Estatuto Padrão dos GFE

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Estatuto Padrão dos GFE

  1. 1. ESTATUTO SOCIAL DO GRUPO DA FRATERNIDADE ESPÍRITA ... ÍNDICECAPÍTULO I- DENOMINAÇÃO, NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E DURAÇÃO;CAPÍTULO II- FILOSOFIA E DOS OBJETIVOS;CAPÍTULO III ASSOCIADOS - DIREITOS E DEVERES;CAPÍTULO IV- ADMINISTRAÇÃO; Seção I Normas Gerais da Administração; Seção II Estrutura Administrativa; Seção III Mandatos e dos Cargos; Seção IV Assembleia Geral de Fraternistas; Seção V Conselho de Representação da Assembleia; Seção VI Conselho de Administração; Seção VII Coordenação Geral; Seção VIII Coordenação de Educação Espírita; Seção IX Coordenação de Assistência Social Espírita; Seção X Coordenação de Ação Mediúnica; Seção XI Coordenação de Integração Fraterna; Seção XII Conselho Fiscal;CAPÍTULO V - PATRIMÔNIO E DA RECEITA;CAPÍTULO V - DISPOSIÇÕES ESPECIAIS;CAPÍTULO VIII - DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS.
  2. 2. ESTATUTO SOCIAL DO GRUPO DA FRATERNIDADE ESPÍRITA ... CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, FINALIDADE SEDE E DURAÇÃOArtigo 1º. O GRUPO DA FRATERNIDADE ESPÍRITA..., abreviadamente denominado Grupo ..., fundado em...., é uma organização civil, religiosa, assistencial, filantrópica, educacional, cultural e beneficente, sem finslucrativos, regida por este Estatuto e pelas leis vigentes na República Federativa do Brasil, com personalidadejurídica distinta da de seus integrantes.Artigo 2º. Os objetivos institucionais e fins do Grupo ... são a divulgação da Doutrina Espírita, seu ensino esua prática, a vivência da filosofia do Movimento da Fraternidade – MOFRA, colaborando, ainda, com aOrganização Social Cristã Espírita André Luiz - OSCAL na realização da obra social conhecida como Cidadeda Fraternidade, comunidade Cristã Espírita, geograficamente localizada no município de Alto Paraíso,Estado de Goiás.Artigo 3º. O Grupo ... é associado da Organização Social Cristã Espírita André Luiz – OSCAL, integrando-se,como célula viva, ao Movimento da Fraternidade, declarando conhecer e concordar com os termos doestatuto daquela organização, bem como com as normas, regimentos e orientações existentes e, dispondo-sea participar da elaboração de outras que se propuserem instituir, cumprindo sua execução, no que lhe couber.§1º Além do exemplar da edição original deste Estatuto, o Grupo ... encaminhará a OSCAL todas asalterações que ocorrerem, tão logo sejam averbadas no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. §2ºNo campo espírita–doutrinário, em consonância com a OSCAL o Grupo ... observará os postulados emanadosda Federação Espírita Brasileira – FEB.Artigo 4º. Para a consecução dos seus objetivos e fins, o Grupo ... adota os seguintes princípios e diretrizes:I - não há entre os beneficiários de seus serviços, qualquer discriminação de raça, sexo, cor ereligião;II - todos os cargos de direção são exercidos gratuitamente e os integrantes, sejam elesconselheiros, coordenadores, não fazem jus, nessa condição, a remuneração de qualquer natureza;III - não há distribuição de lucros, dividendos, “pro labore” ou remuneração de qualquer naturezaaos integrantes ou colaboradores da instituição, bem como não há bonificações ou participação emqualquer parcela de seu patrimônio;IV - todas as receitas e despesas são escrituradas regularmente, em livros revestidos dasformalidades legais.Artigo 5º. O Grupo ... tem administração, sede e foro..., na Rua .., Bairro ..., CEP: ..., Cidade...Estado...e é constituído por tempo indeterminado. CAPÍTULO II FILOSOFIA E OBJETIVOSArtigo 6º. O Movimento da Fraternidade – MOFRA é a união voluntária de criaturas conscientes que,sob a égide de Jesus Cristo, se propõem a espalhar, à luz da Doutrina Espírita codificada por AllanKardec, a verdade do Evangelho e a praticá-la junto aos irmãos em humanidade, levando aodesamparado o calor fraternal e ao doente ou carenciado a visitação, o remédio, o repouso, asvestes, a água e o pão.Artigo 7º. Entende-se o MOVIMENTO DA FRATERNIDADE como a prática do “Amai-vos uns aos Outros",fazendo da solidariedade e da paz os instrumentos para a expansão do Amor Universal entre as criaturas.Artigo 8º. Consideram-se integrantes do Grupo...., também conhecidos como fraternistas, aqueles que seidentifiquem com a filosofia do Movimento da Fraternidade, traçada pelo Espírito André Luiz, em mensagemtrazida por meio do médium Francisco Cândido Xavier, em 06 de maio de 1956, que estabelece: "No Grupoda Fraternidade, o coração está incessantemente disposto a servir e em seu santuário a alma do irmão nãoindaga, não desconfia, não fere, não perturba, não humilha, não se exonera do dever de ajudar a todos.
