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que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como                                                                          ...
colaborativa.LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 7
*cinZ25dom8*QUESTÃO 101                                                                             $R UHÀHWLU VREUH a pos...
*cinZ25dom9*QUESTÃO 104                                                                        QUESTÃO 106    A dança é um...
¿JXULQRV H FHQiULRVrepresentativos.                                                                   A gíria que o nosso ...
Bem cedo a cidade aceitou e usouA dança, como manifestação e representação da cultura                              [...]Ut...
*cinZ25dom10*QUESTÃO 107                                                                            QUESTÃO 109           ...
*cinZ25dom11*QUESTÃO 110                                                                                 O pintor espanhol...
XP GRV                                     Estrada                                                mais valorizados no mund...
*cinZ25dom12*QUESTÃO 113                                                                             QUESTÃO 115          ...
Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.                                                   ...
*cinZ25dom13*QUESTÃO 116                                                                               $ SRHVLD GH *LOND 0...
*XDUGDU XPD FRLVD QmR p HVFRQGrOD RX WUDQFiODNo romance O Cortiço
de Aluízio Azevedo, as                                       Em cofre não se guarda coisa alguma.personagens são observada...
*cinZ25dom14*QUESTÃO 119                                                                               QUESTÃO 121        ...
FLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomR                       ...
*cinZ25dom15*QUESTÃO 122                                                                                                  ...
*cinZ25dom16*7H[WR SDUD DV TXHVW}HV  H                                                                QUESTÃO 126         ...
com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não                                                Com a chegada do inver...
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Enem 06 cinza gab

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  1. 1. EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É CINZA. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 2º DIA CADERNO 6 CINZA 2011PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e 9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço 90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira: compreendido no círculo correspondente à opção escolhida a. as questões de número 91 a 135 são relativas à área para a resposta. A marcação em mais de uma opção anula a de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; questão, mesmo que uma das respostas esteja correta. b. as questões de número 136 a 180 são relativas à 10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta área de Matemática e suas Tecnologias. minutos. ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à língua estrangeira. Você deverá responder apenas às questões 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida QUESTÕES não serão considerados na avaliação. no ato de sua inscrição. 12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a REDAÇÃO. quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja 13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO- RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNO3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, que DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nos se encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados últimos 30 minutos que antecedem o término da prova. estão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, 15 Você será excluído do exame no caso de: comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nos ou inexata; espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DE b) agir com incorreção ou descortesia para com REDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta. qualquer participante ou pessoa envolvida no5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- processo de aplicação das provas; RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame; A palidez do dia é levemente dourada. d) se comunicar, durante as provas, com outro participante verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma;6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você de comunicação durante a realização do Exame; assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os campos f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em em branco, sua prova não será corrigida. benefício próprio ou de terceiros, em qualquer7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, etapa do Exame; pois ele não poderá ser substituído. g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização do Exame;8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções h) se ausentar da sala de provas levando consigo o identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido responde corretamente à questão. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *CINZ25DOM0*
  2. 2. *cinZ25dom1* PROPOSTA DE REDAÇÃOCom base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NOSÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização socialque respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatospara defesa de seu ponto de vista. /LEHUGDGH VHP ¿R A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradiae educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos semobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito. ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento). $ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULD Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passoumais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoasjá gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, deDFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
  3. 3. SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomRdo indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um númerode telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análisede mídias. $V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8PGRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDPque não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do quese pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo podeVHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro. Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado). DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.INSTRUÇÕES: ‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado. ‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas. ‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
  4. 4. OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR ‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero. ‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi R número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 1
  5. 5. *cinZ25dom2*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS O projeto Mappiness, idealizado pela London School ofQuestões de 91 a 135 Economics, ocupa-se do tema relacionado4XHVW}HV GH D RSomR LQJOrV
