NORMA REGULAMENTADORA N°20
Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e
Combustíveis
PORTARIA N.º 3.214/1978
5 MÓDULOS
Módulo 1 – NR 20 Inflamáveis:
características, propriedades,
perigos e r i scos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Módulo 2 – Controles coletivo e
individual para t rabalhos com
inflamáveis
Módulo 3 – Fontes de ignição
e seu controle
Módulo 4 – Proteção contra
incêndio com inflamáveis
Módulo
básicos
5 – Procedimentos
em s i tuações
de
emergência com inflamáveis
Módulo 1
NR 20 Inflamáveis: características,
propriedades, perigos e riscos
 Capacitar os trabalhadores que adentram e que mantêm
contato direto com o processo ou processamento de
Inflamáveis e Combustíveis, quanto aos perigos e riscos
existentes, medidas de controle e o que fazer em caso de
emergências.
Objetivo
 São de observância obrigatória por todas as empresas
brasileiras
regidas pela (CLT).
 Seu descumprimento poderá resultar em notificação,
autuação, interdição ou embargo e penalidades de ambiente
específico ou do estabelecimento inteiro e, também, em
ações regressivas (Lei 8.213/91) por parte do INSS.
Norma Regulamentadora
 Instrumentos legais editados pelo Ministério do Trabalho e
Emprego que regulamentam e fornecem orientações sobre
procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e
medicina do trabalho no Brasil, elas norteiam as obrigações
dos estabelecimentos de qualquer natureza (regidos pela
CLT) em relação a saúde e segurança do trabalhador.
Norma Regulamentadora
 O que se trata da NR 20?
 Estabelece requisitos mínimos para a GESTÃO DA SEGURANÇA E
SAÚDE NO TRABALHO contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de:
 extração;
 produção;
 armazenamento;
 transferência;
 manuseio e
 manipulação.
 de inflamáveis (líquidos e gases) e líquidos combustíveis.
Norma Regulamentadora
 Líquidos inflamáveis: são líquidos que possuem ponto de
fulgor
≤ 60º C
 Líquidos combustíveis: são líquidos com ponto de fulgor
> 60º
C e ≤ 93º C
 Gases inflamáveis: gases que inflamam com o ar a 20º C e
a uma pressão padrão de 101,3 kPa.
Definições
 Ponto de fulgor: É a temperatura
mínima necessária para que um
combustível desprenda vapores ou
gases inflamáveis, os quais,
combinados com o oxigênio do ar
em contato com uma chama,
começam a se queimar, mas a chama
não se mantém porque os gases
produzidos são ainda insuficientes.
Definições
Ponto de combustão: É a temperatura
mínima necessária para que um
combustível desprenda vapores ou
gases inflamáveis que, combinados
com o oxigênio do ar e ao entrar em
contato com uma chama, se inflamam,
e, mesmo que se retire a chama, o fogo
não se apaga, pois essa temperatura
faz gerar, ou
gases fogo
ou
a
do combustível, vapores
suficientes para manter o
transformação em cadeia.
Definições
Ponto de ignição: É aquela em que
os
desprendidos dos
combustíveis
gases
entra
m
contat
o
em combustão apenas
pelo com o
oxigênio do
ar,
independente de qualquer
fonte
de calor.
Definições
18
Exemplo
PERIGO - Conjunto de fatores físicos que podem gerar um
ferimento causado por uma ação mecânica
de elementos de máquinas, de
ferramentas, de peças ou de projeções de materiais sólidos ou fluidos.
A nova NR 1 define Perigo como: "fonte com o potencial para causar
lesão ou problema de saúde"
PERIGO / RISCO
RISCO - Probabilidade de que a exposição ao Perigo se transforme
em
lesões.
A nova NR 1 define Risco como: "Combinação da probabilidade de
ocorrência de eventos ou exposições perigosas a agentes nocivos
relacionados aos trabalhos e da gravidade das lesões e problemas
de saúde que podem ser causados pelo evento ou exposição"
PERIGO / RISCO
PERIGO / RISCO
A NBR 213-1 – Item 4 descreve os perigos que podemos encontrar
em uma máquina:
CALOR E FOGO
CHOQUE
ELÉTRICO
PERIGOS
MECÂNICOS
RADIAÇÕES / EMISSÕES
PERIGOSAS
Designa-se assim o conjunto dos fatores físicos que podem estar na
origem de um ferimento causado pela ação mecânica de elementos de
máquinas, de ferramentas, de peças ou de projeções de materiais
sólidos ou fluidos.
Um indivíduo vai a praia e se depara com uma placa fincada na
areia:
"PERIGO TUBARÃO"
Bem, é muito fácil identificar o perigo, que é o Tubarão.
Quais os riscos (probabilidade) deste indivíduo sofrer um dano:
- Se ele não entrar na água, risco zero.
- Se ele entrar com um jet-ski, uma probabilidade muito pequena.
-Se ele entrar na água para nadar, vai depende da profundidade, do
horário e do tempo que ele ficar na água, e assim por diante, ou seja:
depende dos fatores de risco.
