Redes sem FIO

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Trabalho apresentado no 4º semestre do curso de redes de computadores da Faculdade Ateneu.

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Redes sem FIO

  1. 1. 1
  2. 2. REDES DE COMPUTADORES 4º Semestre Professor: Wagner Bezerra 2013.2 Equipe: Fagner Mota Fco Ederson Fco José Welkens Duarte 2
  3. 3. 3 MOBILIDADE IP IPv6 IP MÓVEL MICROMOBILIDADE
  4. 4. 4 O protocolo de controle de transmissão/protocolo Internet (TCP/IP) é um conjunto de protocolos de padrão industrial criado para conexões de redes de larga escala abrangendo ambientes de rede local (LAN) e de rede de longa distância (WAN). Como mostra a representação cronológica a seguir, as origens do TCP/IP datam de 1969, quando o Departamento de Defesa dos Estados Unidos nomeou a Advanced Research Projects Agency Network (ARPANET). Fonte: Redes de computadores e a internet - 5a Edição - Kurose ORIGEM DO PROTOCOLO TCP/IP
  5. 5. 4 Protocolo Internet (Internet Protocol - IP) permite o roteamento de pacotes numa rede de computadores. O IP é um protocolo da camada de rede (camada 3 no modelo OSI) que contém informações de endereços e algumas informações de controle usadas para rotear pacotes. O IP é o protocolo da camada de rede primário na suíte de protocolos TCP/IP. Os protocolos IP e TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão) formam o coração dos protocolos da rede mundial de computadores que chamamos de Internet. Fonte: Redes de computadores e a internet - 5a Edição - Kurose INTERNET PROTOCOL- IP
  6. 6. 4 Fonte: IP – CAMADA DE REDE
  7. 7. 4 Fonte: ATRIBUIÇÕES DE IP´s
  8. 8. 4 IPv4 significa Protocol version 4, ou versão 4 de protocolos. É a tecnologia que permite que nossos aparelhos conectem na Internet, seja qual for o tipo de gadget – PC, Mac, smartphones ou outros aparelhos. Cada um que estiver online terá um código único, como 172.16.254.1 por exemplo, para enviar e receber dados de outros que estiverem conectados. Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/02/um-pequeno-guia-sobre-ipv4-e-ipv6.html O QUE É IPv4?
  9. 9. 4 Os endereços IPv4 são de 32 bits e o cabeçalho dos seus pacotes tem a seguinte estrutura: Fonte: http://www.mfa.unc.br/info/carlosrafael/rco/ip.pdf ESTRUTURA DO CABEÇALHO DO IPv4
  10. 10. 4 As especificações do IPv4 reservam 32 bits para endereçamento, o que possibilita gerar mais de 4 bilhões de endereços distintos. Inicialmente, estes endereços foram divididos em três classes de tamanhos fixos da seguinte forma: Classe A: definia o bit mais significativo como 0, utilizava os 7 bits restantes do primeiro octeto para identificar a rede, e os 24 bits restantes para identificar o host. Esses endereços utilizavam a faixa de 1.0.0.0 até 126.0.0.0; Classe B: definia os 2 bits mais significativo como 10, utilizava os 14 bits seguintes para identificar a rede, e os 16 bits restantes para identificar o host. Esses endereços utilizavam a faixa de 128.1.0.0 até 191.254.0.0; Classe C: definia os 3 bits mais significativo como 110, utilizava os 21 bits seguintes para identificar a rede, e os 8 bits restantes para identificar o host. Esses endereços utilizavam a faixa de 192.0.1.0 até 223.255.254.0; Fonte: http://ipv6.br/entenda/ative/ CL ASSES DO IPv4
  11. 11. 4 Fonte: http://pt-br.wiki.brazilfw.com.br/Ipv4/pt-br ENDEREÇOS IPv4
  12. 12. 4 Protocolo de Internet – Versão 6
  13. 13. 4 PROTOCOLO IPv6 O IPv6, também conhecido como IPng (Internet Protocol next generation) está referenciado na RFC (Request For Comments)1883, que contém sua especificação completa. Ele deverá possibilitar a resolução dos problemas atuais de esgotamento de endereços do IPv4 e também deverá ser capaz de prover as funcionalidades necessárias para as novas tecnologias de redes que surgirem. O IPv6 mantém as principais características do IPv4, ou seja, é um protocolo sem conexão onde cada datagrama contém um endereço de destino e é roteado de forma independente e assim como o IPv4, o IPv6 também possui um número máximo de roteadores por onde o pacote poderá passar (Hop Limit) no percurso entre origem e destino.
  14. 14. 4 OBJETIVO DO IPv6 O IPv6 foi desenvolvido pela mesma razão que outros protocolos para uso na Internet são criados e modificados: internetwork, ou seja, crescimento da Internet e integração das redes de computadores por todo o mundo, motivado principalmente pelo aumento das conexões de redes, bem como pelo surgimento de novas aplicações que incluem: Dispositivos pessoais de comunicação (fax, PDA, telefones, computadores portáteis, etc), que são endereçáveis na rede e necessitam de um IP único; Dispositivos controlados através da rede (controles de acesso, identificação pessoal, automação predial, etc), que utilizam endereços IP para se comunicarem; Sistemas de entretenimento (TV interativa, vídeo sob demanda, etc), que requerem endereços IP para funcionarem plenamente. Fonte: http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_ip_de_proxima_gerecao.php
  15. 15. 4 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO IPv6 Expansão da capacidade de endereçamento e encaminhamento; Simplificação dos cabeçalhos; Suporte melhorado para opções; Capacidade de suportar qualidade de serviço (QoS); Capacidade de providenciar autenticação e privacidade. Fonte: http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_ip_de_proxima_gerecao.php
  16. 16. 4 POR QUE 128bits? A primeira versão do IPv6 foi elaborada inicialmente para usar 160 bits em sua composição. Posteriormente foi alterada para 128 bits, devido a uma convenção adotada entre IETF (Internet Engineering Task Force) e o IEEE, conhecida por EUI-64 (Extended Unique Interface). O EUI-64 altera o endereço MAC dos novos dispositivos de rede, de 48 bits para 64 bits, permitindo ao IPv6 utilizar 64 bits na identificação das redes e 64 bits na identificação dos hosts.
  17. 17. 4 TIPOS DE ENDEREÇOS IPv6 O IPv6 oferece suporte a três tipos de endereços: Unicast Um endereço de unicast identifica uma única interface no escopo do tipo de endereço de unicast. Com a topologia de roteamento de unicast apropriada, os pacotes enviados a um endereço de unicast são entregues para uma única interface. Para acomodar os sistemas de balanceamento de carga, a RFC 3513 permite que várias interfaces usem o mesmo endereço, desde que apareçam como uma única interface para a implementação do IPv6 no host.
  18. 18. 4 TIPOS DE ENDEREÇOS IPv6 Multicast Um endereço de multicast identifica várias interfaces. Com a topologia de roteamento de multicast apropriada, os pacotes enviados a um endereço de multicast são entregues para todas as interfaces identificadas pelo endereço. Um endereço de multicast é usado para a comunicação um-para- muitos, com entrega para várias interfaces.
  19. 19. 4 TIPOS DE ENDEREÇOS IPv6 Anycast Identifica um conjunto de interfaces. Um pacote encaminhado a um endereço anycast é entregue a interface pertencente a este conjunto mais próxima da origem (de acordo com distância medida pelos protocolos de roteamento). Um endereço anycast é utilizado em comunicações de um-para-um- de-muitos. Fonte: http://ipv6.br/entenda/enderecamento/
  20. 20. 4 DIFERENÇAS ENTRE IPv6 e IPv4 http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_ip_de_proxima_gerecao.php/ Algumas diferenças entre os dois protocolos são evidentes quando são examinados os formatos dos cabeçalhos de ambos. Três diferenças bastante visíveis são: O tamanho do cabeçalho do IPv4 é variável devido as suas opções e campos de apoio. Já o tamanho do cabeçalho do IPv6 é fixo em 320 bits; O IPv4 apresenta 14 campos, enquanto o IPv6 apresenta apenas 8 campos. Cabe aqui ressaltar que, embora o cabeçalho do IPv4 apresente 14 campos, o mais comum é utilizarmos apenas 12 (o campo options – opções - raramente é utilizado e, em consequência, o campo preenchimento – padding - também não é utilizado); No campo de endereçamento do IPv4, tanto o endereço de origem (source address) quanto o endereço de destino (destination address) apresentam 32 bits, enquanto no IPv6 apresentam 128 bits cada um. Como se pode observar, os campos de endereço do IPv6 representam 80% do cabeçalho (256 de 320 bits).