  6. 6. A ao nível de felicidade das pessoas em tempos de guerra.QUESTÃO 91 B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDV Going to university seems to reduce the risk of pessoas a partir de seu humor.dying from coronary heart disease. An American studythat involved 10 000 patients from around the world has C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falamfound that people who leave school before the age of 16 ao celular com seus familiares.DUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLH D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e othan university graduates. ambiente no qual se encontram. World Report News. 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001. E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QREm relação às pesquisas, a utilização da expressão aumento do nível de felicidade das pessoas.university graduates evidencia a intenção de informar queA as doenças do coração atacam dez mil pacientes. QUESTÃO 93B as doenças do coração ocorrem na faixa dos dezesseis anos.C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meio DFDGrPLFRD jovens americanos são alertados dos riscos de doenças do coração.E maior nível de estudo reduz riscos de ataques do coração.QUESTÃO 92 +RZ¶V RXU PRRG For an interesting attempt to measure cause andeffect try Mappiness, a project run by the London Schoolof Economics, which offers a phone app that prompts GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ.you to record your mood and situation. Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010. 7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUOLQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLU Na fase escolar, é prática comum que os professoresORFDO HQYLURQPHQW DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHV passem atividades extraclasse e marquem uma dataDQG VR RQ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EH para que as mesmas sejam entregues para correção.absolutely great for investigating.” No caso da cena da charge, a professora ouve uma Will it work? With enough people, it might. But there estudante apresentando argumentos paraDUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQG A discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue.well-being interchangeably. Is that ok? The difference B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGRFRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJ C VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRVthe war.” But was our well-being also greater then? D reclamar do curto prazo para entrega do trabalho. Disponível em: http://www.bbc.co.uk. Acesso em: 27 jun. 2011 (adaptado). E FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo. LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 2
  7. 7. *cinZ25dom3*QUESTÃO 94 LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXHA -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVRB -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKRC *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJRD *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFDE -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOGQUESTÃO 95 WarUntil the philosophy which holds one race superior War in the east, war in the west,And another inferior :DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG :DU ZDU 5XPRUV RI ZDU(YHUZKHUH LV ZDU 0H VD ZDU And until that day, the African continent will not know peace. :H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ZH ¿QG LW QHFHVVDUThat until there is no longer And we know we shall winFirst class and second class citizens of any nation, $V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ […],V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).Me say war.[…]And until the ignoble and unhappy regimesthat hold our brothers in Angola, in Mozambique,South Africa, sub-human bondage have been toppled,8WWHUO GHVWURHG:HOO HYHUZKHUH LV ZDU 0H VD ZDUBob Marley foi XP DUWLVWD SRSXODU H DWUDLX PXLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFDWar, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobreA a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.B D SHUVLVWrQFLD GD JXHUUD HQTXDQWR KRXYHU GLIHUHQoDV UDFLDLV H VRFLDLVC as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRVE D IUDJLOLGDGH GDV GLIHUHQoDV UDFLDLV H VRFLDLV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 3
  8. 8. *cinZ25dom4*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS 2 RPLWr do Patrimônio Mundial reúne-se regularmenteQuestões de 91 a 135 para deliberar sobre ações que visem à conservação e4XHVW}HV GH D RSomR HVSDQKRO
  9. 9. à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefas atribuídas às delegações nacionais que participaramQUESTÃO 91 GD  6HVVmR GR RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO µHVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPR destaca-se a Es ya un lugar común escuchar aquello de que A participação em reuniões do Conselho Internacionalhay que desmachupizar el turismo en Perú y buscarvisitantes en las demás atracciones (y son muchas) que de Monumentos e Sítios.WLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHOD B realização da cerimônia de recepção da Convençãoinca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional de do Patrimônio Mundial.7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO C organização das análises feitas pelo Ministério dade los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turistaque tiene como primer destino la ciudadela inca visita Cultura brasileiro.entre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, la D discussão sobre o estado de conservação dos bensde Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y la já declarados patrimônios mundiais.VHOYD
  10. 10. GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH GyODUHV(unos 1 538 euros). E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GR Patrimônio Mundial. Carlos Canales, presidente de DQDWXU VHxDOy TXHla ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantes QUESTÃO 93que en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistemaSODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DU Los fallos de software en aparatos médicos, comouna cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en varias marcapasos, van a ser una creciente amenaza para laocasiones que el monumento se encuentra cercano alSXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHU salud pública, según el informe de Software Freedom LawQLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJR Center (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portlandcon lo que coincide el viceministro Roca Rey. (EEUU), en la Open Source Convention (OSCON). Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011. /D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLDA reportagem do jornal espanhol mostra a preocupação de software en los dispositivos médicos implantables”diante de um problema no Peru, que pode ser resumidoSHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVH aborda el riesgo potencialmente mortal de los defectosA à escassez de turistas no país. informáticos en los aparatos médicos implantados en lasB ao difícil acesso ao lago Titicaca. personas.C à destruição da arqueologia no país. Según SFLC, millones de personas con condicionesD ao excesso de turistas na terra dos incas.E à falta de atrativos turísticos em Arequipa. FUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG H LQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HOQUESTÃO 92 software permanece oculto a los pacientes y sus médicos. %LHQYHQLGR D %UDVtOLD La SFLC recuerda graves fallos informáticos El Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de la ocurridos en otros campos, como en elecciones, en laXOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFR IDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHVNacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantesGH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDO R HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQcieros.HQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado).8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD OD XOWXUD O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que(UNESCO). será tratado e mostra que o autor tem a intenção de 5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR0XQGLDO GH HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiV A UHODWDU QRYDV H[SHULrQFLDV HP WUDWDPHQWR GH VD~GHde 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre las B alertar sobre os riscos mortais de determinadosQXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GH softwares de uso médico para o ser humano.riesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial, C denunciar falhas médicas na implantação decon base en los análisis del Consejo Internacional de softwares em seres humanos.Monumentos y Sitios (Icomos), del Centro Internacional D divulgar novos softwares presentes em aparelhosSDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHO3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
  11. 11. GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDO médicos lançados no mercado.SDUD OD RQVHUYDFLyQ GH OD Naturaleza (IUCN). E apresentar os defeitos mais comuns de softwares Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. em aparelhos médicos. LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 4
  12. 12. *cinZ25dom5*QUESTÃO 94 QUESTÃO 95 (V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUD (O WDQJR En México se producen más de 10 millones de m3 Ya sea como danza, música, poesía o cabalde basura mensualmente, depositados en más de 50 mil H[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQDtiraderos de basura legales y clandestinos, que afectan larga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros yde manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestros desencuentros, amores y odios, nacida desde lo másrecursos naturales son utilizados desproporcionalmente, hondo de la historia argentina.como materias primas que luego desechamos y tiramos El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultorconvirtiéndolos en materiales inútiles y focos de la clase media porteña, que ameniza sus momentosLQIHFFLyQ GH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGR Todo aquello que compramos y consumimos tiene el carácter malevo del tango primitivo por una nuevaXQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGR poesía más acorde con las concepciones estéticasUDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR OR provenientes de Londres y París.indispensable, directamente colaboramos con el cuidado Ya en la década del ‘20 el tango se anima inclusodel ambiente. a traspasar las fronteras del país, recalando en lujosos Si la basura se compone de varios desperdicios salones parisinos donde es aclamado por públicosy si como desperdicios no fueron basura, si los selectos que adhieren entusiastas a la sensualidadseparamos adecuadamente, podremos controlarlos del nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondosy evitar posteriores problemas. Reciclar se traduce porteños; ahora se escucha y se baila en salonesen importantes ahorros de energía, ahorro de agua elegantes, clubs y casas particulares.potable, ahorro de materias primas, menor impacto en El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadaslos ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro de versiones de grupos rockeros, presentaciones entiempo, dinero y esfuerzo. elegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca y Es necesario saber para empezar a actuar... películas foráneas que lo divulgan por el mundo entero. Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado). Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado).$ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(V Sabendo-se que a produção cultural de um paísnecesario saber para empezar a actuar...”, pode-se SRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GHconstatar que o texto foi escrito com a intenção de DFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GRA informar o leitor a respeito da importância da FRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRU reciclagem para a conservação do meio ambiente.B indicar os cuidados que se deve ter para não consumir A PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QR alimentos que podem ser focos de infecção. país.C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é o B LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDV gerador dos dejetos produzidos no México. regiões.D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforço C sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteiras D SDUWLU GRV PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRV do país.E alertar a população mexicana para os perigos D manifestar seu valor primitivo nas diferentes causados pelos consumidores de matéria-prima camadas sociais. reciclável. E LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPR Inglaterra e França.LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 5
  13. 13. *cinZ25dom6*QUESTÃO 96 COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que emRXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVHGRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VHbaseia na relação de reciprocidade, a segundaA reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLUC UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGHD facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.E tem a responsabilidade de promover a proximidade física.QUESTÃO 97 Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaçose práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-seas academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura porA exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito (não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção de níveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomR LPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWRD exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento do organismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gorduras ou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo. LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 6
