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20 anos de LOAS!!!!
“Não se pode imaginar um sistema de controle maisinexoravelmente absorvente – e, neste importante sentido,“totalitário” – ...
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Qual concepção de organizaçãopolítica nos orienta?
“- A perspectiva de análise sob a angulação datotalidade da vida social;- A compreensão da profissão na divisão sociotécni...
Tensão presente entre umaperspectiva corporativista, quereduz a intervenção aos seusinteresses tornando-se um fim em simes...
PREMISSAS1. Contextualização histórica da luta declasses na particularidade brasileira2. Fundamentação teórico-metodológic...
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Construção do Fórum Nacionaldos/as Trabalhadores/as do SUAS
“é um espaço coletivo de organização política dos/astrabalhadores/as do SUAS, de caráter permanente, quese constitui por m...
DESAFIOS
1. articulação com outras categoriasprofissionais, sindicatos e demaisforças sociais para instituição dascâmaras/mesas de ...
2. defesa de educação permanenteprópria para os/as trabalhadores/as daassistência social, priorizando aparticipação do con...
3. defesa da ampliação da equipenos serviços socioassistenciais,mediante concurso público,incluindo a/o assistente social;
4. aprofundamento das discussões sobre o trabalhoda/o assistente social no SUAS, problematizando:competências e atribuiçõe...
5. luta pelo plano de cargos, carreira,salários e remuneração dos/astrabalhadores/as do SUAS, defesa daimplantação imediat...
6. participar e contribuir para ofortalecimento dos Fóruns deTrabalhadores/as do SUAS, em nívelnacional, estadual, regiona...
7. defesa do estabelecimento de umapolítica de saúde do/a trabalhador/a;
8. implementação das deliberações da 1ªPlenária Nacional do Fórum dos/asTrabalhadores/as do SUAS, realizado em 13 deabril ...
9. participar do Fórum Nacional eEstaduais de Trabalhadores/as doSUAS.
AÇÕES DO CONJUNTOCFESS/CRESS
“O tempo escorre pela ampulheta,É ele o contador da história que construímos [...]Que em mais-valia capitalistaexplora cad...
Apresentação de Esther Lemos, conselheira do CFESS, na Semana do Assistente Social da Seccional Montes Claros 2013
Apresentação de Esther Lemos, conselheira do CFESS, na Semana do Assistente Social da Seccional Montes Claros 2013
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Apresentação de Esther Lemos, conselheira do CFESS, na Semana do Assistente Social da Seccional Montes Claros 2013

  1. 1. Os rebatimentos da precarização dascondições de trabalho do/aassistente social no SUASEsther Luíza de Souza LemosConselheira do CFESSGestão 2011 - 2014Montes Claros, 24 de maio de 2013
  2. 2. 20 anos de LOAS!!!!
  3. 3. “Não se pode imaginar um sistema de controle maisinexoravelmente absorvente – e, neste importante sentido,“totalitário” – do que o sistema do capital globalmentedominante, que sujeita cegamente aos mesmos imperativosa questão da saúde e do comércio, a educação e aagricultura, a arte e a indústria manufatureira, queimplacavelmente sobrepõe a tudo seus próprios critérios deviabilidade, desde as menores unidades de seu“microcosmo” até as mais gigantescas empresastransnacionais, desde as mais íntimas relações pessoais aosmais complexos processos de tomada de decisão dos váriosmonopólios industriais, sempre a favor dos fortes e contraos fracos”. (MÉSZÁROS, 2002, p. 96)
  4. 4. O trabalho dos(as) assistentessociais efetiva-se por meio damediação do mercado de trabalho,estando inserido no processo demercantilização e exploração daforça de trabalho que permeia asociabilidade capitalista.
  5. 5. Qual concepção de organizaçãopolítica nos orienta?
  6. 6. “- A perspectiva de análise sob a angulação datotalidade da vida social;- A compreensão da profissão na divisão sociotécnicado trabalho;- O significado social da profissão no processo dereprodução da força de trabalho;- O legado marxiano e a tradição marxista comoreferenciais téoricos de análies (...) e conformam adireção sociopolítica do projeto profissional”(ABRAMIDES, 2009, p. 87/88)
  7. 7. Tensão presente entre umaperspectiva corporativista, quereduz a intervenção aos seusinteresses tornando-se um fim em simesmo e uma perspectiva histórico-crítica que na sua particularidadeamplia a luta social.