  21. 21. 4 Mobile IP
  22. 22. 4 O protocolo MIP (Mobile IP) foi desenvolvido e proposto pela Internet Engineering Task Force – IETF. Cuja principal preocupação é a evolução e manutenção da arquitetura da Internet, e seu objetivo é solucionar o problema da manutenção da conexão de nós móveis, permitindo o acesso as redes de comunicação de uma forma contínua e independente de sua localização ou meio de acesso, de maneira transparente a camadas superiores e com a menor modificação possível na infraestrutura da Internet existente. http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/ MOBILE IP- INTRODUÇÃO http://www.ietf.org/
  23. 23. E S T R U T U R A 5 IP Móvel permite a mobilidade do usuário, preservando seu endereço IP original. Para tal, o computador móvel passa a ter dois endereços: o HomeAddress, fixo e associado ao ponto de origem da conexão; e Care-of Address, referente a cada ponto de conexão à rede. Além disso, existem roteadores especializados, chamados Agentes de Mobilidade, que mantém o funcionamento do processo. São eles o Home Agent e o Foreign Agent. http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/
  24. 24. E S T R U T U R A 5 IP Móvel permite a mobilidade do usuário, preservando seu endereço IP original. Para tal, o computador móvel passa a ter dois endereços: o HomeAddress, fixo e associado ao ponto de origem da conexão; e Care-of Address, referente a cada ponto de conexão à rede. Além disso, existem roteadores especializados, chamados Agentes de Mobilidade, que mantém o funcionamento do processo. São eles o Home Agent e o Foreign Agent. http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/
  25. 25. F U N C I O N A M E N T O 5 O funcionamento básico do IP Móvel é constituído por três etapas diferentes: Agent Discovery Registration Tunneling http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/
  26. 26. A G E N T E D I S C O V E R Y 5 http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/ O próprio nó móvel é responsável por saber se ele está conectado a sua home network, a qual enviará as mensagens para o mesmo sem a necessidade da prática de tunneling (descrito posteriormente) ou a uma foreign network. Na foreign network, o foreign agent envia também, periodicamente, mensagens de aviso do tipo ICMP (Internet Control Message Protocol) com uma extensão própria para o protocolo Mobile IP. Quando o nó móvel detecta esta mensagem, ele compara o seu home address com o IP do roteador enviado pelo foreign agent e verifica se ele está ou não em uma foreign network.
  27. 27. R E G I S T R AT I O N 5 http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/ Quando o nó móvel reconhece que a rede a qual ele está conectado é uma rede estrangeira (foreign network) e depois que adquire o seu IP temporário (care-of-address), ele precisa avisar ao home agent localizado na sua home address, para que ele possa reencaminhar as mensagens para a sua nova localização.
  28. 28. G L O S Á R I O 5 http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/ipmovel/ MIP – Mobile Internet Protocol IP – Internet Protocol ICMP - Internet Controle Message Protocol. Protocolo para trocas de mensagens (relatórios) a respeito dos processos de transmissão de pacotes pela rede. Fornece relatórios de erros a fonte original. Home address - Endereço IP estático alocado a um nó móvel. Ele não muda independente da rede a qual o nó se conecta. Home network - Subrede com um prefixo de rede que pertence ao Home address do nó móvel. Datagramas destinados ao Home address sempre serão roteados para esta rede. Tunnel - Caminho seguido pelo datagrama até seu nó de destino. Visited Network - Subrede a qual o nó móvel está conectado e não é sua rede original (Home network). Home agent - Roteador pertencente a home network que mantém as informações de localização do nó móvel e encaminha os datagramas ao nó quando este está fora de sua rede originaria. Foreign agent - Roteador da rede estrangeira que recebe os pacotes pelo túnel estabelecido pelo Home agent e entrega ao nó móvel. Care-of-Address – Endereço temporário obtido pelo nó móvel em uma rede estrangeira. IETF - Internet Engineering Task Force, http://www.ietf.org

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