  14. 14. *cinZ25dom7*QUESTÃO 98 Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I) e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relação entre o texto poético e o contexto social a que ele faz UHIHUrQFLD DSRQWD SDUD XP SUREOHPD VRFLDO H[SUHVVR OLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHP fala / ora a Vossas Senhorias?”. A resposta à pergunta expressa no poema é dada por meio da A GHVFULomR PLQXFLRVD GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GR personagem-narrador. B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPR um homem resignado com a sua situação. Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado). C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRUO anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideário de outros Severinos que compartilham sua condição.de consumo quando sua função é vender um produto. D apresentação do personagem-narrador como umaNo texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticos SURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDOH H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GR E descrição de Severino, que, apesar de humilde,Terror”, de um parque de diversões. O entendimento da orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias.propaganda requer do leitor QUESTÃO 100A D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQD O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não o anúncio. sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor oB a avaliação da imagem como uma sátira às atrações acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos de terror. a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real.C a atenção para a imagem da parte do corpo humano $VVLP R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH R selecionada aleatoriamente. ÀX[R GH VXD OHLWXUD D SDUWLU GH DVVXQWRV WUDWDGRV QR WH[WR VHPD o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e VH SUHQGHU D XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRV um dito popular. por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textualE D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHV TXH ID] GR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDO do terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”. O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo deQUESTÃO 99 escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. TEXTO I Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de umO meu nome é Severino, tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplosnão tenho outro de pia. graus de profundidade simultaneamente, já que não temComo há muitos Severinos, VHTXrQFLD GH¿QLGD PDV OLJD WH[WRV QmR QHFHVVDULDPHQWHque é santo de romaria,deram então de me chamar correlacionados. 0$586+, / $ LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP MXQ Severino de Maria;como há muitos Severinos O computador mudou nossa maneira de ler e escrever,com mães chamadas Maria,¿TXHL VHQGR R GD 0DULD e o hipertexto pode ser considerado como um novoGR ¿QDGR =DFDULDV HVSDoR GH HVFULWD H OHLWXUD H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWRmas isso ainda diz pouco: de blocos autônomos de texto, apresentado em meiohá muitos na freguesia, eletrônico computadorizado e no qual há remissõespor causa de um coronel associando entre si diversos elementos, o hipertextoque se chamou Zacariase que foi o mais antigo A é uma estratégia que, ao possibilitar caminhossenhor desta sesmaria. totalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundirComo então dizer quem fala os conceitos cristalizados tradicionalmente.ora a Vossas Senhorias? B p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWD MELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU IUDJPHQWR
  15. 15. que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como FRQVHTXrQFLD R PHQRVSUH]R SHOD HVFULWD WUDGLFLRQDO TEXTO II C exige do leitor um maior grau de conhecimentos João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio, prévios, por isso deve ser evitado pelos estudantestransfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como nas suas pesquisas escolares.o Capibaribe, também segue no caminho do Recife. D facilita a pesquisa, pois proporciona uma informaçãoA autoapresentação do personagem, na fala inicial HVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site dedo texto, nos mostra um Severino que, quanto mais busca ou blog oferecidos na internet.VH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRV E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVRELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQV GH OHLWXUD VHP VHJXLU VHTXrQFLD SUHGHWHUPLQDGD SECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos. constituindo-se em atividade mais coletiva e 5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV IUDJPHQWR
  16. 16. colaborativa.LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 7
  17. 17. *cinZ25dom8*QUESTÃO 101 $R UHÀHWLU VREUH a possível extinção do livro impresso e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o 4XHP p SREUH SRXFR VH DSHJD p XP JLURRJLUR QR cronista manifesta seu ponto de vista, defendendo quevago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O A R FRUGHO p XP GRV JrQHURV WH[WXDLV SRU H[HPSORVHQKRU Yr R =p=LP R PHOKRU PHHLUR PHX DTXL ULVRQKR que será extinto com o avanço da tecnologia.H KDELOLGRVR 3HUJXQWR =p=LP SRU TXH p TXH YRFr B o livro impresso permanecerá como objeto culturalQmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] veiculador de impressões e de valores culturais.4XHUR FULDU QDGD QmR PH GHX UHVSRVWD (X JRVWR C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GRmuito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém prazer de se ler textos em livros e suportes impressos.discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção. D os textos continuarão vivos e passíveis de[...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu reprodução em novas tecnologias, mesmo que osera menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente livros desapareçam.melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, E os livros impressos desaparecerão e, com eles,Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram a possibilidade de se ler obras literárias dos maisMXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULR GLYHUVRV JrQHURVbaixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai QUESTÃO 103no São Francisco, o senhor sabe. TEXTO I ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento). 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGHNa passagem citada, Riobaldo expõe uma situação 9RFr WHP SDODFHWH UHOX]HQWHdecorrente de uma desigualdade social típica das áreas Tem joias e criados à vontaderurais brasileiras marcadas pela concentração de terras Sem ter nenhuma herança ou parenteH SHOD UHODomR GH GHSHQGrQFLD HQWUH DJUHJDGRV H 6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGHfazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque E o povo pergunta com maldade:o personagem-narrador Onde está a honestidade?A UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LP Onde está a honestidade? demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus O seu dinheiro nasce de repente agregados, uma vez que superou essa condição E embora não se saiba se é verdade graças à sua força de trabalho. 9RFr DFKD QDV UXDV GLDULDPHQWHB descreve o processo de transformação de um meeiro Anéis, dinheiro e felicidade... — espécie de agregado — em proprietário de terra. Vassoura dos salões da sociedadeC denuncia a falta de compromisso e a desocupação 4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWH dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho Promove festivais de caridade da terra. Em nome de qualquer defunto ausente...D mostra como a condição material da vida do ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. VHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GH TEXTO II homem livre e, ao mesmo tempo, dependente. Um vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUDE mantém o distanciamento narrativo condizente com reconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceu sua posição social, de proprietário de terras. HP QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYR estaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anosQUESTÃO 102 de idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo de $ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH SDSHO´ FRP D grande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitaschegada da mídia eletrônica me lembra a discussão de suas letras representam a sociedade contemporânea,LGrQWLFD VREUH D REVROHVFrQFLD GR IROKHWR GH FRUGHO 2V como se tivessem sido escritas no século