Fragmentos de “Uma Lógica Chamada Joe” de Murray Leinster (1946)
Se parece com um receptor de imagens antigo, só que tem teclas em vez de diais, que a gente aperta para obter o que quer (...
A matriz do receptor é um enorme prédio que contém todos os fatos desde a criação do mundo e qualquer programa de televisã...
Não existe nenhum fato, digno desse nome, que não conste de um determinado dado nalgum banco de memória por aí... (p. 23).
O seu aparelho agora está equipado não só para lhe dar respostas a consultas como também diretrizes (p. 24).
Joe neutralizou todos os circuitos de censura que, a seu ver, atrapalhavam o serviço que, a seu ver, as lógicas deveriam p...
Se são capazes de dizer tudo o que sabem de mim – reclama, pronta para explodir - vão passar a informação para qualquer pe...
As lógicas modificaram o nosso sistema de vida. São a  própria  civilização! Tirando esse troço de circulação, vamos volta...
A nossa civilização é muito simples. Lá por 1900 e tanto, o cara tinha que usar máquina de escrever, rádio, telefone, tele...
Imaginar uma forma segura de envenenar a própria esposa pouco diferenciava de um cálculo de raiz cúbica ou do saldo bancár...
A quadrilha da Raça Superior, que nos trata com tanto desprezo, podia perfeitamente andar fazendo perguntas sobre o tipo d...
A gente vivia contente com os nossos brinquedos, feito criancinhas inocentes, quando de repente tudo mudou, e um cara cham...
Sei muito bem que não vou correr o risco de reativar o Joe. (...) Com todos os birutas que andam soltos por aí, querendo m...
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Fragamentos de Uma Lógica Chamada Joe

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Neste conto da década de 1940, Murray Leinster antecipa o uso dos computadores como ferramentas de comunicação e informação. Alem disso, apresenta um importante debate sobre as consequência da liberdade de informação em rede e sobre as relações público-privado.

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Fragamentos de Uma Lógica Chamada Joe

  1. 1. Fragmentos de “Uma Lógica Chamada Joe” de Murray Leinster (1946)
  2. 2. Se parece com um receptor de imagens antigo, só que tem teclas em vez de diais, que a gente aperta para obter o que quer (p. 21).
  3. 3. A matriz do receptor é um enorme prédio que contém todos os fatos desde a criação do mundo e qualquer programa de televisão que já foi gravado até hoje – e está ligado a tudo quanto é receptor do país inteiro – e qualquer coisa que você queira saber, ver ou ouvir, é só apertar a tecla e lá está (p. 22).
  4. 4. Não existe nenhum fato, digno desse nome, que não conste de um determinado dado nalgum banco de memória por aí... (p. 23).
  5. 5. O seu aparelho agora está equipado não só para lhe dar respostas a consultas como também diretrizes (p. 24).
  6. 6. Joe neutralizou todos os circuitos de censura que, a seu ver, atrapalhavam o serviço que, a seu ver, as lógicas deveriam prestar à humanidade (p. 28).
  7. 7. Se são capazes de dizer tudo o que sabem de mim – reclama, pronta para explodir - vão passar a informação para qualquer pessoa que perguntar! (p. 30).
  8. 8. As lógicas modificaram o nosso sistema de vida. São a própria civilização! Tirando esse troço de circulação, vamos voltar a uma espécie de mundo que nem se sabe como funciona (p. 33).
  9. 9. A nossa civilização é muito simples. Lá por 1900 e tanto, o cara tinha que usar máquina de escrever, rádio, telefone, telex, jornal, biblioteca pública, enciclopédias, arquivos comerciais, catálogos, sem falar nos serviços de recados, advogados de consulta (...). A gente, em compensação, só precisa das lógicas. Tudo o que se quiser saber, ver, ouvir ou conversar com alguém, basta apertar o teclado (p. 33).
  10. 10. Imaginar uma forma segura de envenenar a própria esposa pouco diferenciava de um cálculo de raiz cúbica ou do saldo bancário de uma pessoa qualquer (p. 33-34).
  11. 11. A quadrilha da Raça Superior, que nos trata com tanto desprezo, podia perfeitamente andar fazendo perguntas sobre o tipo de arma que lhe possibilitasse a conquista e o controle do mundo... (p. 37).
  12. 12. A gente vivia contente com os nossos brinquedos, feito criancinhas inocentes, quando de repente tudo mudou, e um cara chamado Joe apareceu pra derrubar todos os castelos de areia (37-38).
  13. 13. Sei muito bem que não vou correr o risco de reativar o Joe. (...) Com todos os birutas que andam soltos por aí, querendo mudar o mundo como lhes convém, sem falar nos que não vêem a hora de se descartar de uma porção de gente, na ilusão de que isso solucione seus problemas... (p. 40).
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