cesáreos no total de partos Este indicador reflete a hospitalares, a partir das proporção de partos cesáreos informações disponíveis na realizados dentre o base de dados sobre nascidos Número de partos cesárea/Pacto 7 Taxa de Cesárea total de partos ocorridos, em vivos. Os limites estabelecidos Regional SIH Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 2-Materno Infantil total de partos X 100 determinada instituição ou pelo Ministério da Saúde para determinado local, partos cesáreos são: para durante determinado período. unidades hospitalares de alto risco - 40% e para unidades de risco habitual - até 25% Mede a participação relativa dos partos hospitalares no total de partos. O número de Percentual de partos nascidos vivos é adotado Número de nascidos vivos de hospitalares no total de partos, como uma aproximação do parto hospitalar, de mães Proporção de partos na população residente emRIPSA 8 total de partos. É influenciado residentes / Número total de Regional SINASC Acesso 3-Hospitalar 2-Média 2-Materno Infantil hospitalares determinado espaço por fatores socioeconômicos, nascidos vivos de mães geográfico, no ano pela infra-estrutura de residentes x 100. considerado. prestação de serviços e por políticas públicas assistenciais e preventivas O indicador expressa a Número de exames produção de exames citopatológicos do colo do Razão entre exames citopatológicos do colo do útero, em mulheres na faixa citopatológicos do colo do Possibilita avaliar a oferta de útero (Papanicolaou) na etária de 25 a 59 anos, em SIA SISCOLOPacto 9 útero na faixa etária de 25 a exames para a cobertura Municipal Acesso 1-Ambulatorial 1-Básica 3-Saúde da Mulher população alvo do determinado local e ano / IBGE 59 anos e a população alvo, população. rastreamento do câncer do População feminina, na faixa em determinado local e ano. colo do útero (população etária de 25 a 59 anos, em feminina de 25 a 59 anos) determinado local e ano. Razão entre mamografias Permite conhecer o número de Número de mamografias realizadas nas mulheres de 50 mamografias realizadas em realizadas na faixa etária de a 69 anos e a população mulheres de 50 a 69 anos, 50 a 69 anos, em determinadoPacto 10 Cobertura de mamografia feminina nesta faixa etária, em Regional SIA / IBGE Acesso 1-Ambulatorial 2-Média 3-Saúde da Mulher permitindo inferir as local e ano / População determinado local e ano. desigualdades no acesso à feminina nesta faixa etária, em mamografia determinado local e ano.
  3. 3. Esse indicador permite avaliar o percentual de mulheres internadas por neoplasia Percentual de mulheres com maligna de mama que foram câncer de mama internadas Número de mulheres com submetidas a procedimentos Proporção de mulheres para a realização de câncer de mama submetidas a hospitalares tidos como de submetidas a procedimentos procedimentos selecionados, procedimentos selecionados /ANS 11 intervenção mais precoce ao Regional SIH Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 3-Saúde da Mulher selecionados de neoplasia de em relação ao número total de Número de mulheres tratamento dessa patologia. mama mulheres com câncer de mama internadas por câncer de De forma indireta, esse internadas, no ano mama x 100 indicador infere o quanto a considerado doença está sendo diagnosticada e tratada oportunamente Esse indicador permite avaliar o percentual de mulheres Percentual de mulheres com internadas por neoplasia de câncer de colo de útero colo de útero que foram Número de mulheres com internadas para a realização submetidas a procedimentos câncer de colo de útero Proporção de mulheres de procedimentos hospitalares tidos como de submetidas a procedimentos submetidas a procedimentosANS 12 selecionados, em relação ao intervenção mais precoce ao hospitalares selecionados / Regional SIH Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 3-Saúde da Mulher selecionados de neoplasia de número total de mulheres com tratamento dessa patologia. Número de mulheres colo de útero câncer de colo de útero De forma indireta, esse internadas por câncer de colo internadas, no ano indicador infere o quanto a de útero x 100 