  3. 3. Não reclama, não desanima, não se revolta, não chora perdendo tempo, não asila pensamentosenvenenados, não destrói as horas em palestras inúteis, não exibe braços imóveis, não mostra o rostosombrio, não cultiva o espinheiro do ciúme, não cava abismo de discórdia, não dá pasto à vaidade, não sejulga superior, não se adorna com as inutilidades do orgulho, não se avilta com a maledicência, não desprezao ensejo de auxiliar indistintamente, não se ensoberbece e não foge à paciência e à esperança para confiar-seàs trevas da indisciplina e da perturbação; porque o companheiro da fraternidade, em si mesmo é o perdãovivo e constante, o trabalho infatigável, a confiança que nunca se abate, a luz que jamais se apaga,a fonte doentendimento que não seca, a bondade que nunca descrê da Providência Divina e é, sobretudo, o amorincessante e puro fazendo a vida florir e frutificar, em toda parte, em pensamentos, palavras, atitudes e atosde redenção com o Senhor que, aceitando a Manjedoura, nos ensinou a simplicidade na grandeza e,imolando-se na Cruz, exemplificou o sacrifício supremo, pela felicidade de todos, até o fim da luta".Artigo 9º. O Grupo ..., associado à OSCAL, tem por objetivo a evangelização, a espiritualização e oaprimoramento do Ser em evolução, em sintonia com a Espiritualidade Maior e efetivamente participando naconstrução do “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, por meio da implementação do Programa deTrabalho Permanente – PTP. Seção I Programa de Trabalho Permanente – PTP.Artigo 10. A atuação do Grupo.... acontecerá consoante ao "Programa de Trabalho Permanente – PTP”,proposto ao MOFRA a partir de março de 1983, com as seguintes diretrizes: a) Ensino da Doutrina Espírita e do Evangelho; b) Assistência Social Espírita; c)Tarefa de passes; d) Formação de ambientes espiritualizantes.§1º O ensino da Doutrina Espírita e do Evangelho consiste na exposição pedagógica e sistematizada dostemas relativos à Codificação Kardequiana nos seus aspectos filosófico, científico e religioso, formandoadeptos esclarecidos e conscientes, ensejando ao fraternista recursos para divulgar as verdades do Evangelhode Jesus e promover a sua reforma íntima.§2º Considera-se como Assistência Social Espírita a que: a) Ampare o irmão, vendo nele um Espírito em evolução, buscando conscientizá-lo de sua realidadeespiritual, incentivando-o ao soerguimento e à realização de conquistas espirituais, visando transformá-lo dacondição de atendido em atendente e de pedinte em doador, procurando integrá-lo no quadro decooperadores do Cristo; b) Ajude ao próximo, contribuindo igualmente, no que puder, para solucionar ou amenizar osproblemas de ordem social da comunidade; c) Incentive a vivência da fraternidade nos lares fraternistas, de modo a abrirem suas portas para aadoção ou acolhimento temporário de crianças; abrigo ao irmão necessitado em qualquer área e, naimpossibilidade disso, propiciar assistência social e recursos a uma família necessitada; d) Faça a assistência ser praticada sempre que possível com recursos próprios, a partir dos lares dosfraternistas.§3º A Tarefa de Passes consiste na transfusão de energias físico psíquicas, objetivando o alívio ou a cura da dor,além da evolução e espiritualização do atendido, segundo o modelo ensinado por Jesus aos seus Apóstolos.§4º. O ambiente espiritualizante é a psicosfera renovada e fraternal gerada pelo Ser em evolução, após terassimilado os ditames dos itens anteriores e que contribuirá para sensibilizar aqueles que se encontrem a suavolta.Artigo 11. O Grupo ... para atender a proposta de trabalho conhecida como PTP, envidará todos os esforçosno sentido dos seus integrantes implementarem o pensamento dos benfeitores espirituais do Movimento daFraternidade.
