OBJETIVO
Estabelecer as disposiçõesgerais,
o campo de aplicação, os termos e
as definições comuns às Normas
Regulamentadoras relativas à
segurança e saúde no trabalho e
as diretrizes e os requisitos para o
gerenciamento de riscos
ocupacionais e as medidas de
prevenção em Segurança e Saúde
no Trabalho - SST.
DA EMPRESA
- Forneceros EPI adequados ao trabalho;
- Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI;
- Fiscalizar e exigir o uso dos EPI;
- Repor os equipamentos (EPI) danificados .
DO TRABALHADOR
- Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a
que se destina;
- Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
- Comunicar ao empregador qualquer alteração
que o torne impróprio para uso;
- Cumprir as determinações do empregador
sobre o uso adequado.
RESPONSABILIDADES
E.P.I
De acordo coma Norma Regulamentadora n.º 6 da Portaria 3.214/78 do
Ministério do Trabalho, EPI é todo dispositivo de uso individual destinado a
proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
8.
QUANDO DEVE SERUTILIZADO?
Deve ser utilizado sempre que as
medidas de proteção coletiva forem
tecnicamente inviáveis ou não oferecerem
completa proteção contra os riscos de
acidentes do trabalho e/ou doenças
profissionais e do trabalho; enquanto as
medidas de proteção coletiva estiverem sendo
implantadas ou para atender as situações de
emergências.
9.
Risco
É a combinaçãoda
probabilidade de ocorrência
e da(s) conseqüência(s) de
um determinado evento
perigoso.
Perigo
É fonte ou situação com
potencial para provocar
danos em termos de lesão,
doença, dano à propriedade,
dano ao meio ambiente do
local de trabalho, ou uma
combinação destes.
FINALIDADE
A função básica dos EPI é proteger o
organismo, minimizando o risco.
10.
Acidente do Trabalho- é toda ocorrência
não programada que interfere no
andamento normal do trabalho dos quais
resultem, separadamente ou em conjunto,
lesões, danos materiais ou perda de
tempo.
Esse enunciado nos traz uma visão de que
acidente não é só aquele que causa uma
lesão no trabalhador, mas sim qualquer
tipo de ocorrência inesperada, que hoje
ocasiona perda de tempo, danos materiais
e financeiros.
ACIDENTE DO TRABALHO
Processo global deestimar a magnitude
dos riscos, e decidir se um risco é ou não
tolerável
AVALIAÇÃO DE RISCO
13.
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DECREVERO PROCESSO
Atividades
Tarefas
IDENTIFICAR OS AGENTES PERIGOS DE
CADA TAREFA
Físicos
Químicos
Biológicos
Ergonômicos
IDENTIFICAR CAUSAS, FONTES OU
MECANISMOS
RELACIONAR OS DANOS A CADA
AGENTE PERIGOSO
AVALIAR RISCOS
SEVERIDADE
EXPOSIÇÃO
PROTEÇÃO
14.
LEVEMENTE PREJUDICIAL
1
PREJUDICIAL
2
EXTREMAMENTE PREJUDICIAL
3
ALTAMENTEIMPROVÁVEL
1
Trivial
1
Tolerável
2
Moderado
3
IMPROVÁVEL
2
Tolerável
2
Moderado
4
SUBSTANCIAL
6
PROVÁVEL
3
Moderado
3
SUBSTANCIAL
6
INTOLERÁVEL
9
CONSEQUÊNCIA
PROBABILIDADE
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DE ACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800
15.
SEVERIDADE CRITÉRIO EXEMPLO
Baixa(B) Efeitos reversíveis levemente prejudiciais.
Escoriações, pequenos cortes, irritação dos olhos pela poeira;
Incômodo e irritação (por exemplo dores de cabeça); problema de saúde levando a
desconforto temporário solucionado com pequenos curativos ou tratamento
simples.
Média (M)
Efeitos reversíveis severos e preocupantes
Efeitos irreversíveis preocupantes.
PREJUDICIAL.
