O documento discute a remuneração dos artistas na indústria de streaming, destacando a insatisfação dos músicos em relação aos baixos pagamentos e à falta de transparência nos dados financeiros pelas plataformas. A análise revela que 70% da receita líquida dos serviços de streaming é destinada aos detentores de direitos autorais, mas essa distribuição é opaca e favorece principalmente os artistas mais populares. O autor, Carlos Taran, propõe um debate sobre a justiça e a equidade no modelo de negócios do streaming musical.