  4. 4. CAPÍTULO III FRATERNISTAS - DIREITOS E DEVERESArtigo 12. Todos os integrantes, associados do Grupo..., são denominados fraternistas e o ingresso decandidatos no seu quadro será efetivado após o preenchimento da ficha de cadastro, devidamente analisadae aprovada pelo Conselho de Administração - CAD do Grupo ..., guardando-se, na hipótese de sua nãoaceitação, o sigilo do motivo determinante.Parágrafo único. O candidato a futuro fraternista esforçar-se-á por promover a reforma interior, conhecer eprocurar vivenciar a Doutrina Espírita, colaborando, , para que o Grupo ... atinja os objetivos consignadosneste Estatuto social, cujo exemplar ser-lhe-á entregue gratuitamente.Artigo13. O fraternista contribuirá com o seu trabalho, presença e recursos disponíveis, segundo a suacapacidade, constituindo dever frequentar as reuniões públicas e participar de tarefas no Grupo...§1º.Os requisitos para que o fraternista participe de tarefas no Grupo... são ou estarão estabelecidos emRegimentos Internos.§2º.Não haverá categorias diferenciadas de fraternistas no Grupo ..., sejam eles pecuniários ou não,devendo cada um distinguir-se tão pela cota de trabalho no bem.§3º. Atendendo aos artigos 53 e 54 do Código Civil Brasileiro, os fraternistas do Grupo... proverão, a seucritério, o valor pecuniário para realização das atividades assistenciais, além da manutenção e conservaçãodas edificações da instituição. O valor financeiro a ser doado e a periodicidade é de livre e espontâneadecisão;Artigo14. Observadas as normas internas do Grupo ..., será assegurado ao fraternista que cumprir,regularmente, com o disposto no artigo 13, o direito de voz e voto nas Assembleias Gerais de Fraternistas.§1º O direito de voz e voto em Assembleia Geral será exercido somente pelo fraternista que estiver filiado,cadastrado e em atividades no Grupo ..., em período imediatamente anterior ao evento, não inferior a umano.§2º Será excluído do Quadro Social o fraternista que:I - renegar a convicção espírita;II- deixar de ter uma participação ativa no Grupo..., descumprindo as obrigações inerentes ao fraternista,estabelecidas neste capítulo;III- sem motivo justificado;IV- mudar-se do município sede do Grupo.., desde que fique impossibilitado de continuar frequentando-o.§3º A exclusão do fraternista do quadro social efetivar-se-á por deliberação formal do Conselho deAdministração, sendo lhe garantido amplo de defesa, inclusive o de recurso ao Conselho de Representaçãoda Assembleia.Artigo15. O Grupo ...adotará os procedimentos julgados necessários para o controle dos fraternistas filiadosprevisto no regimento interno. CAPÍTULO IV ADMINISTRAÇÃO Seção I Normas Gerais da AdministraçãoArtigo 16. O Grupo ... estabelece as seguintes normas gerais da administração:I - são considerados fundadores do Grupo ... os fraternistas que subscreveram a respectiva ata defundação;II - qualquer que seja o nível de direção, na estrutura do grupo, seu responsável será denominadocoordenador e a unidade coordenação.Artigo 17. Para os candidatos a cargos eletivos de titulares e suplentes, dos órgãos de que trata o artigo 21,são condições, além de comprometerem-se, expressamente, com a implementação do Programa de TrabalhoPermanente do Grupo ..., que:
  5. 5. I - sejam fraternistas e seareiros, no mínimo: a) há 5 (cinco) anos, para os candidatos ao Conselho de Representação da Assembleia e àCoordenação Geral; b) há 3 (três), para os candidatos ao Conselho Fiscal e às Coordenações de Educação Espírita, deAssistência Social Espírita, de Ação Mediúnica e de Integração Fraterna.II - possuam sólidos conhecimentos doutrinários;III - esforcem-se em praticar os ensinamentos do Evangelho de Jesus;IV - tenham satisfatória capacidade administrativa;V - aceitem a filosofia do Movimento da Fraternidade e dele participem ativamente.§1º Será inelegível, para qualquer cargo, o fraternista que não tiver aprovadas as contas de suagestão.§2º Ocorrerá vacância nos diversos cargos, quando sobrevierem os seguintes motivos:I – desencarnação;II - ausência por três reuniões consecutivas ou seis alternadas, sem justificativas plausíveis, nosconselhos, regularmente convocadas, no período de um ano;III - renúncia por escrito;IV - perda da condição de fraternista.Artigo 18. Nos órgãos colegiados de administração do Grupo ..., as deliberações serão tomadas,preferencialmente, por consenso dos seus membros, titulares e suplentes, mas não havendo, se deliberarápor maioria simples de votos, cabendo ao coordenador da reunião o voto de qualidade.Parágrafo único. É vedada aos titulares de mais de um cargo a prática do voto múltiplo, unicamente o votoindividual, permitido a opção por cargo.Artigo 19. Os titulares de cargos na estrutura organizacional do Grupo ...deverão prestar mútuoauxílio na execução das respectivas tarefas.Parágrafo único. Os direitos, assegurados neste estatuto, e a responsabilidade outorgada para os cargos e oexercício de suas funções, da estrutura organizacional do Grupo ..., são intransferíveis e indelegáveis.Artigo 20. Para implementação de suas atividades, o Grupo ... observará as normas e os procedimentosrecomendados pelos respectivos órgãos centrais da Organização Social Cristã Espírita André Luiz – OSCAL.Parágrafo único. Além de suas funções estatutárias, o Grupo ... poderá ser eleito para o exercício doencargo de Grupo Coordenador da Região Fraterna a que se vincula, compondo o Conselho da RegiãoFraterna nos termos do Estatuto da Organização Social Cristã Espírita André Luiz – OSCAL. Seção II Estrutura AdministrativaArtigo 21. O Grupo ... é estruturado de forma sistêmica pelos seguintes órgãos: I - Assembleia Geral de Fraternistas – AGF; II - Conselho de Representação da Assembleia – CRA; III - Conselho de Administração– CAD; III.1- Coordenação Geral– CG; III.2-Coordenação de Educação Espírita– EDU; III.3-Coordenação de Assistência Social Espírita– ASE; III.4-Coordenação de Ação Mediúnica– MED; - III.5-Coordenação de Integração Fraterna – FRA;IV– Conselho Fiscal – CFI.§ 1º. Outras coordenações com atribuições específicas (secretaria, patrimônio, etc) poderão sercriadas sob a supervisão das constantes dos incisos III.1 a III.5, sempre que se fizer necessária umamelhor divisão do trabalho das unidades.§ 2º. O Coordenador de finanças será eleito conforme o disposto no item III do parágrafo único doartigo 37 e artigo 50.
