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NR-1
DISPOSIÇÕES
GERAIS
GERENCIAMENTO DE RISCOS
OCUPACIONAIS
Não invisto na Bolsa
porque o risco
é muito alto...
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OBJETIVO
Estabelecer as disposições gerais,
o campo de aplicação, os termos e
as definições comuns às Normas
Regulamentadoras relativas à
segurança e saúde no trabalho e
as diretrizes e os requisitos para o
gerenciamento de riscos
ocupacionais e as medidas de
prevenção em Segurança e Saúde
no Trabalho - SST.
CENÁRIO MUNDIAL
2 MILHÕES
De mortes por doenças
ocupacionais e acidentes.
O custo associado é de,
aproximadamente,
US $ 1,25 TRILHÕES.
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DA EMPRESA
- Fornecer os EPI adequados ao trabalho;
- Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI;
- Fiscalizar e exigir o uso dos EPI;
- Repor os equipamentos (EPI) danificados .
DO TRABALHADOR
- Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a
que se destina;
- Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
- Comunicar ao empregador qualquer alteração
que o torne impróprio para uso;
- Cumprir as determinações do empregador
sobre o uso adequado.
RESPONSABILIDADES
O QUE É E.P.I?
De acordo com a Norma
Regulamentadora n.º 6 da Portaria
3.214/78 do Ministério do Trabalho, EPI
é todo dispositivo de uso individual
destinado a proteger a saúde e a
integridade física do trabalhador.
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E.P.I
De acordo com a Norma Regulamentadora n.º 6 da Portaria 3.214/78 do
Ministério do Trabalho, EPI é todo dispositivo de uso individual destinado a
proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
QUANDO DEVE SER UTILIZADO?
Deve ser utilizado sempre que as
medidas de proteção coletiva forem
tecnicamente inviáveis ou não oferecerem
completa proteção contra os riscos de
acidentes do trabalho e/ou doenças
profissionais e do trabalho; enquanto as
medidas de proteção coletiva estiverem sendo
implantadas ou para atender as situações de
emergências.
Risco
É a combinação da
probabilidade de ocorrência
e da(s) conseqüência(s) de
um determinado evento
perigoso.
Perigo
É fonte ou situação com
potencial para provocar
danos em termos de lesão,
doença, dano à propriedade,
dano ao meio ambiente do
local de trabalho, ou uma
combinação destes.
FINALIDADE
A função básica dos EPI é proteger o
organismo, minimizando o risco.
Acidente do Trabalho - é toda ocorrência
não programada que interfere no
andamento normal do trabalho dos quais
resultem, separadamente ou em conjunto,
lesões, danos materiais ou perda de
tempo.
Esse enunciado nos traz uma visão de que
acidente não é só aquele que causa uma
lesão no trabalhador, mas sim qualquer
tipo de ocorrência inesperada, que hoje
ocasiona perda de tempo, danos materiais
e financeiros.
ACIDENTE DO TRABALHO
A EVOLUÇÃO DAS NORMAS
NÃO EXISTIAM
TÉCNICAS
MILITARES
NUCLEARES
SISTEMA DE GESTÃO
ISSO 9000
ISSO 14000
OHSAS 18000
1900 1950 1960 1980
1987
1996
1999
ISO 45001
2018
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Processo global de estimar a magnitude
dos riscos, e decidir se um risco é ou não
tolerável
AVALIAÇÃO DE RISCO
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DECREVER O PROCESSO
Atividades
Tarefas
IDENTIFICAR OS AGENTES PERIGOS DE
CADA TAREFA
Físicos
Químicos
Biológicos
Ergonômicos
IDENTIFICAR CAUSAS, FONTES OU
MECANISMOS
RELACIONAR OS DANOS A CADA
AGENTE PERIGOSO
AVALIAR RISCOS
SEVERIDADE
EXPOSIÇÃO
PROTEÇÃO
LEVEMENTE PREJUDICIAL
1
PREJUDICIAL
2
EXTREMAMENTE PREJUDICIAL
3
ALTAMENTE IMPROVÁVEL
1
Trivial
1
Tolerável
2
Moderado
3
IMPROVÁVEL
2
Tolerável
2
Moderado
4
SUBSTANCIAL
6
PROVÁVEL
3
Moderado
3
SUBSTANCIAL
6
INTOLERÁVEL
9
CONSEQUÊNCIA
PROBABILIDADE
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DE ACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800
SEVERIDADE CRITÉRIO EXEMPLO
Baixa (B) Efeitos reversíveis levemente prejudiciais.
