Uma corrente de amigos.
Saí pela cidade e fui fotografando o que via com minha retina zoon e arquivando em  meu hd coração.
Passei pela árvore símbolo do respeito dos bauruenses por nosso patrimônio natural.
Ao passar caminhando, ao lado do aeroporto central, fiquei olhando para os planadores e Imaginando a beleza que eles estariam vendo naquele momento, lá de cima.
Fui ao centro rever amigos e ver como está a movimentação de nosso comércio.
A certa altura da caminhada, fiquei admirando esta linda árvore com sua cor sem igual.
Continuei caminhando.
Claro que fui ver as novidades do Bauru Shopping.
Dei um pulo no Alameda.
Passei pelo Centrinho.
Fui ver a moçada no Bar do Português.
Enfim, caminhei por toda Bauru.
Era “Dia das Mães” e este out-door me judiou bastante.
E fui cruzando com os amigos.
Agradeci a Deus por ter tantos.
Meu Ipod tocava de fundo esta música de  Júlio Iglesias e com latinos a acompanhá-lo.
E fui revendo amigos.
Ótimos amigos.
A certa altura uma parada para um café, pois ninguém é de ferro.
E fui vendo amigos, fotografando e  arquivando em meu coração.
Cruzei com vários deles que são fotógrafos de primeira linha.
Cruzei com o pessoal que cuida dos festejos do centenário da imigração japonesa.
Ao passar pelo “Bosque”, vi e bateu uma saudade.
Mais amigos.
 
Vi Marcos Pontes (amigo de infância) e parei para aquele abraço saudoso.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bateu uma fome e parei para comer um “bauru”.
 
 
 
 
 
 
Gostei, amanhã caminho novamente e revejo outros amigos.
 
Na caminhada vi esta foto, de tempos  ótimos vividos pelos bauruenses.
 
 
 
Depois de tudo que vi, parei para rezar e agradecer a Deus por tantos amigos.
Texto e apresentação por Renato Cardoso.

Uma Corrente De Amigos