  6. 6. Seção III Mandatos e CargosArtigo 22. O mandato dos membros do Conselho de Representação da Assembleia de que dispõe oinciso II do artigo 21 é de 3 (três) anos, preferencialmente, renovável diferencial e anualmente noseu terço, eleitos pela Assembleia Geral de Fraternistas, no primeiro quadrimestre do ano, parainício e término do período, permitida reeleição para o mesmo cargo.Artigo 23. O mandato do coordenador geral e dos coordenadores das unidades especificadas nosincisos de III.1 a III.5 do artigo 21 e dos membros do Conselho Fiscal, constante do inciso IV, domesmo artigo, bem como de seus respectivos suplentes é de 2 (dois) anos e serão eleitos pelaAssembleia Geral de Fraternistas, no primeiro quadrimestre do ano, para início e término doperíodo, permitida uma reeleição para o mesmo cargo.§1º Se os mandatos, de que tratam os artigos 22 e 23, se encerrarem antes do dia de realização daAssembleia Geral de Fraternistas, conforme artigo 23, serão prorrogados, automaticamente, até odia de sua realização nesse mês.§2º Os responsáveis pelas Coordenações de atribuições específicas, de que trata o parágrafo1º doartigo 21, serão designados pelo Conselho de Administração – CAD.§3. O membro Representante Direto do Conselho de Representação da Assembleia, eleito paracargo no Conselho de Administração do GFE e devidamente empossado, será substituído noColegiado.§4º Não poderá haver acumulo de cargos entre CAD, CRA e Conselho fiscal. Seção IV Assembleia Geral de FraternistasArtigo 24. A Assembleia Geral de Fraternistas - AGF, órgão máximo da hierarquia do Grupo ..., écomposta de tantos membros quantos forem os fraternistas, regularmente inscritos e em atividade,nos termos dos artigos 12 e 14 e será convocada, ordinária ou extraordinariamente, por meio deedital a ser divulgado no prazo mínimo de oito dias, que indicará a pauta da reunião.§1º O edital de convocação será divulgado por meio de afixação nas dependências do Grupo ....§2ºA Assembleia será aberta pelo Coordenador do Conselho de Representação da Assembleia ou seusubstituto, que promoverá a eleição, entre os fraternistas presentes, de um coordenador e de umsecretário para a direção dos trabalhos.Artigo 25.A Assembleia Geral de Fraternistas, órgão soberano do Grupo ..., funcionará, para suasdeliberações, em primeira convocação com a maioria absoluta dos associados com direito a voto e,em segunda convocação, com qualquer número, observando o intervalo mínimo de trinta minutosentre uma e outra.Parágrafo único. Para deliberar sobre a alteração do Estatuto, funcionará com a maioria absolutados fraternistas com direito a voto, em primeira convocação ou com qualquer número, em segundaconvocação, exigindo-se o voto concorde de dois terços dos presentes à Assembleia, especialmenteconvocada para este fim, observando-se o intervalo mínimo de trinta minutos entre uma e outra.Artigo 26. Compete à Assembleia Geral de Fraternistas:I - eleger, após conveniente exame e aprovação das condições de elegibilidade pela própriaAssembleia, os membros titulares e suplentes do Conselho de Administração, do Conselho deRepresentação da Assembleia e do Conselho Fiscal, Coordenador de Finanças, e empossá-los,imediatamente ao resultado da apuração dos votos;II– reunir-se ordinariamente uma vez por ano, no primeiro quadrimestre do ano, para eleições oudecisões de marcante interesse do Grupo ...;
  7. 7. III - reunir-se, extraordinariamente, para decidir assunto de sua alçada, por iniciativa do Conselho deRepresentação da Assembleia ou por petição subscrita, no mínimo por um quinto de fraternistas doGrupo ..., em situação regular;IV – decidir sobre o Relatório Anual de Atividades e da Prestação de Contas do Conselho deAdministração, acatando ou não o parecer do Conselho de Representação da Assembleia;V – decidir sobre a dissolução legal do Grupo ... nos precisos termos do artigo 58.Artigo 27. A Assembleia Geral Extraordinária, por iniciativa de fraternistas, será convocada no prazomáximo de 30 (trinta) dias, a contar da protocolização da petição subscrita por 1/5 (um quinto) dosfraternistas em situação regular, formulada ao Conselho de Representação da Assembleia.Artigo 28. A comprovação do número de fraternistas com direito a voto será feita por meio delistagem daqueles que, no mês imediatamente anterior à data da Assembleia, integrarem tarefas noGrupo ..., nos termos do parágrafo 1.º do artigo 14. Seção V Conselho de Representação da AssembleiaArtigo 29. O Conselho de Representação da Assembleia- CRA é o órgão que representa a AssembleiaGeral de Fraternistas do Grupo..., ao qual ficam delegados poderes para deliberações queindependem da convocação daquele órgão máximo, sendo composto por máximo noveconselheiros titulares e suplentes, eleitos para o mandato de três anos, na forma que dispõe oartigo 21.Artigo 30.O Conselho de Representação da Assembleia reunir-se-á, ordinariamente, a cada doismeses sendo a primeira reunião ordinária, no mínimo 40 (quarenta) dias que antecedem aAssembleia Geral Ordinária e, extraordinariamente, quando convocado pelo seu Coordenador, oupelo Conselho de Administração, ou ainda por solicitação de 2/3 dos seus associados, deliberandoem primeira convocação, com a presença de dois terços