EXEMPL
O
RISCOS ADICIONAIS
Riscos Profissionais: São todas as condições inseguras existentes no
ambiente de trabalho, capazes de afetar a saúde, a segurança e o bem
estar do trabalhador.
RISCOS ADICIONAIS
Máquinas desprotegidas, Pisos acidentados, Pisos escorregadios,
Pisos desnivelados, Empilhamento precário, Arranjo físico
inadequado.
RISCOS ADICIONAIS
Riscos Ambientais: São agentes presentes nos ambientes de trabalho,
capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo,
provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas
profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do
trabalho.
RISCOS ADICIONAIS
Gases ou vapores tóxicos poeiras tóxicas, ruído intenso, calor
intenso, Iluminação deficiente, vibrações mecânicas, umidade
intensa, radiações.
RISCOS AMBIENTAIS
Classificação dos
riscos
Avaliação de risco em um Torno Mecânico
PRATICANDO
Avaliação de risco em uma máquina Policorte
PRATICANDO
Avaliação de risco em uma troca de tubulação de
fenol
PRATICANDO
 Osperigos fundamentais que
representam
inflamáveis são os seguintes:
 Queimam com facilidade;
 Podem produzir atmosferas
explosivas em locais com deficiência
de ventilação;
 Um derrame de líquido inflamável
pode gerar um incêndio que irá se
movimentar, acompanhando o
desnível existente no piso.
os produtos
Perigos
25
 Incêndios em líquidos normalmente são
mais difíceis de serem combatidos do
que em materiais sólidos, visto que é
necessário extinguir o fogo toda
superfície atingida.
 A projeção violenta do agente extintor
sobre um líquido inflamado pode
provocar respingos ou seu
transbordamento, cuja consequência
poderá ser a propagação do incêndio.
Perigos
26
 Em caso de gases, quando não é possível
cortar o suprimento, o vazamento
seguirá gerando maiores volumes de
mistura inflamável, que fatalmente
encontrará uma fonte de ignição em
suas proximidades, provocando uma
explosão.
Perigos
27
 Um produto inflamável poderá oferecer maior ou menor risco
dependendo de:
Seu ponto de fulgor, por exemplo: a gasolina é mais perigosa
que o álcool por ter um ponto de fulgor mais baixo;
 Álcool etílico: PONTO DE FULGOR: 17,0 ºC
 Gasolina: PONTO DE FULGOR: <-43º C
A quantidade e o tipo de armazenamento (tanques ou vasilhas);
Superfície de contato com a atmosfera, no caso de líquidos e
volume possível de mistura com o ar, no caso dos gases;
Riscos
28
 A natureza do próprio produto (poder
calorífico, volatilidade e toxicidade dos
produtos de combustão);
 Possibilidade de vazamento ou
transbordamento;
 Manipulação (transferência,
pulverização, condições de ventilação
do local, etc.);
 Materiais e instalações existentes nas
proximidades.
Riscos
29
 Riscos de incêndio e explosão
 Sempre que existir produtos inflamáveis, em condições
ideais para produzir uma mistura de vapores ou gases
com o ar, existirá risco de incêndio ou explosão, cuja
severidade dependerá dos fatores agravantes
anteriormente citados.
Riscos
30
 Riscos de incêndio e explosão
 Uma mistura dentro dos limites de inflamabilidade
necessita apenas de um elemento para que se produza
um incêndio ou explosão.
A FONTEDE IGNIÇÃO
Faíscas, centelhas, chamas abertas, pontos quentes,
eletricidade estática, etc.
 Assim sendo, na presença de produtos
inflamáveis, é de fundamental
importância o controle das referidas
FONTES DE IGNIÇÃO.
Riscos
31
 Como saber as características e as propriedades de um
produto
inflamável o combustível:
É um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) conforme norma, ABNT-NBR 14725.
A FISPQ fornece informações sobre vários aspectos dos produtos químicos
(substâncias e misturas) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio
ambiente; transmitindo desta maneira, conhecimentos sobre produtos químicos,
recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência
Características
32
s
 Itens que compõem a FISPQ
 Identificação da Substância ou Mistura
 Fornecedor
 Identificação de perigos
 Composição / informações sobre
Ingrediente
 Medidas de Primeiros Socorros
 Medidas de combate a incêndios
 Medidas para derramamentos acidentais
 Manuseio e armazenagem
 Controles de exposição/proteção pessoal
Características
33
 Itens que compõem a FISPQ
 Propriedades físico-químicas
 Estabilidade e Reatividade
 Informação toxicológica Informação
Ecológica
 Considerações sobre disposição
 Informações sobre transporte
 Informação Legal
 Outras informações, incluindo a
reparação e revisão
Características
34
Módulo 2
NR 20 Controles coletivo e
individual para trabalhos com
inflamáveis
42
 Na manipulação e armazenamento deve-se :
 Identificar o produto e seus riscos em cada recipiente, procurando
manter cada produto em seu respectivo recipiente;
 Utilizar recipientes de segurança (anti-tombamento com fechamento
automático e dotados de corta-chamas);
 Utilizar recipientes de segurança que forneça o produto em "doses",
quando for utilizado para limpeza de peças ou engraxamento;
Controles
43
 Na manipulação e armazenamento deve-se :
 Evitar o acúmulo de produtos inflamáveis nos
postos de trabalho, mantendo quantidade
suficiente apenas para uma jornada;
 Utilizar produtos adequados para a absorção de
derrames, ou seja: produtos incombustíveis (areia,
silicato de magnésio, etc.) além de tecidos,
almofadas e mantas absorventes que são
comercializados para esta finalidade. Em muitos
casos é necessário instalar barreiras para evitar
que o produto derramado atinja galerias de água,
esgoto e similares;
Controles
 Na manipulação e armazenamento deve-se :
 Não permitir que graxas, óleos e líquidos inflamáveis sejam estocados
próximos de recipiente que contenham oxigênio (líquido ou gasoso);
 Utilizar bombas manuais para a transferência de
produtos entre
recipientes.
 Manter os cilindros de gases na posição vertical, com os protetores das
válvulas e adequadamente presos;
Controles
38
 Na manipulação e armazenamento deve-se :
 Dispor de meios adequados para a movimentação ou transporte
seguros de recipientes de maior peso (carros ou plataformas);
 Manter o pessoal informado sobre os riscos existentes na manipulação
de inflamáveis sejam eles: sólidos; líquidos ou gasosos.
 Não forçar e nunca lubrificar as válvulas dos cilindros de gases.
 Sempre que for utilizar um gás, instalar um regulador de pressão na
saída do cilindro (nunca diretamente). As válvulas dos cilindros devem
ser abertas lentamente;
39
Controles
 Armazenamentos auxiliares
 Devido necessidade de utilização de produtos inflamáveis em algum
momento da atividade (indústrias, laboratórios, hospitais, etc.). Em tais
circunstâncias são necessários armazenamentos que variam de
pequenos recipientes até tanques com volumes consideráveis.
Estatisticamente está comprovado que, os armazenamentos auxiliares
são os responsáveis pela maioria dos sinistros.
Controles
40
 Armazenamentos auxiliares
 Devido necessidade de utilização de produtos inflamáveis em algum
momento da atividade (indústrias, laboratórios, hospitais, etc.).
 Em tais circunstâncias são necessários armazenamentos que variam de
pequenos recipientes até tanques com volumes consideráveis.
Controles
41
 Armazenamentos auxiliares
 Os produtos inflamáveis devem ser armazenados em áreas isoladas do
restante das instalações e edifícios, seja pelo distanciamento ou
mediante a utilização de elementos construtivos (compartimentação).
Controles
42
 Armazenamentos auxiliares
 Os depósitos auxiliares de produtos inflamáveis devem guardar uma
distância de segurança de outros locais. No caso de tambores e outros
recipientes transportáveis deve ser deixado um corredor separando os
edifícios anexos e o armazenamento. A zona de armazenamento deve
ser utilizada única e exclusivamente para este fim.
Controles
43
 Armazenamentos auxiliares
 Os recipientes de produtos inflamáveis preferencialmente devem ser
metálicos. A estocagem dos recipientes deve ser feita em pallets,
evitando-se o contato direto com o piso e a altura de empilhamento,
sempre que possível não deve ser superior a um recipiente.
 Realizar inspeções regularmente para detecção de possíveis
vazamentos.
Controles
44
 Armazenamentos auxiliares
 As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem
ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis.
 As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem
ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis.
Controles
45
 Requisitos mínimos para uma sala de armazenamento
Controles
46
 Requisitos mínimos para uma sala de armazenamento
 Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;
 As instalações elétricas devem ser especiais e o tipo de proteção de
acordo com a classificação das zonas estabelecidas nas normas técnicas
relativas ao assunto;
 Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;
 Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de
gases e vapores;
 Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas
para contenção de vazamentos;
47
Controles
 Requisitos mínimos para uma sala de armazenamento
 Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;
 As instalações elétricas devem ser especiais e o tipo de proteção de
acordo com a classificação das zonas estabelecidas nas normas técnicas
relativas ao assunto;
 Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;
 Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de
gases e vapores;
 Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas
para contenção de vazamentos;
48
Controles
 Requisitos mínimos para uma sala de armazenamento
 Tratando-se de pequenos depósitos no exterior de prédios e isolados é
conveniente que a cobertura tenha baixa resistência (por exemplo:
fibrocimento);
 Evitar que existam degraus no acesso ao depósito, para reduzir o risco
de tombamento dos meios de transporte;
 Quando são utilizadas pequenas quantidades de inflamáveis,
recomenda-se que o armazenamento seja feito em armários especiais
(sinalizados e com resistência ao fogo de 15 minutos);
49
Controles
 Requisitos mínimos para uma sala de armazenamento
 A transferência de líquidos inflamáveis só deverá ser realizada
após todos os elementos metálicos estarem conectados eletricamente
entre si e a terra;
 O aquecimento de líquidos inflamáveis representa risco de incêndio
e/ou explosão, quando não puder ser evitado, a operação deverá ser
feita com aparelhos próprios e com temperatura controlada (banho-
maria, mantas térmicas, etc.), jamais utilizar chama direta ou
resistências elétricas desprotegidas;
Controles
50
 Requisitos mínimos para uma sala de armazenamento
 Quando é necessário manter líquidos inflamáveis a baixas
temperaturas, o refrigerador utilizado deve ser à prova de explosão.
 Nunca utilizar refrigeradores domésticos;
 Manter um bom nível de ordem e limpeza, removendo frequentemente
tambores e outros recipientes vazios;
 Observar cuidadosamente as condições de manutenção das instalações
de gases inflamáveis, substituindo sempre que necessário os
componentes que apresentarem algum tipo de problema (mangueiras,
válvulas, queimadores e outros).
51
Controles
 Armazenamento e dique de contenção
Controles
52
Módulo 3
NR 20 Fontes de ignição e
seu
controle
 Evitando fontes de ignição nas proximidades, como
por exemplo:
 Centelhas produzidas por aparelhos ou
 Desrespeito à proibição de fumar;
 Descargas eletrostáticas;
 Faíscas provocadas por
escapamentos
combustão interna;
instalações elétricas;
de veículos com motor a
Fontes de ignição
54
 Evitando fontes de ignição nas proximidades, como
por exemplo:
 Faíscas provocadas por trabalhos com esmeris, lixadeiras e similares;
 Faíscas provocadas por atrito (falta de lubrificação em máquinas ou
pelo solado inadequado de um calçado em contato com o piso);
 Faíscas por choque de ferramentas ou outros elementos metálicos;
 Faíscas ou aquecimento provocado por solda e corte.
55
Fontes de ignição
 Evitando fontes de ignição nas proximidades, como
por exemplo:
 Calor gerado por decomposição de matéria orgânica;
 Superfícies quentes (aquecedores, fornos, estufas e similares);
 Fenômenos naturais (raios)
Fontes de ignição
56
Módulo 4
NR 20 Proteção contra incêndio
com inflamáveis
 Sistema de proteção contra incêndio e ao meio ambiente
Sistema de proteção
65
OUTRAS DEFINIÇÕES
ELEMENTOS DA COMBUSTÃO
COMBUSTÍVEL (sólido, líquido e gasoso)
COMBURENTE (oxigênio do ar)
CALOR (temperatura de ignição,
faíscas, energia estática)
REAÇÃO EM CADEIA
TETRAEDRO DO FOGO
• Quando o Combustível, o Oxigênio
atingem condições
e o
Calor
favoráveis,
proporções
misturando-se
em ideais,
acontece
uma
Reação Química em cadeia e,
então, surge o fogo.
COMBUSTÍVEL
REAÇÃO EM CADEIA
C
A
L
O
R
C
O
M
B
U
R
E
N
T
E
TETRAEDRO DO FOGO
• A propagação de um incêndio
é consequência direta do calor
gerado. O calor gerado em
incêndio pode propagar-se por
três métodos:
• Condução
• Convecção
• Irradiação.
PROPAGAÇÃO DO CALOR
• Condução é o processo pela
qual o calor se transmite de
um ponto para outro por
contato direto ou através de
um meio intermediário sólido,
líquido ou gasoso aquecido.
• A transmissão
condução é
demonstrada
do calor por
na
sua maior extensão pelos
metais,
materiais
conduzir
embora
possam
o calor
outros
também
em
várias
graduações.
CONDUÇÃO
• É quando o calor se transmite
através de uma massa de ar
aquecida, que se desloca do
local em chamas, levando para
outros
calor
materiais
combustíveis
locais quantidade
de suficiente
para que
os
aí
existentes atinjam seu ponto de
combustão, originando outro
foco de fogo.
CONVECÇÃ
O
• É quando o calor se transmite por
ondas caloríficas através do espaço,
sem utilizar qualquer meio
material.
Sol
IRRADIAÇÃO
RESFRIAMENTO:
Retirada do calor
ABAFAMENTO:
Extinção do fogo pela exclusão do
incêndio
REMOÇÃO DO
COMBUSTÍVEL
MÉTODO DE EXTINÇÃO DO FOGO
 Sistema de proteção contra incêndio e ao meio ambiente
Sistema de proteção
67
 Osprincipias tipos de proteção recomendados são
os seguintes:
 Extintores portáteis e/ou sobre rodas de pó BC, quando existir somente
líquidos, ou pó ABC quando é possível um incêndio em sólidos;
 Detectores automáticos de incêndio do tipo termovelocimétrico;
 Sistemade hidrantes para o resfriamento e proteção de prédios e
instalações vizinhas;
Sistema de proteção
68
AGENTE EXTINTORES
AGENTE EXTINTORES
• Agente extintor contendo
bicarbonato de sódio ou sulfato de
potássio, que deve ser aplicado
diretamente sobre a base das
chamas. Sua principal ação
extintora é por quebra da reação
em cadeia e secundariamente por
abafamento.
EXTINTOR PQS – PÓ QUUÍMICO SECO
ESGUICHO COM ORIFÍCIO PARA
ENTRADA DE AR
INDICADOR DE
PRESSÃO
EXTINTOR ESPUMA
• Gás inerte, inodoro, incolor, atóxico e
não condutor de eletricidade.
