15/11/12 — Hoje é dia 15 de novembro, proclamação da República, eu creio, mas pra mim
significa mais do que isto. Não ter aula pra mim hoje, logo hoje, me fez enlouquecer com o fato
de ser um dos dias mais importantes do ano pra mim. Ser feriado me faz pensar realmente que
o dia de hoje é importante, em grande escala ao menos, mas não porque Deodoro da Fonseca
com um levantamento militar inteiro pôs fim a soberania de Dom Pedro II e proclamou a
República do Brasil, mas porque hoje é o dia que comemoro a primeira vez que a vi, Emma.
Amor de primeira vista? Creio que não, ao menos em meu ver não existe isto. Ninguém ama só
pela a beleza que vê. No meu caso, com a beleza diante de meus olhos, me interessei, mas
espera ai, foi preciso um filme inteiro de 2 horas para me despertar algum interesse. Vou ser
sincera, foi mais o personagem que me chamou atenção, mas quanto mais gostava do
personagem mais associava com a atriz que ele interpretava, Emma. Fui pesquisar sobre o filme,
e desculpa dizer, não é exatamente um grande filme, mas dá pra rir, dá pra gostar, e eu era
apenas uma criança em novembro 15 de 2008. A personagem da Emma, Natalie, era de alguma
forma um exemplo pra mim, pois eu gostava de personagens diferentes, inteligentes, estranhos,
tanto que chega a ser especial, eu gostava dessa ideia, de não ser igual. Tá, mas nem por uma
pequena pesquisa e repetidas vezes assistindo o filme foi o necessário para me apaixonar por
alguém, afinal, só o personagem conhecia e arriscando talvez o nome da Emma completo. Sabia
que era Emily ao contrário de Emma. Então vi Zombieland, reconheci a Emma de certa. Algo na
Emma fazia-me associá-la com a Pequena Sereia, Ariel. Foi a primeira personagem que idolatrei,
as vezes queria até que ela fosse viva ainda, pois teve uma época que cheguei a acreditar que o
desenho se baseava em uma história real. Quando criança tive as duas paixões, Ariel e Peter
Pan. E não sei, de repente a Emma era a pequena sereia pra mim. E cara, que bobagem isso, não
é? Não pra uma criança, pra uma criança isso chamava atenção, isso me despertava interesse,
isso me deixava inclinada a gostar da Emma. Voltando, quando a vi em Zombieland fiquei um
pouco mais caída por ela, era fim de 2009, eu já tinha quase 11 anos e sentia-me não sei, bem.
É, acho que é bem a palavra. Eu me sentia confortável ao vê-la atuar, eu sorria, era tão
estranho! Então foi assim o início. Descobri mais sobre ela em 2010, e então ao ver Easy A ficou
obvio na minha cara. Eu a amava. Eu tinha ido atrás de assistir seus filmes, eu sorria ao vê-la, eu
escrevia sobre ela no meu diário, e nossa que brega, mas eu costumava relatar tudo sobre mim,
tudo que eu pensava, e é, eu pensava nela. Era linda, inspiradora, forte. E continuou, até hoje. E
hoje faz 4 anos, 4 anos desde a primeira vez que escrevi no meu diário que tinha assistido The
House Bunny e que dizia que a Emma era linda. E ainda assim, 4 anos depois reafirmo, Emily
Jean Stone é linda, e acrescento, tanto por fora quanto por dentro e com o tempo aprendi a
adotar seu jeito ao meu, aprendi a lidar com seu efeito, a aceitar seu jeito e a me inspirar nela.
De alguma forma ela tinha se tornado meu mundo inteiro, e eu a amava tanto quanto era/sou
apaixonada por ela. Eu amo tudo que ela faz, eu amo quem ela é. E chega a ser tão doentio! Mas
sim, com o tempo você se acostuma, e adora, e sofre, se prende. Eu me prendi nela, não contra
vontade, mas sim porque eu precisava. Eu preciso continuar a tendo em minha vida, é
necessário, é tipo uma ligação que formei com ela. Acho sinceramente muito chato isso de que
tempo define amor, sério. No meu caso, o meu amor fez o tempo, o tempo que aguentei
amando. E me impressiono, como posso cegamente me apaixonar pela a mesma pessoa todos
os dias? Eu não sei, mas é simplesmente a melhor coisa que poderia me acontecer durante estes
anos.