XXI.folhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200 Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas de Um texto pertencente ao patrimônio literário-culturalLeandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos brasileiro é atualizável, na medida em que ele secontinuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM, refere a valores e situações de um povo. A atualidadeHP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2 da canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa,texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnar evidencia-se por meioem corpos variados: página impressa, livro em Braille, A da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origemIROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR duvidosa de alguns.3) 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV H B GD FUtWLFD DRV ULFRV TXH SRVVXHP MRLDV PDV QmR WrPem outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou herança.Viagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.de Casseta Planeta. D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade. TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com. E GD LQVLVWrQFLD HP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHV LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 8
  18. 18. *cinZ25dom9*QUESTÃO 104 QUESTÃO 106 A dança é um importante componente cultural da 1mR WHP WUDGXomRhumanidade. O folclore brasileiro é rico em danças querepresentam as tradições e a cultura de várias regiõesdo país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, [...]OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR H /i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWDbrincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadas $ 5LVROHWD GHVLVWH ORJR GR IUDQFrV H GR LQJOrVFRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
  19. 19. ¿JXULQRV H FHQiULRVrepresentativos. A gíria que o nosso morro criou SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR: (GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR DGDSWDGR
  20. 20. Bem cedo a cidade aceitou e usouA dança, como manifestação e representação da cultura [...]UtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XP Essa gente hoje em dia que tem mania de exibiçãoSRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR Ddança revela Não entende que o samba não tem tradução no idioma IUDQFrVA PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV LQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHX Tudo aquilo que o malandro pronuncia modo de expressar-se no mundo. RP YR] PDFLD p EUDVLOHLUR Mi SDVVRX GH SRUWXJXrVB aspectos eminentemente afetivos, espirituais e de entretenimento de um povo, desconsiderando fatos Amor lá no morro é amor pra chuchu KLVWyULFRV As rimas do samba não são I love youC DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLD PLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGR ( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny aspectos políticos. 6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQHD tradições culturais de cada região, cujas ROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. PDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XP Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento). ranking das mais originais.E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDV As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de Vila uma vez que são inventadas, e servem apenas para Isabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupação D YLYrQFLD O~GLFD GH XP SRYR do artista com seu tempo e com as mudanças político- FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV DLQGDQUESTÃO 105 são modernas. Nesse fragmento do samba Não tem Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente tradução, por meio do recurso da metalinguagem, oimportante para diminuir o risco de infarto, mas também poeta propõeGH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FD A incorporar novos costumes de origem francesa eque manter uma alimentação saudável e praticar americana, juntamente com vocábulos estrangeiros.DWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DV B UHVSHLWDU H SUHVHUYDU R SRUWXJXrV SDGUmR FRPRchances de desenvolver vários problemas. Além disso, é forma de fortalecimento do idioma do Brasil.importante para o controle da pressão arterial, dos níveis C valorizar a fala popular brasileira como patrimôniode colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda linguístico e forma legítima de identidade nacional.a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física, D mudar os valores sociais vigentes à época, com ofatores que, somados, reduzem as chances de infarto. advento do novo e quente ritmo da música popularExercitar-se, nesses casos, com acompanhamento brasileira.médico e moderação, é altamente recomendável. E ironizar a malandragem carioca, aculturada pela ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD PDU invasão de valores étnicos de sociedades mais desenvolvidas.As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendorelações que atuam na construção do sentido. A esseUHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXHA D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomR de ideias.B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPH ideia de contraste.C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´ introduz uma generalização.D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYDE R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GH colesterol e de glicose no sangue”./ ž GLD _ DGHUQR ,1=$ 3iJLQD
  21. 21. *cinZ25dom10*QUESTÃO 107 QUESTÃO 109 RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDV Antes de se tornarem esporte, as lutas ou as artesmarciais tiveram duas conotações principais: erampraticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYR Atualmente, nos deparamos com a grande expansãodas artes marciais em nível mundial. As raízes orientaisforam se disseminando, ora pela necessidade de lutaSHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHODSRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD¿ORVR¿D GH YLGD CARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFD Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento).8P GRV SUREOHPDV GD YLROrQFLD TXH HVWi SUHVHQWHprincipalmente nos grandes centros urbanos são asbrigas e os enfrentamentos de torcidas organizadas, alémda formação de gangues, que se apropriam de gestos %UDVtOLD DQRV. Veja 1ž QRY das lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades.Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem desses Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementosPRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDV YHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HVA se tornaram um esporte, mas eram praticadas com e incorporando novos materiais com ampliação de R REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLD possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregasB apresentam a possibilidade de desenvolver o sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas, autocontrole, o respeito ao outro e a formação do por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquiteto caráter. EUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP 1RC SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´ desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio da por meio de golpes agressivos sobre o adversário. Alvorada, observa-seD VRIUHUDP WUDQVIRUPDo}HV HP VHXV SULQFtSLRV ¿ORVy¿FRV A a presença de um capitel muito simples, reforçando em razão de sua disseminação pelo mundo. a sustentação.E se disseminaram pela necessidade de luta pela B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas, VREUHYLYrQFLD RX FRPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD resultando em formas marcantes.QUESTÃO 108 C a disposição simétrica das curvas, conferindo VDOLrQFLD H GLVWRUomR j EDVH O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGR¿OyVRIRV DR ORQJR GRV WHPSRV 8P GRV PHOKRUHV OLYURV certo peso e rebuscamento.sobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador E o excesso de linhas curvas, levando a um exageroromano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, na ornamentação.SULPHLUDPHQWH TXH WRGDV DV LGDGHV WrP VHXV HQFDQWRVH VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[Rda humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa,R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRVa meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a umestado de melancolia e amargura. Ler as palavras deCícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitarmelhor a passagem do tempo. NOGUEIRA, P. Saúde Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008.O autor discute problemas relacionados aoenvelhecimento, apresentando argumentos que levam ainferir que seu objetivo éA esclarecer que a velhice é inevitável.B contar fatos sobre a arte de envelhecer.C defender a ideia de que a velhice é desagradável.D LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD R envelhecimento.E mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem angústia, o envelhecimento. LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 10
  22. 22. *cinZ25dom11*QUESTÃO 110 O pintor espanhol Pablo PicDVVR
  23. 23. XP GRV Estrada mais valorizados no mundo artístico, tanto em termos ¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD GuernicaEsta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho, em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade bascaInteressa mais que uma avenida urbana. de mesmo nome. A obra, feita para integrar o Salão Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu todaNas cidades todas as pessoas se parecem. a Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA,Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente. GH RQGH VDLULD DSHQDV HP (VVD REUD FXELVWDAqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma. DSUHVHQWD HOHPHQWRV SOiVWLFRV LGHQWL¿FDGRV SHORCada criatura é única. A SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDVAté os cães. dimensões de um evento, renunciando à realidade,(VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRV colocando-se em plano frontal ao espectador. B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVRAndam sempre preocupados. da perspectiva clássica, envolvendo o espectadorE quanta gente vem e vai! nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano.E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar: C uso das formas geométricas no mesmo plano, semEnterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um emoção e expressão, despreocupado com o volume,bodezinho manhoso. D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFD D esfacelamento dos objetos abordados na mesmaNem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz narrativa, minimizando a dor humana a serviço dados símbolos, objetividade, observada pelo uso do claro-escuro.4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVD E uso de vários ícones que representam personagensE que a mocidade vai acabar. fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ- BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU ¿FD OLYUH GH VHQWLPHQWDOLVPo.A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensão QUESTÃO 112GH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GRcotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente no No Brasil, a condição cidadã, embora dependa dacontraste entre campo e cidade aponta para leitura e da escrita, não se basta pela enunciação doA o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação direito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que, dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia com sem dúvida, viabiliza melhor participação social. A relação à cidade. condição cidadã depende, seguramente, da ruptura comB D SHUFHSomR GR FDUiWHU HIrPHUR GD YLGD SRVVLELOLWDGD o ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingente pela observação da aparente inércia da vida rural. populacional.C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPR )RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5. Rio de Janeiro: FBN, 2008. possibilidade de meditação sobre a sua juventude.D a visão negativa da passagem do tempo, visto que Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura esta gera insegurança. H HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GDE D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mR cidadania, o autor acerca da morte. A critica os processos de aquisição da leitura e daQUESTÃO 111 escrita. B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil. C incentiva a participação efetiva na vida da comunidade. D faz uma avaliação crítica a respeito da condição cidadã do brasileiro. E GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomR social da população do Brasil.PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP MXO LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 11
  24. 24. *cinZ25dom12*QUESTÃO 113 QUESTÃO 115 TEXTO I /(,51(5 1 7URQFR FRP FDGHLUD GHWDOKH
  25. 25. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. Toca do Salitre - Piauí Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto Disponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.IRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGR TEXTO IITXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWHe absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto dezombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada. JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.). 2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.A relação observada entre a imagem e o textoapresentados permite o entendimento da intenção deum artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresentacaracterísticasA IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYDB futuristas e do abstrato geométrico.C construtivistas e de estruturas modulares.D abstracionistas e de releitura do objeto.E ¿JXUDWLYDV H GH UHSUHVHQWDomR GR FRWLGLDQR Arte Urbana. Foto: Diego Singh Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010.QUESTÃO 114 2 JUD¿WH FRQWHPSRUkQHR FRQVLGHUDGR HP DOJXQV 1R FDSULFKR momentos como uma arte marginal, tem sido O Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperava comparado às pinturas murais de várias épocas epelo delegado, olhava para um quadro, a pintura de jV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQVuma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo que apresentadas, é possível reconhecer elementos comunsR FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWD entre os tipos de pinturas murais, tais comodesse quadro?” A D SUHIHUrQFLD SRU WLQWDV QDWXUDLV HP UD]mR GH VHX E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dá efeito estético.DR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH HXV KHLQ GRW{ B a inovação na técnica de pintura, rompendo com4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GR modelos estabelecidos.deus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.” C o registro do pensamento e das crenças das sociedades em várias épocas. Ao que o delegado não teve como deixar de D a repetição dos temas e a restrição de uso pelasFRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ ( classes dominantes.R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLV E o uso exclusivista da arte para atender aos interessesdotô, inté que é uma feiura caprichada.” da elite. BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU. São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado).Por suas características formais, por sua função e uso,R WH[WR SHUWHQFH DR JrQHURA anedota, pelo enredo e humor característicos.B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.C GHSRLPHQWR SHOD DSUHVHQWDomR GH H[SHULrQFLDV pessoais.D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos.E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais. LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 12