• Nota: Por ser o CO2 asfixiante, não
devemos aplicá-lo em recinto
fechado, sem ventilação com pessoas
no seu interior.
• CUIDADO: Deve-se ter especial
atenção durante o manuseio para não
segurar pelo difusor pois poderá
causar queimaduras.
EXTINTOR CO²
UTILIZAÇÃO DOS EXTINTORES
83
 Osprincipias tipos de proteção recomendados são
os seguintes:
 Chuveiros automáticos (sprinklers), caso nas demais áreas exista este
tipo de proteção;
 Sistemas de água nebulizada para refrigeração de tanques de líquidos
ou gases;
 Sistemas fixos ou manuais de espuma para extinção de incêndios em
líquidos, ou para sua prevenção em caso derrame;
 Detecção de gases inflamáveis (interior e/ou exterior);
 O Kitde emergência ambiental é configurado conforme o
cenário
provável de vazamento, contendo os absorvedores em formatos de
barreiras, mantas, almofadas e rolos, etc.
Sistema de proteção
84
 Osprincipias tipos de proteção recomendados são
os seguintes:
Sistema de proteção
Módulo 5
NR 20 Procedimentos básicos em
situações de emergência com
inflamáveis
 O que fazer?
Emergência
78
 Existem dois tipos:
 Com produto perigoso
 Sem produto perigoso
Emergência
79
 Chegar característica da emergência:
 Extrapolação dos limites espaciais;
 Extrapolação dos limites temporais;
 Graus diferenciados de exposição;
 Possível existência de zona de contaminação;
 Riscos de contaminação ;
 Dificuldades de acesso;
 Desconhecimento das propriedades e efeitos dos produtos;
 Necessidade de suportes.
80
Emergência
 Quem chega primeiro no local do acidente com
PP?
 População ao redor (curiosos);
 Policiamento (Rodoviário, estadual);
 Corpo de Bombeiros local;
 Órgãos especializados do Meio Ambiente.
Emergência
81
 O que fazer se sou o primeiro a chegar no
local?
Emergência
82
91
 O que fazer se sou o primeiro a chegar no
local?
1º Investigar a existência de produtos perigosos
Identificar o produto;
Informar a central;
Especificar o veículo e os equipamentos de
atendimento.
 2º Inspecionar o local (3 etapas):
1. Qual é a situação? (estado concreto);
2. Para onde a situação pode evoluir ? (Potencial);
3. O que devo fazer para controlá-la ? (Ações e
Recursos).
 3º Atendimento das vítimas e descontaminação
Deve aguardar por uma equipe especializada?
Emergência
 O socorrista deve:
 Entrar na área com equipamento de proteção individual;
procedimentos da Ficha de
 Retirar a(s) vítima(s) da área de risco;
 Atender as vítimas, seguindo os seguintes
Emergência;
 Realizar a Descontaminação (se necessário).
Emergência
84
 Se houver uma emergência química:
Emergência
85
 Se houver uma emergência química:
 1º Identificar produto e isolar o local
Procedimentos em Emergência
86
 Se houver uma emergência química:
Emergência
87
 Se houver uma emergência química:
Emergência
88
 Se houver uma emergência química:
Emergência
89
 Se houver uma emergência química:
 Aproximar-se cuidadosamente;
 Manter-se sempre de costas para o vento;
 Evitar qualquer contato como produto;
 Verificar e se possível eliminar toda ou qualquer fonte de ignição;
 Isolar o local;
 Solicitar auxílio de especialistas.
90
Emergência
 Se houver uma emergência química:
Emergência
91
 Se houver uma emergência química:
Emergência
92
1
 Se houver uma emergência química:
Emergência
01
 Procedimento de descontaminação:
 Estabelecer um CRC, uma via de passagem obrigatória para a saída da
área contaminada onde serão desenvolvidas ações em uma sequência
lógica que permitam progressivamente a descontaminação de pessoas,
equipamentos e veículos.
Emergência
94
 Procedimento de descontaminação:
Emergência
95
 Procedimento de descontaminação:
Emergência
96
 Procedimento de remoção de contaminado:
 Proteção do meio ambiente
Emergência
97
 Procedimento de remoção de contaminado:
 Proteção do meio ambiente
Emergência
98
 Ações defensivas de confinamento:
 Cuidado...São ações que irão exigir a entrada da equipe de emergência
dentro da zona quente.
Emergência
99
 Reforçando as medidas de controle:
 Evacuar as pessoas do local;
 Sanar o vazamento;
 Contenção do produto derramado;
 Abatimento de vapores;
 Remoção de produtos;
 Controle ambiental;
 Prevenção a incêndios;
 Recolhimento e transbordo da carga.
100
Emergência
 Reforçando as medidas de controle:
Emergência
101
 O controle de uma emergência:
 Implica em grandes riscos;
 Gera grande confusão;
 Utiliza muitos recursos;
 Participam muitas pessoas e entidades;
 Requer tomada de decisões“críticas”.
Emergência
102
 A má coordenação de uma
emergência:
 improvisações;
 equívocos;
 desperdício de recursos;
 dificuldade de controle;
 caos;
 destruição;
 mortes e lesões;
 perdas;
Emergência
103
Emergência
104
NORMA REGULAMENTADORA N°20
Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e
Combustíveis
PORTARIA N.º 3.214/1978

TREINAMENTO CAPACITAÇÃO NR-20 - BÁSICO.pptx

  • 1.
    NORMA REGULAMENTADORA N°20 Segurançae Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis PORTARIA N.º 3.214/1978
  • 2.
    5 MÓDULOS Módulo 1– NR 20 Inflamáveis: características, propriedades, perigos e r i scos CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Módulo 2 – Controles coletivo e individual para t rabalhos com inflamáveis Módulo 3 – Fontes de ignição e seu controle Módulo 4 – Proteção contra incêndio com inflamáveis Módulo básicos 5 – Procedimentos em s i tuações de emergência com inflamáveis
  • 3.
    Módulo 1 NR 20Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos
  • 4.
     Capacitar ostrabalhadores que adentram e que mantêm contato direto com o processo ou processamento de Inflamáveis e Combustíveis, quanto aos perigos e riscos existentes, medidas de controle e o que fazer em caso de emergências. Objetivo
  • 5.
     São deobservância obrigatória por todas as empresas brasileiras regidas pela (CLT).  Seu descumprimento poderá resultar em notificação, autuação, interdição ou embargo e penalidades de ambiente específico ou do estabelecimento inteiro e, também, em ações regressivas (Lei 8.213/91) por parte do INSS. Norma Regulamentadora
  • 6.
     Instrumentos legaiseditados pelo Ministério do Trabalho e Emprego que regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil, elas norteiam as obrigações dos estabelecimentos de qualquer natureza (regidos pela CLT) em relação a saúde e segurança do trabalhador. Norma Regulamentadora
  • 7.
     O quese trata da NR 20?  Estabelece requisitos mínimos para a GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de:  extração;  produção;  armazenamento;  transferência;  manuseio e  manipulação.  de inflamáveis (líquidos e gases) e líquidos combustíveis. Norma Regulamentadora
  • 8.
     Líquidos inflamáveis:são líquidos que possuem ponto de fulgor ≤ 60º C  Líquidos combustíveis: são líquidos com ponto de fulgor > 60º C e ≤ 93º C  Gases inflamáveis: gases que inflamam com o ar a 20º C e a uma pressão padrão de 101,3 kPa. Definições
  • 9.
     Ponto defulgor: É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis, os quais, combinados com o oxigênio do ar em contato com uma chama, começam a se queimar, mas a chama não se mantém porque os gases produzidos são ainda insuficientes. Definições
  • 10.
    Ponto de combustão:É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis que, combinados com o oxigênio do ar e ao entrar em contato com uma chama, se inflamam, e, mesmo que se retire a chama, o fogo não se apaga, pois essa temperatura faz gerar, ou gases fogo ou a do combustível, vapores suficientes para manter o transformação em cadeia. Definições
  • 11.
    Ponto de ignição:É aquela em que os desprendidos dos combustíveis gases entra m contat o em combustão apenas pelo com o oxigênio do ar, independente de qualquer fonte de calor. Definições
  • 12.
  • 13.
    PERIGO - Conjuntode fatores físicos que podem gerar um ferimento causado por uma ação mecânica de elementos de máquinas, de ferramentas, de peças ou de projeções de materiais sólidos ou fluidos. A nova NR 1 define Perigo como: "fonte com o potencial para causar lesão ou problema de saúde" PERIGO / RISCO
  • 14.
    RISCO - Probabilidadede que a exposição ao Perigo se transforme em lesões. A nova NR 1 define Risco como: "Combinação da probabilidade de ocorrência de eventos ou exposições perigosas a agentes nocivos relacionados aos trabalhos e da gravidade das lesões e problemas de saúde que podem ser causados pelo evento ou exposição" PERIGO / RISCO
  • 15.
    PERIGO / RISCO ANBR 213-1 – Item 4 descreve os perigos que podemos encontrar em uma máquina: CALOR E FOGO CHOQUE ELÉTRICO PERIGOS MECÂNICOS RADIAÇÕES / EMISSÕES PERIGOSAS Designa-se assim o conjunto dos fatores físicos que podem estar na origem de um ferimento causado pela ação mecânica de elementos de máquinas, de ferramentas, de peças ou de projeções de materiais sólidos ou fluidos.
  • 16.
    Um indivíduo vaia praia e se depara com uma placa fincada na areia: "PERIGO TUBARÃO" Bem, é muito fácil identificar o perigo, que é o Tubarão. Quais os riscos (probabilidade) deste indivíduo sofrer um dano: - Se ele não entrar na água, risco zero. - Se ele entrar com um jet-ski, uma probabilidade muito pequena. -Se ele entrar na água para nadar, vai depende da profundidade, do horário e do tempo que ele ficar na água, e assim por diante, ou seja: depende dos fatores de risco. EXEMPL O
  • 17.
    RISCOS ADICIONAIS Riscos Profissionais:São todas as condições inseguras existentes no ambiente de trabalho, capazes de afetar a saúde, a segurança e o bem estar do trabalhador.