Escoriações, pequenos cortes, irritação dos olhos pela poeira;
Incômodo e irritação (por exemplo dores de cabeça); problema de saúde levando a
desconforto temporário solucionado com pequenos curativos ou tratamento
simples.
Média (M)
Efeitos reversíveis severos e preocupantes
Efeitos irreversíveis preocupantes.
PREJUDICIAL.
Lacerações, queimaduras, concussão, torções sérias, pequenas fraturas;
Surdez, dermatite, asma, disfunções dos membros superiores relacionados com o
trabalho;
Problema de saúde levando a uma incapacidade permanente de pequeno porte
(LER ou DORT)
Alta (A)
Ameaça à vida ou possibilidade de
ocorrência de doença ou lesão
incapacitante.
EXTREMAMENTE PREJUDICIAL.
Amputações, fraturas importantes, envenenamento, ferimentos múltiplos,
ferimentos fatais;
Câncer ocupacional, outras doenças graves que diminuem a vida, doenças agudas
fatais.
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DEFINIÇÃO DA SEVERIDADE DO DANO
PROBABILIDADE CRITÉRIO
Baixa (B)
As condições do posto de trabalho ou atividade não expõem diretamente o funcionário aos agentes causadores de
danos.
Contatos infrequentes com o agente.
Média (M)
O posto de trabalho ou atividade não dispõe de todos os dispositivos de segurança, possibilitando uma exposição
relativa do funcionário às fontes de perigo.
frequente com o agente a baixas concentrações.
Contato infrequente a altas concentrações..
Alta (A)
O posto de trabalho não dispõe de dispositivos de segurança, expondo o funcionário às fontes de perigo.
Contato frequente com o agente a altas concentrações.
A exposição estimada provavelmente está em torno do TLV.
A exposição estimada provavelmente é superior a duas vezes o limite de exposição ocupacional/média ponderada no
tempo (TLV/TWA) ou acima do limite teto (C) ou de curta duração (STEL)..
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DEFINIÇÃO DA PROBABILIDADE DO DANO
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AVALIAÇÃO DE RISCOS
DEFINIÇÃO DO NÍVEL DE MITIGAÇÃO
Tipo de Controle
Operacional
Nível De
Mitigação
CRITÉRIOS
Equipamento Material Método Pessoas
EFETIVO 85%
O projeto do equipamento levou o
risco de segurança e saúde
totalmente em consideração.
Melhor tecnologia disponível
De um ponto de vista médico, o
m+D3:D7aterial é seguro.
Melhor prática operacional
disponível. Médico e
Higienista ocupacional
envolvidos na elaboração do
método
Empregados treinados e com
experiência
IMPLANTADO 65%
O equipamento é seguro e está
numa programação de manutenção
preventiva
O material não teve experiência
com efeito negativo sobre a
segurança e saúde
O método leva em
consideraçao conhecimento
do risco à segurança e saúde
Treinadas
DOCUMENTADO 45%
O equipamento pode ser
modificado para ter menos impacto
sobre a segurança e saúde
O material é seguro se for
conduzido ou usado pela pessoa
treinada e com experiência
O método está desatualizado
ou baseado em antigas
informações
Funcionários receberam apenas
treinamento de integração
INFORMAL 25%
O projeto do equipamento não
inclui dispositivos de proteção
coletiva
Material é perigoso por natureza O método é informal Trabalhadores sem treinamento
AVALIAÇÃO DE RISCOS
MÉTODO
ÁREA: MANUTENÇÃO
Processo Atividade Perigo
Fonte ou
Causa
Dano
Avaliação
S P RB M RR
Usinar
Peça
Fixar
Peça no
Torno
Queda
da
Peça
Peça
Escorregadia
Quebra da
Talha
Lesão
Corto Contusa
2 2 4 65 1,4
Ruído Outras
Máquinas
Perda
Auditiva 2 3 6 45 3,9
AVALIAÇÃO DE RISCOS
DE ACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800
NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA
Trivial Não é requerida nenhuma ação e não é necessário conservar registros.