de seus membros, e, em segunda, comqualquer número, observado o intervalo mínimo de trinta minutos entre uma convocação e outra.Artigo 31. Nas vacâncias previstas no §2º do artigo 17, quando ocorridas no Conselho deAdministração ou no Conselho Fiscal, esses colegiados indicarão um fraternista, de preferência osuplente do cargo vago, ao Conselho de Representação da Assembleia para aprovação do nome aopreenchimento da vaga.Artigo 32. Compete ao Conselho de Representação da Assembleia – CRA:I - convocar a Assembleia Geral de Fraternistas, nos termos do artigo 24;II - organizar a pauta dos assuntos a serem apreciados e decididos pela Assembleia Geral deFraternistas, ouvido o Conselho de Administração;III - eleger entre os seus membros um Coordenador, com mandato de um ano, permitida arecondução;IV– convocar, entre os componentes do quadro social, fraternistas para suprirem eventuais vagasdo próprio Conselho de Representação da Assembleia, em virtude de licenciamento ouimpedimento temporário, quando terão de ser observados os requisitos do artigo 17;V - promover a substituição de membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, pormotivo justificado e não previsto neste Estatuto;VI - aprovar e acompanhar o programa de trabalho anual do Grupo ...;VII - apresentar sugestões ao Conselho de Administração;VIII - examinar o Balanço e o Relatório anual de Atividades do Grupo ..., juntamente com osdemonstrativos contábeis, emitindo parecer, de acordo com a manifestação do Conselho Fiscal,para decisão da Assembleia Geral de Fraternistas;IX - aprovar Regimentos Internos, propostos pelo Conselho de Administração;X – aprovar o seu Regimento Interno, “ad referendum” da Assembleia Geral de Fraternistas.
  8. 8. XI- Avaliar e apresentar à Assembleia Geral candidatos aos cargos executivos e representativo paraaprovação da Assembleia Geral ouvindo o CAD/GFE....XII) Examinar o Relatório Anual de Atividades e as Contas do Conselho de Administração –CAD/GFE..., após parecer do Conselho Fiscal, e submeter à AGO para aprovação;XIII- Aprovar alterações propostas pelo Conselho de Administração no estatuto Social e regimentosinternos do Grupo da Fraternidade Espírita..., submetendo a Assembleia Geral de Fraternistassomente as alterações estatutárias.Artigo 33. O membro Representante Direto do Conselho de Representação da Assembleia, eleitopara cargo no Conselho de Administração da OSCAL e devidamente empossado, será substituído noColegiado.Parágrafo único.É facultado ao Conselheiro o exercício simultâneo de seu mandato no GFE e naCoordenação da Região Fraterna correspondente. Seção VI Conselho de AdministraçãoArtigo 34. O Conselho de Administração - CAD, composto pelas coordenações de que trata o artigo21, incisos de III.I a III.5, é o colegiado responsável pelas decisões diretivas do Grupo ..., segundo odisposto neste estatuto, o qual reunir-se-á, ordinariamente, uma vez por mês e,extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Coordenador.Parágrafo único. O Conselho de Administração será coordenado pelo Coordenador Geral ou seusuplente.Artigo 35.Observados os limites estatutários, ao Conselho de Administração são conferidos plenos poderespara conduzir o Grupo ... em direção às suas finalidades, competindo-lhe:I - cumprir e fazer cumprir o presente estatuto;II - executar as deliberações da Assembleia Geral de Fraternistas;III - elaborar e aprovar planos e programas de trabalho do Grupo ...;IV - autorizar a criação de coordenações de atividades específicas, subordinadas às mencionadasnos incisos de III.1 a III.5 do artigo 21, designando os respectivos coordenadores;V - deliberar sobre o quadro de pessoal do Grupo ...;VI - solicitar parecer prévio ao Conselho Fiscal sobre operações imobiliárias;VII - fixar o limite de numerário a ser mantido em caixa, bem como designar os estabelecimentosbancários para as operações usuais do Grupo ...;VIII- examinar, previamente, convênios e contratos de qualquer natureza de interesse do Grupo ...;IX - apresentar ao Conselho de Representação da Assembleia o balanço do exercício social e orelatório anual das atividades do Grupo ...;X - elaborar e encaminhar à aprovação do Conselho de Representação da Assembleia proposta deregimentos internos para todas as suas unidades de trabalho;XI - participar da elaboração da pauta dos assuntos a serem apreciados pela Assembleia Geral deFraternistas;XII - decidir sobre os casos omissos em sua área de competência. Seção VII Coordenação GeralArtigo 36. A Coordenação Geral - CG é o colegiado responsável pela administração das atividades depessoal, finanças, contabilidade, patrimônio, secretaria, livraria e outras atividades administrativasdo Grupo ..., além de supervisão sobre as demais unidades do Conselho de Administração – CAD.Artigo 37. Compete à Coordenação Geral:
  9. 9. I - executar e fazer cumprir as decisões do Conselho de Administração;II - autorizar admissões e dispensas de funcionários, respeitado o quadro de pessoal aprovado peloConselho de Administração;III - elaborar planos e programas de trabalho e expedir as normas correspondentes;Parágrafo único. Compete ao Coordenador Geral, além de planejar, organizar,supervisionar eavaliar as atividades dispostas neste artigo, observando as demais disposições estatutárias:I - coordenar as atividades administrativas do Grupo ... e supervisionar a execução demais, naqualidade de Coordenador do Conselho de Administração;II - representar o Grupo ..., em Juízo ou fora dele, ativa ou passivamente, por si ou por procuradorregularmente constituído, com poderes específicos;III - autorizar o pagamento de despesas e assinar cheques, ordem de pagamento, além de apor seuaceite em títulos cambiais, referentes a compromissos assumidos pelo Grupo ..., juntamente com oCoordenador de Finanças, este eleito na AGF, quando da eleição dos membros do Conselho deAdministração.IV - celebrar convênios e contratos de qualquer natureza, ouvido o Conselho de Administração, nostermos do inciso VIII do artigo 35, e, quando for o caso, o Conselho Fiscal;V - praticar todos os atos de gestão não atribuídos, expressamente, a outros Coordenadores;VI - participar das atividades de unificação do espiritismo local. Seção VIII Coordenação de Educação EspíritaArtigo 38. A Coordenação de Educação Espírita - EDU é o colegiado responsável pelo estudo eimplementação do ensino da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus.Artigo 39. São atividades específicas da Coordenação de Educação Espírita:I - evangelização e ensino de moral cristã da infância à juventude;II - manutenção de reuniões públicas permanentes para a divulgação do Evangelho e da DoutrinaEspírita;III - manutenção de ciclos de estudo do Evangelho, da Doutrina Espírita, da Mediunidade e dotrabalhador espírita;IV - programação e execução de estudos e cursos periódicos que contribuam para o crescimentoespiritual das criaturas, promover cursos sobre aplicação de passes de magnetismo humano-espiritual;V - integração do jovem nas atividades do Grupo ...;VI - implantação do Culto do Evangelho no Lar;VII- participação nas atividades de unificação do espiritismo local, por delegação da CoordenaçãoGeral.§1º. Na condução do ensino da Doutrina Espírita e do Evangelho, buscará a EDU seguir as diretrizes,normas próprias e procedimentos recomendados pela OSCAL e pela Federação Espírita Brasileira,desde que ambas estejam concordes com a codificação kardequiana.§2º. Compete ao Coordenador da EDU planejar, organizar, supervisionar e avaliar as atividades,dispostas neste artigo, observando as demais disposições estatutárias. Seção IX Coordenação de Assistência Social EspíritaArtigo 40.A Coordenação de Assistência Social Espírita-ASE é o colegiado responsável pelaimplementação das atividades de assistência social, dentro da visão espírita.Artigo 41. São atividades específicas da ASE:I - assistência às pessoas que demandam o Grupo ... em busca de auxílio material, espiritual e moral;
  10. 10. II - visitação fraterna aos enfermos e necessitados para levar o apoio material, moral e espiritual,evitando gerar dependência e ociosidade;III – promover campanha de guarda temporária e adoção de crianças;IV - amparo e reintegração do necessitado à sociedade;V - intermediações para o suprimento de recursos materiais a necessitados, tais como a “campanhado quilo” e outras assemelhadas;VI - lançamento de campanhas beneficentes, observados as disposições legais e as recomendaçõesde André Luiz (Conduta Espírita, capítulo 11);VII - apoio às campanhas beneficentes lançadas pela OSCAL em prol da CIFRATER;VIII - promoção de cursos profissionalizantes para as criaturas atendidas do Grupo...;IX - orientação, apoio sócio-familiar e sócio educativo à criança e ao adolescente;X - participação nas atividades de unificação do espiritismo local, por delegação da CoordenaçãoGeral.§1º A promoção e assistência social deverá ser feita, prioritariamente:I - dentro das possibilidades e dos recursos humanos e materiais do Grupo... e, tanto quantopossível, com recursos dos próprios fraternistas;II - a partir de possíveis núcleos assistenciais, instalados na proximidade ou no próprio local onderesidam os atendidos;III - oferecendo, na medida do possível, condições à profissionalização dos atendidos.§2º O cadastro de atendidos e ex-atendidos do Grupo ... não será utilizado pela ASE comoreferencial para a cobrança de contribuições ou participações financeiras em campanhasbeneficentes ou outros eventos onerosos.§3º Compete ao Coordenador da ASE planejar, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades, dispostasneste artigo, observando os demais dispositivos estatutários. Seção X Coordenação de Ação MediúnicaArtigo 42. A Coordenação de Ação Mediúnica - MED, é o colegiado responsável pela assistênciaespiritual com a implementação de práticas voltadas para a formação de médiuns e para oesclarecimento e tratamento espiritual de criaturas necessitadas, por meio de: reuniões de educação mediúnica; reuniões de desobsessão; de ambientes que proporcionem condições para a Espiritualidade realizar tratamentosespirituais; reuniões de orientação espiritual; reunião de ectoplasmia; atendimento fraterno às criaturas.Paragrafo único. Na condução das práticas mediúnicas, buscará a MED seguir as diretrizes, normaspróprias e procedimentos recomendados pela OSCAL e dos princípios doutrinários divulgados pelaFederação Espírita Brasileira, desde que ambas estejam concordes com a codificação kardequiana. Artigo 43. São atividades específicas da MED:I- estabelecer pré-requisitos que permitam a formação de médiuns e colaboradores a partir dafrequência a cursos e ciclos de estudos do Evangelho, da Doutrina Espírita e da Mediunidade, antesde assumirem tarefas mediúnicas;II- autorizar a formação ou a desativação de equipes e a execução de tarefas mediúnicas, ouvida aEspiritualidade;III- avaliar, periodicamente, as tarefas da MED;IV - oferecer oportunidade de reeducação doutrinária e mediúnica aos fraternistas em que seevidenciar a necessidade de harmonização ou reequilíbrio das suas faculdades mediúnicas;V- participação nas atividades de unificação do espiritismo local por delegação da C.G.VI- aplicação de passes de magnetismo humano-espiritual
