Seu Futuro é c

 

cuRso BÁSICO DE ELETRÔNICA n¡›zá, í:&s: ~ at.  "

VOLUME V

Projetos
Alarme contra ladrões

Projeto M9 1

 

Alarme contra ladrões

Ao montar este projeto obtem-se um circuito de alarme que a...
"frjliltvts

»jr
55» rvaniir'.  ll l) 

 

   

+ NL,  _" '
(a) 1
.  7 , fi
' l3ll77v *l
[ii›*zÍ(. )t'l<'. ^lllI1.'l _____...
Nu hora dc concctar a ba-
teria c aplicar força ao circuii-
to pela primeira voz,  o SCR
está aberto (OFF) c não penni-
tc...
Conector para
bateria de 9V

ALARME CONTRA LAD '

+9

  
 
   
   
  
  

Fagura i 5 Guia de ¡nsraiaçao de
mponenies O LED...
w.  i : ii -i iHí- ii-i

 

, à  . , i m v  ›.  -m i m- :  » Esquema a ponta do ! erro de solda.  limpe-a com uma
esponja ...
"artur-x

Fiqur. . 1.9 irtic'i. ilrti›? rite_ idiiniiiirjiii- 
Coloque* ; i › I(""'ií'-II, “IICILJS
Fil (33ku)(Laranja-Lar...
i

 

! Hour i if' ln ! ri 'm .  ¡mir!  u o Car r LÍÍC" da
bateria ao conector ou terminais laston marcadas)
com a rótufo ...
Aí: 

Uma vez montada e testada a placa.  o próxi-
mo passo é selecionar os sensores adequados de
acordo com suas necessid...
Projeto M9 2

 

Luzes de velocidade variável

Ao montar este projeto obtem-se um jogo de luzes com dois LEDs,  que se ace...
'Uajfuton

Firm¡ P_ i D:  :llri m i . qu m tico.  O circuito
integrado 555 atua como eiemento contrai do
circuito.  O valo...
.rum zl.  'l; il-~~'r-, i.i›. ': 'r. i»li'z; i

Lu: : il: : iiiaztíliiáiifà

1 Circuito integrado 555

1 Capacitor eietroi...
"-'-¡i: it-›. 

_ f lmrr IEF;  No r O do FirCtllfO
mt.  or : do utiliza-se uma base
para que este não lenha nenhum

t» . ,...
Fonte de alimentação de +5. +12 e -12VDC de 0.51¡

Projeto N?  3

 

Fonte de alimentação de +5,

+12 e -12VDC de O,5A

Ao...
"anuais

T1

IJUl/ i* ; IED
FALI

    

1 I-“JXKÍ

Firtur. . . t. t Dianr inn .  qu:  ~m. .tico.  O transformador e o enca...
Lista da materiais

ltamlonnatlor
T1: Primário=11UVAC (ou 220VAC). 
Secundário:  12-0-12 VAC. 
Corrente:  tAm p. 
capacito...
Projetos

        
      
   
   
   
   
    
     
  

   

D i: "_; ,i? .i; ívfr a. ” wjll.  rj;  'n tic' _J . ~ nã'.  ...
"ü/ riu -l:  .iiiuimtttnut- u'.  ..  ' f'“4 ' n¡ I, 

Fitmr. . . i ; '› Coloqui o blotru .  dv ti rmirzn:  n t.  rmnm t ! ...
"anuais. -

Fiqur. : 3.7P. ~¡r. ; colocar . z ! onto sobrv uma b. _~. - fírlnc
n ycqur. : pode-se uti/ ¡zar um chassis ou ...
Controle de luminosidade

Projeto N° 4

 

Control de luminosidade

Ao montar este projeto obtem-se um circuito que permit...
"/ ¡“: J(IL; 

Carqa

t

110x220 * C1
VAC ÚÍHF
400V

F ttsiblt: 

,  y__d'v_. ; ¡

100--150ttH

 

 

*v* Um aspecto impon...
:nn- il:  o!  lIrrr/ rrrn-. rlrfirr, 

MT2
Simbolo

O Triac
E um semicondutor de tres termi-

nais,  chamados MT1. MT2 e G...
"anular

r i *' ii'= «
z libi. " Vi'
Ii' _ H

Fiqum Jp!  Par. ; comr-çnr,  constru. . i bob/ n.,  ou choque que faz parte ...
WHNMN:  nl.  luu¡Iu¡›. ^ti-I: Uf: 

      
 

0 fusivel
Trata-se de um filamento condutor construido em alumínio.  níquel ...
"WH-'HUJ

Finur. ; 4.7 O cw-inplo cliin . ico di' . iplicdctzo consiste l im mnme/ Xir . t intensidade du um: : lámpada. 
...
_íuulvnollittoin ai:  :rum-u Hunt-i:  Num : :tir

Ao montar este projeto obtém-se um circuito que permite controlar o
temp...
'.  r¡[; ¡(o›; 

 

CÀRGA

A?  ilitJnlívÍíiO
da cnrqn
(AC ou DC)

' 'u O circuito integrado 555 se encarrega de fazer a te...
!': ;¡¡¡uinv, 'u; ¡n(-r ol:  ;Jr/ ;tnug »upar nur" url; 

Fmur _› ; i Conrporau-, ntrv- qm,  lorntrm '
n ; i'm to Antes de...
'U-¡iuc-i: 

Figura 5.4 A montagem d. :
p/ JC. ) do temporizador é muito
simples;  deve-so levar em conta
que o integrado ...
Amplificador de áudio de 2W com transistores

Projeto N° 6

vvtvvvíjííàíTvTààíààí7à

 

Amplificador de áudio de
2W com tr...
Enuada

"Myutsu

+12V

  
  

C1
tOul-«ESV

«-'i

 
 
 

    
  

   
   
 

O1
ENGQD-'l

O4
TlPâ l

   
   
   

a m. 
IN...
t» ir (lv : unir-tl . v

Resistências a 1I4W

t 220 12 (R11)

1 390 12 (R2)

2 560 $)(R10.R17)

1 2 kt) (R14)

1 2.2 kt!  ...
'Natan-ic

EnaitT-»uiumunlo do Ultfkiiniofh', 
Neste kit utilizamos três tipos dife-
rentes de transistor.  em relação à
s...
'x

. n. Iiltzlmlit-'Jrtu atum url? 

Ao montar este projeto obtém-se um circuito que gera um sinal pulsante ou intermiten...
"üjizuus

 

1N40()'~1 , 

Fiüii.  di?  12V

¡IZVT
| 

 

'Jitmnnwm di"
. ›IntrwnI. i«. ›ir_)
(1.1 Curry¡

Finum 7. t Diag...
Li-. t.a d: : mntnrniuis

Reslslorcs a 114W.  5%

1 2.20 à!  (R3)

1 15 K (H2)

2 2,/  K (F11. R2 nn plan: : de Circuito
l...
"r-Haron

Flow: : 7.o Um. ? vrz tnrmlnndç- a montagem devo-rc unir as pl. :›c. ;~; . de circuito Impr.  ao Para isto deveu...
Fonte de alimentação variável de 1,5 a 25 volts
P ro j eto N ° 8

Fonte de alimentação
variável de 1,5 a 25 volts

Ao mont...
:It-flavia: 

Dl - D4 í 1N4004

 

D6 l N400~l

. nv «' 
Vou! 
S1
.  . D7
4 . 
?ZOOtLF ! N OO¡
50V
4 C. ; ,  1.5 - ? LN
22...
:Nuvi:  "h = ITIurLJ»'i: r-+: PI- 'rrrcitflvzr' -l› m" - 'JJ 'wir

Lista de matermis Figura 8.2 Componentes.  que formam o...
"Ir-natas

Figura 8.4 O encaixe do cartão é muito simples, 
deve-se considerar que o regulador LM317 se
localiza deitado s...
:uni:  :t:  iqiiciÍi- inflável ol:  Ã. ? :  '73 'util-

 

1 ' 'i-
_Kx ,  l ' a 3. i'
' ? b ' .  '
. ç lt
.  J_ y
' i_ ñ f...
;H-rluim

Figura 8.8 Para
alimentar os
diferentes pro/ atos
e experimentos com
a fonte de
alimentação
podemos utilizar
cab...
Pré-amplificador para microfone

. , w'. 
C
i
i
. .m
. _ i
,  i
i
s. 
; u
i

 

: üwl qu» Im:  ttitvercrímt: 
:iluminar »m...
'N¡)]: J(nk

@J

 

Seletor dm. .
possiçoc: :

Ci
lOtiF

 

. , OUi
IOiiF H;  Ê

f-inuri 9.1 DÍ-igPliÍiJi uquwmniico do pl...
:Heuuci-lmrldvl-I ; Hi/ z nnlrituinnl. 

. . .  't
' 
' _  Fiqum 9.?  Conmonvntog. 

que formam o kit,  Antes
de iniciar a...
Aspecto físico
do microfone
nletroto

   
    
   
   
   
  

 
 

O microfone

É um componente eletronico que luz parte ...
?ht/ g Ii:  :Kit-'Uflt : tññtih Hall¡ 7th#

¡qr

v_ «. ... __. ... .

_hn  ---
. , _. -?. ,›. _., . ____
1 .  _¡ '_ u
á  i...
antigo»

 

Figura 10.1 Diagrama esquemático do role' de estado soiido.  O circuito possui dois componentes principais, 
u...
O Q40l5L5 utilizado em
nosso projeto requer uma cor-
rente dc comporta mínima da
ordcm dc SOmA.  O triac do
MOC3010, por ....
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Curso prático de eletrônica   34 projetos - ce kit
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Curso prático de eletrônica 34 projetos - ce kit

2.159 visualizações

Publicada em

Curso muito bom para iniciantes e técnicos em Eletrônica.

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.159
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
17
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
86
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Curso prático de eletrônica 34 projetos - ce kit