Lacerações, queimaduras, concussão, torções sérias, pequenas fraturas;
Surdez, dermatite, asma, disfunções dos membros superiores relacionados com o
trabalho;
Problema de saúde levando a uma incapacidade permanente de pequeno porte
(LER ou DORT)
Alta (A)
Ameaça à vida ou possibilidade de
ocorrência de doença ou lesão
incapacitante.
EXTREMAMENTE PREJUDICIAL.
Amputações, fraturas importantes, envenenamento, ferimentos múltiplos,
ferimentos fatais;
Câncer ocupacional, outras doenças graves que diminuem a vida, doenças agudas
fatais.
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DEFINIÇÃO DA SEVERIDADE DO DANO
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DEFINIÇÃODO NÍVEL DE MITIGAÇÃO
Tipo de Controle
Operacional
Nível De
Mitigação
CRITÉRIOS
Equipamento Material Método Pessoas
EFETIVO 85%
O projeto do equipamento levou o
risco de segurança e saúde
totalmente em consideração.
Melhor tecnologia disponível
De um ponto de vista médico, o
m+D3:D7aterial é seguro.
Melhor prática operacional
disponível. Médico e
Higienista ocupacional
envolvidos na elaboração do
método
Empregados treinados e com
experiência
IMPLANTADO 65%
O equipamento é seguro e está
numa programação de manutenção
preventiva
O material não teve experiência
com efeito negativo sobre a
segurança e saúde
O método leva em
consideraçao conhecimento
do risco à segurança e saúde
Treinadas
DOCUMENTADO 45%
O equipamento pode ser
modificado para ter menos impacto
sobre a segurança e saúde
O material é seguro se for
conduzido ou usado pela pessoa
treinada e com experiência
O método está desatualizado
ou baseado em antigas
informações
Funcionários receberam apenas
treinamento de integração
INFORMAL 25%
O projeto do equipamento não
inclui dispositivos de proteção
coletiva
Material é perigoso por natureza O método é informal Trabalhadores sem treinamento
18.
AVALIAÇÃO DE RISCOS
MÉTODO
ÁREA:MANUTENÇÃO
Processo Atividade Perigo
Fonte ou
Causa
Dano
Avaliação
S P RB M RR
Usinar
Peça
Fixar
Peça no
Torno
Queda
da
Peça
Peça
Escorregadia
Quebra da
Talha
Lesão
Corto Contusa
2 2 4 65 1,4
Ruído Outras
Máquinas
Perda
Auditiva 2 3 6 45 3,9
CONTROLE DE RISCO
DEACORDO COM O ANEXO B DA BS 8800
NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA
Moderado
Devem ser feitos esforços para reduzir o risco. Mas os custos de prevenção devem ser
cuidadosamente medidos e limitados. As medidas para a redução do risco devem ser
implementadas dentro de um período de tempo definido.
Quando o risco moderado está associado a consequências altamente prejudiciais
pode ser necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a
probabilidade do dano, como base para determinar a necessidade de melhores
medidas de controle.
21.
CONTROLE DE RISCO
DEACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800
NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA
Substancial
O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Recursos
consideráveis podem Ter que ser alocados para reduzir o risco. Se o risco envolve
trabalho em desenvolvimento, deve ser tomada uma ação urgente.
Intolerável
O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Se não é possível
reduzir o risco, mesmo com recursos ilimitados, o trabalho tem que permanecer
proibido.
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VANTAGENS
Vantagens:
• Reducão de custos
• Aumento da produtividade
1
2 Possui espírito de melhoria contínua
O PDCA é um modelo dinâmico
Características da metodologiapara
análise e solução de problemas
01
02
03
04
05
Simplicidade
Eficiência para utilização em nível operacional
Valorização de fatos
Medição e análise do problema global
Identificação das causas reais do problema
Planejar
Omais importante:
“É estipular objetivos e determinar
programas e procedimentos para
o alcance desses objetivos”
PLAN
29.
PERGUNTAS A
SEREM
RESPONDIDAS
Qualé o objetivo?
Quem será envolvido no processo?