  11. 11. Parágrafo único. Compete ao Coordenador da MED, planejar, coordenar, supervisionar e avaliar asatividades, dispostas neste artigo, observando os demais dispositivos estatutários. Seção XI Coordenação de Integração FraternaArtigo 44. A Coordenação de Integração Fraterna–FRA é o colegiado responsável pelas atividadesde:I - organização de atividades culturais, eventos e de reuniões comemorativas;II - divulgação do Movimento da Fraternidade junto aos fraternistas do Grupo ...;III - publicação de informações e de notícias do Grupo ... e do Movimento de Fraternidade;IV - relacionamento do Grupo ... com o Grupo Coordenador da Região Fraterna a que pertença;V - integração com outros GFE locais, da região e inter-regionais;VI - representação da Cidade da Fraternidade junto aos fraternistas do Grupo ...;VII- participação do Grupo ... em Encontros Fraternos Regionais promovidos pela OSCAL , bem comoem outros encontros espíritas;VIII - organização de caravanas do Grupo ... aos Encontros Fraternos Regionais dos Grupos deFraternidade Espírita, da Semana da Fraternidade e à Cidade da Fraternidade;IX - encaminhamento à avaliação do CAD dos nomes dos fraternistas dispostos a se integrarem àCidade da Fraternidade, aceitando suas normas, diretrizes e regulamentos;X - coordenação da Região Fraterna, ou mais especificamente o Conselho da Região Fraterna,quando o Grupo ... estiver investido dessa função, por delegação da OSCAL; XI - participação nasatividades de unificação do espiritismo local, por delegação da CG.Parágrafo único. Compete ao Coordenador da FRA planejar, coordenar, supervisionar e avaliar asatividades, dispostas neste artigo, observando os demais dispositivos estatutários Seção XII Conselho FiscalArtigo 45. O Conselho Fiscal - CFI é o órgão auxiliar da Assembleia Geral dos Fraternistas efiscalizador da gestão econômico-financeira do Grupo ..., e se comporá de três membros efetivos,eleitos pela Assembleia Geral de Fraternistas, com mandato de dois anos, coincidente com doConselho de Administração, permitida uma reeleição.Artigo 46. Ao Conselho Fiscal, compete:I - eleger, entre os seus membros, um Coordenador para exercício em todo o período de seumandato;II - acompanhar a gestão econômico-financeira do Grupo ..., examinando, semestralmente, os livros,balancetes, contas e demais documentos, apresentando pareceres relativos ao Conselho deAdministração e ao Conselho de Representação da Assembleia e um, conclusivo, à Assembleia Geralde Fraternistas, ao término de cada exercício social;III - opinar, previamente, sobre operações imobiliárias do Grupo ..., nos prazos solicitados peloConselho de Administração ;IV - emitir pareceres, quando consultado pelos Conselhos de Administração e de Representação daAssembleia.Parágrafo único. O Conselho Fiscal será integrado, preferencialmente, por um contabilista. CAPÍTULO V
  12. 12. PATRIMÔNIO E DA RECEITAArtigo 47. O patrimônio social do Grupo ... constituir-se-á pelos bens móveis e imóveis que possuiou venha a possuir, não podendo, em hipótese alguma, ser oferecido em garantia de operações oude interesses que sejam a favor de terceiros.Artigo 48. São fontes de recursos a receita proveniente de:I - contribuições pecuniárias de fraternistas e colaboradores;II - doações e legados;III - auxílios e subvenções de qualquer origem;IV – juros e rendimentos;V - promoção de eventos;VI - venda de produtos e serviços realizados, tais como artesanatos, utensílios, móveis, bensoriundos de reciclagens e quaisquer outras atividades que proporcionem recursos para oatendimento de suas finalidades, compatíveis com os princípios doutrinários;Artigo 49. As rendas e recursos, de quaisquer origens, e eventuais resultados operacionais serãoaplicados, integralmente para manutenção de seus objetivos institucionais.Artigo 50. O Coordenador de Finanças, integrante da estrutura organizacional da C.G, criadaconforme autoriza o parágrafo 2º do artigo 21, Seção II, Estrutura Administrativa, do CAPÍTULO IV -ADMINISTRAÇÃO, não poderá manter, disponível em caixa, importância superior à fixada peloConselho de Administração, para períodos determinados, devendo ser imediatamente depositadas,em estabelecimento bancário, as importâncias excedentes.Parágrafo único. A movimentação bancária será feita, conjunta e obrigatoriamente, peloCoordenador Geral ou seu suplente e o Coordenador de Finanças.Artigo 51. O Grupo ... poderá receber ajuda externa, do poder público e de terceiros em geral efirmar convênios