  8. 8. PREMISSAS1. Contextualização histórica da luta declasses na particularidade brasileira2. Fundamentação teórico-metodológicana crítica da economia política3. Mediações entre projeto profissional eprojeto societário emancipatório
  9. 9. “a particularidade do Serviço Social noâmbito da divisão social e técnica dotrabalho coletivo é ‘organicamentevinculada às configurações estruturais econjunturais da ´questão social´ e àsformas históricas de seu enfrentamento,que são permeadas pela ação dostrabalhadores, do capital e do Estado”.(ABESS/CEDEPSS, 1996)
  10. 10. Assistentes SociaisProtagonismo como trabalhadores:- que não separam “os que pensamdos que fazem”- que reconhecem a autonomia doprojeto profissional nos seusdiferentes âmbitos
  11. 11. Construção do Fórum Nacionaldos/as Trabalhadores/as do SUAS
  12. 12. “é um espaço coletivo de organização política dos/astrabalhadores/as do SUAS, de caráter permanente, quese constitui por meio de representações de entidadesnacionais (de natureza sindical, acadêmico-científica, defiscalização do exercício profissional, derepresentação/categoria profissional) e derepresentações dos Fóruns Estaduais dos Trabalhadoresdo SUAS – FETSUASs” (Carta de Princípios, 2012)
  13. 13. DESAFIOS
  14. 14. 1. articulação com outras categoriasprofissionais, sindicatos e demaisforças sociais para instituição dascâmaras/mesas de negociação paradefesa e regulação das condições erelações de trabalho;
  15. 15. 2. defesa de educação permanenteprópria para os/as trabalhadores/as daassistência social, priorizando aparticipação do conjunto na políticanacional de educação permanente, queestá sendo construída com a participaçãodo CFESS, por meio do FNTSUAS,exercendo o monitoramento crítico nasua implementação;
  16. 16. 3. defesa da ampliação da equipenos serviços socioassistenciais,mediante concurso público,incluindo a/o assistente social;
  17. 17. 4. aprofundamento das discussões sobre o trabalhoda/o assistente social no SUAS, problematizando:competências e atribuições profissionais nosserviços, direção técnico-política na gestão,reafirmando os parâmetros éticos e técnicos e alegislação profissional; trabalho socioeducativo naperspectiva da educação popular e da mobilizaçãosocial nos serviços socioassistenciais, na perspectivada garantia de direitos sociais e humanos defendidapelo Conjunto CFESS/CRESS;
  18. 18. 5. luta pelo plano de cargos, carreira,salários e remuneração dos/astrabalhadores/as do SUAS, defesa daimplantação imediata da NOB/RH-SUAS;
  19. 19. 6. participar e contribuir para ofortalecimento dos Fóruns deTrabalhadores/as do SUAS, em nívelnacional, estadual, regional, distrital emunicipal, mediante a defesa daimplantação integral daNOB/RH/SUAS;
  20. 20. 7. defesa do estabelecimento de umapolítica de saúde do/a trabalhador/a;
  21. 21. 8. implementação das deliberações da 1ªPlenária Nacional do Fórum dos/asTrabalhadores/as do SUAS, realizado em 13 deabril de 2012, na qual foi aprovado a carta deprincípios, o regimento interno e o plano delutas, estabelecendo prioridades emconsonância com os interesses dos/astrabalhadores/as, com atenção às demandasregionais;
  22. 22. 9. participar do Fórum Nacional eEstaduais de Trabalhadores/as doSUAS.
  23. 23. AÇÕES DO CONJUNTOCFESS/CRESS
  24. 24. “O tempo escorre pela ampulheta,É ele o contador da história que construímos [...]Que em mais-valia capitalistaexplora cada trabalhador/a na sua labuta,o tempo é também contradição,Que prepara a luta, tece a resistência [...]O tempo hoje exige emancipação humana,Não quer mais silenciar, omitir, ignorar, obliterar,O tempo quer ser outro, quer se escrever em outraspáginas,Quer se revelar, ebulir de indignação, denunciar, serevolucionar [...]” (Andrea Lima)

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