  26. 26. *cinZ25dom13*QUESTÃO 116 $ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DV concepções artísticas simbolistas. Entretanto, o texto Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos VHOHFLRQDGR LQFRUSRUD UHIHUrQFLDV WHPiWLFDV H IRUPDLVdesterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se modernistas, já que, nele, a poetaconcentrando e caindo em tristeza; mas, de repente,R FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmR A SURFXUD GHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU Hdo Firmo, romperam vibrantemente com um chorado abandona o cuidado formal.baiano. Nada mais que os primeiros acordes da B concebe a mulher como um ser sem linguagem emúsica crioula para que o sangue de toda aquela gente questiona o poder da palavra.despertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipacorpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, a construção do verso livre.e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já D propõe um modelo novo de erotização na líricanão eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos DPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDOgemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem E H[SORUD D FRQVWUXomR GD HVVrQFLD IHPLQLQD D SDUWLUVHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGD GD SROLVVHPLD GH ³OtQJXD´ H LQRYD R Op[LFReram ais convulsos, chorados em frenesi de amor: QUESTÃO 118música feita de beijos e soluços gostosos; carícia defera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo. Guardar AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD IUDJPHQWR
  27. 27. *XDUGDU XPD FRLVD QmR p HVFRQGrOD RX WUDQFiODNo romance O Cortiço
  28. 28. de Aluízio Azevedo, as Em cofre não se guarda coisa alguma.personagens são observadas como elementos coletivos Em cofre perde-se a coisa à vista.caracterizados por condicionantes de origem social,sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto *XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRUHQWUH EUDVLOHLURV H SRUWXJXHVHV UHYHOD SUHYDOrQFLD GR admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.elemento brasileiro, pois Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília porA destaca o nome de personagens brasileiras e omite ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, o de personagens portuguesas.B exalta a força do cenário natural brasileiro e isto é, estar por ela ou ser por ela. FRQVLGHUD R GR SRUWXJXrV LQH[SUHVVLYR Por isso melhor se guarda o voo de um pássaroC mostra o poder envolvente da música brasileira, que Do que um pássaro sem voos. FDOD R IDGR SRUWXJXrV Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,D destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à tristeza dos portugueses. por isso se declara e declama um poema:E atribui aos brasileiros uma habilidade maior com Para guardá-lo: instrumentos musicais. Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:QUESTÃO 117 Guarde o que quer que guarda um poema: /pSLGD H OHYH Por isso o lance do poema: Por guardar-se o que se quer guardar.Língua do meu Amor velosa e doce,que me convences de que sou frase, Antonio Cícero. In : MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR . Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.que me contornas, que me vestes quase,como se o corpo meu de ti vindo me fosse. $ PHPyULD p XP LPSRUtante recurso do patrimônioLíngua que me cativas, que me enleias cultural de uma nação. Ela está presente nas lembrançasos surtos de ave estranha, do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar o fazer poético como uma das maneiras de se guardar oem linhas longas de invisíveis teias, que se quer, o textode que és, há tanto, habilidosa aranha...[...] A UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD D FRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYRAmo-te as sugestões gloriosas e funestas, B valoriza as lembranças individuais em detrimentoamo-te como todas as mulheres das narrativas populares ou coletivas.WH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRU C reforça a capacidade da literatura em promover apela carne de som que à ideia emprestas subjetividade e os valores humanos.e pelas frases mudas que proferes D destaca a importância de reservar o texto literárioQRV VLOrQFLRV GH $PRU jTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDOMACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. E revela a superioridade da escrita poética como forma Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento). ideal de preservação GD PHPyULD FXOWXUDOLC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 13
  29. 29. *cinZ25dom14*QUESTÃO 119 QUESTÃO 121 e iJXD TXH QmR DFDED PDLV 4XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLO o país era povoado de índios. Importaram, depois, da Dados preliminares divulgados por pesquisadoresda Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram ÈIULFD JUDQGH Q~PHUR GH HVFUDYRV 2 3RUWXJXrV RR $TXtIHUR $OWHU GR KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GH Índio e o Negro constituem, durante o período colonial,água potável do planeta. Com volume estimado em DV WUrV EDVHV GD SRSXODomR EUDVLOHLUD 0DV QR TXH VH86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva UHIHUH j FXOWXUD D FRQWULEXLomR GR 3RUWXJXrV IRL GH ORQJHsubterrânea está localizada sob os estados do a mais notada.$PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXDVHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDO XUDQWH PXLWR WHPSR R SRUWXJXrV H R WXSL YLYHUDPGXUDQWH DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$ lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupiEm termos comparativos, Alter do Chão tem quase o que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições.dobro do volume de água do Aqu ífero Guarani (com (P GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDV45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a dos portugueses e índios em São Paulo estão tãomaior reserva subterrânea do mundo, distribuída por ligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e osBrasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. ¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXH eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010. nas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesaEssa notícia, publicada em uma revista de grande a vão os meninos aprender à escola.”circulação, apresenta resultados de uma pesquisa TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa: /LYUDULD 6i GD RVWD DGDSWDGR