Tolerável
Não são requeridos controles adicionais. Devem ser feitas considerações sobre uma
solução de custo mais eficaz ou melhorias que não imponham uma carga de custos
adicionais. É requerido monitoramento para assegurar que os controles serão
mantidos.
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CONTROLE DE RISCO
DE ACORDO COM O ANEXO B DA BS 8800
NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA
Moderado
Devem ser feitos esforços para reduzir o risco. Mas os custos de prevenção devem ser
cuidadosamente medidos e limitados. As medidas para a redução do risco devem ser
implementadas dentro de um período de tempo definido.
Quando o risco moderado está associado a consequências altamente prejudiciais
pode ser necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a
probabilidade do dano, como base para determinar a necessidade de melhores
medidas de controle.
CONTROLE DE RISCO
DE ACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800
NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA
Substancial
O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Recursos
consideráveis podem Ter que ser alocados para reduzir o risco. Se o risco envolve
trabalho em desenvolvimento, deve ser tomada uma ação urgente.
Intolerável
O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Se não é possível
reduzir o risco, mesmo com recursos ilimitados, o trabalho tem que permanecer
proibido.
CICLO
PDCA
CICLO PDCA
O ciclo PDCA foi idealizado por
Shewart e mais tarde aplicado
por Deming no uso de
estatísticas e métodos de
amostragem.
O Ciclo PDCA nasceu no
escopo do TQC(Total Quality
Control) como uma ferramenta
que melhor representava o
ciclo de gerenciamento de
uma atividade.
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Esse material foi desenvolvido pela Escola da Prevenção.
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Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção
de conteúdo na área de segurança do trabalho.
Obrigado!
Herbert Bento da Escola da Prevenção
VANTAGENS
Vantagens:
• Reducão de custos
• Aumento da produtividade
1
2 Possui espírito de melhoria contínua
O PDCA é um modelo dinâmico
PDCA
ETAPAS
D
EDUCAR E TREINAR;
COLETAR DADOS
P
DEFINIR METAS E
MÉTODOS PARA
ATINGÍ-LAS
C
VERIFICAR OS
RESULTADOS DA TAREFA
EXECUTADA
A
ATUAR
CORRETIVAMENTE
Características da metodologia para
análise e solução de problemas
01
02
03
04
05
Simplicidade
Eficiência para utilização em nível operacional
Valorização de fatos
Medição e análise do problema global
Identificação das causas reais do problema
PDCA FLUXOGRAMA FASE
P
1 IDENTIDICAÇÃO DO PROBLEMA
2 OBSERVAÇÃO
3 ANÁLISE
4 PLANO DE AÇÃO
5 AÇÃO
D 6 VERIFICAÇÃO
C 7 PADRONIZAÇÃO
A 8 MELHORIA CONTÍNUA
MASP-MÉTODO DE ANÁLISE E
SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
TABELA 1
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 Planejar
 O mais importante:
“É estipular objetivos e determinar
programas e procedimentos para
o alcance desses objetivos”
PLAN
PERGUNTAS A
SEREM
RESPONDIDAS
 Qual é o objetivo?
 Quem será envolvido no processo?
 Qual será o prazo para efetivação do plano?
 Quais serão os recursos a serem gastos?
 Quais serão os dados a serem coletados?
1. IDENTIFICAÇÃO
DO PROBLEMA
 Escolha do problema
Diretrizes da área de
trabalho:
(qualidade, custo,
atendimento, moral,
segurança)
 Histórico do problema
Gráficos, fotografias e dados históricos
 Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis
Gráfico perdas x Meses do ano
 Fazer análise de Pareto
 Nomear responsáveis
2. OBSERVAÇÃO
 Descoberta das características do
problema através da coleta de
dados
Análise de pareto, estratificação, lista de
verificação (5w2h), gráfico de pareto
para priorizar
 Descoberta das características do
problema através de observação
no local
Análise no local da ocorrência do
problema pelas pessoas envolvidas na
investigação
 Cronograma, orçamento e meta
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Definição das causas influentes
Brainstorming, diagrama de causa-efeito. Por que ocorre o
problema?
Escolha das causas mais prováveis (hipóteses)
Diagrama de causa –efeito
Análise das causas mais prováveis (verificação das hipóteses)
Pareto, diagramas de relação, histogramas e gráficos
Houve alguma confirmação de alguma causa mais provável?