Qual será o prazo para efetivação do plano?
Quais serão os recursos a serem gastos?
Quais serão os dados a serem coletados?
30.
1. IDENTIFICAÇÃO
DO PROBLEMA
Escolha do problema
Diretrizes da área de
trabalho:
(qualidade, custo,
atendimento, moral,
segurança)
Histórico do problema
Gráficos, fotografias e dados históricos
Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis
Gráfico perdas x Meses do ano
Fazer análise de Pareto
Nomear responsáveis
31.
2. OBSERVAÇÃO
Descobertadas características do
problema através da coleta de
dados
Análise de pareto, estratificação, lista de
verificação (5w2h), gráfico de pareto
para priorizar
Descoberta das características do
problema através de observação
no local
Análise no local da ocorrência do
problema pelas pessoas envolvidas na
investigação
Cronograma, orçamento e meta
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P
A
S
S
O
S
4. PLANO
DE AÇÃO
1. ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE AÇÃO
Discussão com o grupo envolvido
2. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO PARA O
BLOQUEIO E REVISÃO DO CRONOGRAMA E
ORÇAMENTO FINAL
Brainstorming, 5W2H, cronograma, custos....
34.
DO
EXECUTAR
Osobjetivos do plano de ação
são postos em prática
Enquanto planejamento é
voltado para eficácia a etapa
execução é voltada para
eficiência
35.
1. Treinamento
Divulgação doplano a todos,
reuniões participativas, técnicas
de treinamento
5. AÇÃO
2. Execução da Ação
Plano e cronograma
36.
ACTION
Verificar
Uma das fasesmais importante
Deve examinar quais ações
obtiveram os melhores resultados e
quais não alcançaram a eficácia
desejada
1
2
3
7. PADRONIZAÇÃO
Elaboraçãoou alteração do padrão
Novo procedimento operacional através
do 5W2H, incorporar o poka-yoke.
Comunicação
Comunicados, circulares, reuniões
Educação e treinamento
Reunião e palestra, manuais de
treinamento
Acompanhamento da utilização do
padrão
Verificar o cumprimento do padrão
Iniciando o ciclodo SDCA,
para manutenção do objetivos
alcançados
Aplicação do processo de
melhoria continua utilizando o
método e melhorias PDCA
9. MANUTENÇÃO
A ORGANIZAÇÃO DEVE
PREPARAÇÃOE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS
▪ Estabelecer e manter procedimentos para identificar o potencial e
atender a acidentes e situações de emergência, bem como para
prevenir ou mitigar os danos de SSO que possam estar associados
a eles
▪ Analisar e revisar, onde necessário, seus procedimentos de
preparação e atendimento a emergências, em particular após
ocorrência de acidentes ou situações de emergência
▪ Testar periodicamente tais procedimentos, onde exequível
43.
▪ ASSUMINDO ARESPONSABILIDADE PELA PREVENÇÃO DE DOENÇAS E LESÕES
RELACIONADAS AO TRABALHO
▪ ASSEGURANDO QUE A POLÍTICA, OBJETIVOS, RECURSOS SEJAM
ESTABELECIDOS E COMPATÍVEIS
▪ COMUNICANDO A IMPORTÂNCIA DE UMA GESTÃO DE SSO EFICAZ
▪ DIRIGINDO E APOIANDO PESSOAS A CONTRIBUIREM PARA UM SISTEMA DE
GESTÃO SSO EFICAZ
▪ RECONHECENDO POSTURAS PROATIVAS EM SSO, CRIANDO COMITÊS DE SSO
▪ PROTEGENDO OS COLABORADORES CONTRA REPRESÁLIAS AO RELATAREM
INCIDENTES, PERIGOS, RISCOS E OPORTUNIDADES DE MELHORIA
▪ INCENTIVAR A CONSULTA E PARTICIPAÇÃO
LIDERANÇA E COMPROMETIMENTO
A existência de uma boa liderança no Sistema de gestão é fundamental para um
bom funcionamento da organização. É importante liderar pelo exemplo: