Visão da assistência social espírita

4.653 visualizações

Publicada em

Apresentação feita por Célio Alan na XXIV semanada Fraternidade em Belo Horizonte 2011

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.653
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
127
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
119
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Visão da assistência social espírita

  1. 1. VISÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITAORGANIZAÇÃO SOCIAL CRISTÃ-ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ – OSCAL CÉLIO ALAN KARDEC DE OLIVEIRA
  2. 2. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Assistência social é dever do Estado e direito do cidadão, conforme artigo 203 da Constituição Federal, artigo este regulamentado pela Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS, que define a assistência social como política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.
  3. 3. LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIASOCIAL – LOAS DE N° 8742, DE 07/12/93 A LOAS propõe a criação de Conselhos Municipais de Assistência Social – CMAS que têm poderes deliberativos sobre a Política Municipal de Assistência Social, em nome das organizações governamentais e não governamentais.
  4. 4. LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIASOCIAL – LOAS DE N° 8742, DE 07/12/93 ARTIGO 1° A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social, que provê as minorias sociais..., para garantir as necessidades básicas.
  5. 5. LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIASOCIAL – LOAS DE N° 8742, DE 07/12/93 ARTIGO 3° Considera-se entidades e organizações de assistência social aquelas que prestam, sem fins lucrativos, atendimento e assessoramento aos benefícios abrangidos por esta lei.
  6. 6. LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIASOCIAL – LOAS DE N° 8742, DE 07/12/93 ARTIGO 9° O funcionamento das entidades e organizações de assistência social depende de prévia inscrição no respectivo Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS.
  7. 7. LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIASOCIAL – LOAS DE N° 8742, DE 07/12/93 ARTIGO 23 Entende-se por serviços sociais as atividades continuadas que visem a melhoria de vida da população e cujas ações, voltadas para as necessidades básicas, observem os princípios e diretrizes estabelecidas nesta lei.
  8. 8. FUNDAMENTOS LEGAIS ECONSTITUCIONAIS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ARTIGO 293 A assistência social será prestada a quem dela precisar e tem por objetivo: I – a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e a velhice; II – a promoção da integração no mercado de trabalho.
  9. 9. FUNDAMENTOS LEGAIS ECONSTITUCIONAIS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ARTIGO 227 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e a convivência familiar e comunitária.
  10. 10. Assistência Social Cristã- Jesus “ Tive fome e destes-me de comer; tive sede e destes-me de beber; era estrangeiro e hospedastes-me; estava nu e vestistes-me; adoeci e visitastes- me; estive na prisão e fostes ver-me.”(Mateus 25: 35, 36)
  11. 11. A Parábola do Bom Samaritano“Um homem (...)”“(...) caiu em poder dos ladrões, que o despojaram, cobriram de ferimentos e se foram, deixando-o semimorto.”“(...) um sacerdote, viu e passou adiante.”“Um levita, (...) tendo o observado, passou igualmente adiante.”
  12. 12. “(...) um samaritano (...) tendo-o visto, foi tocado de compaixão.”“Aproximou-se dele, (...) eu te pagarei quando regressar.”“Qual desses três te parece ter sido o próximo daquele que caíra em poder dos ladrões? – O doutor respondeu: Aquele que usou de misericórdia para com ele.”“Então, vai, diz Jesus, e faze o mesmo.”
  13. 13. Etapas da Assistência Social Cristã1. Observar;2. Aproximar;3. Utilizar os recursos necessários;4. Acompanhar;5. Amar.
  14. 14. A Casa do Caminho A Casa do Caminho, também chamada de Primeira Igreja de Jerusalém, foi organizada e dirigida pelos primeiros cristãos.
  15. 15. A "Casa do Caminho" é o grandemarco de trabalho de assistênciasocial cristã já realizado na Terra emnome de Jesus. Os irmãos acolhidos eram amparadosdurante o dia com as bênçãos dos bensnutritivos, aconchegantes e até mesmocom os curativos. Mas, à noite, eramiluminados com as instruções cristãs.
  16. 16. Oração
  17. 17. Sermões
  18. 18. Instrução Religiosa
  19. 19. Refeição diária em comum
  20. 20. Tinham por hábito a beneficência
  21. 21. Alteridade Tinham um profundo respeito pelo trabalho uns dos outros.
  22. 22. Objetivos Principais da Casa doCaminhoa. Ensino e vivência da mensagem de Jesus; b. Assistência Social Cristã; c. Curas espirituais; d. Formação de ambientes espiritualizantes.Diretrizes do programa de trabalho permanente(P.T.P.) do Movimento da Fraternidade (OSCAL).