com entidades públicas e privadas, desde que as condições exigidas pelosconvenentes não conflitem com a Doutrina Espírita nem desvirtuem dos princípios filosóficos doMovimento da Fraternidade.Parágrafo único. No caso de subvenções, qualquer que seja a origem, o Grupo ... obrigar-se-á aaplicá-las nas finalidades a que forem destinadas.Artigo 52. OGrupo ..., com vistas à prestação de Assistência Social, procurará exercitar o princípio daautossuficiência, evitando que o funcionamento das atividades filantrópicas dependaexclusivamente de contribuições ou doações de terceiros, inclusive de conveniados.Artigo 53. A Administração do Grupo ..., no que se refere a assuntos financeiros, deverá se conduzircom as salvaguardas morais, dando a devida atenção ao comando do Apóstolo Paulo em sua 1ªEpístola a Timóteo, capítulo 6º, versículo 10: “Porque o amor ao dinheiro é raiz de muitos males: aalguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”.Artigo 54. Ocorrendo a dissolução ou extinção do Grupo ..., o patrimônio remanescente serádestinado preferencialmente, à Cidade da Fraternidade - CIFRATER, a outro Grupo da Fraternidade,filiado à Organização Social Cristã Espírita André Luiz, ou à Federação Espírita Brasileira, ou a umaentidade pública.Paragrafo único: doação, venda, aluguel, cessão e comodato de qualquer patrimônio do GFE....deverá ser avaliado pelo CRA, CAD, observando os regimentos internos sobre a questão e depoisavaliado e aprovado pela assembleia Geral Extraordinária, convocada conforme os dispositivosestatutários, com aprovação de 2/3 dos associados. CAPÍTULO VI
  13. 13. DISPOSIÇÕES GERAISArtigo 55.Os fraternistas, onde se encontrarem e os Coordenadores, no âmbito de suas tarefas,deverão, exaustivamente, divulgar o Movimento da Fraternidade e os princípios esposados por esteestatuto.Artigo 56. É vedado ao Grupo ..e, no seu âmbito de ação, qualquer tipo de atividade de cunhopolítico-partidário.Artigo 57. O exercício social corresponderá ao ano civil;Artigo 58. A dissolução legal do Grupo ... somente poderá ocorrer se houver decisão unânime dosmembros remanescentes do Conselho de Administração, Conselho de Representação da Assembleiae do Conselho Fiscal, tomada em Assembleia Geral Extraordinária de Fraternistas, especialmenteconvocada para esse fim, após verificar-se a total impossibilidade do cumprimento de seusobjetivos.Artigo 59. Em atendimento às suas finalidades, o Grupo ... apoiará, amplamente, a entidadefederativa espírita unificada de âmbito local, de âmbito estadual e de âmbito nacional, a FederaçãoEspírita Brasileira, buscando manter sua adesão às mesmas, sem quebra de sua filiação à OSCAL.Artigo 60. Até30 (trinta) dias após a eleição ou alteração no quadro de membros de seus órgãos deadministração, o Grupo ... informará à OSCAL e órgão local de unificação do Movimento Espírita, osrespectivos nomes, cargos e endereços dos titulares e suplentes. CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES ESPECIAISArtigo 61. Instituições subordinadas já existentes ou a serem criadas integram-se à Coordenação deAssistência Social Espírita - ASE, como setor não autônomo, desenvolvendo suas atividades emconsonância com o Estatuto Social e Regimento Interno próprio proposto pelo Conselho deAdministração e aprovado pelo Conselho de Representação da Assembleia, “ad referendum” daassembleia Geral. CAPÍTULO VIII DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAISArtigo 62. Este estatuto foi aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária, realizada em ..de ..de ..,tendo em vista o que dispõe a Lei nº. 10.825, 22 de dezembro de 2003, sobre organizaçõesreligiosas e, ainda, considerando-se a necessidade de adequá-lo à nova realidade do Grupo daFraternidade Espírita..., revogando-se as disposições em contrário.Artigo 63. As unidades assistenciais aludidas no artigo 61 adaptar-se-ão ao estatuído nosparágrafos e alíneas do artigo 41.Artigo 64.Propostas de reforma parcial ou total do Estatuto da OSCAL somente serão avaliadas apóso terceiro ano de registro deste Estatuto por uma Assembleia Geral Extraordinária convocadadentro de 120 (cento e vinte) dias para este fim;§1º. O Conselho de Representação da Assembleia, dentro de 360 (trezentos e sessenta) dias,convocará nova Assembleia Geral Extraordinária para deliberar a proposta estatutária, com apresença de 4/5 dos associados efetivos adimplentes.§2º.Na hipótese de lei federal superveniente que imponha a necessidade de alteração estatutária, aAssembleia Geral Extraordinária poderá ser convocada com prazo inferior a 40 (quarenta) dias, paradiscussão e decisão imediata com qualquer número de associados presentes.
  14. 14. Artigo 65. Este Estatuto entra em vigor nesta data, assinado pelos Coordenadores: do Conselho deAdministração, do Conselho de Representação da Assembleia e da Assembleia Geral deFraternistas, Advogado. ______________________________________ Coordenador do Conselho Administrativo ______________________________________ Coordenador do Conselho de Representação da Assembleia ______________________________________ Coordenador da Assembleia Geral de Fraternistas ______________________________________ Advogado

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