considerado doença está sendo diagnosticada e tratada oportunamente Esse indicador permite avaliar Percentual de homens com o percentual de homens câncer de próstata internados Número de homens com internados por neoplasia de Proporção de homens para realização de câncer de próstata submetidos próstata que foram submetidos submetidos a procedimentos procedimentos selecionados, a procedimentos hospitalaresANS 13 a procedimentos hospitalares Regional SIH Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 4-Saúde do Homen selecionados de neoplasia de em relação ao número total de selecionados / Número de tidos como de intervenção próstata homens com câncer de homens internados por câncer mais precoce ao tratamento próstata internados, no ano de próstata x 100 dessa patologia. De forma considerado indireta esse indicador infere Nº de internações por diabetes mellitus* e suas complicações Este indicador mede a Avalia o impacto das ações de na população de 30 anos a 59 ocorrência de internações saúde relacionadas ao diabetes Taxa de Internações por anos, em determinado local e hospitalares por diabetes mellitus, especialmente no que SIH/SUSPacto 14 diabetes mellitus e suas período / População de 30 a Municipal Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 5-Adulto mellitus e suas complicações, se refere ao diagnóstico, IBGE complicações. 59 anos, no mesmo local e na população de 30 a 59 anos promoção do autocuidado e período x 10.000. de idade no âmbito do SUS. tratamento adequado de casos Código SIH/SUS: 03.03.03.003-8 Percentual de homens e Esse indicador permite avaliar Número de homens e mulheres com câncer de cólon o percentual de homens e mulheres com câncer de cólon Proporção de pessoas e reto internados para mulheres internados por e reto submetidos a submetidas a procedimentos realização de procedimentos neoplasia de próstata que procedimentos hospitalaresANS 15 Regional SIH Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 5-Adulto selecionados de neoplasia de selecionados, em relação ao foram submetidos a selecionados / Número de cólon e reto número total de homens e procedimentos hospitalares homens e mulheres internados mulheres com câncer de cólon tidos como de intervenção por câncer de cólon e reto x e reto internados no ano mais precoce ao tratamento 100 Percentual de mortes em individuos com idade entre 30 Número de óbitos por AVC e 59 anos por AVC.Proposta em indivíduos entre 30 e 59 5-Não se 16 Mortalidade precoce por AVC Potencialmente, indica Municipal SIM Qualidade 4-Não se aplica 5-Adulto2005 anos / Total de óbitos por aplica dificuldade de controle de AVC (x100). doença hipertensiva, por dificuldade de acesso.
  4. 4. A primeira consulta odontológica programática é As primeiras consultas aquela em que o individuo odontológicas só devem ser ingressa num programa de registradas quando o plano saúde bucal a partir de uma preventivo terapêutico for avaliação/exame clinico elaborado. Não considerar os Este indicador reflete, em odontológico realizado com Numero total de primeiras atendimentos eventuaiscomo percentual o numero de finalidade de diagnostico e consultas odontológicas os de urgência/emergência que Cobertura de primeira pessoas que receberam uma elaboração de um Plano programáticas* realizadas em não tem seguimento previsto.Pacto 17 consulta odontológica primeira consulta Preventivo Terapêutico -PPT. determinado local e período Municipal SIA / IBGE Acesso 1-Ambulatorial 1-Básica 6-Saúde Bucal A descrição deste programática odontológica programática no Esse indicador e utilizado para /População no mesmo local e procedimento foi alterada pela Sistema Único de Saude - analisar a cobertura da período X100 * Código do Portaria SAS No. 95, de 14 de SUS. população que teve acesso a SIA/SUS: 03.01.01.015-3 fevereiro de 2006. essa consulta, identificando Denomidador deve ser variações geográficas e ajustado pela subtração da temporais, subsidiando a parcela da população coberta avaliação, o planejamento e a com planos privados de saúde. implementação de ações de saúde bucal na atenção básica Histórico de Este indicador reflete, em