  1. 1. Seu Futuro é c cuRso BÁSICO DE ELETRÔNICA n¡›zá, í:&s: ~ at. " VOLUME V Projetos
  2. 2. Alarme contra ladrões Projeto M9 1 Alarme contra ladrões Ao montar este projeto obtem-se um circuito de alarme que ativa um indicador sonoro quando um ou mais sensores. colocados estrategicamente em portas, janelas. etc. . detectam uma intrusão. Pode ser utilizado em casa ou no automóvel. Inclui um indicador luminoso que informa silenciosamente quando o alarme e' ativado. Uma das atividades mais agradáveis, interessantes e úteis que os hobbistas. estu- dantes e proñssionais da ele- trônica realizam é a montagem de projetos. Através do desen- volvimento dos vários tipos de projetos propostos nesta seção do Curso Básico de Eletrôni- ca Moderna. você não somen- te comprovará e aplicará os conceitos teóricos e práticos aprendidas. como também aprenderá a familiarizar-se com peças. circuitos e técnicas reais. a desenvolver habilida- des e a elaborar planos de tra- balho. Além disso, cada projeto que você constrói e faz. com que funcione satisfatoriamen- te é. afinal de contas. uma con- quista pessoal ¡nuilo importan- te e um passo a : nais na aqui- sição da maestria em sua pro- lissão ou seu ltohby. É muito diferente, por exemplo. adqui- rir um amplificador de 'áudio em uma loja de eletrodomés- ticos' que construir um desde o princípio. Este último sempre terá um valor especial pelo invcstitnento. sacrifícios. tempo. etc. utilizados na sua realização. ajuste e colocação em funcionamento. l nrwr Putin ¡› ih' Itu/ um¡ : i lmli lllli U Gigi'. Nosso primeiro projeto é um sistema de alarme simples, que ativa automaticamente um indicador audível ou luminoso quando se fecha um sensor aberto ou se abre um sensor fechado. Uma vez disparado, o alarme se mantem ativado, inclusive depois que os senso- res retornam ao seu estado ori- ginal. Sob essa condição. a única forma de silenciar o alar- me é desconectá-lo da bateria de alimentação. Como indica- dor sonoro. utiliza uma peça chamada buzzer e como indi- cador visual. uma chamada LED.
  3. 3. "frjliltvts »jr 55» rvaniir'. ll l) + NL, _" ' (a) 1 . 7 , fi ' l3ll77v *l [ii›*zÍ(. )t'l<'. ^lllI1.'l _______ Éw 'Hsluiith QM, _hn «o l l 1 NA u" l l 'a li Eiiilwiin (lt. _ _____ __ . illlíir iíttigrtanzi lhl h t. FNM/ l' ~ J t Dáfqllirll I (lv bluzru . . Quando o sensor NA (normalmente aberto) se fecha ou o sensor NC (normalmente lechado) se abre, a buzzer e o LED sao energizados. Esta situação persiste inclusive depois que os sensores retornam a seus estados originais. O alarme é sllenclado deswnectando-se firm: : IL' I'm/ m. (tw um¡ x , o (la n- ; na Às entradas do alarme conectam-se grupos de sensores normalmente abertos (NA) ou lechados (NC) distribuídos ao redor e no ¡ntenor da zona protegida. temporariamente a bateria de alimentação. (a) Simbolo (b) Aspecto fisico Os sensores podem ser in- temtptoies mecânicos. magnéti- cos ou de outros tipos e. são colocados em pontos estratégi- cos da área a ser protegida. por exemplo atrás de portas' ou jzme- Iris. debaixo de objetos valiosos, ele. Para proteger lários pontos : io mesmo tempo. os sensores normalmente abertos (NA) dex-'em conectar-se em paralelo e os nomiulmente fechados (NC) em série. tigura 1.2. (a) Sensores NC conectados em série. A resistencia (b) Sensores NA conectados em paralelo_ A resistência e um dispositivo que permite controlar a quan- tidade de corrente que circula através de um circuito, Quan- to maior o valor da resistência. menor a corrente obtida c: vice-versa. O valor da resistência so mede em Ohms (n). Uma resistência apresenta seu valor escrito em lorma do linhas coloridas. por exemplo. a de 220!) é identilicada com as cores: vermelho. vermelho, marron c dourado e a de 33K1t Cada grupo de sensores que provoca independentemen- te u zitivução do : alarme recebe o nome de zona. Portanto. o nosso e um zilannc de dum' t2") zonas, relativamente simples se comparado com alarmes profissionais que controlam até ló ou mais zonas, e que lllÍlÍLLllll micmprocesadores ou microcontroladores e são co- nectados u centrais de alarme ou delegacias de polícia. l' fla' com as cores: laranja. laranja. laranja e dourado. Esta codifi- cação e ensinada na seção Eletrônica Básica Funciunumeiilr) O componente essencial do nosso circuitoé um dispositivo semicondutor chamado SCR ou retilicador de silício con- trolado, identiliczidc) no diagra- mu esquemático como QI. ñ- guru 1.4. O SCR ; nua como um intemiptor eletrônico. O Sl re- presenta um ou mais sensores NA Coneet-. itltms em pxuxilelo c o S2 um ou mais sensores NC eo- nectados em série. n [Un-rn u . fr Íl'. Iiumu -i lÍrit/ v Im:
  4. 4. Nu hora dc concctar a ba- teria c aplicar força ao circuii- to pela primeira voz, o SCR está aberto (OFF) c não penni- tc u circulação dc corrcntc. Por- tanto. o LED (D2) c a buzzcr (87.1) não sc cncrgizam. Su- poc-sc que o Sl esteja abono c que o S2 esteja fechado. Assim. a mltagcm 'aplicada à porta do SCR é essencialmente zero. O alamic está desativado. Ao fcchar-. se o Sl. a corrcn- tc circula através da resistência Rl c a porta do SCR rcccbc uma voltagem positiva. Portanto. o SCR sc. fccha (ON i c permita: a circulação de corrcntc ¡llfZn-'ÓS do LED c du huzzcr. O ; alarme entao sc ativa. :mantendo-sc ati~ vzido inclusive depois quc o Sl se abrc. A rcsislência R3 limita a corrcntc qu: : passa pelo LED a um valor . sc-guru. 'cf-i lli' N-¡Hlu Lu¡ -r Uma situação similar sc aprcscnta quando se ahrc o S2. Neste caso. Linla corrente cir- cula ; através da resistência R2 c do diodo Dl_ Novamente: aparece uma voltagem positi- va na porta do SCR que o co- muta ao estado condulivo. per- mitindo a circulação dc corren- tc através' do LED c da huzzer. inclusive depois qua: o S2 rc- lornu ao seu estado original. i u' / "›V'ÍlI›'. i í É rüdn' 0 "um" K2 É_ rwrzuunr. m? a Nuit. mr 4¡ «': _'_'_', ,.-~*'“ N_ para a construção do projeto. r_ 'iq "'" ' “ com exceção dos sensores e 'V' d _p da caixa de controle, estão 1. _j inc/ usos no kit K-002 da ~› CEKIT (Alarme contra _ s) ladrões). 'i' 'i avô? a ' e nlf, ã:""' #A339 : 'A “' , lfic (s: - mrztciiçn-. a Capacitor cerâmico de 0.1 ; LF Diodo LED SCR 61063 ou C106!) _v Diodo comum 1N4001 ou similar Resistências de 33K! ) (Laran| a, Laranja. Laran]a, Dourado) Resistência de 2200 (Vermelhmvermelho, Marrom, Dourado) Conector para bateria de 9V Termlnals para clrculto Impresso e 8 cabos Circuito Impresso cEKlT K2 Buzzer (iu/ w Vrum: : d. Llylnvuuu lim/ i'm. ” i C1 TOLuF . ..m '-1 gv lNC r Fiqm. I 'Dura , nn . gm 'n . han O coração do alarme á um SCR ou retificador da silício controlado (Ot), o qua! energiza automalicante o LED (D2) e a buzzer (BZ 1 ) quando se fecha a S1 ou se abre o S2. O condensador C1 evita o disparo do SCR causado por ruído ou outros fatores.
  5. 5. Conector para bateria de 9V ALARME CONTRA LAD ' +9 Fagura i 5 Guia de ¡nsraiaçao de mponenies O LED (D2). o diodo ), o SCR (O 1). o conector da bateria (B 1) a a buzzer (BZ i ) devem ser instalados com as orientações e poiaridades indicadas. As resistàncias : i. R2, R3) e o capacitor (C7) podem ser instaladas usando-se qualquer - ”ntação. mas no loca¡ reservado a elas. capacitor culmina Uma vez disparado o alar- me, e após Sl e S2 terem retor- nado a seus estados originais. a única maneira de desativá-lo é dosconectando a bateria. Isto faz com que o SCR se abra (OFF). esta condição, não circula comme através do LED e da 'ljnucrstéqueosl eoS2tro- quem de Para desconec- tar : bateria sem mtirá-ia. pode- sa usarim¡ interruptor. O capacitor é um dispositivo que se utiliza para armazenar energia temporariamente. Os capacitores são classificados egundo sua construção. Para este proieto utilizamos um do tipo cerâmico, o quai tem seu valor escrito na forma de um código sobre ei cuerpo del mismo. A capacidade ou capaci- tãncía do capacitor se mode em pioofarads. por exemplo o número 104 equivale ao número 1g seguido de 1 zeros, por- tanto se tem 100.000 picoiarads. o que equivale dizer 0,1 mi- croiarads (0,1pF). Construção e teste Todas as peças necessárias para a construção do projeto. com ex- ceção dos sensores. podem ser adquiridas na forma de kit (peças soltas para montar) sob a referên- cia K-002 da CEKIT, ñgura l .3. O kit inclui um cartão de circuito impresso sobre o qual se insta- lam c soldam os diversos elemen- tos, bem como um manual de ins- truções. Ao observar a placa do cir- cuito impresso você perceberá que em um de seus lados. estão desenhados em serigrafia (screen) os componentes do circuito, e no outro. estão traçadas em cobre as conexões entre cics. Os compo- nentes são montados sobre a prí- meira superficie c seus terminais são soldados sobre a outra nos cir- culos de conexão (pads) corres- pondentes. figura 1.5. 5 cEKlT 0 lima Pruliuv : lr Ilrtrnnn u , Uwlvrna
  6. 6. w. i : ii -i iHí- ii-i , à . , i m v ›. -m i m- : » Esquema a ponta do ! erro de solda. limpe-a com uma esponja úmida (t) e estanho-a (aptique-the a solda) a rim de evitar a sua oxidação. Para soldar, esquenta o terminal e o tio com a ponta do ferro de solda (2), aplique a saida (3) e permita que ! tua uniformemente sobre a junção (4). Retire a solda e o ferro de solda. s . i s 'isnu ~. ' : v v . i «NN ; a3 i a . :¡_'i'<'4*lt_1I“ v Novamente, esquenta a ponta de um ferro de solda. limpe-a com uma esponja úmida (1) e estanhe-a. Para sotder, esquenta com a ponta do ferro de solda o tenninat da peça e a pista do circuito impresso (2), aplique a so/ da(3) e permita que ! tua unifonnemente sobre a junção (4). Retire a solda e aterro de solda. (a) Símbolo - «* (b) Forma fisica O diodo " O diodo é um dispositivo semicondutor de dois terminais. chamados anodo (A) e catodo (C). que permito a circulação de corrente quando é polarizado de forma H V U direta. ou seia. quando o anodo e positivo em relação ao catodo. Em caso contrário (anodo negativo e catodo positivo). o dispositivo tica inversamente polarizado e . . . . . l t l . nào permite a circulação de corrente. Existem vários corre ameneremzqdo devererum . , , . . aspecto suave euniforme como em tieptoíscgãodiodo. O utilizado neste proieto é um diodo (d). Os casos (a), (bmw) ' correspondem a saidas mel feitas. lnfmr. J . '?Ltrii_;1..1r)Ii) rf- i, ›i'i¡~ 0 SCR 0 retificador controlado de silício ou SCR é um dispositivo semicondutor de três terminais. chamados porta (G). anodo (A) e catodo (C). que se comporta como um interruptor controlado por voltagem. Para «fechar» um SCR. ou seja. permitir a circulação de corrente entre o anodo e o catodo. deve-se aplicar uma voltagem positiva entre a porta e o catodo. 0 dispositivo se mantem «fechado» inclusive depois de se retirar a voltagem de C porta. Para «abri-Io» deve-se interromper a corrente de anodo (a) Símbolo (b) Aspecto fisico ou reduzi-ia abaixo de um determinado valor,
  7. 7. "artur-x Fiqur. . 1.9 irtic'i. ilrti›? rite_ idiiniiiirjiii- Coloque* ; i › I(""'ií'-II, “IICILJS Fil (33ku)(Laranja-Laranja-Laranja- Dourado), R2 (SSkDNLaranja-Laranja- Laranja-Dourado) e R3 (220t2)( Vermelho- Verme/ ho-MarromDourado). o diodo D1 (1N4004 ou equivalente). o condensador C1 o _ _A . (0. i_uF), o LED D2 (vermelho) e o SCH Oi _ (01068 ou equivalente). certifique-se de e __ _ ¡ que o diodo, o LED e o SCR estejam i--i ' corretamente orientados. O catodo. o anodo e a porta deste último devem coincidir com K -r ' os buracos marcados "C". "A”e "G" na placa. O capacitor deve ficar a uma altura de aproximadamente 3 mm em relaçao à placa, Finitr. . i, i0 En¡ Uüilldtr. corn . a ajuda do ; ¡l¡ct. ~t. :., ' l instale os 4 pares de terminais faston que proporcionam acesso à bateria (B l ), aos sensores NA (S i). aos sensores NC (S2) e o buzzer (BZ 1 ). Ao solda-los. não aplique mais calor do que o absolutamente necessário. Nota: Em algumas placas, os terminais iaston para o conector de B1 têm sido substituídos por um conector de dois pinos. Ver nota tecnica correspondente incluida com o kit. Figur. . i. ii Um. . um¡ comp/ art id. ; ›A chip. , ; JIHPHOIL in~t. ,tr› o buzzer (821) entre os terminais iaston marcados com o rótulo "AUXILIAR". Conecte o cabo vermelho _ (positivo) do buzzer ao terminais laston da q ) *r- 'l direita e o preto (negativo) ao terminais ' faston da esquerda. Por enquanto. este buzzer servirá como um pre-alarme, ou seja, l l t ' í um alarme audi'vel de baixa intensidade. Na ___ prática. para fazer funcionar uma sirene ou outro dispositivo de potencia. a sai'da auxiliar deve conectar-se previamente a um circuito de interface adequado, por exemplo, um relé. 0 buzzer piezoclétrico 0 buzzer piezoeletrico é um dispositivo eletrônico _ que emite um som audivel distinto quando se aplica (a) Símbolo i j I sobre ela uma voltagem direta [DC] entre seus ter- minais (~--~ ou positivo ao vermelho e ou nega- ' - tivo ao preto). Um buzzer também pode luncionar i_ com uma voltagem alternada (AC) convertendo-a em uma voltagem direta mediante um diodo retilicador. (b) Forma física 6 z - Íltllwl Pruliiir ill' Iz/ ilriiitirtt «Uru/ until
  8. 8. i ! Hour i if' ln ! ri 'm . ¡mir! u o Car r LÍÍC" da bateria ao conector ou terminais laston marcadas) com a rótufo "QV" da seguinte forma: cabo vermelho (positivo) ao terminal “+ ', cabo preto (negativo) ao terminal Feito isto. conecte um par de fios telefônicos aos terminais iaston rotulados S¡ (FECHADOS) e outro par aos terminais iaston rotulados (ABERTOS). Esses tios simulam a ação dos sensores. Na prática. são substituídos por agrupamentos de sensores mecânicos. de pressão, de vibraçao. etc. Retire o isolante da ponta iivre de cada tio e una entre si as correspondentes ao interruptor fechado. Os tios associados ao interuptor aberto sào deixados soitos. ~ 'x “x J _ . í¡ ¡' 3 / d- ! i _ (i um i 1 ›*x______ , . FWL/ r l. i J F. «to o nt um , mu litüiii' nt EH' m_ m». ;Joni ' - Lica. fic que simulam o sensor fechado. Novamente, o buzzer e o LED devem energizar-se e continuar energizados inclusive se os tios de teste voltarem novamente a se unir. Este teste demonstra que a rede detectora de sensores NC está operando corretamente. Para desenergizer o alarme, reconecte os fios de teste, retire a bateria e voite a instalá-ia. wtf m [His/ ii n . f Iii : June: 4.' Um! , l Util lt¡ . iii . .Ii F-wu I ' m'. , Aofazé-Iao buzzer não deve ser energizada. Agora, toque momentaneamente as pontas dos Iios que simulam o sensor aberto. O buzzer e o LED devem energizar-se e continuar energizados inclusive se os Iios de teste voltarem novamente a se separar. Este teste demonstra que a rede detectora de sensores NA esta' operando corretamente. Para desenergüar o alarme. separe os tios de teste. retire a bateria e volte a instala-la. (a) Simbolo (b) Aar» ; ato ÍIWICU O LED O LED é um dispositivo semicondutor de dois terminais. chamados anodo (A) e catodo (C). que emite uma luz visivel quando se polariza de forma direta, ou seja. quando o anodo está positivo em relaçao ao catodo. A luz emitida por um LED pode ser vermelha, amarela, verde ou azul, dependendo de sua construção interna. Também existem LEDs que emitem luz infravermeiha e laser. Os LEDs devem ser protegidos mediante uma resistência em série que limite a corrente que passa através dele a um valor seguro. . Aut, .x. A. .. _1. v_. .~¡.2._, ›_. .e. .. , _ _o L-. .,
  9. 9. Aí: Uma vez montada e testada a placa. o próxi- mo passo é selecionar os sensores adequados de acordo com suas necessidades de proteção. Atual- mente dispõc-se de uma grande variedade de sen- sores eletromecânicos e eletrônicos planejados cs- pecificamente para sistemas dc alarme: magnéti- cos, de pressão. de vibração. de ruptura. infraver- melhos, ultrasônicos, de microondas, híbridos, etc. 0 mostrado na figura, por exemplo. é um sensor passivo ou PIR, um dos mais empregados e popu- lares devido ao seu baixo custo, alta confiabilida- de e facilidade de instalação. çççççççíçç iii/ tits¡ . ' i: › Us i'll? icniiiziiiii Í SÚU HHDJIIIU pJSBÍIi/ JIUOIIYÚ, OU seja. náo emitem nenhum tipo de energia. Na maioria dos casos. a i lente é inlercambiavel. permitindo otimizar a sensibilidade do dispositivo sobre áreas ou ângulos i de cobertura particulares tais como corredores compridos. quartos, salões, etc. Interruptor , magnético ' i_ Ima I Para ^ - Figura l. t6 Outros tipos de sensores muito Collluns são os magnéticos ou reedswitches (chaves de palheta), !armados pela combinação de um interruptor magnético e um ima. e utilizados para proteger portas e janelas. O imã é instalado na beiracla das portas ou _ ¡ janelas e o interruptor na moldura, conloime indicado na fotografia. Ao Fofma de 'Wma' “m3 wmbmaçã** fechar-se a porta ou janela, o campo magnético do ima mantem o de "Weril/ PW mâgnyéllf-“O 9 imã 8"' i interruptor em uma posição, digamos, fechada. “m8 90'” O" uma iam? ” AJ¡ /1 _ Base de apoio Moldura Porta ¡ Para sua utilização prática, o alanne K-O02 deve scr montado cm uma caixa ou chassis ade- quado, que inclua terminais para a alimentação e os sensores, seja para ser utilizado em casa. no escritório ou no automóvel. De fato. a bateria original dc 9V pode ser substituída por uma bateria de automóvel de 12V ou uma fonte dc alimentação DC com capacidade de corrente suficiente para fazer funcionar a sirene ou elemento de alerta desejado. Nos temiinais correspondentes à saída auxiliar. pode-sc conectar um relé ou qualquer tipo de carga cujo consumo não seja superior a 3 ampêres e que funcione a 9V ou a 12V. Para maiores detalhes. retira-sc ao manual do kit. Q 8 csnw - t m imiil. li iiaçiniiuii lim/ ruin
  10. 10. Projeto M9 2 Luzes de velocidade variável Ao montar este projeto obtem-se um jogo de luzes com dois LEDs, que se acendem de forma alternada, produzindo um efeito luminoso especial. A velocidade da faiscação pode variar de muito lenta até tão rápida que as trocas não podem ser Neste projeto utilizaremos pela primeira vez um circuito integrado. o famoso 555. Este dispositivo é uma peça muito versátil e, devido a suas múlti- plas aplicações, é talvez o cir- cuito integrado mais utilizado na história. O funcionamento do cir- cuito consistc em gerar uma onda quadrada para controlar o estado aceso e apagado dos LEDs. Uma onda quadrada é um sinal de voltagem que está variando constantemente entre um nível positivo c um nível negativo. Esses tipos de circui- ( irrm Pratica (lr lilvlrrnu( ir sllzrzlrum 0 observadas. tos também são conhecidos como "circuito de relógio Um relógio emite uma série contínua dc pulsos. cuja fre- qüência pode variar de menos dc um pulso por segundo até mais de um milhão de pulsos por segundo. Como se pode (ubscrvar no diagrama esquemático. este cir- cuito não tem nenhum sinal dc entrada, portanto opera como um oscilador. A quantidade de pulsos ou de trocas entre um ní- vcl positivo c um negativo (fre- qüência) determina os valores do capacitor Cl. do potenciô- casual-r metro R5 c da resistência Rl. Quanto maior for o valor do ca- pacitor c das resistências. mc- nor será a freqüência do estado aceso e apagado dos LEDs e vi- ce-vcrsa. As pulsações produzidas pelo 555 saem através do pino três (3). ao qual se encontram conectados os LEDs. Enquanto o sinal tiver um nível dc volta- gem positivo. acende-se o LED l. que recebe corrente através de R4; enquanto o sinal tiver um nível dc voltagem negativo_ acende-sc o LED 2, que recebe corrente através dc R3.
  11. 11. 'Uajfuton Firm¡ P_ i D: :llri m i . qu m tico. O circuito integrado 555 atua como eiemento contrai do circuito. O valor do capacitor Ci ( i 0 pH. do potenciometro R5 (i00K) e da resistência R1 (6.8K) determinam a veiocidadc com a quai os LEDs irão se acender e apagar. As resistências R3 e R4 servem para limitar o valor da corrente que circula através dos LEDs. Seu valor o de 220 t) (vermelho - vermeiho - marrom - dourado). Fiqur» 2.2 Pr-clzs qu: iormnm o Ri! Antes . de iniciar a montagem do circuito. deve-se _ 'n ter certeza de que o kit esteja completo, ' › k ¡ fazendo-se uma comparação com a lista de i r materiais. Hi a bateria uso a 'C ” o M. St Fmur. : 9.3 Guir di' ¡nont -rzwrn . circuito ' 1 _ . impri o Deve-se ter muito cuidado para ' 555 íÍ l: coiocar as peças da maneira correta. visto que O A '_ * os LEDs. o capacitor eietroiitico e o circuito 'D C ~ '_ integrado tem uma posiçao deiinida. Caso este "E 2 Ê “ “ trabalho não seja feito corretamente, pode-se danificar a peça. Circuito integrado 555 Agpgctg unico l O 555 é um circuito integrado de oito pinos. Seu Simbolo modo de funcionamento depende das peças ' externas que a elo são conectadas, Cada pino do circuito integrado cumpre uma função especifica. por isso é muito importante fazer-se uma identificação correta dos mesmos. Para tanto tem-sc um circulo ou um pequeno corte ao lado da perna número um. Este circuito integrado pode ser utilizado cometem- porizador. oscilador. gerador. etc. 10 7 'V i'm-m Piu/ nu ill lul. /friiili u limit Inu
  12. 12. .rum zl. 'l; il-~~'r-, i.i›. ': 'r. i»li'z; i Lu: : il: : iiiaztíliiáiifà 1 Circuito integrado 555 1 Capacitor eietroiitico de i0 uF a 16 ' ou 25 V (C1) 1 Potcnciômetro de 100 kn (H5) 2 LED (LED 1 e LED 2) 1 Conector para bateria de 9V 1 Resistência de 6,8 kn (azul. cinza, vermelho, dourado) (Ri) 1 Resistência de iKn (marrom, preto. ttcrmelho, dourado) (R2) POLÍCL, MW_ como as 2 Resistência de 220 tz (vermelho. ¡osis(ênc¡'as_ A5 , gemeas de V9W9'h0-m3"0m-d°UmÚ°l (E1941 soldagem corretas são explicadas na seção de Eletrônica 1 Basa para circuito integrado de 8 Prática do Curso Básico de Eletrônica Modems. pinos 4 Terminais para circuito impresso (terminais taston) 2 Cabos du 10 cm 1 Circuito impresso CEKIT K3 Flgurn Par' comucur culoquu o. ~. compon ntt ri. - Firrur 9.3' On compomnttw de altar. : much. : como os LEDs e o capacitor eletrolltico sào colocados logo depois dos componentes de baixo perfil. Deve-se ter especial cuidado com a polaridade que sv encontra mamada no circuito impresso para que não se comeram erros. No caso do LED, deve-se fazer coincidir a parte plana com a linha reta do desenho que está no circuito impresso. O capacitor eletro/ trico pode ter um simbolo + marcando o terminal positivo ou uma linha cheia (-) que indica o negativo, O circuito integrado tem um ponto que indica aonde se deve colocar o pino de número um. ; i6- ¡ , Simbolo AUS âÍil Aspecto iixlco O cupuciior UÍCÍIOÍÍÍÍCO É um capacitor de tipo poiarizado. Isto significa que deve-se ter o cuidado de conservar o sentido correto na hora de se coloca-io no circuito. Normalmente, o pino ou terminal negativo vem marcado com uma tira que contem uma seqüência de zeros (o) ou de sinais de menos (-). Sua forma geralmente é cillndrica. Pode ser para montagem I vertical (radial) ou para montagem horizontal (axial). O valor de sua capacitância e a voltagem máxima que suportam está escrita no material que os reveste. O pOIiTiCIOTTU im Um potenciômetro é uma resistência cujo valor pode mudar quando so gira um eixo mecânico. É um dispositivo de três terminais. Entre as extremidades tom-se a máxima resistência e entre o pino contrai (chamado cursor) e um dos extremos tom-sc uma resistência variável, ("t/ wir PNI/ li : I rl- Ill: /rúrmtr i/ nrlrrnt¡ V
  13. 13. "-'-¡i: it-›. _ f lmrr IEF; No r O do FirCtllfO mt. or : do utiliza-se uma base para que este não lenha nenhum t» . , - problema com as altas ', l . '* ~ temperaturas a que se submetem l ' - as peças no momento de se fazer a saida e para que possa ser facilmente substituido quando isto se fizer necessário. Fim/ m f' 701 rnzrn wlp 'r . w rtrrrtltto Imp¡ n conhecido popularmente como tenninai faston. | permite a conexão de cabos às ' placas de circuito impresso de maneira rápida e simples. I'll-un. . JN» Uma tvs; cola' (to _ torto o t in: : nto: : do t? lino_ __ i¡ d L- . (alt/ nr o cbn r aos *¡ terminais do potenciómetro e estes por sua vez aos terminais de circuito impresso correspondentes. Quando se tiver terminado de montar o circuito. À _Tb deve-se checar a colocação correta das peças e í verificar que não ocorram curtos cattsttdtvs por soldzm ZL À defeituoso». Assim que isto for feito. estaremos 'x A . prontos para conectar a bateria e apreciar os efeitos ' ' " m; --_; , luminosos esperados. A velocidade. das luzes pode ; J ser modificada movendo-se o eixo do potenciômctro. Finur P. ” Por. . turminwr, com ct. .›- » o tvrmtn , l (l bJÍtWli › d. 0 volt . aos terminais correspondentes. Deve-se lembrar que o terminal positivo e' de cor vermelha e o negativo de cor preta. .' 12 - - Í trtw [Until Iv t/ t I / r [Ju/ Hi ti . Um/ t rua¡
  14. 14. Fonte de alimentação de +5. +12 e -12VDC de 0.51¡ Projeto N? 3 Fonte de alimentação de +5, +12 e -12VDC de O,5A Ao montar este projeto obtem-se um circuito que distribui três voltagens constantes ou reguladas, +5 V, +12V e - 12V, que servem para alimentar todos os kits e experimentos que serão realizados durante o curso. evitando-se assim o uso de pilhas ou baterias que se desgastam rapidamente. O funcionamento da f on- v te de alimentação é explicado no diagrama esquemático que mostrado na figura 3.1. O cir- cuito é fonnado por vários componentes muito importan- tes. O primeiro deles é o transformador. que pega a voltagem de corrente altema- da de llOVAC (ou de 22OVAC em alguns países) através de sua bobina prima'- ria e a converte em duas ten- sõcs de l2VAC na bobina secundária. Esta última pode ser observada no diagrama esquctnático marcada como sendo 12-0-12. As' voltagem de corrente altemada obtidas, devem ser transformadas em cor-rente direta ou contínua. Esse pro- cesso é chamado de retifica- ção. Para realizar tttl trabalho, é utilizada u tnontagent com quatro diodos que é mostrada no diagrama esquemático. Essa estrutura é conhecida como retificador em ponte. Esse circuito pode ser obtido conectando-sc quatro diodos l ttrw i'm/ m n tt: t Íwlrultlt n Unit¡ rim' CEKIV independentes. mas dado que esta configura-ção é muito LlSílda, pode-se utilizar tam- bém um dispositivo que tem os 4 diodos em um só pacote. o que representa algumas van- tagens na hora de montaro kit. As saídas do transforma- dor nmrcadas com IZVAC são conectadas às entradas do re- tiñcador em ponte que possu- em o símbolo de corrente al- ternada ~. As saídas do retifi- cudor em ponte que estejam marcadas com o símbolo + e - 13
  15. 15. "anuais T1 IJUl/ i* ; IED FALI 1 I-“JXKÍ Firtur. . . t. t Dianr inn . qu: ~m. .tico. O transformador e o encarregado de reduzir a tensão de entrada da linha AC. Já os reguladores de voltagem se encarregam de manter constante a saída de corrente direta que serve para alimentar os experimentos que sejam montados, evitando assim o uso de pilhas ou baterias que se desgastam rapidamente. Fiaiir . if Campori. - nt. tw. iiJ/ “lll -m o Ãi( Antes de iniciara montagem do circuito. deve-se --_› i ' veriñcar se os componentes estão 3d completos. fazendo-se uma t ' _ comparação com a lista de . x . materiais. O transformador de potencia 12V O transformador é um dispositivo que serve “(3,920 ¡ l O para transferir energia elétrica de um circuito n) Aspecto lísico VAC a outro. utilizando o principio da indução 7 _ magnética. É iomtado por duas bobinas. uma . t - 12; é conectada ao circuito de entrada e a outra ao de saida. Estas bobinas sào feitas de tio - b) slmb°l° de cobre esmallado. que se encontra enrola- do sobre um núcleo de material ferro-mag- nético. Estes elementos somente podem tra- balhar com corrente alternada (como a en- contrada nas tomadas) e são utilizados para elevar ou reduzir a voltagem de acordo com a necessidade. 14 ' '(i/ I'u> Pini: : n . ir I i. [lili/ H i. Wim'. im. "
  16. 16. Lista da materiais ltamlonnatlor T1: Primário=11UVAC (ou 220VAC). Secundário: 12-0-12 VAC. Corrente: tAm p. capacitores C7, C8: 2200uF/25V. eletrolltlco C9. C10. C11: D.1uF. cerâmico samlnrlutoraa R112 Retitlcador em ponte de 3A ICS: Regulador 7805 (+5v/1 A) ICS: Regulador 7812 (+1 2V/1 A) IC4: Regulador 7912 (-1 2V/1 A) Eleotmmacanlcos 2 Conectores de parafuso de 2 pinos (CNS. CN4) 1 Circuito impresso CEKIT K-OBQB 7 Terminais para circuito impresso t Cabo telefónico de 5 cm para ponte (Jumper) 1 Cabo de potência com plugue de tomada Acessórios opcional: ' 1 Chassis metálico para K-OGQB' 4 Parafusos millmétrioos de 3x1 5 com porca' 2 Parafusos milimétnoos de 3x7 com porca' 4 Separadores plásticos de 1 cm* 4 Pés de borracha' ' Opcional irão alimentar os reguladores de voltagem de +l2V (7812) e de -l2V (79l2) respectiva- mente. O cabo central da bo- bina secundária do transfor- mador é conectado apgño-ter- ra dos' reguladores de volta- gem que estão mais adiante. a tim de ajustar o tio-terra de corrente contínua geral para o circuito. Até este ponto, a vol- tagem obtida à saída do retiñ- cador em ponte não está re- Fonte de alimentação de +5. +12 e -12VDC de 0.5A Figura 3 3 Gula de montagem e circuito Impresso Deve-se ter bastante cuidado para colocar os componentes de forma correta, pois o retificador em ponte. os capacitores eletro/ Incas e os reguladores têm uma posição definida. Se esta etapa náo for ! eita corretamente pode-se danificar o componente. guiada. Portanto. pode variar de acordo com as flutuações da linha de corrente altemada que alimenta a bobina primária. Para melhorar a qualida- de do sinal obtido são utiliza- dos dois capacitores de 2200t1F. um deles é conectado entre a voltagem positiva que vai na entrada do regulador de +l2V (7812) e o fio-terra de corrente contínua e o outro na entrada do regulador de - l 2V (7912) e o mesmo fio-terra. A voltagem de entra-da desses reguladores deve ser de pelo menos 3V acima dc sua espe- cificação de saída, por exem- plo. para um regulador de 12V a ten-são de entrada deve scr igual ou superior a 15V. (trrw Prulrnr di* lzlrrrnurm lvdrvvuv CHKÍT O trabalho dos regulado- res de voltagem consiste em manter em sua saída um nível constante . apesar das varia- ções de sua voltagem de en- trada. Por exemplo. para o re- gulador de +l2V a tensão de alimentação pode variar entre +15 e +25 volts e mesmo as- sim sua saída deve permane- cer a mesma. No circuito. as saidas dos reguladores 78 l 2 e 79| 2 entram diretamente nos conectores. No circuito im- presso são referidas como +12 e -l2. O regulador de SV po- sitivos recebe sua alimentação da saída do regulador de +l2V; sua saida também leva diretamente aos conectores de saída e está marcada no circui- to ¡mpresso como +5V. 15 que -rav amwv' D
  17. 17. Projetos D i: "_; ,i? .i; ívfr a. ” wjll. rj; 'n tic' _J . ~ nã'. :u: .. É um circuito integrado que possui 3 pinos: entrada. terra e saida. Sua função é distribuir na saida uma voltagem fixa. que serve para alimentar circuitos eletrônicos sem o risco de que sofram danos provocados por variações de tensão. Os mais populares são os de volta- gem positiva de 5V (7805), os de 9 volts (7809). os de 12 volts (7812) e am voltagem negativa se conseguem os mesmos valores. mas a sua referência muda. por exemplo de -SV (7905). - 9V (7909) e »12V (7912). Um retificador em ponte é um dispositivo que contem internamente 4 diodos conectados conforms mostrado no diagrama. E fabrica- do desta forma devido à grande utilização que tem o circuito do retificador em ponte, o quai teria que ser implementado com 4 clio- dos independentes. se não se dlspusesse da ponte encapsulada em um único pacote. o que implicaria uma maior demora na mon- tagem e certamente ocuparia um maior es- paço no circuito impresso. 16 Montagem do pro/ elo Figura 3-¡ Para começar. coloque os componentes de baixa altura como a ponta (jumper) e os capacitores cerâmicos, depois os de maior aftura. Sempre tenha cuidado de cofocar corretamente os pinos. . CEKÍT 'f m w I'm/ u u rir l Iulrmm a ImIr/ "mi
  18. 18. "ü/ riu -l: .iiiuimtttnut- u'. .. ' f'“4 ' n¡ I, Fitmr. . . i ; '› Coloqui o blotru . dv ti rmirzn: n t. rmnm t ! url , no local correto. Se se olhar atentamente poderá ver as guias que 1 i , , permitem unir vários blocos para formar um maior. Se isto não for r 1 leito, os conectores náo ficarão colocados de lonna correta. 0 bloco de terminais Popuiermente é conhecido como terminal de parafuso ou regreta. É um elemento que permite lazer a conexão de cabos e circuitos impressos de uma maneira rápida e muito segura. Possui um parafuso para apertar ou alrou- xar o cabo que ó introduzido dentro de sua cavidade. Uma de suas principais vantagens e sua capacidade para ma- nusear correntos de vários Amperes. Estes conectores possuem em seus lados guias que permitem unir vários deles a tim de tonnar um bloco de terminais maior. ii _ Finur- .16 A und» do Null_ form : :im n70- l "i deve ' ser conectada aos tenninals laston do circuito impresso 1 - marcados como VAC-GND- VAC res activamente. Por sua p P . ; vez. a entrada do transformadora' conectada com o cabo * de força e o plugue de tomada para que possa ser i › s conectado à rede de corrente alternada. . -1 m / T-'s ("trrw Prttlirt: th' Iz/ rrruititu . Umivyrtut u n 17
  19. 19. "anuais. - Fiqur. : 3.7P. ~¡r. ; colocar . z ! onto sobrv uma b. _~. - fírlnc n ycqur. : pode-se uti/ ¡zar um chassis ou peça metálica sobre a qua¡ se fixam o circuito impresso e o transformador Para isto são utilizados parafusos com poncas e um separador plástico que permita separar a parta inferior da placa da lâmina metálica. Isto é leito a fim de evitar possíveis curtos. Na foto pode-se var em detalhe essa montagem. Fanum 3.8 Uma vo: tsirnwinuds. _i monL-mr-m dispôcrse de um excelente instrumento de laboratório que será utilizado em quase todos os experimentos. A entrada dc corrente alternada nu bobina primária do transformador é feita com um cabo dc bitola N" i8 AWG c um plugue dc tomada. Dcvc-. sc ter cuidado cm cobrir com uma fila isolante as _junções ou soldagcns quc sc façam ncstc lado do transformador. já que n tensão ou voltagem da linha é muito alta. Quando sc houver tcmiinado dc montar o circuito. deve-sc revisar a corrctu colocação dos com- portcntcs paira quc não haja curtos causados por soldagcns defeituoso. Sc houver disponibilidade de um multímelro, pode-sc comprovar o funcionalmente da fonte medindo as voltagem; dc saída. i *t 18 - . :V: * (r/ rw Pmlíu» th Izlrl/ “iiriirtl Una/ rm: :
  20. 20. Controle de luminosidade Projeto N° 4 Control de luminosidade Ao montar este projeto obtem-se um circuito que permite controlar a quantidade de potência com que se alimenta uma carga de corrente alternada. Neste caso particular, conectaremos uma lâmpada incandescente, ainda que se possa utilizar em outros aparelhos como o motor de uma furadeira, por exemplo. O controle de iluminação é conhecido popularmente como dimmer. serve para controlar a intensidade com que uma lâm- pada incandesoente ilumina. o que é muito útil porque permite adequar a luz de um ambiente para cada ocasião. Seu funcio- namento é explicado com base no diagrama esquemático mos- trado na figura 4.1. O circuito é fonnado por vários componentes importan- tes, o primeiro deles é o Tnkw. que atua como um interruptor que se fecha cada vez que re- cebe um pulso no pino chama- do Gate ou porta. A partir des~ se momento. a corrente pode circular através de seus termi- nais MT! e MT2 c, deste modo. pode-se alimentar a car- ga que está conectada ao cir- cuito. A fonna de controlar a quantidade de potência que é aplicada em tal carga consiste em fazer com que o disparo ou ativação do triuc se faça duran- te mais ou menos tempo. Des- ÍÍIFWI Prrilim (Ir liirl/ 'mtiru War/ vivir¡ i sa fonna tem-se uma maior ou menor voltagem média aplica- da sobre a mesma. Para controlar os tempos de ativação do triac tem-se um circuito formado por resistên- cias e capacitores. os quais funcionam da seguinte manei- ra: Quando sc aplica voltagem ao sistema o capacitor C3 co- meça a carregar-se através das resistências R l , R2. R3 e o po- tenciômetro R4. Uma vez que a voltagem sobre os 19
  21. 21. "/ ¡“: J(IL; Carqa t 110x220 * C1 VAC ÚÍHF 400V F ttsiblt: , y__d'v_. ; ¡ 100--150ttH *v* Um aspecto imponente é que quando se trabalha com corrente tatternada de UOVCA os capacitores devem sor de 400 votrs. quando se trabalha com 220VCA, devem snr do pelo menos 600 volts. Fiqur. . «Lt Diaqrunm n-. quematico. O componente central deste projeto e' o triac. que atua como um interruptor que se encarrega de contratar a quantidade da potência que se aplica à carga quo se hâVIH conectado. O potencfómetro R4 é o que permite ao usuário variar o valor de tal potência. terminais do Diac alcança sua voltagem de ruptura (geral- mente 30V). este conduz e pemiite que o capacitor C3 se descarregue em direçao ao Gun' do triac. fazendo com que este entre em condução e. portanto. a carga recebe ali- mentação. Ponte-se deduzir que quanto maior seja o valor das resíslêltcias. tnaior será o tempo de recarga do capacitor e. portanto. d carga recebida será de menor potencia. O ca- pacitor C 2 é ttcresccittatdo para reforçar a tensão do C3 no ntomettto da Licscttrga. Da mesma fomta em que sc controla ; t potência aplica- da sobre uma lâmpada, tam- bém pode-se controlar a velo- cidade de giro do motor de uma furadeira ou de um moto-tool. 20 Tais motores. por serem cargas de tipo indutixro. podem apre- sentar alguns picos ou sobre- voltzigcns muito elevadas no momento dc cortar-lhes a ali- mentação. o que pode danifi- car o triac. Para evitar este pro- blema. colocou-sc ; t rede for- mada pelo capacitor C4 e Lt re- sistência R5 em paralelo com o triac. O capacitor crncarrcgtt- se de absorver as . sobrcvolta- gens geradas pela bobina do ntotor e : t resistência de limitar a corrente dc descarga daquele capacitor sobre o triac. A rede formada pelo ca- pacitor Cl e a bobina L l ser- vem como filtro para garan- tir que não se produza in- terferência de rádio-freqüên- cia sobre a linha dc corrente alternada. Tal interferência pode estar presente devido à ativitçãt) c desativação do tri- ac. O fusível que e inslztlado cm serie com a carga. C- uma medida de proteção contra os curto-circuitos que podem acontecer e seu valor Liepcndc da quantidade de corrente que ela consuma. Outro aspecto imponatttc e a capacitkidc de corrente do triac. Neste caso. tttilizatnos um de 10 amperem mas quando a carga consome mais de 4 ou 5. deve-se tttilizar um dissipador dc calor que lhe pemiita suportar a elevada tem- peratura que C- gcrada quando tal corrente circula através dele. Apesar disso. na maioria das aplicações. como na lámpada incandescente. por exemplo. não é tteeessúrit) utiliza-lo. * (Vurw 1'/ «Hint rh Í7/t¡I'vr1¡tr'rJ Uru/ t rm:
  22. 22. :nn- il: o! lIrrr/ rrrn-. rlrfirr, MT2 Simbolo O Triac E um semicondutor de tres termi- nais, chamados MT1. MT2 e Gate (G); trabalha como dois SCR conec- tados no aniiparaloio. ou seja. pode Fitiilr. : J 1' Corviponnntws: qui'- form. m o , Ãrt Antes de iniciar a CÔHÓU? " Bm JmDOS 05 Semidoà iii' montagem do circuito, devemos ter ceneza de quc possuimos todas as 130 Wii¡ Qua¡ 9 @WWBQHÚO Pa” prkçns; nevcoss-(írias. Desta forma o trabalho é ferro mais rapidamente pois mânelaf Carga-S U0 60mm"? ôiiefüñ' nao Im' interrupções. Para isto devemos revisar com cuidado a Hsia de da- OPCTÕ COMO Um WCWUDÍO' 00"' mnfonggjs_ ! ralado por voltagem. Quando rece- be um pulso no Gato permiie que u corrente circulo do terminal MT1 ao MT2 e do MT2 ao MT1. permane- cendo nesse csmdo mesmo depois de se retirar o sinal de disparo. Para que deixe dc- conduzir. deve~5e in- terromper a corrente que circula en- Reslstencms tre tais terminais. R1: 10 Ku a 1¡4W R2: 2.2 K1: a 114W R3: 470 Ku a 114W R5: 47 L. ? a 1W R4: Poienciômetro 250 K9 capacitores C1. C2. C3: 0.1uFi400V (SOOV) C4: 0.047_uFr'400V (SOOV) semicondutores 1 TfiíiC de 10A-'400V BTAOG ou similar 1 Diac HT32 Diversos 1 Núcleo de ierrite de 2 cm de com- primento e 5 a 8mm de diâmetro 1 Fio esmaiiado para bobinas de bitola li 22 (1 m) 1 Fusível curto de 3 Amp. 2 Terminais de ponafusíveis para circuito impresso 2 Conectores de parafuso de 2 pinos 1 Circuito impresso K432 Firmr 'J (Tur : l- múnt. w. m. ( rrrurtú rriipu rf: Deve-se ter muito 1 Cabo de potência com plugue cuidado em se colocar as peças da forma correia. No caso dos carpacitoros de tomada faz›se uma montagem muito simples. visto que pode~se utilizar capacitores de 400 ou 600 volts. Por isso o circuito impresso apresenta dupla perfuraçao e um bom espaço. (irr nu Pimrrrr rir (Ja ! IU/ lui «r Uraí. - rm¡
  23. 23. "anular r i *' ii'= « z libi. " Vi' Ii' _ H Fiqum Jp! Par. ; comr-çnr, constru. . i bob/ n., ou choque que faz parte do fiftro de entrada. Para isto utiliza-se de um núcleo de ferrite de cerca de 2 cm de comprimento e aproximadamente 1 metro de tio asma/ tado bitola #22AWG. do tipo que usado para se bobinar motores e transionriadores. Para se conseguir a bobina que queremos construir. são necessárias cerca de 40 voltas de tio sobre o núcleo. as quais devem ser distribuidas em duas camadas de 20 voitas cada uma. Deve-se ter muito cuidado ao realizar esse trabalho já que o fio pode desprender-se ou afrouxar~se e isto afetaria o ! uncionamento do mesmo. Para evitar isso, pode-se utilizar um pouco de cola para que o tio não se mova do lugar. Uma vez tenriinado esse trabalho, deve-se desencapar as pontas do tio que irão soldadas ao circuito impresso para evitar que o asma/ te que as isola cause problemas de aderência à soldagem. Figura P. _m começar . montr ; num coloque os componentes de pouca altura como as resistências, em seguida os capacitores. o choque e o triac. Posteriormente devesse colocar o potenciômetro e os terminais que sustentam o tus/ vei. É preciso ter um cuidado especial para se fazer boas sotdagens e não ca usar curto-circuitos ' i entre os pinos dos componentes. 22 r . ' i A r (ruim Phil/ ui ll¡ Itivtrrrrrii it 11min Hi4¡
  24. 24. WHNMN: nl. luu¡Iu¡›. ^ti-I: Uf: 0 fusivel Trata-se de um filamento condutor construido em alumínio. níquel ou cobre, com uma fina camada de cobertura. Geralmente encontra-se dentro de um tubo de vidro com carapuças metálicas em seu exterior que servem para fa- zer contato com o resto do circuito. Como são contruldas em diferentes es- pessuras ou diâmetros. têm a capacidade de suportar diferentes quantidades de corrente. São utilizados em um circuito para proteger os outros elementos contra uma sobrecarga produzida por um curto-circuito. A corrente excedente derrete o elemento fusível e abre o circuito. Com isto faz-se com que o dano Aspecto fisico ocorra apenas no fusivel e não no resto do aparelho. O fusível que queimar pode ser substituido por um novo, logo após o reparo da falha que ocasionou a sobrecarga. Símbolo › "x Firmr. ; Ma' Um» v¡ t. rmiimrl» mon! rrrmu d. u - ¡nutrir! o luwvvw', O qua! deve fer um valor adequado para o consumo da carga que se venha a manejar. O resultado final é um circuito de controle que tem múltiplas aplicações. ( nn Piznnurlt / '/ lIHJ/ Jlril tirar/ nim " d 7 23
  25. 25. "WH-'HUJ Finur. ; 4.7 O cw-inplo cliin . ico di' . iplicdctzo consiste l im mnme/ Xir . t intensidade du um: : lámpada. Esse elemento deve ser conectado à saida do circuito, ao conector de parafuso que está marcado com a palavra carga. A entrada. que está marcada como AC lN. é conectada à linha de corrente altemada. O Diac MT1 Trata-se do um dispositivo semlcon- L Símbolo dutor de dois terminais, chamados e -, a MT1 e MT2. Atua como um interrup- _ i . tor bidlrecionai. o qual é ativado quando a voltagem entre seus ter- minais alcança um determinado va- lor chamado de voltagem de ruptu- _ e ~ ~ _ - " ra. Tal voltagem pode estar entre 20 " ' e 36 volts conforme a reteréncia. É X __ muito utilizado para disparar os SCR 5' ' ou Triacs em circuitos de potencia. s z J Fiqur. ; 4.8 P-im podrr mnnuwuzir do forma mui-i , rnqum os _ z , ~/ ' V ' _ . t. minuto» que se deseja controlar, pode-se colocar o circuito , ' ll_ _g V impresso em uma caixa ou chassis. Se este lor metálico deve- _/ 71' ' se ter o cuidado de isolar a face inferior do circuito impresso / Ã para que esta nao enconste na lâmina metálica. Para l K / ' conseguir isso. pode-se utilizar alguns separadores plasticos conforme se viu no projeto número 3 com a fonte de alimentação. Na figura mostra-se esta montagem conectada para regular a velocidade de um moto-tool. f z; 24 r (Yumi Priiltrri ilr Ii/ «Iriiiiirri Âliiilrriizi
  26. 26. _íuulvnollittoin ai: :rum-u Hunt-i: Num : :tir Ao montar este projeto obtém-se um circuito que permite controlar o tempo durante o quai se ativa uma carga. Uma vez que o tempo termine, este se deve apagar novamente. De um modo geral. um lcmpoflláidül' é um circuito que pcnnite controlar o tempo du- rzuttc o qual . se rcali/ .u alguma operação. Suas aplicações são múltiplas. entre elas se encon- tram: acender uma lâmpada ou ligar um eletrodoméstico du- rante um tempo determinado. li gar um ventilador u uma hora determinada¡ e dcsligá-lo algum tempo depois. . ctc. O circuito quc vamos construir desta xrcz. . servirá para (iirw I'I'ril¡c'r› : lu ILYt-Iriíiritw¡ Hot/ vivir¡ ' realizar o controle do tempo cm que permanece ativado um relé tão ! tuga o usuário aperte o bo- tão dc partida. Seu funciona- mento se explica buscado no diagrama esquemático quc se mostra na iigura 5.1. O componente central do circuito e'- o integrado 555. quc atua como um monoestárxel. isto é, que normalmente con- serva cm sua saída o mesmo nível lógico e. para fazõ-lo mudar, deve-se apertar o inter- ruptor S1 . Tão logo tenhu lcr- minado o período correspon- dente. o circuito volta ao . seu estado normal. Para quc a sati- da volte a mudar de nível. no- vamente e necessário 'aplicar outro estímulo com o interrup- tor S1. Desta forma. cada vez quc se ponha um nível negati- vo no pino 2 através desse ín- tcrruptor. a saída pelo pino 3 (distribuirá) um ¡tive! lógico alto que serve para acender o LED piloto e para acionar o nclé dc saída. 25
  27. 27. '. r¡[; ¡(o›; CÀRGA A? ilitJnlívÍíiO da cnrqn (AC ou DC) ' 'u O circuito integrado 555 se encarrega de fazer a temponzaçáo cade vez que se aperta o inferuptor pulsador St. Sua saida, pelo pino 3, faz com que sa acenda um LED que serve como piloto para verificar o funcionamento do temporizador e por sua vez é utilizado para ativar o transistor que aciona o relé. O potenciómetro R4 é o que permite ao usuário variaro tempo durante o qua! se ativa a saída. O interruptor pulsador Existem dois tipos de interruptor pulsador. O primeiro é chamado de normalmente abono, o quai permite fazer a união ou contato elétrico entre dois pontos quaisquer de um circuito. e portanto permite a passagem de cor- rente, cada vez que se aperta o botão acionador. O so- gundo ó normalmente fechado. o qual sempre tem seus dois pinos unidos e no momento de se apertar o botão. tem a conexão interrompida. Aspecto fisico O tempo durante o qual u saída do temporizador perma- nccc ativada é determinado pula rcsisténcia R2. o poten- ciôntctro R4 c o capacitor Cl. Para variar tul período dcvc- sc girar o potcnciómctro R4. Desta tonna consegue-sc um tempo máximo c um tempo mínimo quc é determinado por Cl. Sc: dcscjur aumentar ou diminuir os pcríodos de tcm- po, dcvc-sc aumentar ou dimi- nuir o valor dc Cl. 26 n. O transistor bipolar | Aspecto iislco É um dispositivo semioondutor de três terminais: base (B). emissor (E) e coletor (C). Pode ser utilizado como amplificador ou como interruptor eletrônico. isto depende da configuração do circuito que esteja . se-ndo utilizado. Existem duas classes de transistor bipolar. os NPN o os PNP. Para sua melhor compreensão recomenda-se estudar o tema do semp condutores na seção do Eletrônica Básica. O que utilizamos neste pro- Joto é um NPN. Sua forma fisica corresponde à que se mostra no deso- A placa do relé c. muito sintplcs. Consiste dc um transistor quc rcccbc na base o intpulst) positivo do integrado 555 c distribui em sua saida (o coletor) um im- pulso negativo. o que faz. com que a bobina do relé sc polurizc corretamente c por- tanto unem-sc os contatos comuns (COM) c nonnal- mente abertos (NO). O fun- cionamento do relé é muito simples. Cada vcz quc se po- ( um» P/ riH-(Ir : Ir Witt/ uniu¡ Uru/ writer nho. a qual vem em um encapsulamento plástico do tipo TO-92. Iarízu corretamente sua bo- bina. neste caso com IZVDC. os contatos me- cânicos dc saída mudam dc posição. ou soja. sc um estu- do de repouso o terminal co- mum c o normalmente fc- chado estão unidos . no mo- mento de aplicar voltagcm à bobina unem-sc o comum c o normalmente aberto. Quando sc retira a nlimcntu- ção os contatos voltam a seu estado dc repouso.
  28. 28. !': ;¡¡¡uinv, 'u; ¡n(-r ol: ;Jr/ ;tnug »upar nur" url; Fmur _› ; i Conrporau-, ntrv- qm, lorntrm ' n ; i'm to Antes de iniciar a montagem do circuito devemos ter certeza de possuir todos os componentes necessários. Desta forma. o trabatho e' leito mais rapidamente pois nao há interrupçoas. para isto devemos revisar com cuidado a lista de materiais. Resistências de 1/4W 1 ~ 220 ohm 1 - 1 K a 2 - 2,7 K 1 - 6,8 K 1 ~ Potonciometro do 100 KL) Capacitor 1 Eletroirttco de 100pFi25V semicondutores ON N09 ON à K1 m @tem IN GND +12V 1 Transistor 2N3904(NPN) 1 LED vermelho de 5 mm 1 Dsodo 1N4004 TEMPO HIZADOR VARIAVEL Circuito integrado 1 555 Variados t Interruptor pulsador normal- . t . 'b t . . . . . 1 Egg : :fàboencapslnado Fim/ r 5,3 Guia- Cit' / HOnluQN/ ii t» circuitos imprr. ..«. o- Este kn e 1 Base para Chcum ¡nlegyado de montado sobre duas placas de circuito impresso. Limaydeltvs r 8 plnos corresponde ao temporizador propnamente dito (circuito impresso Ko), 6 Tnrmmgús para cmuna ¡mpresso no qual se inciui o LED pitoto, a conexao a fonte de niimentaçao e o 2 conmoresdepwamwdcspmos potenciómetro de controle do tampo. A outra placa corresponde à parte 1 Cucuno ¡mpret So re¡ K5 de manuseio de potência e e' formada pelo reté e o transistor que controla a 1 Clrcuno ¡mpnüso rat RELB bobina do mesmo (circuito impresso RELEi). A montagem e leila em duas 1 cmo hmm 22 AWG 3o cm placas separadas para permitir o uso do relé em outros kits, nos quais se ( ' necessite o manuseio de aiguma carga de potência. O feio Train-se de um dispositivo aictromagnétioo que atua como um Interruptor con- trolado por voltagem. Seu iuncionamento consiste em fechar ou unir seus con- tatos. comuns (COM) e normalmente abertos (NO) cada vez que é energizado ou cic- recebo a voltagem adequada nos pinos de sua bobina. Quando não m snnboro aplica voltagem neie. o contato comum se une ao normalmente iechado. (NC). - ' ' ° ' ° - ' ' 'i3 ~ › Os contatos mecáiwioos do role são independentes da bobina. Portanto. este i componente pode ser utilizado para manusear sinais ou cargas de alta potén- Í cia (por cxempio lámpadas; o mototres). os quais podem soroontroiados a partir : wrJw de circuitos de baixa potência. o Aspecto tí: .lco (mw "rulrvii t/ r iii ! i'm . mw IwÍ- riu¡ ' V 27
  29. 29. 'U-¡iuc-i: Figura 5.4 A montagem d. : p/ JC. ) do temporizador é muito simples; deve-so levar em conta que o integrado 555 se coloca sobre uma base e que o potenciometm e o interruptor puisador se conectam aos terminais. Este último representa uma vantagem ja' que, caso isto tor necessario, esses elementos de controle poderiam ser colocados sobre um painel , permitindo assim que as plzacas sejam guardadas dentro de um chassis ou caixa metálica. Figura 5.6 Umci vez terminada . i montagem deve~. ~.t- unir ; is placas Para isto deve-se conectar os pinos de alimentação de ambos os circuitos. tendo cuidado de conservar a polaridade adequada para +l2V e para o terra. O cabo do temporizador que serve para controlar o relé e' conectado Figura 5.5 Par. : . i montagem da placa da rola somente se requer prestar atençao ao plano esquemático e às indicações que estão no circuito impresso. à placa RELÉ 1. no pino de entrada marcado iN. 'Estes circuitos podem ser alimentados com uma fonte de › IZVDC, Para isto pode so utiiizaro kit do tonto do alimentacao que se construiu no projeto N 1' 3. 28 Forma de utilização Quando sc deseja ¡nanuscur uma carga (por cxCllllJltü uma lâmpada dc llt) ou 220 VAC i utrax-'és do lcmporí/ .udor. um dos cabos de tal carga pausa di- rctumcntc até a sua font». - dc alimentação c o outro duvc scr cortado par: : conectar ; as pun- tas restantes aos contatos Co- ntuns (COM) c D()l'l'l1lllll1L'lllL' abcrto (NO) do relé. Dcstu tur- ma. a carga somente wc lllÍHl quamdx) o circuito dc contrulc o permitir. 5 v# ' (Vinil Pitt/ tro d. IC/ «lriiiiiui . Umiiiwi.
  30. 30. Amplificador de áudio de 2W com transistores Projeto N° 6 vvtvvvíjííàíTvTààíààí7à Amplificador de áudio de 2W com transistores Ao montar este projeto obtém-se um pequeno amplificador de áudio. ideal para ser conectado a um walkman ou a um tocador de CD. Sua principal caracteristica é que e construído com transistores, o que o torna muito fácil de montar e reparar, Em geral. um zimplilicztcinai' é um circuito que permite au- mentar o nível. seja da corren- tc ou da voltagem, de algum sinal elétrico. Existem muitas claisscs de amplificadores c suas aplicações são múltiplas. entre clas sc encontram os de áudio. os dc sinais de televisão, os dc potência utilizados para controlar motores. etc. O ciuc : apresentamos neste projeto é um pcqircxio umplificzidor de : iudio com potência dc saída IIIÊÍXÍITIL¡ de 2 W (O xvutt ou W é uma medida de potência¡ c está nlirctumcntc relacionado com : i corrente c u voltagem). Este circuito possui várias características importantes. uma clclus é quc pode ser uli- mcntado com uma fonte sim- ples de +l ZVCC. enquanto que a ¡nuioriu dos : unplilicadores comuns UÍHÍZHDI fonte positi- vu c negativa). A outra. é que está construído com transisto- l nrw Prmirn dr / Jfffrllllfll Iurlrrim 0 rcs. o que. o torna muito fácil dc scr montado c conscnado. ¡Álém disso. os componctitcs são muito comuns c são encon- trados em qualquer loju dc mu- tcriuis eletrônicos. A qualida- de do som quc pmduz cslc am- plificador ó muito bon consi- dcrzmdo-sc sua simplicidudc. 0 mais importante é que o abu- fzulor ou cuixu ílCÚSlÍCll quc sc conecta em sua sufdu também tenha atlgumus czirzictcrísticus adequadas. 29
  31. 31. Enuada "Myutsu +12V C1 tOul-«ESV «-'i O1 ENGQD-'l O4 TlPâ l a m. IN4148 2a, ) ca 2200,¡ Fi25V + Sama C3 47nri25v R1? SGUL) C6 47t1Fi25V Fínur. ; o. ) D¡ : martin i qucm: :ttco. O amplificador tem 3 fases diferentes. A primeira delas é formada por um pré-amplificador. Este consiste no transistor O1 (2N3904). que se encarrega de aumentar o nivel do sinal distribuido pela fonte de áudio, que pode ser demasiado baixo em alguns aparelhos. A segunda tese e' formada pelos transistores O. ? (80135) e O3 (80136). Sua ! unção e' amplilicar o sinal antes de transmiti-lo aos transistores de saida. A última fase é formada pelos transistores O4 (TlPd t) e O5 (TlP-l2). que distribuem seu sinal ao alto-falante atraves do capacitor CB. Neste exercicio utilizamos um aba/ eder que possui um alto- lalante de 8 ohms. Finur. , 5.1? Componvrtn . qui* formam o kit Assegure-se de ter todos os componentes necessários antes de iniciar a montagem. Para certificar-se disso, utilize a lista de materiais. 30 4 (tino Prrrtrru r/ › I'll Irwin n Hot/ i rm¡
  32. 32. t» ir (lv : unir-tl . v Resistências a 1I4W t 220 12 (R11) 1 390 12 (R2) 2 560 $)(R10.R17) 1 2 kt) (R14) 1 2.2 kt! (Hi2) r 3.3 k1t(R13) 1 6.2 ku (R5) r 1o ku (R8) r 27 ku (R3) 1 33 k! ) (R9) 1 220 kittFitt) 1 820 kit (R7) 1 l Mu (R6) 2 | Otta:2W(R15.R16) 1 Potenclómetro dc 250 kt) (R1) capacitores cerâmicos 1 100pF (C7) 2 1nF (C2. C4) capacitores eletroliticos 2 10_uFr'25V (C1. C5) 2 -l7pFi25V (C3. C6) 1 220otrFi25V (C8) semicondutores Drodo 1N4148 (D1) Transistor 2N3904 (01) Translator BD135 (O2) Translstor BD13ô (O3) Translator TlP41 (04) Transistor TIP42 (O5) nrlados Dissipador TO-220 Conector de parafuso do 2 pinos FIO para pontes (10 cm) Circuito impresso K-156 Parafuso milimétrico de 3x7 m__¡wm<_. ¡_. n.¡_¡ : :lilhílo ai; Eri. " -7¡rrivlÍi/ -i~: r›i~I at: mm ri: lct›:1l: rrvlu›: Fl(illrt, 6. . í GUI. : dt'- nrontcrnnn) r'- circuito ¡nrprw- ~ro Este kit á montado sobre um circuito impresso cuja referência é K - 156. Deve-se lnrum cuidado especial para se colocar as peças no local e no sentido correto. Para isto. dispõe-se de um guia de colocação de componentes. isto e', o desenho que vom estampado na faca superior do circuito impresso. Ori¡ ip Tlm' dv rzmlor É um dispositivo metálico que so instala em alguns componentes eletrônicos o serve para que o calor que produzem quando manipulam correntes altas sejam “xt í “ dissipador; através deles, Sua utilização “ nos circuitos quo os demandam é de vital t importância. já que os eleitos da l temperratura nos semicondutores; podem ocasionalmente danilicá-lo. Existem l dissipadorce; do calor de muitas formas . l e tamanhos. É importante que se escolha _ o mais adequado conlorme o tipo do _ l V_ _ _r componente que venha a ser utilizado o 5' ' ' a quantidade do corrente que venha a movimentar o mesmo. Frnur r_› A: A mum 'nr-m d) pLJC do . rrnpiinrgvdor e muito simples. Deve-sc apenas ter cuidado de verilicar o dirrgrtrnm esquemático e a guia do montagem. No momento de eletuar a soldagem deve-se ter bastante atençao para náo se causar curtos entre pontos adjacentes. Além disso. recomenda-so que uma vez que se termine o processo de soldagr-m, soja feita uma limpeza da placa com um pouco de alcool e uma escova de dentes. Desta lorma, removcsc a pelicula de marlene! lundente que se cria depois da soldagem. Por outro lado, existem no mercado Mou/ dos especiais para limpar placas cuja utilização seria mais adequada. ' Não se esqueça de por as duas pontes suspensas que aparecem no guia de montagem. ("mw Piu/ Ir» (It Fl» trunir r¡ . iInr/ rrrru › . . l: 31 causar mal funcionamento do aparelho e N' " / L
  33. 33. 'Natan-ic EnaitT-»uiumunlo do Ultfkiiniofh', Neste kit utilizamos três tipos dife- rentes de transistor. em relação à suas formas fisicas. Eles possuem encapsuiamentos dos TO-92. T0- 126 o T0-220. Qualquer um deles pode ser do lipo NPN ou PNP. A di- ferença reside em sua capacidade para manusear os diferentes níveis de corrente. Na figura mostra-so a disposição dos pinos para os tran- sistores utilizados. . "M' Figura 6.5 O. ~. nteitos du ÍPIUDLVLJÍUfJ sobre os transistores de saida podem (rausar um mal funcionamento no amplificador, e inclusive podem chegara daniliat-lo. Para evitar este problema. utilizamos dissipadores de calor nesses componentes. Os dissipadores devem ser apropriados para o encapsutamento ou a forma fisica do componente que devemos proteger. Neste casos procuramos por um que se encaixe em um encapsulamento T0220. As etapas para unir o dissipador ao transistor sào as seguintes: Apllcamos na parte metálica do componente um silicone especial. que possui certas caracteristicas muito boas para a transferencia de calor até o dissipador. Este pode ser obtido facilmente numa loja que venda componentes eletronicos. A próxima etapa e colocar o dissipador e fixa-Io com um parafuso e uma porca. No caso de se utilizar o mesmo dissipador para varios transistores. ou caso os dlssipedores tenham contato fisico entre St. deve-se utilizar um isolante entre o dissipador e a peça. isto e conhecido como kit de isolamento, que também deve ser apropriado para o encapsulamento do semicondutor e serve para isolar eletncamente os dissipadores da peça e assim evitar possiveis curtos. Flnur r elo Pam utilizar o . implillcudor requer-se apenas uma fonte de alimentação de + 12VCC. uma tonte de áudio e um abatador com alto falante de B ohms. A fonte de alimentação e conectada nos pontos marcados + 12V e GND. , Neste caso. utilizamos como fonte de sinal um " reprodutor de CD. Sua saida esta' dividida em _ dois canais visto que e' estéreo. esquerdo (L) e f: direito (Fi). Numa dessas saidas insere-se um › conector FICA macho com dois cabos que sào levados até as entradas do amplificador marcadas VIN (entrada) e GND (terra). Leimbre- ( , . _ . -.. se de que no conector RCA o pino do melo leva A _ J- t, o sinal positivo e o contato exterior o sinal do li'o- ak _ . 1 . nt terra, l _ t '- Í¡ ~ . l Se se quiser montar um sistema estereo, deve- _i . ' se utilizar um ampli/ leader para o canal H e ou- tro para o canal L. A saida do amplificador pode ser conectada diretamente no abalador. 32 . i . .)I' ' Í lirui PIHÍii r! iÍi' Íliffillllt ll , Uru/ i llh'
  34. 34. 'x . n. Iiltzlmlit-'Jrtu atum url? Ao montar este projeto obtém-se um circuito que gera um sinal pulsante ou intermitente, o qua! pode-se utilizar para acender e apagar alguma carga conectada aos contatos de um relé. Pode-se utilizar como luz de emergência ou de sinalização no automóvel, estacionamento ou qualquer outro local. Este projeto permite construir uma luz intermiten- tc com um LED. Apesar de scr muito simples. é um dos circuitos que mais agrada aos hobistas ou estudantes que estão sc iniciando no ramo da eletrônica. Para ampliar a funcionalidade do projeto c dar uma aplicação real, utili- za-sc o sinal de controle que faz. acender o LED para con- trolar a ativação c desativa- ção dc um relé. O funciona- mento do circuito sc explica baseado no diagrama csquc- málico quc sc encontra na fi- gura 7.1. Ncstc projeto o circuito integrado 555 configura-sc como astâvel . isto quer dizer que sua saída não pcrtuzmccc em um só nivcl lógico. c sim que está variando constante- mente entre um nível alto c um nível baixo. Estas oscilações são as quc se aproveitam para acender o LED piloto c para acionar o relé dc saída. (Vino l'mli('i› dr Iflrlriiiiivi¡ xllnrlrrru¡ ' 'J' ¡ÍÍ V. ” O tempo durante o qual pcruianece a saida do cir- cuito integrado 555 em ni- vcl alto ou cm nível baixo á determinado pelas resisti-n- cias Rl. R2 e o capacitor Cl. Quanto maior for o va- lor das resistências e do ca- pacitor. maiores serão os períodos de tempo c vicc- vcrsa. Deve-sc ter cuidado para não selecionar tempos muito curtos porque o rclé poderá não responder a cs- scs impulsos. 33
  35. 35. "üjizuus 1N40()'~1 , Fiüii. di? 12V ¡IZVT | 'Jitmnnwm di" . ›IntrwnI. i«. ›ir_) (1.1 Curry¡ Finum 7. t Diagrama CSQUEMMÍÍCO. O circuito integrado 555 gera em sua saida no pino 3. um sina¡ que varia entre um nivel alto (tensão positiva) a um nivel baixo (tonsno negativa ou terra). Este sinal : :erva para acender e apagar o LED, ao mesmo tempo em que se utiliza para ativar a desativar o reta' que su encarrega¡ do manusear . i carga que foi conectada. O tempo em que o sirva¡ permanece nos niveis arto e baixo, bem como a troqutõncin do mesma, determinam as resistências R1. R2 e o capacitor C1. _ 1K* ki 'S #j E t . (21 21!'. N . v Y ['- . o . q, . _ NN. . F/ _qum 7.2 Componuntcra. qu: : formam o kit Antes de Iniciara montagem do circuito devemos estar certos de ter todos os componentes necessários. Desta forma o trabalho sera' mais rápido. já que nao haverá interrupções; para isto devemos revisar com cuidado a lista de materiais. 34 «zw- ' . '13 A pluma do rcló é Inuito . sim-- pics. Consislc dc um transistor quc rucchc Im has; - o pulso pos¡- Livo do integrando 555 c dislri~ hu¡ cm sua saiinlu to Lhicltjf) utn nível negativo_ o qual lki/ com quc ; t hnhillíl do rcló ¡aolatri/ .L-»sc cnrrclunlcnlc c. pommlo_ imun- . su os cnnlulns comum (('(_)I=1) c nonnulmcnlc : ihcrlo (NO) do rclú. São ¡nuilus : ts ¡iplicuçtõcs dos relé. líntrc : is principais estao o manuseio dc cargas dc ¡Jotúnciai quc devem ser mam- Lidaas ÍNUÍJILÍLIS do circuito dc conlrolc. Existem Llifcrcnlcs tipos dc rclés. quc ¡wodcm di- fcrcnciur-sc pela catpncitlztcic dc cUtTcnlc dc seus Cumulus. :Ilcn- sino dc ; ilimcnluçào dc sua bo- bina. o número dc conlums tro- cados no mesmo lcmpo. o ti po dc cncuixc cm quc são : :pru- scnlattlos. etc. " Cursa I'riíIit'r› th' Hlrtriniivit Uotlvrnu
  36. 36. Li-. t.a d: : mntnrniuis Reslslorcs a 114W. 5% 1 2.20 à! (R3) 1 15 K (H2) 2 2,/ K (F11. R2 nn plan: : de Circuito llll;1ll'n5()dí) Helo 1) 1 0.5 K (H1) Capacitor 1 &h-: :nllliíjo dr* 10_| IF. ›'25V (C1) semicondutores 1 Tfq"I'. |:'›fUr2N3904 1 l H. ) wrmetho dc 5 mm 1 Dtado ! M4004 Circuito Integrado 1 555 Vários RHÍH de 12V de encaixe [$9.50 para integrado dc 8 plnoes T-“Innnaiz, pura circuito ¡lhpreszso Cúnvcztnxrm. (te. narlíttf-«D de 3 pinos Circudo impresso ref K1 CVCLJIID irnpiwzñso ml RELEI Cubo bntola P? AWG. 30 cm 444mm. .- Çü. i›uuunik: .vnt: mu: :: r/Ã Z O O O 3 Z O 10F . 4555 N i N LED Í¡ a «o Sílltd ; auxiliar O LUZ INTERMITENTE O Fiqurn- 7.3 Guias de ¡nontnocrn c circuitos Impressos: Este kite montado sobre duas placas de circuito impresso. Um deles corresponde ao circuito de controle da luz intermitente (circuito impresso K t ), no qual se inc/ ul o LED piloto e a conexao da fonte de alimentação. A outra placa corresponde à parte do manuseio de potência e composta pelo relé e pelo transistor quo controla a bobina do mesmo (circuito impresso RELE 1). A montagem o' feita em duas placas separadas para permitir o uso do relé om outros kits, nos quais se solicitem o manuseio de alguma carga de potência. FIQUE¡ 7.1 A nmnmqxunl d. ; placa dt' circuito imprensa do controlo c' muito simples. Deve-se ter em conta que o integrado 555 localiza-se sobre uma base e que nos pontos aonde sn conecta o relé e a Ionte de atimentaçno sào utilizados terminem: laston para lacilltar a posterior soldagem t 'r dos mbos. E muito importante conservar a polandade adequada¡ no caso do LED, do capacitor o do circuito integrado. -ii FÍQUIZ¡ 7.5 PAM; .y nrontnoum d. ; plnc. ; do circuito impresso do rula sozinho e' necessário seguir o guia de montagem com um pouco de cuidado. Por outro lado. de ve-se prestar atençao no momento de realizar a soldagem para nao causar curtos entre pontos proximos. (urso I'r'u't¡rr› rir IÃIrtni/ ¡ict/ »Uru/ vmar * 3?' n" ' 35
  37. 37. "r-Haron Flow: : 7.o Um. ? vrz tnrmlnndç- a montagem devo-rc unir as pl. :›c. ;~; . de circuito Impr. ao Para isto deveuse conectar os pinos do alimentacao de ambos os circuitos. tendo cuidado de conservar a polaridade adequada para +l2V e para o terra. O cabo do circuito do controlo quc serve para controlar o rele' será conectado a placa RELE 1. no pino do entrada marcado lN. 'Estes circuitos podem sor alimentados com uma ionte de + t2VCC. Para isso pode-se utilizar o kit de fonte de alimentação que ! ol construido no projeto NVS. . o ~IN-*. lI¡'ll<. -|. Nli'¡| « (_) Í Fiat/ m 7.7 Um exemplo d. ; . zplicavcuo tipico seria utilizar a luz intomiitenle para indicar quando um , - veiculo encontra-se parado em uma estrada. e . _ , , 'e Nesta caso o relé se encarrega de fechar um circuito -x , 'c que envia corrente a uma lámpada de boa potencia e _ a apaga no momento em que termina o respectivo i' 'vi - periodo de tempo. k pi [1 N ~ x_ , Il 35 *'31 - " r › < (Yumi Prix/ ir» di' IíÍi'tr*r/ Ii¡r'ii . Una/ vinil
  38. 38. Fonte de alimentação variável de 1,5 a 25 volts P ro j eto N ° 8 Fonte de alimentação variável de 1,5 a 25 volts Ao montar este projeto obtemos um circuito que distribui uma tensáo continua. que pode estar entre 7,5 e 25 volts. cujo valor pode ser ajustado mediante um potenciômetro. Tai tensão pode ser utilizada para alimentar todo tipo de projetos e As fontes de alimentação são um dos temas mais im- portantcs em eletrônica, já que qualquer aparelho neces- sita de uma para seu funcio- namento. Além disso, de sua boa qualidade. depende o bom desempenho dos circui- tos que estão sendo alimen- tandos. O projeto que cons- truiremos nesta ocasião con- siste-se dc uma fonte de ten- são com saída wrariíwcl. cujo nixtel de saída pode ser ajus- tado de acordo com os requi- ( mw l'rutu'u «Ir Iflrttuiiic u 'Hmh/ viu 0 experimentos eletronicos. sitos do projeto que vamos alimentar c distribui uma corrente dc saída máxima de I ampére. Na figura¡ 8.I mos» tramas o diagrama esquenta- tico do circuito. Na continu- ação. faremos uma breve descriçãto de seu funciona» mento. O transformador de entrada (TI) se encarrega¡ de reduzir u tensão da rede t I H) ou ZBOVCK-U para '24VCA. Neste ponto co- necta-sa com um fusível de IA em . série com a saída do trans- csxrir formador. para proteger u circui- to contra os danos que poderi- am ocorrer no caso de um cur- to-circuito. Esta tensão dc cor- rente alternada retilicada atra- vés dos' tliodus Dl : t D4. para então ser filtrado nos capacito- res Cl e C2. Desta forma con- segue-se uma tensão de curren- le continua, a qual ainda não está regulada e. portanto. .se vô afe- tada pelas variações que sofre a linha de ailimenlaçãu da rede pública dc energia. 0 LED D5 indica a presença de tensão mus- se punto. 37
  39. 39. :It-flavia: Dl - D4 í 1N4004 D6 l N400~l . nv «' Vou! S1 . . D7 4 . ?ZOOtLF ! N OO¡ 50V 4 C. ; , 1.5 - ? LN 22%; F ; HV F 1 50o* wa lALlO . KMF A tensão de saida esta' determinada pela fórmula Vout:1.25(1+ ? liam t_ R2 Figura 8.1 Diagrama esquemático da tante varia' vol. O componente contrai do circuito é o regulador de tensão LM317. este encarrega-se de manter sua saida com uma tensão lixa e estável A arquitetura deste circuito é muito similar à utilizada em ! antes com regulador de tensão fixa, como os vistos no projeto 3,' a dilerença resida nos componentes que circundam o regulador (F12, Pi. D6 e D7). os quais permitem que este possa ser ajustado para obter a tensão adequada em sua saida. O regulador de tensão LM3 l7 é o encarregado. não upertus de distribuir uma tcn- . sãtt detemtiitatla, mas também de mantê-lu estável. Para rca- li7ur seu trabalho. devem co- rtectatr-se : to regulador a rem» tor R2. os diodos D6 e D7 e o potenciómetro Pl. Os diodos o protegem contra picos de tensão invcrsos e o potenciô- metro serve para ajustar o m'- vel da saída ; to valor adequa- do. Esta ntontugem tem a van- tagem de pemtitir obter qual~ quer ! então (entre L5 e 25V). algo que não se pode fazer 3B com os reguladores de tensão lixos. como por exemplo o 7805 (de +5V) e o 7812 (de +l2V) vistos em um projeto anterior. Se se (lescju construir uma fonte de tensão. cuja saída po» . sui um valor que não se puede obter com reguladores lixos. pode-se fazer uma pequena mo ditíc: ção no cincuito que aqui descnvolvelrtos. Por exemplo. .se requeremox uma fonte de 16.5 volts, pode-se girar o po- tenciômelro de nosso Circuito até que nu saida . se obtenha o vn- @l-: tfIliV lor desejado. para contprovCi-Io se deve ser medido com um multimetrtt. Nesse momento. pode-se retirar o potenciómetn) do circuito (tendo cuidado de não mover o botão ou httste/ eixt) 'i e se medir o valor dc resistência que existe entre os pinos que sào utilizados. então este pode ser substituir por um ou vários rc- sistores lixos'. de tal fomtu que se obtenha o mesmo valor me (lido. Assim podemos ter uma fonte do valor desejado e . sem correr o risco de que o valor de tensão mude ucidentalntettte. ' Curxa Prática de' Elctnirticu ; Unilrrrirt
  40. 40. :Nuvi: "h = ITIurLJ»'i: r-+: PI- 'rrrcitflvzr' -l› m" - 'JJ 'wir Lista de matermis Figura 8.2 Componentes. que formam o ! ut Antes de iniciar a montagem do CÍFCUIÍO devemos estar certos de termos todos os Flesistores componentes necessários. desta forma o trabaího sem' mais rapido ja' que 1 1_5 K a 1 /4w (H1) nao haverá intermpçóes; para isto devemos revisar com cuidado a iista de 1 240123 1r4w (R2) mafvrfaís 1 Potenciómetro de SK (P1) capacitores 2 2200_uF/50V ekatrolíticos (C1. C2) 1 IOpFiSOV eletrolítico (C3) 1 1pFi35V Tántalo (C4) semicondutores 1 LM317 regulador de tensão (IC1) 1 LED vermelho de 5 mm (D5) 6 Diodo 1N4004 (D1 . D2. D3. D4. D6. D7) wêzkcuít- rj, -., _,G› ' ' . f: _. .t. d O Dn 4 rt › 6m' c? "E- SALIDA p (n nom¡ ' “ 50v _ r_ A ' si! _ u R¡ , UMM-road . Ztvuç É ~Í mm D234 V' rusrau " III j I] m , , K-025 ' "LD 1' ' ' ~ 1 *f* ' 'FUENTÉDÉPODERVARIABtE' )E'Y' Diversos 1 Transformador (T1) Primário: 110 ou 220VCA Secundário: 24VACHA 10 Terminais faston para circuito ¡mmesso Para a Ao socundímo do 1 Dsgpador T0220 carga transformador 2 Terminais porta-fusível para circuito impresso 1 pamyuso mmmégnco 3x8 com Figura» 8.3 Guia de encaixa n circuito ¡mprnsso O circuito se encaixa porca sobre um circuito impresso K-025, ivete são incluidos todos os 1 Cücuno ¡mpmsso rat *O25 componentes e as conexoes para o tramstornraidor e a senda de tensao. 1 Cabo de potência com plugue Dovevsc ter murro cwdado ao colocar o: : componentes de torma correta. , _ pnnc/ pzztmente no caso dos ccrpacitores e o LED. os quais devem 1 Came cdhbre 22 AWG 30 Cm conservar uma polaridade adequada. (Wma Prrilíci¡ dr Ifielrtínici¡ . Hmlrrmt - @ff Nikko' 39
  41. 41. "Ir-natas Figura 8.4 O encaixe do cartão é muito simples, deve-se considerar que o regulador LM317 se localiza deitado sobre o circuito impresso e que nos locais aonde sào conectados os cabos deve-se t colocar terminais faston para facilitar a posterior : t . soldagem dos mesmos. ¡. Além disso, recomenda -se que uma vez terminado o processo de soldagem, laça~se uma limpeza da placa de circuito impresso com um pouco de álcool e uma rx ' escova da dentes. assim remove-se a capa de ' ~ . . , . I. r material lundente que permanece depois da soldagem. O regulador de tensno variável É um circuito integrado que permite construir fontes do tensão cujo valor de saida pode-se ajustar segundo os requerimentos do usuário. ; uu t Jem Para seu correto funcionamento. deve-se estar acompanhado por uns SA¡ elementos externos. como resistores, ÓIOÓOS e capacitores, O que ut¡- Abpem "Meo llzamos neste caso é um LM317, o qual vam om um encaixa do tipo TO-220 o pode manusear correntes de até 1.5 ampéres. Figura 8.5 Os eleitos da temperatura sobre o regulador podem fazer com que a tensão de , saida diminua quando a carga v' 3 ' conectada exige muita corrente, inclusive chegando a danifica-po. _ _ ¡-- __ . Para evitar este problema, tt "í f' . '. V: utilizamos um dissipador de calor. '_ Os dissipadores devem ser obtidos f f; v m ' e de acordo com o encaixa ou forma ' fIÉÍCâ do componente que __, _ 'V _-_ devemos proteger. Nesta caso, ” f. ' i buscamos um que se acople a um encaixa TO-220. 40 ai: : li--ÊIÍT - curta Prátim d. - ÍÍÍt'lI'i; I1Ít'tl . Hot/ criar
  42. 42. :uni: :t: iqiiciÍi- inflável ol: Ã. ? : '73 'util- 1 ' 'i- _Kx , l ' a 3. i' ' ? b ' . ' . ç lt . J_ y ' i_ ñ f* . .; › '. ' Í"? 7 . Neste projeto coloca-se o regulador sobre a placa do ' “ l " . Ç"7;r_; . circuito impresso e o dissipador se acopia com um “ _ r e - e v _ ' parafuso para aperta-io firmemente. _ ¡- . í i d» ' -' › . u; ' à A › _ . w 4 › " 'a' O Figura 8.6 O potvnclomctro de . iiuste conecta-se sobre os dois terminais taston que foram dispostos para tal tim. Nesse caso apenas utilizamos dois pinos do mesmo. o do centro e um lateral. Se se deseja montara i _ * 'i fonte dentro de um chassi, o potenciometro deve localizar-se nopainel frontal do mesmo. Para tal . t montagem devem ser utilizados cabos entre os terminais i M S _ n. g ¡ ) faston do circuito impresso e os pinos do potenclómetro. É t . . g Depois disso instalam-se os dois capacitores de 2200pF, i , A » ' tendo cuidado de respertara polaridade dos mesmos. _. 'y N 'f' ii . ("irrw Priilii-ii di' lflctrúriicu : Uuilrriiu - 551 FKÍÍW' 41
  43. 43. ;H-rluim Figura 8.8 Para alimentar os diferentes pro/ atos e experimentos com a fonte de alimentação podemos utilizar cabos com clipes na saida da mesma. Desta forma, a conexão com os protótipos é muito Iácil e rápida. Além disso, para que a montagem seja mais robusta e segura . pode-se colocar o transformador e o circuito impresso sobre um chassi metálico, Para isso utilizam-se parafusos e separadores plásticos. 42 , uma . i Figura 8.7 Uma vez terminada montagem da placa. devemos conectar a saida do trans/ amador aos terminais iaston que estão localizados na entrada de corrente alternada do circuito impresso. Nesta etapa deve-se identificar com cuidado quais seo os conectores do transformador que vao até a tinha de ; alimentação (t t0 ou 220) para conectar ali o cabo com plugue: nos conectores de saida (24 VCA) de vemos conectar os cabos que vão ate' a placa. O transformador utilizado tem saidas 12-O~ 12. Para obter 24 VGA de vemos tomar os cabos dos extremos (12- t2). . .e . _ _/ ” n. . , ' L* ' (uma Piaf/ Cir th' Iflrlriiriitut , Unir/ vma
  44. 44. Pré-amplificador para microfone . , w'. C i i . .m . _ i , i i s. ; u i : üwl qu» Im: ttitvercrímt: :iluminar »mx-ut tubo-it; ils tem . mt . -tnuwutc- ¡nuli- 010,104. "nunum, lrttt-LILIÍHII _mv-annua- tinta). ¡iiraátztttt-»vtlls t Mituliiitt; l ; Him-hi . NHIPIHIHI ›t: $.1v~¡t› : nuntutñíuszi-tnirw uam nuns: 'nm z-Iiillü-tlli-Hllv. Iulimvui -tw-wxa-? n uniu» m'. aturniñittkitclcuws. uk ruim; ¡zntan : tz-ciliar . üimttc tl. ; uma-H n» until- »um niu-«i a- . n; :nnuliiírv-uo¡ : m *reuniu-a mt; qmail». mu: m: ¡oumllmtulíis uu Im : rttulfiíiwirutci n; .miau 65H c em em¡¡Jiíiíuztnlt1r-k. .mu› : :Jiu ; me -ttliirwttuir »um lutam: ¡ciur-. i. ou J-. lml c-: íntut : nm-wiki f _. !irrita il t' cmg. " i-iiiiruntutoutçt th» ifkmnx- omiuamtmt: l' i¡ ltt›r: tvI2-e'. '›v. .1it| li'itiir44ictntsk its. fuüXjil ? img sua, 'um siri-I: Itu claims-i: liam: ct'- . íionl. o jirzfl-unttnlíiírwuitui montar» niiiut-ittiw mtuistnçr-. iuk ii-uxx¡ n: oir›iti. snciijivtl'kuo sm' u: um. : u): serviu. .i n _ntítciuro_ *uohsrtoianttoaimtu; , . faturam niiiácti-itttw-(titatçsiii. it; unit-italia. !Iii-I mui: ~:tmnnioimtñurtt-gnsnnnu ravulisfle-iap amiga-inn: !llll- u. . in mai¡ : tum: _mm cumuuttanuizu: :q›JÍto*zMt¡': '-i›. *- 'l_| _l(~ ai: aiii-arauto'. :m: nine, _cl-m T. , ~ mundi¡ gm'- -i-iumnnuíusanurnt Ilê-An . patam- a nw onwzunuiplilíiaertntui mm m¡ uuiiaut: .uma : mais: .i'm-JL ui» animam m. ¡muuuiuur-i: at¡ tbm _niioiilcttlwar '› xltxuztu. N: ?igual 'I i 'A « ttwmmtttox n . uiruymttw -; ~:« 'Ijll-HNÍÍÍÍNI» Ii! eiittzlñto, ' _Iúitttníilnzpicxxanír "Lies-urina Itu. - oiii-imunes'. níiittiiitr »mr lív"1tl'l›lli'lfà¡âi'? nulla ¡i-»zliitnra-itthwfâí¡ na @i4 '~ i : iqgnmk: :to m] «ruínas tihritttfuin' *. l Istwuiv o: : m ttíluruínutw: tinham 'meu qu: ¡numgsiht í): ain't. ? Hip); si; iuttexciíbioi» 'lunar-uam neumarttu: liÍÍ-'MIHIIÍ-H- uinrà» ciíiiu, tm um'. i0ii| lllüi| lltillllàlilt. .küihlit. “ _t_
  45. 45. 'N¡)]: J(nk @J Seletor dm. . possiçoc: : Ci lOtiF . , OUi IOiiF H; Ê f-inuri 9.1 DÍ-igPliÍiJi uquwmniico do plf- aliipiiii( qu: p »r I mic-retoma. O compc-Pnnirj central do _ circuito c» o amplificador dpereicroriei¡ LMSSB. este cumpre Li funçao (ie kifilcliiicilf os fracos ; mei-u que o microfone distribui para leave-Io ; e niveis : idcvquados . i. 'ziàfiiin . iplicadiy. a um ; amplificador de polrência Para ajustar o nivel de rimpiilxcaçáo . t um vale. - . idoaurarfo ulilizrrex: o TITOBiiKÍU R6 lrmisfor variriveii, uííit' deve ser calibrado cado vez que Hein* mudado o tipo de microfone. deduzido obscriraiinlo-si: o dia- grama esquemático. No micro- fone elclrcfn, poi' exemplo. Lttii de seus terminais conectar-sc ii term c o outro dcvc sui' levado até a fonte dc alimcntaçãt) com um resistor (neste caso R1 (lc IOK): o dinâmico por . sua wi. possui um terminal no qual sc mantém um níi-'cl CC perante o ciivisor dc tensão formzidi) por R2 e R3. o outro pino é a saída. No pré-zimplificadiir a montagem funciona : apenas cm um dos dois microfones por VCI. . peru isso COIOCOU-SC um seletor que permite cscolitcr quai dos' ciois cstz-'i conectado ao amplili- cador opcraciroiizil. O conector utilizado é do tipo jiimpvr' foi marcado como i3; neste. o pino central vzii até a cnlradai positi- va do ilmpiiiiCiitioi' atmvés do capacitor Ci. [intro os pinos l c 2 (lo aimplilicttdoi* operacional f saida c entrada ncgali va respec- livamcntc) conectou-sc um rc- 44 ostali) (rcsislor variável) dc l ivicgaolim. quc . serve paua ajus- tur o nível dc ; implificaçño ao valor dcwjudo. Normalmente li saída dc um pré-amplificador pode: scrdaordcmclc l volLcn- quanto que sua entrada. ou seja. o microfone. é da (ardem dos milivolls. Devemos ici' pfcscfilc quc o valor dc ; implificaiçíici C- difL-rcnlc para cada caso. O amplificador operacional Portanto. .xc sc muda dc um lipo di: microfone para ou- lro, (lex-masc mudar u posição do rcostalo com o fim dc obter um ótimo funciona- mento do circuito. A saída do amplificador operacional passa através do capacitor C3: ncssc ponto já . sc pode conectar um amplificador de potência quc possa gerenci- ar um ou vários altmfalan- tes diretamente. É um circuito integrado que pode cumpnr diferentes funções dependendo da forma em que esteja conectado no circuito. Sua tarefa básica. para a qual foi projelado. e ampliiicar sinais. mesmo que. dadas suas excelentes caracteristicas. seja utilizado em quase todas as aplicações de áudio. Existe uma grande variedade de amplificadores operacionais. os quais possuem diferentes caracteristicas eletricas e diferentes apresentações fisicas. O módulo básico do amplificador operacional possui 5 terminais, dois para a fonte de alimentação. um para a saída o dois para as entradas. O que utilizamos ncslo proieto é o LM358. Este inclui dois módulos amplificadores dentro de um só encaixe de 8 pinos. . Í' [r . WWF - (Íunu Prriliun (II ÍÍ/ «Iriirirrui Uru/ i Iliif