  23. 23. A Visitação nos primórdios do Cristianismo Primitivo Também os seguidores de Jesus, aconchegando o Evangelho em seus próprios corações e levando bom ânimo às almas sedentas de afeto e de paz, realizaram, em profusão, muitas visitas fraternas. Paulo recebera a autorização para viver fora do cárcere até o julgamento. Contudo, ia diariamente até as grades do calabouço, onde se alimentava. “Aproveitava, então, essas horas de convivência com os celerados ou com as vítimas da maldade para pregar as verdades confortadoras do Reino, ainda que algemadas. Eram criminosos do Esquilino, bandidos das regiões provincianas, malfeitores da Suburra, servos, ladrões entregues à justiça pelos senhores ... A palavra de Paulo deTarso atuava como bálsamos de santas consolações”. (Livro “Paulo e Estevão”, psicografia de Francisco Cândido Xavier)
  24. 24. Quando surgiam necessidades, os fiéisvendiam o que tinham e doavam o dinheiro aosapóstolos para a manutenção dos trabalhos.
  25. 25. Cursos e Estudos Evangélicos nas PrimeirasComunidades Cristãs  Nas primeiras comunidades cristãs, nenhuma tarefa era mais importante que a propagação da mensagem de Jesus.  Paulo e os primeiros cristãos empenharam suas vidas na disseminação da Boa Nova.
  26. 26. As Curas Espirituais Pelas mãos dos apóstolos e dos primeiros cristãos, muitas curas aconteceram, muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo. Entretanto os apóstolos e discípulos de Jesus sabiam que as moléstias refletiam as enfermidades da alma.
  27. 27. “Procurai as coisas de Deus e tudo o maislhe será dado de acréscimo”.
  28. 28. Apesar da mediunidade ter sidoprática comum nas primeirascomunidades, davam mais importância emaior destaque à tarefa de evangelização.
  29. 29. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ESPÍRITA - FEB Promover o ser humano, acima de tudo oferecendo-lhe condições para superar a situação de desconforto sócio-econômico-moral- espiritual em que se encontra. Visa atender o indivíduo/família conjugando sempre a ajuda material, o socorro espiritual e a orientação evangélica, sem imposições visando o seu crescimento, educação e libertação como ser integral que é.
  30. 30. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ESPÍRITA - FEB Sede, portanto, caridosos, não somente dessa caridade que vos leva a tirar do bolso o óbulo que friamente atirais aos que ousam pedir-vos, mas ide de encontro das misérias ocultas (São Vicente de Paulo – LE-888a).
  31. 31. O ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA E PROMAÇÃO SOCIAL ESPÍRITA Se, entre os chamados para o espiritismo, como reconheceremos os que se acham no bom caminho?
  32. 32. O ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ESPÍRITA Reconhecê-lo-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê- lo-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal e finalmente, pelo triunfo dos seus princípios (ESE, cap. XX – Erasto).
  33. 33. O ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ESPÍRITA Daí delicadamente e juntai aos benefícios que fizerdes o mais precioso de todos os benefícios: o de uma boa palavra, de uma carícia, de um sorriso amistoso (ESE – cap. XIII/18).
  34. 34. O ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL Quem visita deve levar consigo otimismo e compreensão para serem usados em qualquer circunstância. Em matéria de serviço social é preferível fazer pouco, mas de boa qualidade, a se abalançar a maiores realizações dentro da improvisação e da imprevidência. O prêmio desse tipo de espírita é a luz da experiência, a criatividade, a noção de valor do tempo, a imunidade contra os perigos do tédio, a dilatação do entendimento, a ampliação do campo das relações afetivas, a atração da simpatia e da colaboração, a extirpação paulatina dos vícios e das tendências inferiores.
  35. 35. O SERVIDOR DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Ama ardentemente a caridade. Coloca-se no lugar da criatura socorrida. Age com discrição e gentileza. Encontra tempo para ouvir os necessitados. Não fere alguém com indagações inoportunas. Abstém-se de exibição de superioridade. Usa paciência para que o necessitado se interesse pelo auxílio que se lhe ofereça. Não considera o atendido, preguiçoso, viciado, mas alguém em desequilíbrio, doente, que pode estar sob influência negativa, desnutrido ou desestimulado para a luta. Não demonstra estranheza ante os quadros de penúria ou de delinqüência, buscando compreender fraternalmente os processos dos irmãos em sofrimento. Não espera recompensas ou agradecimentos por parte dos atendidos ou da obra assistencial. Aceita hábitos e pontos de vistas da pessoa atendida, sem tentar impor as próprias idéias. Tolera com serenidade e sem revide quaisquer palavras de incompreensão ou de injúria que venha a receber. Olvida melindres pessoais.