cobertura da Saúde percentual o numero de Nº de Equipes de Saúde Bucal Cobertura populacional da Família- pessoas que receberam uma Maior cobertura indicaria da Estratégia Saúde da estimada das Equipes de DAB/SAS * ESB modalidade I e II **Pacto 18 primeira consulta maior oferta de serviços e Família implantadas* X 3.450 Municipal Acesso 1-Ambulatorial 1-Básica 6-Saúde Bucal Saúde Bucal da Estratégia de (disponível no site: Limitada à população total odontológica programática no indicaria facilidade de acesso pessoas** População no Saúde da Família http://200.214.130.3 Sistema Único de Saude - mesmo local e período x100 5/dab/historico_cobe SUS. rtura_sf.php) IBGE Indicaria a cobertura de Número de consultas médicas Número de consultas médicas Proporção de consultasProposta consultas especializadas de especializadas de urgência 2-Ambulatorial 19 especializadas de urgência especializadas de urgência por Regional SIA Acesso 2-Média 7-Urgência e Emergência2005 urgência para a população apresentadas / população e Hospitalar apresentadas por habitante habitante residente residente Número de consultas médicas Indicaria a cobertura de Número de consultas médicasProposta Proporção de consultas 2-Ambulatorial 20 especializadas apresentadas consultas especializadas para especializadas apresentadas / Regional SIA Acesso 2-Média 7-Urgência e Emergência2005 especializadas por habitante e Hospitalar por habitante a população residente população residente Total de óbitos nas primeiras 48 horas (motivos de cobrança Letalidade nas primeiras 48 Percentual de óbitos ocorridosProposta 41, 42, 51 ou 52) / Total de 21 horas de internação por causas nas primeiras 48 horas de Regional SIH Qualidade 3-Hospitalar 3-Média e Alta 7-Urgência e Emergência2005 internações com diagnóstico externas internação por causas externas principal de CID10 = Capítulo XIX (x100). Percentual de pessoas População cadastrada no cadastradas pela Estratégia Sistema de Informação da Proporção da população Saúde da Família em Atenção Básica* em SIABPacto 22 cadastrada pela Estratégia determinado local e período. determinado local e período/ Municipal Acesso 1-Ambulatorial 1-Básica 8-Geral IBGE Saúde da Família. Baseia-se no cadastro da População no mesmo local e população da área de período X 100. abrangência de atuação das
  5. 5. Reflete a capacidade da rede básica em prestar assistência individual a O indicador refere-se à média partir da oferta de consultas Número de consultas médicas Média anual de consultas anual de consultas médicas médicas nas especialidades nas especialidades básicas* SIA/IBGE (ajustePacto 23 médicas por habitante na realizadas, básicas – clínica em determinado local e Municipal Acesso 1-Ambulatorial 1-Básica 8-Geral pela pop Suplem) Atenção Básica por habitante, nas geral, pediatria, ginecologia e período/população total no especialidades básicas. obstetrícia. Contribui para mesmo local e período avaliar e reprogramar a oferta de consultas ambulatoriais. O valor representa o êxito no tratamento de tuberculose, a conseqüente diminuição da Nº de casos novos pulmonares transmissão da doença, além positivos curados de Percentual de casos novos de de verificar indiretamente a Proporção de cura de casos tuberculose no período tuberculose pulmonar qualidade da assistência aosPacto 24 novos de tuberculose avaliado / Nº de casos novos Municipal SINAN Qualidade 1-Ambulatorial 1-Básica 8-Geral bacilífera curados no ano pacientes, possibilitando o pulmonar bacilífera. pulmonares positivos de avaliado. monitoramento indireto das tuberculose no período ações do Programa de avaliado x 100. Controle da Tuberculose nas esferas: Municipal, Estadual, Distrito Federal e Federal. Altas taxas indicam aumento da transmissão da doença, podendo se inferir a baixa qualidade da assistência aos Nº de casos novos de Percentual de casos novos de portadores e os baixos indices Hanseníase me menores de 15 Taxa detecção de hanseníaseSVS 25 hanseníase em menor de 15 de cura da doença, medindo anos no período avaliado / Municipal SINAN Qualidade 1-Ambulatorial 1-Básica 8-Geral em menor de 15 anos anos no ano avaliado. eaefetividade das ações do População menor de 15 anos Programa de Controle da no período avaliado x 100. Hanseníase nas esferas: Municipal, Estadual, Distrito Federal e Federal. Numerador: número de Taxa: internações por asma É um indicador de efetividade internações por asma x 100 -Pro-Adess 26 Internaçao por asma em relação ao total da da atenção primária pois trata- Denominador: Populaçao Municipal AIH e IBGE Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 8-Geral população se de internações evitáveis total. Códigos CID 10: J45- 46. Numerador: número de internações por gastroenterite Taxa de internação por x 100.000 Denominador: É um indicador de efetividade gastroenterite padronizada por Populaçao total TaxaPro-Adess 27 Internacão por gastroenterite da atenção primária pois trata- Municipal SIH e IBGE Qualidade 3-Hospitalar 2-Média 8-Geral sexo e idade e ajustada pelo padronizada por sexo e idade se de internações evitáveis total de internações e ajustada pelo total de internações. Códigos CID-10: A000-9. Número medio de internações hospitalares não obstétricas Mede a relação entre a MS/SAS: Sistema de Número total de internações pagas no Sistema Único de produção de internações Informações Denomidador deve ser hospitalares não obstétricas deProposta Número de internações SUS Saúde (SUS), por 100 hospitalares não obstétricas Hospitalares do SUS ajustado pela subtração da 28 residentes, pagas pelo SUS / Regional Acesso 3-Hospitalar 3-Média e Alta 8-Geral2005 não obstétricas por habitante habitantes, na população com financiamento pelo SUS (SIH/SUS) e base parcela da população coberta População total residente residente, em determinado e a população residente na demográfica do com planos privados de saúde (x100). espaço geográfico, no ano mesma área geográfica. IBGE e SIB - ANS considerado.
  6. 6. Nº de óbitos por Febre Taxa de letalidade das formas Hemorrágica da Dengue e/ou Taxa de letalidade das formas graves de dengue é um Síndrome do Choque da graves de dengue (Febre indicador que reflete a Dengue + Dengue Com Hemorrágica da Dengue - qualidade da atenção a saúde Complicações / Nº de casosPacto 29 Regional SINAN Qualidade 3-Hospitalar 3-Média e Alta 8-Geral FHD /Síndrome do Choque da prestada aos casos graves de confirmados de Febre Dengue - SCD /Dengue Com dengue e como os serviços de Hemorrágica da Dengue e/ou Complicações - DCC). saúde se organizam para Síndrome do Choque da atender estes casos Dengue + Dengue Com Complicações X 100. Numerador: número de dias Um tempo longo implica em de permanência na lista de Tempo de espera do Tempo médio de espera para Sistema Nacional dePro-Adess 30 tratamentos paliativos e pior espera para transplante Regional Acesso 3-Hospitalar 4-Alta 8-Geral transplante transplante Transplantes qualidade de vida do paciente Denominador: número de transplantes realizados. Número de óbitos não fetais com causa básica definida Nº de óbitos não fetais com Proporção de óbitos não fetais notificados ao SIM, por 100, causa básica definida 5-Não sePacto 31 informados ao SIM com causa no total de óbitos não fetais Regional SIM Qualidade 4-Não se aplica 8-Geral informada / Total de óbitos aplica básica definida. residentes em determinado não fetais residentes x 100. espaço geográfico, no ano considerado. Número de leitos públicos utilizados em um período (*) / Número médio de leitos Percentual de ocupação dosProposta Proporção de ocupação dos públicos existentes no mesmo 5-Não se 32 leitos hospitalares públicos Municipal SIH, CNES Qualidade 4-Não se aplica 8-Geral2005 leitos públicos existentes período. aplica existentes (*) número de dias de permanência / Número de dias do período Número de leitos privados utilizados em um período (*) / Número médio de leitos Percentual de ocupação dosProposta Proporção de ocupação dos privados contratados no 5-Não se 33 leitos hospitalares privados Municipal SIH, CNES Qualidade 4-Não se aplica 8-Geral2006 leitos privados contratados mesmo período. aplica contratados (*) número de dias de permanência / Número de dias do período

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