Precipitadores EletrostáTico

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Precipitadores EletrostáTico

  1. 1. Precipitadores Eletrostáticos Breno Guerra Guilherme Guimarães Lucas Alfenas Luiz Guilherme Pedro de Miranda Rômulo Renato Bottrel Talles Sette Sistemas de Controle da Poluição Atmosférica Novembro/2007
  2. 2. Princípio de Funcionamento Figura1: Principio de funcionamento. Fonte: http://www.inf.ufes.br/~neyval/Rec_Atm(moduloVI).pdf
  3. 3. Campos de aplicação <ul><li>Usinas Siderúrgicas </li></ul><ul><li>Plantas de produção na indústria eletrometalúrgica, química e de papel e celulose. </li></ul><ul><li>Caldeiras a carvão ou óleo, caldeira de biomassa, secadores e moinhos de carvão. </li></ul><ul><li>Plantas de produção de cimento, cal e gesso (fornos, moinhos, secadores e resfriadores) </li></ul><ul><li>Plantas de geração de energia (centrais termoelétricas) </li></ul><ul><li>Incineradores de resíduos e lodos. </li></ul><ul><li>Fornos de fusão de vidros. </li></ul><ul><li>Indústria de fertilizantes. </li></ul><ul><li>Plantas de produtos Carboquímicos. </li></ul><ul><li>Plantas de produção de gás </li></ul>
  4. 4. Exemplos de precipitadores eletrostáticos Para Usina de Pelotização Para Termoelétrica Para Caldeira de Recuperação Com fundo plano Fonte: enfil
  5. 5. Parâmetros para o dimensionamento <ul><li>Velocidade de migração; </li></ul><ul><li>Resistividade elétrica do pó; </li></ul><ul><li>Teor de pó na entrada do precipitador; </li></ul><ul><li>Teor de pó na saída do precipitador; </li></ul><ul><li>Tamanho das partículas do pó; </li></ul><ul><li>Composição química do pó; </li></ul><ul><li>Composição química do gás carreador; </li></ul><ul><li>Temperatura do gás carreador; </li></ul><ul><li>Umidade do gás carreador. </li></ul>
  6. 6. Métodos usados otimizar a coleta <ul><li>Condicionamento com água: o aumento da umidade do gás adicionalmente reduz a resistividade da poeira. </li></ul><ul><li>Condicionamento do gás com aditivos: a injeção de SO 3 , NH 3 ou vapor de água reduz a resistividade do pó sem provocar uma redução substancial na temperatura do gás. </li></ul>
  7. 7. Comparação com outros equipamentos
  8. 8. Vantagens <ul><li>Baixo custo de operação e manutenção; </li></ul><ul><li>Alta eficiência de coleta para partículas pequenas; </li></ul><ul><li>Tratar grande vazões e altas temperaturas. </li></ul>
  9. 9. Desvantagens <ul><li>Custo inicial elevado; </li></ul><ul><li>Requer grande espaço físico. </li></ul>
  10. 10. Destinação final dos resíduos <ul><li>Os resíduos gerados, às vezes, podem e devem ser reaproveitados, ou no processo industrial novamente compostagem caso seja possível. </li></ul><ul><li>Se não for possível a sua reutilização, os resíduos deverão ser destinados adequadamente em aterros ou podem ser recolhidos por empresas especializadas. </li></ul>
  11. 11. Conclusão <ul><li>Devemos avaliar cada tipo de poluente e verificar a melhor forma, ambiental e econômica, de se retirar esse poluente. Os precipitadores eletrostáticos se mostram eficientes para partículas pequenas e caso seja conveniente usá-lo, se mostram uma excelente alternativa. </li></ul>

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