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voce pode colocá-lo a andar um pouco ou qualquer outra brincadeira que seja ou não parteintegrante do aprendizado.Adestram...
apenas, um ou dois toques na guia para baixo (toque de leve, jamais tranco).Poderemos ainda utilizar a isca - oferecendo, ...
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Se o cão já é adulto ou se, simplesmente, ele não pega nada por já ter sidotraumatizado, temos que tentar outro método.Tod...
atenção e dedicação, mas é mais duradouro e a que eu, particularmente, maisaprecio.Comece a brincadeira atirando a bolinha...
Vamos lá:O objetivo do treinamento do faro é fazer com que o cão associe o rastro deixado poruma pessoa àquilo que ele mai...
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  1. 1. CURSO RÁPIDO DE ADESTRAMENTO DE CÃES.(Autor desconhecido)Não se pode forçar qualquer animal a fazer o que este não quer.O objetivo principal é fazer do cão uma companhia fiel, deixá-lo escolher “Andar Junto”.Devemos recompensá-lo por andar junto. Podemos fazê-lo de muitas formas:O encanto pessoal- Para usar o “encanto pessoal” temos que ser, para o cão, encantadores.É estabelecido entre o dono e o cachorro, principalmente quando este é ainda filhote, umarelação de comando, sendo tanto através de gesto mas primordialmente através do comandofalado. Sendo assim, nossa voz tem um poder mágico de encantamento.Normalmente os animais assimilam conhecimentos facilmente, pelo fato de a voz, representarcomumente nosso estado de espírito. Através dela o cão detecta nossos ânimos, percebe seestamos alegres, zangados, se vamos passear com ele, se ganhará algo ou não.A conversa com o animal é fundamental e deve ser o maior prêmio que este recebe. Eles,assim como nós buscam muito amor, carinho e companhia acima de tudo. Há claro, muitasoutras maneiras para conquistar a atenção do cão, principalmente quando voce não é o donodesse, e ainda não possui muita intimidade com o bicho. Então vamos a elas:Coisas e ou objetos os quais o agradam ou têm preferência dele. Pode ser um brinquedo - umabolinha de tênis, de borracha, um bonequinho ou até uma lingüiça de pano (de uns 40 cm)dessas usadas em treinamento ofensivo.Podemos tembém utilizarmos comidas, como por exemplo pedaços de carne, biscoitos,iogurtes, tudo aquilo que não agride tanto a saúde do animal e que ele adora comer com voce.A atenção do cão é fundamental No contrário, não será possível o êxito. O que caracterizatotalmente a prática do adestramento é a obtenção da atenção do cão, independente doestágio do ensinamento. Somente com a atenção do animal as explicações e procedimentospretendidos serão seguidos.Assim,se ele andar junto, receberá nosso carinho e nossa atenção em enormes elogios. Se nãoo fizer, voce não deverá puní-lo, mas apenas não recompensá-lo.Toda vez que ele andar junto e se comportar de acordo, ganhará carinho e conversasamistosas, sendo necessário fazer isso em todo o período que ele estiver agindo corretamente.Importante: nunca deixe a premiação para outra hora, pois muitas vezes o animal nãoconsegue associar o prêmio com o mérito.Importante: certos exercícios funcionam melhor de modo complementar e/ou contíguos.Exemplo: quando treinamos a corrida, podemos alternar esta com o andar junto e/ou sentare/ou deitar. Um clássico nesse aspecto é o par andar junto e sentar. Para fazê-lo sentar,colocamos a mão esquerda sob o queixo do cão e a erguemos gentilmente como se o fizessenos olhar e, ao mesmo tempo, conversamos com ele ou oferecemos um petisco.A posição mais confortável para o cão ao fazê-lo é a de sentar e o cão o faz majoritariamente.Ao final do processo, assim que ele estiver sentado e então tiver feito a parte dele, é hora defazermos a nossa e recompensá-lo com muito ânimo.Aos poucos diminuiremos essa ajuda, na medida em que formos percebendo que ele começa asentar-se para receber o elogio ou o prêmio e. surpreendentemente e gratificante, o cão apósisso se mostrará disposto a continuar, a fazer mais e mais, sendo então vital a associação, e aí
  2. 2. voce pode colocá-lo a andar um pouco ou qualquer outra brincadeira que seja ou não parteintegrante do aprendizado.Adestramento é tão estimulante e surpreendente, que algo bastante discutido e sentidopelos veterinários, adestradores e criadores de animais, é a percepção aguçada dos sensores esentidos, entre outras inúmeras qualidades.Então, pode parecer até bobagem, mas se você mentalizar: ...como é, não vai sentar? ...o quevocê está esperando para sentar? ... senta vamos! Poderá ser surpreendido com o animal.Uma prova disso são as diversas reações dos bichos quando, por exemplo, você está em casa epensa em sair com seu cão, como que por encanto, ele chega antes no lugar onde você guardaa coleira, ou então, ao ouvir o barulho de um pote de ração, o sistema nervoso involuntário doparassimpático o faz salivar.Seu cão fará muitas vezes exatamente o que você espera dele. Se achar que ele não vaifazer... ele não o fará. Dessa forma, há uma indução mental, e o cão responde ao erro porestarmos sempre pensando negativamente: ... eu acho que ele não vai conseguir....Espantosamente, se começarmos a confiar mais em nosso cão ele corresponderáimediatamente. Então, a confiança é um valor fundamental.Uma parte delicada do treinamento e aparentemente vista pelos leigos por simples e/oubobagem é a de ensinar o cão a deitar após um pedido.Isso ocorre porque a posição "deitado" é bastante confortável mas também não muitoadequada na defesa para o cão, sendo uma posição relativamente expressada pelavulnerabilidade. Dessa forma é, praticamente, impossível obrigar um cão a deitar-se semutilizar a violência. Entretanto, se o cão for forçado a deitar mediante violência, ele ficarádesconfiado para o resto do treinamento e débil para o adestramento.A natureza, e os animais inclusive nós humanos, seguimos e respeitamos tanto racionalmentequanto instintivamente uma das leis qualificadas pelo homem mas não própria deste,desenvolvida pelos gigantes da física ocidental que é a lei da ação e reação.Sendo assim, se empurrarmos um animal para a frente ele nos impuserá a mesma força paratrás, e se empurrarmos para trás ele nos forçará para a frente... se forçá-lo para baixo ele faráforça para se levantar. É claro que a lei de ação e reação já estaria presente independente davontade do cão, mas serve para demonstrar que o cão teimará sempre. Então, é necessárioensiná-lo a deitar, recompensando–o em seguida.Existem várias formas de se ensinar um cão a deitar, basta criar um canal decomunicação com o cão. As mais comuns e eficazes são aquelas relacionadas com pedidos devoz. Há aqueles que trazem palavras de outros idiomas, já que acreditam ser inconsciente dobicho o principal aceptor e tradutor da informação, sendo então certo que a raça lê maisfacilmente o idioma falado na região de origem.Por exemplo, tratando-se de um dog alemão, muitos criadores aconselhariam usar o idiomaalemão no adestramento e mesmo nas conversas, mas talvez não seja tão crucial assim, não émesmo? Entretanto, se quiser usar rugen para ele deitar, é com voce. O mais adequado mesmoé juntar diversos meios para se alcançar o fim. Por esse motivo, costumo deitar junto com oanimal, trazendo até mais proxidade na relação e se o cão for seu, melhor ainda, pois aí sim éque ele deitará mais facilmente ainda com voce, não é interessante?Para treinarmos um cão de outro dono, primeiro ensinamos ele a sentar e, depois, seguramosgentilmente as duas patas anteriores e, uma de cada vez, fazemos o cão andar para a frenteaté se esticar todo e ficar deitado.Também batemos no chão, convidando-o a deitar-se. Alguns cães conseguem deitar-se com,
  3. 3. apenas, um ou dois toques na guia para baixo (toque de leve, jamais tranco).Poderemos ainda utilizar a isca - oferecendo, mas não deixamos que ele a coma antes dedeitar-se. Bem devagar vamos baixando a isca até ele deitar-se ocasião em que poderá comê-la.Aí voce já sabe, fazer muita festa e carinho, para depois continuar o treinamento com algocomplementar, andar ou correr pode ser.Depois basta repetir os dois primeiros passos. Após a primeira, poderá iniciar o comando“RUGEN” ou down, deitar..., escolhendo um para usá-lo sempre.É óbvio que o auxílio de gestos e atitudes é fundamental na maioria dos casos no início.Portanto, devemos apontar o chão para ele sentar ou deitar no caso, fazendo isso sempre coma mão esquerda entre as nossas pernas e a cabeça do animal, ou também puxando bemlevemente o guia para baixo e, diminuindo o grau de ajuda conforme o necessário.Assim que perceber uma melhor assimilação do ensino deitar, aumente o tempo depermanência do cão na posição deitado, brincando de levantar com o comando ficar junto, umdos mais eficientes nessa hora.Ao levantar, dê uma corridinha como prêmio por ele ter ficado quieto aqueles segundos.Para começar a fazê-lo ficar, inicie na posição básica, emita o comando deita, então fale ocomando fica com a mão espalmada à frente do focinho e dê um passo pequeno e lento àfrente, voltando em seguida para obter confiança do cão.Sempre que necessário repita o procedimento, a fim de não forçar ou pressionar o animal.Emita o comando "Fica!" e dê lentamente, três passos à frente, parando de costas para o cãopor 2 segundos, virando-se em seguida de frente para ele e voltando em seguida para o cão.Faça isso novamente e, ao voltar para o cão, passe por trás dele, até chegar junto para assumira posição básica.A fixação desse ensinamento, é feita a partir do aumento da distância do cão em passos de 3para 5,8,12,24... e mantendo o tempo curto para voltar. Então, aumente o tempo para voltaraté 15 minutos, reduzindo novamente a distância para 5 passos.O aprimoramento do exercício é conseguido através do desaparecimento nosso da visão canina,fazendo-o esperar até voce voltar. Para isso voce deve se esconder.Voltaremos mais uma vez à distância de 5 passos e o tempo de um minuto, repetindo oaprimoramento após isso, escondendo-se. E então, aumente o tempo e distância.O cão será considerado treinado quando ele puder se controlar, sem sair do seu lugar e vê-lo sair, afastar-se e sumir por uma hora.O pré-requisito é o comando para deitar e o de ficar. Para aprender a atender o comando dechamada ele precisa já saber o comando anterior: deitar e ficar.Neste exercício, vamos introduzir um equipamento novo do adestramento: a guia de 10 m.Depois de comandarmos o "deita/fica", caminharemos para a frente deixando a guia esticadano rastro permanecendo de costas por um segundo e, voltando de frente para ele,chamaremos pelo seu nome, caso ele não venha imediatamente daremos um leve toque naguia.Para chamar usamos o próprio nome do cão, sem um comando especial. É muito mais fácil,tanto para o cão quanto para nós, utilizarmos o nome dele, para chamar. Normalmente o cão,que já deverá estar ansioso para vir junto, entenderá imediatamente.
  4. 4. No momento em que percebermos que ele começa a vir, daremos alguns passos rápidos paratrás com a finalidade de fazê-lo voltar mais rápido, agacharemos, e abriremos os braços pararecebe-lo com muita festa.Nesse momento importante do treinamento o cão aprendeu o primeiro comando que ele estavaansioso para aprender.O exercício que é o mais fácil de todos para aprender, é também, o mais fácil de desaprender.Se você chamá-lo por algo que acha que fez de errado, sem se dar conta, aplicar um estímulonegativo, como uma zanga, por exemplo, terá perdido, no mínimo uma semana de trabalhopara faze-lo associar novamente seu nome a alguma coisa de prazer e satisfação.Devemos seguir o critério de fazer sempre pequenas alterações de cada vez para dar ao cãomaior segurança. Também, como estamos usando uma guia de 10 metros, o cão mesmo que“saia da raia” não nos tira o controle, e nunca deve nos tirar a paciência, não se esqueça dissojamais, pois se não, consequências diversas surgem.Depois que o cão compreendeu o exercício, vamos repetí-lo com uma pequena alteração:desatrelar a guia da coleira, sem que ele perceba, e proceder com a mesma coreografia:deixaremos a guia para trás no nosso rastro, procurando realiza-lo da mesma maneira como seestivesse com a guia atrelada. Além de repetir todos os gestos, deveremos ter o cuidado defaze-lo no mesmo lugar.Quando chamarmos o cão, pelo nome, faremos o mesmo gesto, dando um leve puxão na guia.Surpreendentemente, ele virá sozinho.Agora, é só repetirmos algumas vezes, sempre alternando o exercício com a guia e sem a guia.Desta vez, quando ele chegar, interromperemos o entusiasmo pela sua chegada, exigindo queele pare sentado à nossa frente antes de receber o carinho. Assim que ele sentar voltamos afazer festa com mais entusiasmo ainda.A finalização do exercício é sentar-se à nossa frente assim que fizer a aproximação, paradepois assumir a posição básica. A posição básica ele poderá assumir de duas maneiras.Fazendo a volta por trás pela direita ou simplesmente rodopiando em torno do seu corpo pelaesquerda.Podemos ajudá-lo a entender que deve sentar-se à nossa frente, colocando a mão, com apalma voltada para cima, por baixo do queixo e fazendo uma leve pressão para cima, masaumentando a força na medida que o cão não compreender que deve sentar-se. Poderemos,ainda, ajudar com um comando.Nesse momento é conveniente utilizar, como estímulo reforçador, uma isca de fígado, queserá oferecida ao cão, assim que ele sentar.Para ensinar a assumir a posição básica, poderemos dar um passo à frente, ajudando-o com amão a posicionar-se. Ao mesmo tempo devemos dar um comando "Junto!"Alguns cães, quando descobrem que estão soltos, ao serem chamados, resolvem passar diretoe brincar um pouco. Não devemos nem podemos zangar. A única atitude sensata é ignorar eficar parado até que ele resolva aproximar-se. ATENÇÃO - no momento em que ele seaproximar devemos fazer a maior festa. Jamais zangar com ele.Nunca devemos correr atrás de um cachorro fujão! Ele sempre será mais rápido que nós. Seele foge, é porque esta com medo. Correr atrás dele será dar-lhe a certeza de que queremospegá-lo.Para se ensinar ao cão a pegar um objeto, começa-se sempre com algo que ele goste.Uma bolinha, um pedaço de pau, um pedaço de corda enrolada, um frisbee, qualquercoisa. E, depois transformamos a brincadeira em jogo sério.
  5. 5. Se o cão já é adulto ou se, simplesmente, ele não pega nada por já ter sidotraumatizado, temos que tentar outro método.Todas as vezes que se quer ensinar algo novo a um cão, temos que mostrar, o quantoantes, o final do exercício.Quando você coloca algo na boca do seu cão ele logo irá pensar que terá que engoliraquilo, exatamente como você faz com os remédios.Para que ele não se sinta desconfortável, tão logo você introduza o objeto em suaboca retire-o, acompanhado de um comando.Usaremos o comando "Busca!" para o cão pegar o objeto e "Aus!" para o cão largar oobjeto.Então, ao colocarmos o objeto na boca do cão daremos o comando "Busca!" e, emseguida "Aus!" para ele soltar o objeto nas suas mãos. Jogue o objeto no chão paramostrar-lhe que acabou o exercício e dê uma corridinha com ele para brincar,elogiando-o muito. Depois, repita a mesma coisa por umas três vezes e, aí, poderácomeçar a aumentar o tempo que ele deverá segurar o objeto, sempre mais umsegundo cada aumento.Quando ele estiver segurando o objeto por um minuto aproximadamente, comece aensiná-lo a andar com o objeto na boca. Na primeira vez ele irá tentar cuspir o objeto.Insista até que ele dê um passo e mande-o soltar o objeto. Faça bastante festa, dêuma corridinha e poderá voltar ao exercício novamente.Depois, dois passos, três, quatro, até ele sair andando com o objeto na boca. Daí paraa frente é muito fácil.A próxima etapa será faze-lo pegar o objeto no chão.Essa etapa só poderá ser iniciada quando o cão já estiver pegando o objeto semproblemas ao ouvir o comando "Busca!".Para iniciar essa etapa temos que fazê-lo pegar o objeto vindo de baixo e não maiscolocá-lo em sua boca.Vamos abaixar cerca de um centímetro de cada vez até que ele pegue o objetoencostado no chão.A próxima etapa será fazê-lo dar um passo para pegar o objeto no chão.Depois dois passos até ele sair correndo para buscar o objeto e trazê-lo em suasmãos.Dá trabalho, mas é muito fácilVocê tem três maneiras de ensinar a seu labrador a trazer e entregar a bolinha. Astrês requerem muita paciência:1. Utilizando uma guia longa ou um cordão de nylon -Se ele já gosta de trazer, não poderá fugir. Recolha a guia longa muito lentamente,sem forçar jamais, até que ele esteja perto o suficiente para você colocar a mão nabolinha que está na boca. Faça carinho, brinque com ele até que solte a bolinha.Não puxe ou tente tirar a bolinha de sua boca à força. Se fizer isso ele irá segurarcom mais força e puxar contra, achando que faz parte da brincadeira. O objetivo étrocar a bolinha pelo carinho e elogios.2. Utilizando uma isca que ele goste muito para "comprar" a bolinha. Nesse métodotambém se usa a guia longa. Quando ele chegar perto o suficiente para que vocêconsiga segurar a bolinha de sua boca, mostre o petisco e tente "comprar" a bolinha,pagando com o petisco.3. Utilizando somente a própria brincadeira. Requer muito mais paciência,
  6. 6. atenção e dedicação, mas é mais duradouro e a que eu, particularmente, maisaprecio.Comece a brincadeira atirando a bolinha e indo você mesmo buscar. Repita essemesmo procedimento umas três vezes.Na quarta vez, quando ele pegar a bolinha, chame-a estenda a mão aberta eespalmada e peça-a para entregar a bolinha. Ele, claro, não vai entender...Na primeira vez, para explicar, você vai até ele com essa mesma atitude: mãoestendida, e pedindo... dá a bolinha... dá...?Se ele fugir... JAMAIS corra atrás!Se fizer isso, vai mudar o "prazer" da brincadeira e, em vez de buscar e trazer, oprazer será faze-lo correr atrás dele, brincadeira, aliás, que os cães adoram.Pare e permaneça parado até que ele perceba que você não o está perseguindo. Eleirá parar também. Nesse momento peça novamente a bolinha (claro, sem esperar queele entenda), abaixe-se e insista um pouco. Como ele não irá entregar, vire-lhe ascostas e comece a fazer outra coisa (como os cães, quando fazem "ouvido demercador"), brinque com a grama ou com alguma coisa que estiver por perto. Tentemostrar que se ele não lhe entregar a bolinha, a brincadeira acabou.Como ele ainda não deverá entender..., depois de fazer isso algum tempo (dependeda sua sensibilidade: 15, 25, 40 segundos) peça a bolinha novamente. Repita esseprocedimento umas três a quatro vezes e, como ele ainda não irá entender, váembora.Volte algumas horas depois para recomeçar a brincadeira.Se ele soltar a bolinha no chão, vá até lá e jogue-a novamente, para que entenda,primeiro, que você quer continuar a brincadeira, e depois, que é preciso suacolaboração.Observe sempre a reação de seu cão. São muito importantes os momentos de fazercada procedimento.Repita esse procedimento algumas vezes. E, novamente, pare de insistir.Você vai perceber que, em dado momento, ele vai pegar a bolinha trazendo-a parasoltar mais perto de você. NÃO PERCA essa oportunidade para pegar a bolinha e jogarnovamente para ele pegar. Nesse momento, ele estará começando a entender quedeve levar a bolinha para você jogá-la novamente.Depois que ele aceitar essa atitude de trazer para mais perto, algumas vezes, comecea endurecer o jogo, exigindo cada vez mais perto. Nessa segunda etapa desteprocedimento basta que ele aproxime a bolinha mais uma vez. Você deve exigir cadavez mais perto até ele trazer junto mesmo.É chegado o momento de exigir que ele entregue "em mãos".Neste procedimento você deve começar abaixando-se para pegar a bolinha no chão.Depois, peça espalmando como no início. Nesse procedimento ele já temconhecimento do processo da insistência e será mais curto. Insista até que ele peguea bolinha no chão e coloque na sua mão. É a fase mais demorada mesmo.Novamente NÃO perca essa oportunidade para se mostrar super alegre com a atitudepara jogar a bolinha novamente para ele buscar.Com a continuidade ele deverá entregar a bolinha em mãos.Dos treinamentos é o mais fácil.Você deve fazer um programa de trabalho:Os cães, assim que nascem, encontram as tetas da mãe em menos de um minuto,ainda com os olhos e os ouvidos fechados. O olfato é o primeiro dos sentidos que sedesenvolve e é o mais aguçado.Querer ensinar um cão a farejar é uma pretensão igual a querer ensinar um pássaro avoar. O faro faz parte dos atributos naturais dos caninos.O que você deve ensinar é encontrar o que você deseja.Para percorrer uma trilha ele precisa querer...
  7. 7. Vamos lá:O objetivo do treinamento do faro é fazer com que o cão associe o rastro deixado poruma pessoa àquilo que ele mais gosta. Tipo: no fim, se ele achar ganha um prêmio.1. descubra o petisco que o cão mais gosta: salaminho, salsicha, fígado cozido,biskrok etc.2. faça, na grama virgem (ainda não pisada), uma trilha com pequenos pedacinhosdesse petisco (de 10 em 10 cm) de maneira que ao comer um ele já veja o outro e aomesmo tempo associe com o cheiro da grama pisada. (Você já deve ter sentido ocheiro de grama recém-cortada, pois bem, o cão, que tem o olfato mais apurado queo nosso, consegue sentir o cheiro de grama pisada).3. Essa trilha deve ser feita de manhã cedo, antes dos cães terem se alimentado epode, no início, ser de um metro reto, com uma esquina e, depois, mais um metro.Ele vai fazer a trilha na primeira tentativa.4. Na seqüência, você deve ir aumentando a distância dos petiscos, bemlentamente: de 10 para 15 cm, depois 20, 30, 50, 80, 120 e só passar para outramudança quando o cão já estiver fazendo bem a anterior. Vai chegar a um ponto noqual o cão não consegue mais ver o próximo petisco e terá que acha-lo pelo faro.Essa seqüência deverá ser estendida até o cão conseguir fazer uma trilha de 100metros, cada reta, encontrando apenas um só petisco em cada uma.5. A próxima etapa é esconder a isca numa bolsinha que o cão não consiga abrir.Ele terá que achar a bolsinha, avisar e esperar até que você chegue para abrir abolsinha e oferecer o petisco.6. A etapa seguinte é encontrar a bolsinha vazia e receber o petisco por você depoisde ter indicado a bolsinha.Pronto, você ensinou ele a achar a bolsinha. Depois é só continuar o treinamento atéque ele encontre qualquer coisa que você queira.

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