  46. 46. :Heuuci-lmrldvl-I ; Hi/ z nnlrituinnl. . . . 't ' ' _ Fiqum 9.? Conmonvntog. que formam o kit, Antes de iniciar a montagem do ~ _, m circuito, devemos estar ' ' certos de termos os componentes necessarios. Desta forma, o trabalho será mais rápido, ja que não he verá interrupções; _______7 ' - ” r ; ~ . para isto devemos revisar “xxx '-5 7* com cuidado a: lista de ' materiais. Lsuí. . de? INHÍÚTIJIH Rcslstoros de 1I4W - 10K (R1) - 5.1K (R2, R3) - 5bK (R4) . 550k( (R5)) 1 - ? PK (H7) 1 - Reostato du 1M (R6) PREÀNPLIFICADDR 4 PARA HICROFDND capacitores 2 - 1CuF. ›'2bV eiletrolnico (C1. C3) 1 2CipF creràmico (C2) semicondutores 1 ~ Circuito integrado LM358 (IC1) Vários A 1 . [1454, um ¡ucm-_D ¡rmgrmjo de gpmm_ Figura 9.3 Gui. ; de monttaqcm c circuito impresa-o. O pré-amplificador e 1 . [Xnnectai . m um. ; dl_ ; a ; Jinc-: q mp0 cerca] encaixado sobre um circuito impresso referencia K- 158, nele são incluidos 1 › Jumpu todos os componentes e as conexões para a tonte de alimentação, os e - Tigrmindlfn iawton POW' C¡'°U“° microfones e e saida. Deve-se ter muito cuidado para colocar os '1mF(': ““-5“; * _ Í K Vad cEKlT componentes de forma correta. por exemplo. os capacitores e o circuito ' m' °"“p"”'°"i°"" ' ° 1 ' te "dod on rv. -r m lard d ' 'da 1 _cdhu humíarjt) (ao em) in gre evem c se a u a po I a e adequa . 1 - ÍWCYDÍDHG eietreto q' f . vl- ' "- Íj' ~_ 1 P5 ' 4 _ r. . t' â _r ' -I . ¡ __ x Fiqura 9.4 A montanem do circuito impresso é muito simples, mas deve-se ter especial atenção no momento de fazer a soldagem para não causar curtos entre pontos adjascentes. Alem disso, nos locais onde sào conectados os cabos devem ser colocados temiinals laston para lacilitar a posterior soldagem dos mesmos, Recomenda-se que uma vez terminado o processo de soldagem, seja leite uma limpeza da place com um pouco de álcool e uma escova de dentes; assim e removida a capa de material iundido que tica depois da soldagem. (WIND Prúliru dt' Izirtrúiiiiwi . Um/ cruzi - "É. :Tfiiíf 45
  47. 47. Aspecto físico do microfone nletroto O microfone É um componente eletronico que luz parte do grupo dos trensdutores, os quais tem como função converter alguma variável fisica em um sinal eletrico ou vice versa. Os microfones em particular, recebam energia em forma do ondas acústicas ou sonoras e convertem-na em debate sinais de corrente ou voltagem. Todo microfone possui um diafragma quo ú excitado pela onda acústica o um elemento transdutorlcapsuia) que transforma vibrações do diafragma em um sinal elétrico equivalente a entrada acústica. Existem muitas classes de microfones, etc-s; so diferenciam pelos materiais em que estão construídos. suas aplicaçoes. a forma de conectar-los ao cir- cuito. etc. Neste projeto utilizamos um do tipo nletrcto (recebe este nome pelo material de sua membrana) e outro do tipo dinâmico. Flqum 9.5 A forma de se conectar os microfones e' muito simples. Deve-so somente soldar seus dois cabos no local marcado no circuito impresso. No caso do microfone dinamica. o processo e rapido já que trazem SÚUS dois cabos originalmente. Para o microfone eletreto porémpara o microfone eletreto deve-se fazer a conexao completa. Para ele utilizamos cabos blindados. E ste tipo de condutor possui boas caracteristicas e portanto náo afeta o débil sinal de saida do microfone. Neste tipo de cabo os condutores sao encontrados um dentro do outro, separados por um material isolante; deve-se ter um pouco de cuidado no momento de separar os elos de cada um para soldar-los. Figura 9.6 O circuito terminado pode-se conectar a qualquer amplificador de audio. Os pesos incluem a seleçao do tipo de microfone mediante o jumper referenciado como JS. Logo. ii saida do preamplificador, deverá ser conectada a entrada do amplilicadore a saida deste à caixa acústica ou alto-falante. Neste caso. utilizamos o amplificador que se construiu no projeto N*'6. Não esqueça que a fonte de alimentação para estes circuitos c' de + 12 VCC. 46 rw “r-i t ("urso Prática rlz' If/ vlrviiiirii . iliirlvriia
  48. 48. ?ht/ g Ii: :Kit-'Uflt : tññtih Hall¡ 7th# ¡qr v_ «. ... __. ... . _hn --- . , _. -?. ,›. _., . ____ 1 . _¡ '_ u á i l . l « l 1M] . v _ l 'P 'l' ' › . t f l t, j fl _. .T. »J “as CN Ao montar este projeto obtemos um circuito que permite manusear cargas de corrente alternada, por exemplo uma lâmpada incandescente ou um pequeno motor, a partir de um circuito eletrônico que gera sinais de controle de baixo nível. Um relé de estado sólido. como seu nome indica. c um dispositivo que utiliza um in- terruptor de estado sólido (por exemplo um transistor ou um tiristor). em lugar dc contatos mecânicos (como os dos re- les normais). para coinular cargas de potência a partir de sinais de controle de baixo nivel. Estas últimas podem provir. por exemplo. de cir- cuitos digitais e . ser dirigidas a motores. lâmpadas. solcnói- des, calefatores. etc. O isola- mento entre o conjunto de cir- cuitos de controle e a etapa de Curso Prático (Ir Eletronica . Um/ trial '* potência proporciona geral- mente um optoacopiador. A comutação propriamente dita pode ser realizada por transis- tores bipolares. MOSFETs de potência, triacs. SCRs. etc. Um relé de estado sólido oferece várias vantagens no- táx-'cis com relação aos tradi- cionais relés e contatores ele- tromecânicos: são ntais rápi- dos. silenciosos. leves e con- fiáveis, não se desgastum. são imunes aos choques c às vi- brações. podem comutar altas correntes e altas voltagens › já! ..- -. , -.. x . “. - l sem produzir arcos nem ioni- zar o ar circundante. geram muito pouca interferência. proporcionam vários kilo- volts de isolamento entre a entrada e a saída. ctc. O pro- jclo que construírctnos nesta ocasião é um relé de estado sólido cuja saída é feita atra- vés de um triac. portanto, está destinado a manusear cargas de corrente altemada. Na ti- gura l0.l é mostrando o dia- grama csquemático do circui- to. na continuação faremos uma descrição de seu funcio- namcnto. 47
  49. 49. antigo» Figura 10.1 Diagrama esquemático do role' de estado soiido. O circuito possui dois componentes principais, um é o optoacopiador que pennite conectar circuitos da contrate com sinais de baixo nivel a circuitos de potência com alta tensao. o segundo é o tnac, o qua¡ se constitui no eiemento ; ativo quo gerencia a carga de potência. O relé de estado sólido aceita sinais do controie que devem to¡ uma tensa: : entre +5 e + t5 volts e para desativar o relé a entrada dove cair a um nivel baixo (proximos 0V). ° É muito importante ter em conta : t tensão CA que se conectam na saida. ainda que o triac O4015L5 esteja especificado para 400 V. deve-se ter cuidado ao utiiizar os capacitores C1 u C2 com uma tensào superior à da linha de alimentação, Ao 'aplicar' uma tcnsírci de controlo nzr entrada¡ do circui- to. circula uma corrente dc polarização ; rtruvcs do LED do optoacopludor' c cstc cmi- lc sua lu? infrzrvcrmclhat no intcrirvr da cápsula. Estar Filtil- ¡rçào t'- captada ; Jclo totodctcc- tor c convertida¡ cm corrente quc t'- utili/ .zttlzt ¡vuru impulsi- onau' dirctuntcrttc o triuc cn- carrr'cgudr› dc comutur : t po- tência du carga. Os rcsislorcs Rl c R3 limitam ; r corrente: atraves do LED indicador D3 c o LED do optoucopluclor' : t um valor seguro. 0.x demais clctucntos ctrmprcrn funçrícx LlLlXÍiÍLlFcs. Por CXUIIIPiD. D2 c D-l protc- gcm 0.x LED cm um) dc uma inversão du ¡aolnridatdc da tcn- . xão do: controle L5 o QI blo- qttcu ; r pussatgcn] dit corrcnlc 48 para o optoncoralndor' truuntlr) isstc c superior ; t ISV. Este li- mitc c Liclcrlllillíldt) polo dio- do Lcnrr Dl. lista¡ rcgulttçírr) c lcita com n linulidude dc protcgct* o LED do optouco- plildtlr. Em contliçtbes' normais'. com tensões dc entrada posi- ttvost strpcriorcs' : t SV c inic- riorcs ; r l5V›. Dl. D2. D4 c QI pcrtttuncccrtt cm cstzrtlr) OH¡ lupttgardrtx) r: smnunlc circular corrcnlc através dos LED tlamto do LED indicador D3 como do Llil) do optou- copludor). Quamdrw : t tcnsàru dc controle supcrzr at DdlTUÍFu do». ISV. Dl c tlispatrttdt) e permitc u circularçàra dc cor- rcntc dc lntsc do transistor Ql através dc R2. Como rcxultu- do. QI conduz c bloqueia u ¡vnssargcnt da corrente para o rcr : :hr optoucopltttlor. Algo sintilur ncontccc quando Ç- aplicada uma tcnsítt) dc entrada inver- tida. Neste caso. conduzem) D2 c DJ. cviturtdo quc u ten- são inxrcrsa dc entrada fique atpliczrdtr ; ros LED. A ntáximtt tensão inversa quc pode ser ¡rplicirdtr : t um LED : mtos de tlcstruir-sc e de ordem dc 3 ; r (1 volts. Ocircuittt dc saída do relé dc estudo sólido trtiliza um tri- rtc dc portu isolada (Q2) go- vcrrtado pelo diac do optou- coplrtdor. Uma vc¡ disparado o optoucoplndor pelo clcim da tensão dc controle aplica- do it entrada. circula uma¡ cor- rente pelo ntcsmt) c pela por- tar do triac. fazendo com que este cntrc um condução. pcr- mitirtdo à vez quc circulo cor- rcntc ; ur-raves du carga. ° (Vino Priitici: de' Iflrlrfinírtr . lim/ tmn
  50. 50. O Q40l5L5 utilizado em nosso projeto requer uma cor- rente dc comporta mínima da ordcm dc SOmA. O triac do MOC3010, por . sua ver. . possui u mn capacidade dc corrente de l0OntA. suficiente nara dispa- rar praticantctttc qualquer triac. A rcsistêttcitt R4 csuthelece ; i comcntc dc comporta do triac. A rcdc formada por R7 c C2 (denominada rcdc . vntrhl›r'r) cvitu quc as mudanças rápidas na tensão dc entrada dispurem inudvcrtidttittentc o tñuc en- quanto cstc . se cnconlru cm cs- tudo OFF ( fora de cottdttção). Sc forem tnunuscrtdrts . somente cair-gas puramente rcsistiwts Aspecto fisico O diodo zoner 't: i/; ré, (por exemplo lâmpadas c calc- futores). pode omitir-sc : i rede . xmihhcr . A rcdc lormada por- RS c Ci pcrtnitc o tnnnuscit» confiável dc cargas indutivzLs como motores. solcnóidcs. rc- lés. transformadores. ctc. Sum u rede RS-C l , pode sc cnusuro disparo involuntário do triac ou u sua desmtiçào. Em condições normais. o disparo do triuc : tão está sin- cronizado com os pornos dc cruz por zero du corrente ou u tensàt) dc carga. Portanto, a Condução do mc amo pode pro- ciuzir-se cm quatltnicr ponto du forma de onda. Sc o disparo Fiaur ~ 10,. " Cormscwi nr. , qç_ torm. ,rn o . iii Antes de iniciar a montagem do circuito devemos ter certeza de ter todos os _ n componentes necessários. Desta forma o trabalho é feito mais rapidamente. já que não há interrupções; para isto devemos re ver com . P, cuidado a lista de z materiais anexa. E um ÓiOÓO que sob condições normais. ou seja. polanzado diretamente. se comporta do maneira similar a um diodo retiiicador normal. Mas quando se poiuriza do forma inversa. possui a propnedado de regular ou de limitar em um valor determinado a tensão que cai entre seus tenninais. Por esta razão. é muito utilizado em fontes de tensão ou circuitos onde e necessario regular algum nivel de tensão. A tensão especifica do cada diodo é determinada pnio iabricante: portanto. existem no mercado diodos zener de diferentes tensões. por exemplo de 3V. 9V, 12V. etc. . (Jum Putin u ll! I lr Irnrir. r¡ 1!I'Ãl, i : m: : Mirai-ir . WI/ lvl util¡ 'F-*r ocorre próximo dc um pico positivo ou negativo. onde : t taxa de tnudaitçu da tensão é muito alta. através du carga circulurai uma corrente insum- tânen muito clcvndn c sc ori- ginurzi uma grande quantida- de de interferência. Esta últi- ma pode . ser induzida cm rá- dios. televisores' c outros cqui- pnmentos settsix-'cim Para cvi- tur que isto acontcçat. o ! MOC3010 pode scr substituí- do por um Optoacoplador com detector dc cruz por zcm tul como o ivlOC303 l ou similar. Neste caso. o Ci dcvc ser cli- minndo c o R5 substituido por uma pontc dc O ohm. Lista de materiais Reslstores a 1/2 W - 5% 1 330 ohms (R1) 1 270 ohms (R2) 1 2.2 K a 1/4 W (R3. R5) 1 220 ohms (H4) 110 K a 1/4 W (R6) 1 39 ohms (R7) capacitores 2 OmuF/ SOOV ó 600V (C1. C2) semicondutores 1 Diodo Zener de 15V a 1/2 W (D1) 2 Diodo 1N4004 (D2. D4) 1 LED vermelho (D3) 1 Transistor 2N3904 (O1) 1 Triac Q4015 ou um de maior tensao (O2) 1 Optoacoplador MOC3010 (U1) Outros 1 Dissipador TO-220 1 Kit de isolamento para TO-220 2 Conector de paraiuso de 2 pinos 1 Fusivet curto de 10 Amperes 2 Tenninal porta-iusivei para impresso 1 Circuito impresso K-088A 2 Terminal para circuito impresso 1 Base para integrado de 8 pinos 1 Parafuso milimétrico 3x7 1 Soida (1 m) 49

×