Crustasea ipimar

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European Project Crustasea, Development of Best Practice, Grading and Transportation Technology in the Crustacean Fishery Sector brief presentation with aims and challenges faced.

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Crustasea ipimar

  1. 1. PROJECTO CRUSTASEA<br />Desenvolvimento de códigos de boas práticas e <br />tecnologias de triagem e transporte de crustáceos vivos<br />
  2. 2. Sara Barrento<br />sarabarrento@yahoo.com<br />Instituto das Pescas e do Mar – IPIMAR Av. de Brasília 1449-006 Lisboa Portugal Tlf: 21 302 7000 <br />http://ipimar-iniap.ipimar.pt/contactos.html <br />
  3. 3. Comercialização de Crustáceos Vivos<br />
  4. 4. A cadeia de Comercialização<br />Importação<br />Produção<br />Captura<br />Descarga<br />Captura<br />Descarga<br />LOTA<br />Transporte<br />Consumidor<br />Retalhista<br />Grossista<br />Importador<br />
  5. 5. Portugal é um país importador<br />Mortalidade<br />
  6. 6. O projecto CrustaSea<br />ParceriasEuropeias<br /><ul><li>4 Associações
  7. 7. 7 PMEs
  8. 8. 6 Institutos de Investigação</li></li></ul><li>Parcerias Nacionais<br />
  9. 9. Tecnológicos<br />Científicos<br />Avaliar procedimentos<br />Identificar problemas<br />Fornecer alternativas<br />Objectivos<br />Económicos<br />Expansão do mercado <br />Reduzir os custos<br />Melhorar qualidade<br />Objectivos<br />
  10. 10. Principais desafios<br />Coordenar esforços<br />Cativar as empresas<br />Implementar Soluções<br />
  11. 11. Cativar as empresas: a nossa experiência<br />Informação<br /><ul><li>Conhecer a empresa
  12. 12. Identificar necessidades</li></ul>Abordagem<br /><ul><li>Clarificar objectivos
  13. 13. Mostrar possíveis soluções</li></ul>Dificuldadesnaabordagem<br />Desconfiança:<br /> “quanto custa?”<br /> “o que é que eu ganho com isso”<br />
  14. 14. Cativar as empresas: a nossa experiência<br />Dificuldadesencontradaspelasempresas<br /><ul><li> desconhecimento da burocracia de um projecto Europeu
  15. 15. falta de disponibilidade para participar e partilhar a experiência
  16. 16. evitar visibilidade e conotação com o próprio projecto
  17. 17. a duração não foi suficiente para implementar a tecnologia</li></ul>Implementação<br /><ul><li>Fomentar cooperação
  18. 18. Formação</li></li></ul><li>Coordenar esforços: a nossa experiência<br />Os DesafiosdaCooperação<br />O período de decisão é diferente entre as os institutos de investigação e as empresas. Às vezes os prazos são muito apertados… o que pode ser frustrante.<br />Empresas, Institutos de Investigação e Associações têm diferentes visões. É preciso saber ouvir cada uma das partes e encontrar a melhor solução. A comunicação deve ser clara e directa.<br />A elaboração de relatórios e a participação em reuniões internacionais pode parecer uma perda de tempo para as empresas mas é necessário.<br />
  19. 19. Coordenar esforços: a nossa experiência<br />Dificuldades<br /><ul><li> linguagem demasiado técnica e hermética
  20. 20. relatórios maioritariamente em Inglês
  21. 21. falta de dinamismo da entidade coordenadora do projecto para responder às solicitações das empresas
  22. 22. falta de disponibilidade para participar nas reuniões de decisão do projecto </li></li></ul><li>Implementar Soluções <br />o nosso grande problema … a concretização <br /><ul><li>Informação
  23. 23. Formação rápida</li></ul>Na prática<br />desinteresse <br />ausência (90%) <br />
  24. 24. Implementar Soluções <br />o nosso grande problema … a concretização <br />Disponibilidade<br />A expressão <br />“sempre se fez assim” tem de ser combatida <br />Na prática<br />Investimento:<br /><ul><li> monetário
  25. 25. mão de obra
  26. 26. mentalidades
  27. 27. mudança
  28. 28. sector conservador
  29. 29. mudar é difícil mesmo com soluções simples
  30. 30. resistência em implementar novas tecnologias mesmo perante as evidências</li></li></ul><li>O que temos de melhorar<br />Sugestões<br /><ul><li> Motivar as indústrias a disponibilizarem recursos para o projecto
  31. 31. Informar mensalmente sobre o progresso das actividades
  32. 32. Valorizar a cooperação entre institutos de investigação aplicada e as empresa em detrimento dos artigos científicos
  33. 33. Focalizar a investigação ao estritamente necessário
  34. 34. Melhorar a imagem dos institutos junto das empresas e da opinião publica
  35. 35. As empresas beneficiam mais se entrarem no segundo ano
  36. 36. Nem todos os projectos podem ter empresas</li></li></ul><li>Exemplos<br />Exemplosquevêm de Espanha<br /><ul><li> ANFACO-CECOPESCA (agrega 220 empresas transformadoras de pescado)
  37. 37. CETMAR (Fundação) </li></ul>Visão realista da aplicabilidade da investigação nas indústrias locais<br />
  38. 38. Obrigado…<br />

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