Violência física

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Violência física

  1. 1. 1 Violência Física/sexual INTRODUÇÃO Denomina-se violência sexual domestica como todo ato ou jogo sexual, relação hetero ou homossexual, entre um ou mais adultos e uma criança, tendo por finalidade estimular sexualmente esta criança, ou utiliza-la para obter uma estimulação sexual sobre sua pessoa ou de outra pessoa. Nesse caso entende-se que a criança é sempre a vitima e não poderá ser transformada em ré A intenção do processo de violência física/sexual é sempre o prazer (direto ou indireto) do adulto, sendo que o mecanismo que possibilita a participação da criança é a repressão exercida pelo adulto, sendo que tal repressão tem padrão autocêntrico de relações adulto-criança te em nos contemporaneidade a violência contra crianças é constatado diariamente nos noticiários e estudos científicos, devido a seu alto índice, estando diretamente relacionadas às questões estruturais e interpessoais em diferentes aspectos social, econômico, cultural e psicológico. JUSTIFICATIVA O titulo em questão foi escolhido por ser um assunto de bastante relevância no que diz respeito em atentar-se para possíveis abusos de cunho físico/sexual. O paradoxo dessa questão é que o lar domestica onde normalmente as crianças estão incendas devera ser um meio de as mesmas estarem sendo protegida e não expostas a esse risco. OBJETIVOS O presente trabalho tem por finalidade analisar a violência física/sexual que ocorre no âmbito privado da família OBJETIVO GERAL Reduzir ou evitar traumas psicológicos futuros;
  2. 2. 2 Diminuir a evasão e o baixo aproveitamento escolar; Permitir que a criança tivesse uma infância sadia; Fortalecer os valores éticos, morais e familiares. Orientar os pais quanto aos sinais e sintomas abuso; Conscientizar a população quanto à existência de órgãos específicos de apoio a criança e adolescente violentada. METODOLOGIA A metodologia utilizada privilegiará a abordagem qualitativa; Entrega de panfletos explicativos; Vídeo educativo sobre a o tema ABUSO FISICO/SEXUAL contra criança e adolescente no âmbito familiar, onde seria abordado como aconteceu esse abuso, sinais e sintomas, e a definição do termo dito. RECURSOS HUMANOS Com que meios? Valores, custos, quantidades e tipo, viabilidade. Pessoas a serem envolvidas na execução do projeto QUANTIDADES FUNÇÃO REMUNERAÇÃO PERIODO SUBTOTAL R$ 01 Coordenador 1.800,00 44hs 7.920,00 01 Secretaria 1.000,00 44hs 4.400,00 03 Instrutor 1.200,00 44hs 5.280,00 02 Assistente social 2.000,00 30hs 6.000,00 02 Psicólogo 2.000,00 40hs 8.000,00
  3. 3. 3 02 Auxiliar de limpeza 900,00 44hs 3.960,00 01 Motorista 1.500,00 44hs 6, 600,00 MATERIAS De consumo: papeis canetas, pastas, etc. Permanentes: mesas, cadeiras, computador, telefones, impressoras, etc. Financeiros: calcular todos os custos estimados para execução do projeto e origem dos recursos, compilando-os em um cronograma físico-financeiro com detalhamento dos custos por atividade/ período. RECURSOS PERMANENTES ORÇAMENTO CUSTO ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE UNITARIO TOTAL 01 MESAS 07 200,00 1.400,00 02 CADEIRAS 12 90,00 1.080,00 03 COMPUTADORES 07 1.500,00 10.500,00 04 IMPRESSORA 02 400,00 800,00 05 GELADEIRA 01 2, 000,00 2.000,00 06 TELEFONE 07 100,00 700,00
  4. 4. 4 07 BEBEDOURO 02 300,00 600,00 CRONOGRAMA FISICO-FINANCEIRO PACEIROS OU INSTITUIÇÕES APOIADORAS Prefeitura municipal de Volta Redonda (PMVR) Casa da Criança Lions Clube do Brasil Conselho Tutelar VR Creas Capaci Gaia Ministério Publico CONCLUSAO A pratica da violência física/sexual deve ser vista como uma expressão do ataque à proteção, enquanto necessidade da própria condição de dependência, principalmente da criança e adolescente. Comumente as vitimas abusadas estão aterrorizadas, conclusão e muito temorosas de contar sobre o acidente. Com frequências elas permanecerem silenciosas e a omissão aconteceram por não desejarem prejudicar o agressor/abusador ou provocar uma dessa agregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. A omissão e o medo de enfrentar o problema são os maiores aliados de quem vive o problema.
  5. 5. 5 BLIOGRAFIA REFERENCIADA Estatuto da Criança e do Adolescente do Brasil

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