Teste de consistência da causa fundamental
3. ANÁLISE
1
2
3
4
5
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Simple PowerPoint Presentation
Simple PowerPoint Presentation
Simple PowerPoint Presentation
Simple PowerPoint Presentation
You can simply impress your audience and
add a unique zing and appeal to your
Presentations. Easy to change colors, photos
and Text. You can simply impress your
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P
A
S
S
O
S
4. PLANO
DE AÇÃO
1. ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE AÇÃO
Discussão com o grupo envolvido
2. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO PARA O
BLOQUEIO E REVISÃO DO CRONOGRAMA E
ORÇAMENTO FINAL
Brainstorming, 5W2H, cronograma, custos....
DO
 EXECUTAR
 Os objetivos do plano de ação
são postos em prática
 Enquanto planejamento é
voltado para eficácia a etapa
execução é voltada para
eficiência
1. Treinamento
Divulgação do plano a todos,
reuniões participativas, técnicas
de treinamento
5. AÇÃO
2. Execução da Ação
Plano e cronograma
ACTION
Verificar
Uma das fases mais importante
Deve examinar quais ações
obtiveram os melhores resultados e
quais não alcançaram a eficácia
desejada
1
2
3
VERIFICAÇÃO
6.
1. Comparação dos resultados
Pareto, cartas de controle, histogramas
2. Listagem dos efeitos secundários
3. Verificação da continuidade do problema
Gráfico sequencial( % de defeitos x meses: dividir em 3
partes: análise, bloqueio,verificação)
4. O bloqueio foi efetivo?
Buscar os “dragões”
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7. PADRONIZAÇÃO
 Elaboração ou alteração do padrão
Novo procedimento operacional através
do 5W2H, incorporar o poka-yoke.
 Comunicação
Comunicados, circulares, reuniões
 Educação e treinamento
Reunião e palestra, manuais de
treinamento
 Acompanhamento da utilização do
padrão
Verificar o cumprimento do padrão
 Relação de problemas
remanescentes
Análise de resultados,
demonstrações gráficas
 Planejamento do ataque dos
problemas remanescentes
Nova aplicação do MASP
 Reflexão
Reflexão cuidadosa sobre as
próprias atividades da solução de
problemas
8. CONCLUSÃO
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Reservados
Iniciando o ciclo do SDCA,
para manutenção do objetivos
alcançados
Aplicação do processo de
melhoria continua utilizando o
método e melhorias PDCA
9. MANUTENÇÃO
SOLUÇÃO DE
ENGENHARIA
EPI
MEDIDA
ADMINISTRATIVA
A ORGANIZAÇÃO DEVE
PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS
▪ Estabelecer e manter procedimentos para identificar o potencial e
atender a acidentes e situações de emergência, bem como para
prevenir ou mitigar os danos de SSO que possam estar associados
a eles
▪ Analisar e revisar, onde necessário, seus procedimentos de
preparação e atendimento a emergências, em particular após
ocorrência de acidentes ou situações de emergência
▪ Testar periodicamente tais procedimentos, onde exequível
▪ ASSUMINDO A RESPONSABILIDADE PELA PREVENÇÃO DE DOENÇAS E LESÕES
RELACIONADAS AO TRABALHO
▪ ASSEGURANDO QUE A POLÍTICA, OBJETIVOS, RECURSOS SEJAM
ESTABELECIDOS E COMPATÍVEIS
▪ COMUNICANDO A IMPORTÂNCIA DE UMA GESTÃO DE SSO EFICAZ
▪ DIRIGINDO E APOIANDO PESSOAS A CONTRIBUIREM PARA UM SISTEMA DE
GESTÃO SSO EFICAZ
▪ RECONHECENDO POSTURAS PROATIVAS EM SSO, CRIANDO COMITÊS DE SSO
▪ PROTEGENDO OS COLABORADORES CONTRA REPRESÁLIAS AO RELATAREM
INCIDENTES, PERIGOS, RISCOS E OPORTUNIDADES DE MELHORIA
▪ INCENTIVAR A CONSULTA E PARTICIPAÇÃO
LIDERANÇA E COMPROMETIMENTO
A existência de uma boa liderança no Sistema de gestão é fundamental para um
bom funcionamento da organização. É importante liderar pelo exemplo:
CONTROLE OPERACIONAL
ALGUMAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS SÃO AS SEGUINTES:
• Ginástica Laboral
• Revezamento de função
• Pausas programadas
• Definição de procedimentos operacionais
• Treinamento
• MEDIDAS DISCIPLINARES
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OBRIGADO
Nome
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Reservados

Treinamento - NR-01 FATORES PSICOSOCIAIS

  • 1.
  • 2.
    Não invisto naBolsa porque o risco é muito alto... © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 3.
    OBJETIVO Estabelecer as disposiçõesgerais, o campo de aplicação, os termos e as definições comuns às Normas Regulamentadoras relativas à segurança e saúde no trabalho e as diretrizes e os requisitos para o gerenciamento de riscos ocupacionais e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho - SST.
  • 4.
    CENÁRIO MUNDIAL 2 MILHÕES Demortes por doenças ocupacionais e acidentes. O custo associado é de, aproximadamente, US $ 1,25 TRILHÕES. © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 5.
    DA EMPRESA - Forneceros EPI adequados ao trabalho; - Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI; - Fiscalizar e exigir o uso dos EPI; - Repor os equipamentos (EPI) danificados . DO TRABALHADOR - Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; - Responsabilizar-se pela guarda e conservação; - Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; - Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. RESPONSABILIDADES
  • 6.
    O QUE ÉE.P.I? De acordo com a Norma Regulamentadora n.º 6 da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho, EPI é todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 7.
    E.P.I De acordo coma Norma Regulamentadora n.º 6 da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho, EPI é todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
  • 8.
    QUANDO DEVE SERUTILIZADO? Deve ser utilizado sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou doenças profissionais e do trabalho; enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas ou para atender as situações de emergências.
  • 9.
    Risco É a combinaçãoda probabilidade de ocorrência e da(s) conseqüência(s) de um determinado evento perigoso. Perigo É fonte ou situação com potencial para provocar danos em termos de lesão, doença, dano à propriedade, dano ao meio ambiente do local de trabalho, ou uma combinação destes. FINALIDADE A função básica dos EPI é proteger o organismo, minimizando o risco.
  • 10.
    Acidente do Trabalho- é toda ocorrência não programada que interfere no andamento normal do trabalho dos quais resultem, separadamente ou em conjunto, lesões, danos materiais ou perda de tempo. Esse enunciado nos traz uma visão de que acidente não é só aquele que causa uma lesão no trabalhador, mas sim qualquer tipo de ocorrência inesperada, que hoje ocasiona perda de tempo, danos materiais e financeiros. ACIDENTE DO TRABALHO
  • 11.
    A EVOLUÇÃO DASNORMAS NÃO EXISTIAM TÉCNICAS MILITARES NUCLEARES SISTEMA DE GESTÃO ISSO 9000 ISSO 14000 OHSAS 18000 1900 1950 1960 1980 1987 1996 1999 ISO 45001 2018 © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 12.
    Processo global deestimar a magnitude dos riscos, e decidir se um risco é ou não tolerável AVALIAÇÃO DE RISCO
  • 13.
    AVALIAÇÃO DE RISCOS DECREVERO PROCESSO Atividades Tarefas IDENTIFICAR OS AGENTES PERIGOS DE CADA TAREFA Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos IDENTIFICAR CAUSAS, FONTES OU MECANISMOS RELACIONAR OS DANOS A CADA AGENTE PERIGOSO AVALIAR RISCOS SEVERIDADE EXPOSIÇÃO PROTEÇÃO
  • 14.
    LEVEMENTE PREJUDICIAL 1 PREJUDICIAL 2 EXTREMAMENTE PREJUDICIAL 3 ALTAMENTEIMPROVÁVEL 1 Trivial 1 Tolerável 2 Moderado 3 IMPROVÁVEL 2 Tolerável 2 Moderado 4 SUBSTANCIAL 6 PROVÁVEL 3 Moderado 3 SUBSTANCIAL 6 INTOLERÁVEL 9 CONSEQUÊNCIA PROBABILIDADE AVALIAÇÃO DE RISCOS DE ACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800
  • 15.
    SEVERIDADE CRITÉRIO EXEMPLO Baixa(B) Efeitos reversíveis levemente prejudiciais. Escoriações, pequenos cortes, irritação dos olhos pela poeira; Incômodo e irritação (por exemplo dores de cabeça); problema de saúde levando a desconforto temporário solucionado com pequenos curativos ou tratamento simples. Média (M) Efeitos reversíveis severos e preocupantes Efeitos irreversíveis preocupantes. PREJUDICIAL. Lacerações, queimaduras, concussão, torções sérias, pequenas fraturas; Surdez, dermatite, asma, disfunções dos membros superiores relacionados com o trabalho; Problema de saúde levando a uma incapacidade permanente de pequeno porte (LER ou DORT) Alta (A) Ameaça à vida ou possibilidade de ocorrência de doença ou lesão incapacitante. EXTREMAMENTE PREJUDICIAL. Amputações, fraturas importantes, envenenamento, ferimentos múltiplos, ferimentos fatais; Câncer ocupacional, outras doenças graves que diminuem a vida, doenças agudas fatais. AVALIAÇÃO DE RISCOS DEFINIÇÃO DA SEVERIDADE DO DANO
  • 16.
    PROBABILIDADE CRITÉRIO Baixa (B) Ascondições do posto de trabalho ou atividade não expõem diretamente o funcionário aos agentes causadores de danos. Contatos infrequentes com o agente. Média (M) O posto de trabalho ou atividade não dispõe de todos os dispositivos de segurança, possibilitando uma exposição relativa do funcionário às fontes de perigo. frequente com o agente a baixas concentrações. Contato infrequente a altas concentrações.. Alta (A) O posto de trabalho não dispõe de dispositivos de segurança, expondo o funcionário às fontes de perigo. Contato frequente com o agente a altas concentrações. A exposição estimada provavelmente está em torno do TLV. A exposição estimada provavelmente é superior a duas vezes o limite de exposição ocupacional/média ponderada no tempo (TLV/TWA) ou acima do limite teto (C) ou de curta duração (STEL).. AVALIAÇÃO DE RISCOS DEFINIÇÃO DA PROBABILIDADE DO DANO © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 17.
    AVALIAÇÃO DE RISCOS DEFINIÇÃODO NÍVEL DE MITIGAÇÃO Tipo de Controle Operacional Nível De Mitigação CRITÉRIOS Equipamento Material Método Pessoas EFETIVO 85% O projeto do equipamento levou o risco de segurança e saúde totalmente em consideração. Melhor tecnologia disponível De um ponto de vista médico, o m+D3:D7aterial é seguro. Melhor prática operacional disponível. Médico e Higienista ocupacional envolvidos na elaboração do método Empregados treinados e com experiência IMPLANTADO 65% O equipamento é seguro e está numa programação de manutenção preventiva O material não teve experiência com efeito negativo sobre a segurança e saúde O método leva em consideraçao conhecimento do risco à segurança e saúde Treinadas DOCUMENTADO 45% O equipamento pode ser modificado para ter menos impacto sobre a segurança e saúde O material é seguro se for conduzido ou usado pela pessoa treinada e com experiência O método está desatualizado ou baseado em antigas informações Funcionários receberam apenas treinamento de integração INFORMAL 25% O projeto do equipamento não inclui dispositivos de proteção coletiva Material é perigoso por natureza O método é informal Trabalhadores sem treinamento
  • 18.
    AVALIAÇÃO DE RISCOS MÉTODO ÁREA:MANUTENÇÃO Processo Atividade Perigo Fonte ou Causa Dano Avaliação S P RB M RR Usinar Peça Fixar Peça no Torno Queda da Peça Peça Escorregadia Quebra da Talha Lesão Corto Contusa 2 2 4 65 1,4 Ruído Outras Máquinas Perda Auditiva 2 3 6 45 3,9
  • 19.
    AVALIAÇÃO DE RISCOS DEACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800 NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA Trivial Não é requerida nenhuma ação e não é necessário conservar registros. Tolerável Não são requeridos controles adicionais. Devem ser feitas considerações sobre uma solução de custo mais eficaz ou melhorias que não imponham uma carga de custos adicionais. É requerido monitoramento para assegurar que os controles serão mantidos. © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 20.
    CONTROLE DE RISCO DEACORDO COM O ANEXO B DA BS 8800 NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA Moderado Devem ser feitos esforços para reduzir o risco. Mas os custos de prevenção devem ser cuidadosamente medidos e limitados. As medidas para a redução do risco devem ser implementadas dentro de um período de tempo definido. Quando o risco moderado está associado a consequências altamente prejudiciais pode ser necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a probabilidade do dano, como base para determinar a necessidade de melhores medidas de controle.
  • 21.
    CONTROLE DE RISCO DEACORDO COM O ANEXO D DA BS 8800 NÍVEL DE RISCO AÇÃO E CRONOGRAMA Substancial O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Recursos consideráveis podem Ter que ser alocados para reduzir o risco. Se o risco envolve trabalho em desenvolvimento, deve ser tomada uma ação urgente. Intolerável O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Se não é possível reduzir o risco, mesmo com recursos ilimitados, o trabalho tem que permanecer proibido.
  • 22.
  • 23.
    CICLO PDCA O cicloPDCA foi idealizado por Shewart e mais tarde aplicado por Deming no uso de estatísticas e métodos de amostragem. O Ciclo PDCA nasceu no escopo do TQC(Total Quality Control) como uma ferramenta que melhor representava o ciclo de gerenciamento de uma atividade. © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 24.
    Esse material foidesenvolvido pela Escola da Prevenção. Caso você tenha adquirido em nosso site, ótimo. Obrigado por apoiar nossa missão. Conheça mais produtos em nosso site www.escoladaprevencao.com Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção de conteúdo na área de segurança do trabalho. Obrigado! Herbert Bento da Escola da Prevenção VANTAGENS Vantagens: • Reducão de custos • Aumento da produtividade 1 2 Possui espírito de melhoria contínua O PDCA é um modelo dinâmico
  • 25.
    PDCA ETAPAS D EDUCAR E TREINAR; COLETARDADOS P DEFINIR METAS E MÉTODOS PARA ATINGÍ-LAS C VERIFICAR OS RESULTADOS DA TAREFA EXECUTADA A ATUAR CORRETIVAMENTE
  • 26.
    Características da metodologiapara análise e solução de problemas 01 02 03 04 05 Simplicidade Eficiência para utilização em nível operacional Valorização de fatos Medição e análise do problema global Identificação das causas reais do problema
  • 27.
    PDCA FLUXOGRAMA FASE P 1IDENTIDICAÇÃO DO PROBLEMA 2 OBSERVAÇÃO 3 ANÁLISE 4 PLANO DE AÇÃO 5 AÇÃO D 6 VERIFICAÇÃO C 7 PADRONIZAÇÃO A 8 MELHORIA CONTÍNUA MASP-MÉTODO DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS TABELA 1 © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
  • 28.
     Planejar  Omais importante: “É estipular objetivos e determinar programas e procedimentos para o alcance desses objetivos” PLAN
  • 29.
    PERGUNTAS A SEREM RESPONDIDAS  Qualé o objetivo?  Quem será envolvido no processo?  Qual será o prazo para efetivação do plano?  Quais serão os recursos a serem gastos?  Quais serão os dados a serem coletados?
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    1. IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA Escolha do problema Diretrizes da área de trabalho: (qualidade, custo, atendimento, moral, segurança)  Histórico do problema Gráficos, fotografias e dados históricos  Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis Gráfico perdas x Meses do ano  Fazer análise de Pareto  Nomear responsáveis
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    2. OBSERVAÇÃO  Descobertadas características do problema através da coleta de dados Análise de pareto, estratificação, lista de verificação (5w2h), gráfico de pareto para priorizar  Descoberta das características do problema através de observação no local Análise no local da ocorrência do problema pelas pessoas envolvidas na investigação  Cronograma, orçamento e meta
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    Esse material foidesenvolvido pela Escola da Prevenção. Caso você tenha adquirido em nosso site, ótimo. Obrigado por apoiar nossa missão. Conheça mais produtos em nosso site www.escoladaprevencao.com Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção de conteúdo na área de segurança do trabalho. Obrigado! Herbert Bento da Escola da Prevenção Definição das causas influentes Brainstorming, diagrama de causa-efeito. Por que ocorre o problema? Escolha das causas mais prováveis (hipóteses) Diagrama de causa –efeito Análise das causas mais prováveis (verificação das hipóteses) Pareto, diagramas de relação, histogramas e gráficos Houve alguma confirmação de alguma causa mais provável? Teste de consistência da causa fundamental 3. ANÁLISE 1 2 3 4 5 © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
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    Simple PowerPoint Presentation SimplePowerPoint Presentation Simple PowerPoint Presentation Simple PowerPoint Presentation You can simply impress your audience and add a unique zing and appeal to your Presentations. Easy to change colors, photos and Text. You can simply impress your audience and add a unique zing and appeal to your Presentations. P A S S O S 4. PLANO DE AÇÃO 1. ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE AÇÃO Discussão com o grupo envolvido 2. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO PARA O BLOQUEIO E REVISÃO DO CRONOGRAMA E ORÇAMENTO FINAL Brainstorming, 5W2H, cronograma, custos....
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    DO  EXECUTAR  Osobjetivos do plano de ação são postos em prática  Enquanto planejamento é voltado para eficácia a etapa execução é voltada para eficiência
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    1. Treinamento Divulgação doplano a todos, reuniões participativas, técnicas de treinamento 5. AÇÃO 2. Execução da Ação Plano e cronograma
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    ACTION Verificar Uma das fasesmais importante Deve examinar quais ações obtiveram os melhores resultados e quais não alcançaram a eficácia desejada 1 2 3
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    VERIFICAÇÃO 6. 1. Comparação dosresultados Pareto, cartas de controle, histogramas 2. Listagem dos efeitos secundários 3. Verificação da continuidade do problema Gráfico sequencial( % de defeitos x meses: dividir em 3 partes: análise, bloqueio,verificação) 4. O bloqueio foi efetivo? Buscar os “dragões” © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
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    7. PADRONIZAÇÃO  Elaboraçãoou alteração do padrão Novo procedimento operacional através do 5W2H, incorporar o poka-yoke.  Comunicação Comunicados, circulares, reuniões  Educação e treinamento Reunião e palestra, manuais de treinamento  Acompanhamento da utilização do padrão Verificar o cumprimento do padrão
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     Relação deproblemas remanescentes Análise de resultados, demonstrações gráficas  Planejamento do ataque dos problemas remanescentes Nova aplicação do MASP  Reflexão Reflexão cuidadosa sobre as próprias atividades da solução de problemas 8. CONCLUSÃO © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
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    Iniciando o ciclodo SDCA, para manutenção do objetivos alcançados Aplicação do processo de melhoria continua utilizando o método e melhorias PDCA 9. MANUTENÇÃO
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    A ORGANIZAÇÃO DEVE PREPARAÇÃOE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS ▪ Estabelecer e manter procedimentos para identificar o potencial e atender a acidentes e situações de emergência, bem como para prevenir ou mitigar os danos de SSO que possam estar associados a eles ▪ Analisar e revisar, onde necessário, seus procedimentos de preparação e atendimento a emergências, em particular após ocorrência de acidentes ou situações de emergência ▪ Testar periodicamente tais procedimentos, onde exequível
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    ▪ ASSUMINDO ARESPONSABILIDADE PELA PREVENÇÃO DE DOENÇAS E LESÕES RELACIONADAS AO TRABALHO ▪ ASSEGURANDO QUE A POLÍTICA, OBJETIVOS, RECURSOS SEJAM ESTABELECIDOS E COMPATÍVEIS ▪ COMUNICANDO A IMPORTÂNCIA DE UMA GESTÃO DE SSO EFICAZ ▪ DIRIGINDO E APOIANDO PESSOAS A CONTRIBUIREM PARA UM SISTEMA DE GESTÃO SSO EFICAZ ▪ RECONHECENDO POSTURAS PROATIVAS EM SSO, CRIANDO COMITÊS DE SSO ▪ PROTEGENDO OS COLABORADORES CONTRA REPRESÁLIAS AO RELATAREM INCIDENTES, PERIGOS, RISCOS E OPORTUNIDADES DE MELHORIA ▪ INCENTIVAR A CONSULTA E PARTICIPAÇÃO LIDERANÇA E COMPROMETIMENTO A existência de uma boa liderança no Sistema de gestão é fundamental para um bom funcionamento da organização. É importante liderar pelo exemplo:
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    CONTROLE OPERACIONAL ALGUMAS MEDIDASADMINISTRATIVAS SÃO AS SEGUINTES: • Ginástica Laboral • Revezamento de função • Pausas programadas • Definição de procedimentos operacionais • Treinamento • MEDIDAS DISCIPLINARES © SST TITÃS. Todos os Direitos Reservados
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