Gastos Públicos e privados na Copa do Mundo no Brasil.

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  • Tema explorado com bastante dedicação e de suma importância, tendo em vista que o mesmo foi polemico na sociedade.
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  • Trabalho ótimo, bem elaborado e de fácil entendimento. Parabéns!
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  • Ótimo trabalho, abordou de forma objetiva o conteúdo, o visual também está ótimo!
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  • O trabalho foi apresentado de forma clara o que ajudou na compreensão do assunto, obedecendo as exigências metodológicas. Ana Paula F
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  • O trabalho foi muito bem elaborado, atendendo os requisitos previstos pelo professor, colaborando com a nossa compreensão. (Ana Flávia Lages Magalhães)
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Gastos Públicos e privados na Copa do Mundo no Brasil.

  1. 1. Gastos Públicos e Privados na Copa do Mundo no Brasil. Gabriela Napoleão Silveira Curso de Direito 9º Período Unileste-MG Prof.: João Costa Aguiar Filho
  2. 2.  A Copa do Mundo domina o imaginário brasileiro como nenhum outro evento. Nenhum outro país venceu a Copa do Mundo tantas vezes quanto o Brasil. A cada quatro anos, o país se transforma em uma seita vivendo em adoração ao Deus Futebol. Sendo assim, não foi surpresa vermos milhares a festejar nas ruas e nas praias, logo que a FIFA confirmou que o Brasil sediaria o evento. Como diz o comercial, o futebol estava voltando pra casa, e isso nos deixava feliz. INTRODUÇÃO
  3. 3.  Hoje está claro que a “Copa do Mundo da iniciativa privada” não foi mais do que um slogan. Investimentos privados foram responsáveis apenas por 15.5% do total investido na “Matriz da Copa” – o plano único que, além dos estádios, inclui transporte público, aeroportos, portos, telecomunicações e segurança. Apesar da promessa de Orlando Silva, 97% do custo total dos estádios foi financiado por dinheiro público, através de crédito subsidiado ou investimento direto. Os gastos totais da matriz totalizaram quase 12 bilhões de dólares, com 85% deles financiados pelo contribuinte brasileiro. ASPECTOS ECONÔMICOS
  4. 4. A politização da Copa do Mundo e as narrativas conflitantes alimentadas pelo governo e pela oposição polarizaram o país. De repente, a Copa não era mais um torneio de futebol, o futebol havia se transformado em instrumento político. Lição aprendida: ninguém jamais esperar que algo promovido por políticos seja livre de politicagem. ASPECTOS POLÍTICOS
  5. 5. 1- Permissões para entrada e saída; 2- Permissões de trabalho; 3- Direitos alfandegários e impostos; 4- Isenção Geral de Impostos; 5- Segurança e proteção; 6- Bancos e Câmbio; 7- Procedimentos de imigração, alfandêga e check-in; 8- Proteção e exploração de direitos comerciais; 9- Hinos e Bandeiras Nacionais; 10- Indenização; 11- Telecomunicação e Tecnologia de Comunicações. GARANTIAS PARA SEDIAR A COPA DO MUNDO NO BRASIL
  6. 6.  Além do custo exorbitante do torneio, a violência policial também contribuiu para a queda acentuada na aprovação da Copa do Mundo entre os brasileiros. Uma pesquisa recente conduzida pelo Global Atitudes Project Pew Research Center verificou que mais de 60% dos brasileiros acreditam que sediar a Copa do mundo foi ruim para o país, afirmando que o dinheiro gasto nos estádios poderia ter sido usado de outra maneira. Na mesma pesquisa, 39% dos entrevistados afirmou que sediar a Copa traria danos à imagem do país no exterior, enquanto apenas 35% disse que imagem do país iria melhorar. CONCLUSÃO

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