  36. 36. O CENTRO ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA SOCIAL O Centro Espírita é escola de formação espiritual, desempenhando papel relevante na divulgação do espiritismo e no atendimento a todos que procuram orientação e amparo ( OCE-3, FEB). O Centro Espírita é núcleo de estudos, de fraternidade, de oração e de trabalho, com base no Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita (OCE-4, FEB).
  37. 37. O CENTRO ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA SOCIAL O Centro Espírita, portanto, deve ser um espaço de convivência, em que a fraternidade não é apenas um ideal, mas um exercício de construção de relações e, nesse espaço, o atendido, não raras vezes evoca a parábola do Bom Samaritano. O Centro Espírita rejeitará a colaboração financeira, em espécie ou em serviços, que desnature, a qualquer título, o caráter espírita da obra ou da sua realização.
  38. 38. O CENTRO ESPÍRITA E A ASSISTÊNCIA SOCIAL O Centro Espírita que realiza serviço assistencial é obrigado a apresentar anualmente, até o último dia útil do mês de junho, ao órgão da Secretaria da Receita Federal a Declaração Anual de Isenção de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. O Centro Espírita terá Declaração de Utilidade Pública Federal se preencher as condições previstas no decreto 50.517 de 02/05/61 que regulamentou a Lei n°91, de 28/08/35. As instituições de assistência social, sem fins lucrativos, gozam de imunidade tributária, nos termos do artigo 150, da Constituição Federal.
  39. 39. A BENEFICIÊNCIA E ALLAN KARDEC A beneficência coletiva tem vantagens incontestáveis, nós a encorajamos. Nada mais fácil do que a praticar em grupos, recolhendo por meio de cotizações regulares ou de donativos facultativos os elementos de um fundo de socorro. Com uma módica quantia, bem distribuída e dada de propósito, podem ser prestados mais serviços reais, que com uma grande soma dada sem conhecimento de causa (RE, julho de 1866).
  40. 40. RECURSOS PARA A ASSISTÊNCIA SOCIAL Abrir mão de objetos, materiais, construções que expressem o supérfluo ou o luxo. O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas (OCE -c ap. IX, FEB). Selecionar os meios de execução dos recursos financeiros evitando tômbolas, rifas, quermesses, bailes beneficentes ou outros meios desaconselháveis perante a Doutrina Espírita (OCE - cap. IX, FEB). Evitar a colaboração financeira em espécie ou em serviço, que desnature, a qualquer título o caráter espírita da obra ou de sua realização (OCE - cap.IX, FEB).
  41. 41. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITA - OSCAL Ampare o assistido, vendo neleum Espírito em evolução, buscandoconscientizá-lo de sua realidadeespiritual, incentivando-o aosoerguimento e à realização deconquistas espirituais, visando atransformá-lo de assistido emassistente, de pedinte em doador;
  42. 42. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITA - OSCAL Tenha sempre em mente aidéia de ajudar ao próximo,contribuindo igualmente, no quepuder, para solucionar ou amenizaros problemas de ordem social dacomunidade;
  43. 43. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITA - OSCAL Faça com que aAssistência Social e filantrópicaseja praticada sempre quepossível com recursos próprios,a partir dos lares dosfraternistas.
  44. 44. CONCEITO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITA - OSCAL Procure alcançar o princípio da auto-suficiência, evitando que o funcionamento das atividades filantrópicas dependam exclusivamente de contribuições ou doações de terceiros, inclusive de conveniados, que possam de alguma forma ferir os seus princípios filosóficos e doutrinários.(Estatuto Social da OSCAL)
  45. 45. Visitação Luz Saúde PãoAfeto Assistência Social Espírita
  46. 46. Pão O dedo mindinho simbolizaria o pão ondese “assegura a existência dos que não podemtrabalhar e se provê a vida dos fracos, semhumilhação para eles e sem deixá-los àmercê do acaso e da boa vontade. Assiste-sesimplesmente ao irmão carente do caminhosem julgar e condenar a sua atitude.Registre-se a anotação de Mateus 26:35 e 36:“Porque tive fome e destes-me de comer; tive sede e destes-me beber; eraestrangeiro e hospedastes-me; estava nu e vestistes-me.”
  47. 47. Saúde O dedo anelar representa os cuidados dispensados às criaturas descompensadas na sua saúde física, mental e espiritual.O agrupamento espírita pode disponibilizar para elas o passe espírita, a água fluidificada, o atendimento fraterno, o tratamento desobsessivo, a reunião de ectoplasmia para o exercício da medicina de profundidade e as orientações emanadas dos benfeitores espirituais utilizando os canais sutis da mediunidade equilibrada. Frise-se a anotação de Mateus 10:08“Restituí a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curais os leprosos, expulsai os demônios. Daí gratuitamente o que gratuitamente recebestes.”
  48. 48. Visitação O dedo médio significa a visitaçãoem favor de criaturas enfermas noslares, nos asilos, nos orfanatos e noshospitais de uma forma geral. Destaque-se a anotação de Mateus 25:36: “Adoeci e visitastes-me; estive na prisão e fostes ver-me.”
  49. 49. Luz O dedo indicador sinaliza à luz que pode clarificar as mentes e os caminhos das pessoas desnorteadas e sedentas de conhecimento espiritual. Os agrupamentos fraternistas natarefa da assistência podem oferecer aevangelização infantil, o trabalho damocidade, as palestras públicas, os ciclosde estudos da doutrina espírita e ariqueza da literatura espírita.
  50. 50. Afeto O dedo polegar simboliza o afeto que se concretiza na resposta às seguintes indagações: Que temos de nós próprios para dar? Que espécie de emoção estamos comunicando aos outros? Que reações provocamos no próximo? Qual é o estoque de nossos sentimentos? Que tipo de vibrações espalhamos?(Livro Fonte Viva – Espírito Emmanuel). O dedo polegar é o único que abraça todosos outros e a Assistência Social plena só serealiza com muito afeto.
  51. 51. Assistência a Família - AF CURSOS PROFISSIONALI- ZANTES (ASE) ATENDIMENTO VISITAÇÃO FRATERNO - FRATERNA ASE (ASE) AF CESTAS DE REUNIÃO PÚBLICA E ALIMENTOS, EVANGENGELIZ VESTUÁRIOS, AÇÃO MÓVEIS INFANTIL-EDU
  52. 52. Assistência a Criança e ao adolescente - ACA EVANGELIZA - ÇÃO ATENDIMEN INFANTIL TO ADOÇÃO FRATERNIN HO OFICINA DE OFICINA LEITURA DE E CONTAÇÃO ESPORTE DE HISTÓRIAS ACA OFICINA OFICINA DE DE BALÉ TEATRO ACOLHIME OFICINA DE -NTO EM ARTES FAMÍLIA CULTIVO DE HORTA
  53. 53. Assistência à gestante PALESTRAS PRÉ-NATAL (EQUIPE MULTIDISCIPLI NAR) ATENDIMENTO VISITAÇÃO FRATERNO FRATERNA (ASE) (ASE) AG ESTUDO EM GRUPO COM ENXOVAL TEMÁTICAS DA FAMÍLIA
  54. 54. Visitação Fraterna VISITAÇÃO A LARES E HOSPITAIS VISITAÇÃO A VISITA AOS ENFERMOS FRATERNISTAS (HOSPITAIS, ASI(Visita Solidária) LOS, LEPROSÁRIOS) VISITAÇÃO FRATERNA VISITA ÀS VISITA AS FAMÍLIAS GESTANTES ASSISTIDAS
  55. 55. Sopa Fraterna ENCAMINHA- MENTO PARA CURSOS (ASE)ATENDIMEN- ESTUDO EM TO GRUPO FRATERNO DO (ASE) Sopa EVANGELHO Fraterna CAFÉ DA CORTE DE BARBA, MANHÃ CABELO, UNHA ALMOÇO BANHO (SOPA) VESTUÁRIO
  56. 56. Campanha do Quilo Luz aos lares visitados ExpandirDespensa Fronteira do CAMPANHA de DO QUILO Grupoalimentos Da Fraternidade Receber doações
  57. 57. Sala de Costura Confecção de Enxovais para bebêBazar fraterno Sala de para Confecção deAutosuficiência Costura bordados da tarefa Conserto de roupas doadas
  58. 58. “O amor e a caridade são ocomplemento da lei de justiça, poisamar o próximo é fazer-lhe todo obem que nos seja possível e quedesejáramos nos fosse feito. Tal osentido destas palavras de Jesus:Amai-vos uns aos outros comoirmãos”. (R. 886 de O Livro dos Espíritos)

×