V. 4 anos de bemma

  • 1.
    15/11/12 — Hojeé dia 15 de novembro, proclamação da República, eu creio, mas pra mim significa mais do que isto. Não ter aula pra mim hoje, logo hoje, me fez enlouquecer com o fato de ser um dos dias mais importantes do ano pra mim. Ser feriado me faz pensar realmente que o dia de hoje é importante, em grande escala ao menos, mas não porque Deodoro da Fonseca com um levantamento militar inteiro pôs fim a soberania de Dom Pedro II e proclamou a República do Brasil, mas porque hoje é o dia que comemoro a primeira vez que a vi, Emma. Amor de primeira vista? Creio que não, ao menos em meu ver não existe isto. Ninguém ama só pela a beleza que vê. No meu caso, com a beleza diante de meus olhos, me interessei, mas espera ai, foi preciso um filme inteiro de 2 horas para me despertar algum interesse. Vou ser sincera, foi mais o personagem que me chamou atenção, mas quanto mais gostava do personagem mais associava com a atriz que ele interpretava, Emma. Fui pesquisar sobre o filme, e desculpa dizer, não é exatamente um grande filme, mas dá pra rir, dá pra gostar, e eu era apenas uma criança em novembro 15 de 2008. A personagem da Emma, Natalie, era de alguma forma um exemplo pra mim, pois eu gostava de personagens diferentes, inteligentes, estranhos, tanto que chega a ser especial, eu gostava dessa ideia, de não ser igual. Tá, mas nem por uma pequena pesquisa e repetidas vezes assistindo o filme foi o necessário para me apaixonar por alguém, afinal, só o personagem conhecia e arriscando talvez o nome da Emma completo. Sabia que era Emily ao contrário de Emma. Então vi Zombieland, reconheci a Emma de certa. Algo na Emma fazia-me associá-la com a Pequena Sereia, Ariel. Foi a primeira personagem que idolatrei, as vezes queria até que ela fosse viva ainda, pois teve uma época que cheguei a acreditar que o desenho se baseava em uma história real. Quando criança tive as duas paixões, Ariel e Peter Pan. E não sei, de repente a Emma era a pequena sereia pra mim. E cara, que bobagem isso, não é? Não pra uma criança, pra uma criança isso chamava atenção, isso me despertava interesse, isso me deixava inclinada a gostar da Emma. Voltando, quando a vi em Zombieland fiquei um pouco mais caída por ela, era fim de 2009, eu já tinha quase 11 anos e sentia-me não sei, bem. É, acho que é bem a palavra. Eu me sentia confortável ao vê-la atuar, eu sorria, era tão estranho! Então foi assim o início. Descobri mais sobre ela em 2010, e então ao ver Easy A ficou obvio na minha cara. Eu a amava. Eu tinha ido atrás de assistir seus filmes, eu sorria ao vê-la, eu escrevia sobre ela no meu diário, e nossa que brega, mas eu costumava relatar tudo sobre mim, tudo que eu pensava, e é, eu pensava nela. Era linda, inspiradora, forte. E continuou, até hoje. E hoje faz 4 anos, 4 anos desde a primeira vez que escrevi no meu diário que tinha assistido The House Bunny e que dizia que a Emma era linda. E ainda assim, 4 anos depois reafirmo, Emily Jean Stone é linda, e acrescento, tanto por fora quanto por dentro e com o tempo aprendi a adotar seu jeito ao meu, aprendi a lidar com seu efeito, a aceitar seu jeito e a me inspirar nela. De alguma forma ela tinha se tornado meu mundo inteiro, e eu a amava tanto quanto era/sou apaixonada por ela. Eu amo tudo que ela faz, eu amo quem ela é. E chega a ser tão doentio! Mas sim, com o tempo você se acostuma, e adora, e sofre, se prende. Eu me prendi nela, não contra vontade, mas sim porque eu precisava. Eu preciso continuar a tendo em minha vida, é necessário, é tipo uma ligação que formei com ela. Acho sinceramente muito chato isso de que tempo define amor, sério. No meu caso, o meu amor fez o tempo, o tempo que aguentei amando. E me impressiono, como posso cegamente me apaixonar pela a mesma pessoa todos os dias? Eu não sei, mas é simplesmente a melhor coisa que poderia me acontecer durante estes
  • 2.