  30. 30. FLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomR A identidade de uma nação está diretamente ligada àreferencial da linguagem predomina, porque o autor do cultura de seu povo. O texto mostra que, no períodotexto prioriza FRORQLDO EUDVLOHLUR R 3RUWXJXrV R ËQGLR H R 1HJURA as suas opiniões, baseadas em fatos. formaram a base da população e que o patrimônioB os aspectos objetivos e precisos. linguístico brasileiro é resultado daC os elementos de persuasão do leitor. A contribuição dos índios na escolarização dosD os elementos estéticos na construção do texto. brasileiros.E os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa. B diferença entre as línguas dos colonizadores e as dos indígenas.QUESTÃO 120 C importância do padre Antônio Vieira para a literatura 3HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomR de língua portuguesa. D origem das diferenças entre a língua portuguesa e as línguas tupi.Não, não há por que mentir ou esconder E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GDA dor que foi maior do que é capaz meu coração língua tupi.1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDUNão vai nunca entender de amor quem nunca soube amarAh, eu vou voltar pra mimSeguir sozinho assimAté me consumir ou consumir toda essa dorAté sentir de novo o coração capaz de amor 9$15e * LVSRQtYHO HP KWWSZZZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP MXQ Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestaçãoda função poética da linguagem, que é percebida naelaboração artística e criativa da mensagem, por meiode combinações sonoras e rítmicas. Pela análise dotexto, entretanto, percebe-se, também, a presençamarcante da função emotiva ou expressiva, por meio daqual o emissorA imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal, seus sentimentos.B transmite informações objetivas sobre o tema de que trata a canção.C busca persuadir o receptor da canção a adotar um certo comportamento.D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUD construir a canção.E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GD mensagem veiculada. LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 14
  31. 31. *cinZ25dom15*QUESTÃO 122 TEXTO II Não podemos negar ao povo sofrido todas as KLSyWHVHV GH SUHYLVmR GRV GHVDVWUHV HPDJRJRV culpam os moradores; o governo e a prefeitura apelam para as pessoas saírem das áreas de risco e agora GL]HP TXH VHUi FRPSXOVyULD D UHDORFDomR (QWmR temos a realocar o Brasil inteiro! Criemos um serviço, VLPLODU DR 686 FRP DORFDomR REULJDWyULD GH UHFXUVRV orçamentários com rede de atendimento preventivo, RQGH SDUWLFLSDULDP DUTXLWHWRV HQJHQKHLURV JHyORJRV %HP RX PDO HVVH ³686´ RUJDQL]DULD EULJDGDV QRV ORFDLV 1RV FDVRV GD GHQJXH SRU H[HPSOR SRGHULD YHUL¿FDU DV condições de acontecer epidemias. Seriam boas ações preventivas. Carta do Leitor. DUWD DSLWDO. 28 abr. 2010 (adaptado). Os textos apresentados expressam opiniões de leitores acerca de relevante assunto para a sociedade brasileira. Os autores dos dois textos apontam para a A necessidade de trabalho voluntário contínuo para a resolução das mazelas sociais. Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 27 jul. 2010 (adaptado). B importância de ações preventivas para evitarO texto é uma propaganda de um adoçante que tem o catástrofes, indevidamente atribuídas aos políticos.VHJXLQWH PRWH ³0XGH VXD HPEDODJHP´ $ HVWUDWpJLD TXH C incapacidade política para agir de forma diligente nao autor utiliza para o convencimento do leitor baseia-se resolução das mazelas sociais.no emprego de recursos expressivos, verbais e nãoverbais, com vistas a D XUJrQFLD GH VH FULDUHP QRYRV yUJmRV S~EOLFRV FRP as mesmas características do SUS.A ridicularizar a forma física do possível cliente do produto anunciado, aconselhando-o a uma busca de E LPSRVVLELOLGDGH GH R KRPHP DJLU GH IRUPD H¿FD] RX mudanças estéticas. preventiva diante das ações da natureza.B HQIDWL]DU D WHQGrQFLD GD VRFLHGDGH FRQWHPSRUkQHD QUESTÃO 124 de buscar hábitos alimentares saudáveis, reforçando tal postura. (QWUH LGHLD H WHFQRORJLDC criticar o consumo excessivo de produtos industrializados por parte da população, propondo a O grande conceito por trás do Museu da Língua é redução desse consumo. apresentar o idioma como algo vivo e fundamental paraD DVVRFLDU R YRFiEXOR ³Do~FDU´ j LPDJHP GR FRUSR IRUD o entendimento do que é ser brasileiro. Se nada nos de forma, sugerindo a substituição desse produto GH¿QH FRP FODUH]D D IRUPD FRPR IDODPRV R SRUWXJXrV pelo adoçante. nas mais diversas situações cotidianas é talvez a melhorE relacionar a imagem do saco de açúcar a um corpo expressão da brasilidade. humano que não desenvolve atividades físicas, SCARDOVELI, E. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. São Paulo: Segmento, Ano II, nº 6, 2006. incentivando a prática esportiva. 2 WH[WR SURS}H XPD UHÀH[mR DFHUFD GD OtQJXD SRUWXJXHVDQUESTÃO 123 ressaltando para o leitor a TEXTO I A inauguração do museu e o grande investimento em cultura no país. O Brasil sempre deu respostas rápidas através da B importância da língua para a construção dasolidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nosPRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDU identidade nacional.a ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir a C afetividade tão comum ao brasileiro, retratadaFXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULD através da língua.QDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQD D relação entre o idioma e as políticas públicas na6REUDP GHVFXOSDV HVIDUUDSDGDV H IDOWD FRPSHWrQFLD GD área de cultura.classe política. E GLYHUVLGDGH pWQLFD H OLQJXtVWLFD H[LVWHQWH QR WHUULWyULR Cartas. ,VWRp. 28 abr. 2010. nacional.LC - 2º dia | Caderno 6 - CINZA - Página 15
  32. 32. *cinZ25dom16*7H[WR SDUD DV TXHVW}HV H QUESTÃO 126 2 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR GH GHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR UHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GH A ressaltar a informação no título, em detrimento do restante do conteúdo associado. 1yV DGRUDUtDPRV GL]HU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XH B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do pluralVRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR R no discurso.PHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQR C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWRdetalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra de autoridade.³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDU D subverter o fazer publicitário pelo uso de suaSRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULD metalinguagem.XP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRV E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto.esta palavra simplesmente porque não acreditamos queH[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKR QUESTÃO 127Nacional de Autorregulamentação Publicitária, existema verdade e a mentira. Existem a honestidade e a 6( 12 ,19(512 e ,)Ë,/ $25$5desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar IMAGINE DORMIR.QDVFHX Ki DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD
  33. 33. com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não Com a chegada do inverno, muitas pessoasfazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de perdem o sono. São milhões de necessitados quedizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos lutam contra a fome e o frio. Para vencer estaisso porque é a única forma da propaganda ter o máximo EDWDOKD HOHV SUHFLVDP GH YRFr HSRVLWH TXDOTXHUGH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD D TXDQWLD 9RFr DMXGD PLOKDUHV GH SHVVRDV D WHUHPpropaganda se o consumidor não acreditasse nela? XPD ERD QRLWH H GRUPH FRP D FRQVFLrQFLD WUDQTXLOD 4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQWD HQJDQDGD SRU XPD Veja VHW DGDSWDGR

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