Walker Evans
Biogr
afia
   Walker Evans nasceu a 3 de Novembro de 1903 em Saint Louis, EUA, mas passou maior parte da sua
    infância em Chicago na cidade de Illinois, e faleceu a 10 de Abril de 1976 em New Haven também nos EUA.

   Quando os seus pais se separaram, Evans e a sua mãe mudaram-se para Nova Iorque.

   Em 1922, quando terminou os seus estudos do secundário, decidiu que queria ser escritor, e em 1926
    decidiu ir para Paris, mas descobriu a sua paixão pela fotografia durante os anos 20.

   Após o retorno de Paris e impossibilitado como escritor, entregou-se à câmara fotográfica.

   Foi um fotógrafo estado-unidense.

   Os seus primeiros trabalhos já exibiam a sua visão objectiva e extremamente atenta ao pormenor.

   Em 1935 entrou ao serviço da F.S.A. (Farm Security Administration), um organismo federal criado
    por Roosevelt para dar solução à crise agrícola dos EUA durante o período da Grande Depressão. Usando a
    fotografia como prova da miséria em que viviam os agricultores americanos, Evans registava o quotidiano
    com precisão objectiva, honrando, apesar de tudo, a pobreza em que estes agricultores viviam.

   Em 1938, depois de concluir o seu trabalho para a F.S.A., o Museu de Arte Moderna de Nova York honrou a
    obra de Evans com uma exposição, a primeira dedicada por este museu a um fotógrafo.
Biogr
afia
   Foi considerado como um dos exemplos máximos da fotografia documental.

   Aos 62 anos, em 1965, Evans retirou-se da Fortune e nesse mesmo ano foi nomeado professor de
    fotografia na Universidade de Yale.

   Em 1971 o Museu de Arte Moderno organizaria uma grande retrospectiva, composta por
    aproximadamente 200 fotografias. Evans continuou a fotografar até ao ano da sua morte.
Técnicas e
equipamentos
   A primeira câmara que Evans utilizou era uma câmara de bolso com negativos de 2.50 x 4.15 polegadas.
    Nas suas primeiras fotografias, feitas com essa câmara, Evans as chamou de “cenas documentais”.

   Evans fotografou anúncios de restaurantes, de bebidas, de lojas de móveis, de postos de gasolina e de
    mercados. A palavra em si tem um papel muito especial. Ele descobriu, com antecedência os artistas
    conceituais, o potencial escondido por trás da escritura “encontrada” ou do grafite. Do mesmo modo,
    também se sentia atraído pelas placas pintadas à mão, com ou sem palavras. Sem dúvidas, Evans percebeu
    certas analogias entre sua própria actividade e a dos pintores de placas, de fachadas. Todos eles recorriam
    a formas abstractas para criar imagens e significados; significados estruturados em torno do processo de
    escrever e de ler. Uma boa parte do processo físico e mental que supõe o contemplar as fotografias de
    Walker Evans consiste na leitura das palavras e imagens. Evans alterou as fronteiras que haviam entre a
    fotografia e a literatura, entre a linguagem visual e a linguagem escrita.

   Entre 1938 e 1941, Evans levou a cabo um projecto de características muito diferentes. Com uma câmara
    de 35mm, escondida debaixo da casaca, aventurou-se pelo metro de Nova Iorque para fazer fotografias
    das pessoas que viajavam. Todo o controlo formal do enquadramento foi sacrificado em benefício do
    anonimato.
Técnicas e
equipamentos
   A partir de 1970 a sua saúde debilitou-se e começou a utilizar uma câmara Polaroid SX-70, que ao fazer
    instantâneas, requereria menos esforços.

   Durante os seus 45 anos de carreira fotográfica, Evans utilizou todos os tipos de câmaras e filmes
    disponíveis. Diferente de muitos outros fotógrafos, foi capaz de produzir obras de qualidade com todos os
    tipos de câmaras e formatos de negativos com os quais trabalhou. Ainda que, principalmente utilizara uma
    câmara de grande formato, de 8x10 polegadas, utilizava simultaneamente uma de 35mm, uma 6x6 e outra
    de 5x7 polegadas.
Portfólio
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Portfólio
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Webgrafia/bibl
iografia
  http://pt.wikipedia.org/wiki/Walker_Evans
  http://www.instagramopolis.com.br/1/archives/07-2012/1.html
  Google Images

Walker evans

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    Biogr afia  Walker Evans nasceu a 3 de Novembro de 1903 em Saint Louis, EUA, mas passou maior parte da sua infância em Chicago na cidade de Illinois, e faleceu a 10 de Abril de 1976 em New Haven também nos EUA.  Quando os seus pais se separaram, Evans e a sua mãe mudaram-se para Nova Iorque.  Em 1922, quando terminou os seus estudos do secundário, decidiu que queria ser escritor, e em 1926 decidiu ir para Paris, mas descobriu a sua paixão pela fotografia durante os anos 20.  Após o retorno de Paris e impossibilitado como escritor, entregou-se à câmara fotográfica.  Foi um fotógrafo estado-unidense.  Os seus primeiros trabalhos já exibiam a sua visão objectiva e extremamente atenta ao pormenor.  Em 1935 entrou ao serviço da F.S.A. (Farm Security Administration), um organismo federal criado por Roosevelt para dar solução à crise agrícola dos EUA durante o período da Grande Depressão. Usando a fotografia como prova da miséria em que viviam os agricultores americanos, Evans registava o quotidiano com precisão objectiva, honrando, apesar de tudo, a pobreza em que estes agricultores viviam.  Em 1938, depois de concluir o seu trabalho para a F.S.A., o Museu de Arte Moderna de Nova York honrou a obra de Evans com uma exposição, a primeira dedicada por este museu a um fotógrafo.
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    Biogr afia  Foi considerado como um dos exemplos máximos da fotografia documental.  Aos 62 anos, em 1965, Evans retirou-se da Fortune e nesse mesmo ano foi nomeado professor de fotografia na Universidade de Yale.  Em 1971 o Museu de Arte Moderno organizaria uma grande retrospectiva, composta por aproximadamente 200 fotografias. Evans continuou a fotografar até ao ano da sua morte.
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    Técnicas e equipamentos  A primeira câmara que Evans utilizou era uma câmara de bolso com negativos de 2.50 x 4.15 polegadas. Nas suas primeiras fotografias, feitas com essa câmara, Evans as chamou de “cenas documentais”.  Evans fotografou anúncios de restaurantes, de bebidas, de lojas de móveis, de postos de gasolina e de mercados. A palavra em si tem um papel muito especial. Ele descobriu, com antecedência os artistas conceituais, o potencial escondido por trás da escritura “encontrada” ou do grafite. Do mesmo modo, também se sentia atraído pelas placas pintadas à mão, com ou sem palavras. Sem dúvidas, Evans percebeu certas analogias entre sua própria actividade e a dos pintores de placas, de fachadas. Todos eles recorriam a formas abstractas para criar imagens e significados; significados estruturados em torno do processo de escrever e de ler. Uma boa parte do processo físico e mental que supõe o contemplar as fotografias de Walker Evans consiste na leitura das palavras e imagens. Evans alterou as fronteiras que haviam entre a fotografia e a literatura, entre a linguagem visual e a linguagem escrita.  Entre 1938 e 1941, Evans levou a cabo um projecto de características muito diferentes. Com uma câmara de 35mm, escondida debaixo da casaca, aventurou-se pelo metro de Nova Iorque para fazer fotografias das pessoas que viajavam. Todo o controlo formal do enquadramento foi sacrificado em benefício do anonimato.
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    Técnicas e equipamentos  A partir de 1970 a sua saúde debilitou-se e começou a utilizar uma câmara Polaroid SX-70, que ao fazer instantâneas, requereria menos esforços.  Durante os seus 45 anos de carreira fotográfica, Evans utilizou todos os tipos de câmaras e filmes disponíveis. Diferente de muitos outros fotógrafos, foi capaz de produzir obras de qualidade com todos os tipos de câmaras e formatos de negativos com os quais trabalhou. Ainda que, principalmente utilizara uma câmara de grande formato, de 8x10 polegadas, utilizava simultaneamente uma de 35mm, uma 6x6 e outra de 5x7 polegadas.
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    Webgrafia/bibl iografia  http://pt.wikipedia.org/wiki/Walker_Evans  http://www.instagramopolis.com.br/1/archives/07-2012/1.html  Google Images