  • 18.
    RISCOS ADICIONAIS Máquinas desprotegidas,Pisos acidentados, Pisos escorregadios, Pisos desnivelados, Empilhamento precário, Arranjo físico inadequado.
  • 19.
    RISCOS ADICIONAIS Riscos Ambientais:São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.
  • 20.
    RISCOS ADICIONAIS Gases ouvapores tóxicos poeiras tóxicas, ruído intenso, calor intenso, Iluminação deficiente, vibrações mecânicas, umidade intensa, radiações.
  • 21.
  • 22.
    Avaliação de riscoem um Torno Mecânico PRATICANDO
  • 23.
    Avaliação de riscoem uma máquina Policorte PRATICANDO
  • 24.
    Avaliação de riscoem uma troca de tubulação de fenol PRATICANDO
  • 25.
     Osperigos fundamentaisque representam inflamáveis são os seguintes:  Queimam com facilidade;  Podem produzir atmosferas explosivas em locais com deficiência de ventilação;  Um derrame de líquido inflamável pode gerar um incêndio que irá se movimentar, acompanhando o desnível existente no piso. os produtos Perigos 25
  • 26.
     Incêndios emlíquidos normalmente são mais difíceis de serem combatidos do que em materiais sólidos, visto que é necessário extinguir o fogo toda superfície atingida.  A projeção violenta do agente extintor sobre um líquido inflamado pode provocar respingos ou seu transbordamento, cuja consequência poderá ser a propagação do incêndio. Perigos 26
  • 27.
     Em casode gases, quando não é possível cortar o suprimento, o vazamento seguirá gerando maiores volumes de mistura inflamável, que fatalmente encontrará uma fonte de ignição em suas proximidades, provocando uma explosão. Perigos 27
  • 28.
     Um produtoinflamável poderá oferecer maior ou menor risco dependendo de: Seu ponto de fulgor, por exemplo: a gasolina é mais perigosa que o álcool por ter um ponto de fulgor mais baixo;  Álcool etílico: PONTO DE FULGOR: 17,0 ºC  Gasolina: PONTO DE FULGOR: <-43º C A quantidade e o tipo de armazenamento (tanques ou vasilhas); Superfície de contato com a atmosfera, no caso de líquidos e volume possível de mistura com o ar, no caso dos gases; Riscos 28
  • 29.
     A naturezado próprio produto (poder calorífico, volatilidade e toxicidade dos produtos de combustão);  Possibilidade de vazamento ou transbordamento;  Manipulação (transferência, pulverização, condições de ventilação do local, etc.);  Materiais e instalações existentes nas proximidades. Riscos 29
  • 30.
     Riscos deincêndio e explosão  Sempre que existir produtos inflamáveis, em condições ideais para produzir uma mistura de vapores ou gases com o ar, existirá risco de incêndio ou explosão, cuja severidade dependerá dos fatores agravantes anteriormente citados. Riscos 30
  • 31.
     Riscos deincêndio e explosão  Uma mistura dentro dos limites de inflamabilidade necessita apenas de um elemento para que se produza um incêndio ou explosão. A FONTEDE IGNIÇÃO Faíscas, centelhas, chamas abertas, pontos quentes, eletricidade estática, etc.  Assim sendo, na presença de produtos inflamáveis, é de fundamental importância o controle das referidas FONTES DE IGNIÇÃO. Riscos 31
  • 32.
     Como saberas características e as propriedades de um produto inflamável o combustível: É um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) conforme norma, ABNT-NBR 14725. A FISPQ fornece informações sobre vários aspectos dos produtos químicos (substâncias e misturas) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente; transmitindo desta maneira, conhecimentos sobre produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência Características 32
  • 33.
    s  Itens quecompõem a FISPQ  Identificação da Substância ou Mistura  Fornecedor  Identificação de perigos  Composição / informações sobre Ingrediente  Medidas de Primeiros Socorros  Medidas de combate a incêndios  Medidas para derramamentos acidentais  Manuseio e armazenagem  Controles de exposição/proteção pessoal Características 33
  • 34.
     Itens quecompõem a FISPQ  Propriedades físico-químicas  Estabilidade e Reatividade  Informação toxicológica Informação Ecológica  Considerações sobre disposição  Informações sobre transporte  Informação Legal  Outras informações, incluindo a reparação e revisão Características 34
  • 35.
    Módulo 2 NR 20Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis
  • 36.
    42  Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :  Identificar o produto e seus riscos em cada recipiente, procurando manter cada produto em seu respectivo recipiente;  Utilizar recipientes de segurança (anti-tombamento com fechamento automático e dotados de corta-chamas);  Utilizar recipientes de segurança que forneça o produto em "doses", quando for utilizado para limpeza de peças ou engraxamento; Controles
  • 37.
    43  Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :  Evitar o acúmulo de produtos inflamáveis nos postos de trabalho, mantendo quantidade suficiente apenas para uma jornada;  Utilizar produtos adequados para a absorção de derrames, ou seja: produtos incombustíveis (areia, silicato de magnésio, etc.) além de tecidos, almofadas e mantas absorventes que são comercializados para esta finalidade. Em muitos casos é necessário instalar barreiras para evitar que o produto derramado atinja galerias de água, esgoto e similares; Controles
  • 38.
     Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :  Não permitir que graxas, óleos e líquidos inflamáveis sejam estocados próximos de recipiente que contenham oxigênio (líquido ou gasoso);  Utilizar bombas manuais para a transferência de produtos entre recipientes.  Manter os cilindros de gases na posição vertical, com os protetores das válvulas e adequadamente presos; Controles 38
  • 39.
     Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :  Dispor de meios adequados para a movimentação ou transporte seguros de recipientes de maior peso (carros ou plataformas);  Manter o pessoal informado sobre os riscos existentes na manipulação de inflamáveis sejam eles: sólidos; líquidos ou gasosos.  Não forçar e nunca lubrificar as válvulas dos cilindros de gases.  Sempre que for utilizar um gás, instalar um regulador de pressão na saída do cilindro (nunca diretamente). As válvulas dos cilindros devem ser abertas lentamente; 39 Controles
  • 40.
     Armazenamentos auxiliares Devido necessidade de utilização de produtos inflamáveis em algum momento da atividade (indústrias, laboratórios, hospitais, etc.). Em tais circunstâncias são necessários armazenamentos que variam de pequenos recipientes até tanques com volumes consideráveis. Estatisticamente está comprovado que, os armazenamentos auxiliares são os responsáveis pela maioria dos sinistros. Controles 40
  • 41.
     Armazenamentos auxiliares Devido necessidade de utilização de produtos inflamáveis em algum momento da atividade (indústrias, laboratórios, hospitais, etc.).  Em tais circunstâncias são necessários armazenamentos que variam de pequenos recipientes até tanques com volumes consideráveis. Controles 41
  • 42.
     Armazenamentos auxiliares Os produtos inflamáveis devem ser armazenados em áreas isoladas do restante das instalações e edifícios, seja pelo distanciamento ou mediante a utilização de elementos construtivos (compartimentação). Controles 42
  • 43.
     Armazenamentos auxiliares Os depósitos auxiliares de produtos inflamáveis devem guardar uma distância de segurança de outros locais. No caso de tambores e outros recipientes transportáveis deve ser deixado um corredor separando os edifícios anexos e o armazenamento. A zona de armazenamento deve ser utilizada única e exclusivamente para este fim. Controles 43
  • 44.
     Armazenamentos auxiliares Os recipientes de produtos inflamáveis preferencialmente devem ser metálicos. A estocagem dos recipientes deve ser feita em pallets, evitando-se o contato direto com o piso e a altura de empilhamento, sempre que possível não deve ser superior a um recipiente.  Realizar inspeções regularmente para detecção de possíveis vazamentos. Controles 44
  • 45.
     Armazenamentos auxiliares As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis.  As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis. Controles 45
  • 46.
     Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento Controles 46
  • 47.
     Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento  Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;  As instalações elétricas devem ser especiais e o tipo de proteção de acordo com a classificação das zonas estabelecidas nas normas técnicas relativas ao assunto;  Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;  Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de gases e vapores;  Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas para contenção de vazamentos; 47 Controles
  • 48.
     Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento  Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;  As instalações elétricas devem ser especiais e o tipo de proteção de acordo com a classificação das zonas estabelecidas nas normas técnicas relativas ao assunto;  Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;  Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de gases e vapores;  Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas para contenção de vazamentos; 48 Controles
  • 49.
     Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento  Tratando-se de pequenos depósitos no exterior de prédios e isolados é conveniente que a cobertura tenha baixa resistência (por exemplo: fibrocimento);  Evitar que existam degraus no acesso ao depósito, para reduzir o risco de tombamento dos meios de transporte;  Quando são utilizadas pequenas quantidades de inflamáveis, recomenda-se que o armazenamento seja feito em armários especiais (sinalizados e com resistência ao fogo de 15 minutos); 49 Controles
  • 50.
     Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento  A transferência de líquidos inflamáveis só deverá ser realizada após todos os elementos metálicos estarem conectados eletricamente entre si e a terra;  O aquecimento de líquidos inflamáveis representa risco de incêndio e/ou explosão, quando não puder ser evitado, a operação deverá ser feita com aparelhos próprios e com temperatura controlada (banho- maria, mantas térmicas, etc.), jamais utilizar chama direta ou resistências elétricas desprotegidas; Controles 50
  • 51.
     Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento  Quando é necessário manter líquidos inflamáveis a baixas temperaturas, o refrigerador utilizado deve ser à prova de explosão.  Nunca utilizar refrigeradores domésticos;  Manter um bom nível de ordem e limpeza, removendo frequentemente tambores e outros recipientes vazios;  Observar cuidadosamente as condições de manutenção das instalações de gases inflamáveis, substituindo sempre que necessário os componentes que apresentarem algum tipo de problema (mangueiras, válvulas, queimadores e outros). 51 Controles
  • 52.
     Armazenamento edique de contenção Controles 52
  • 53.
    Módulo 3 NR 20Fontes de ignição e seu controle
  • 54.
     Evitando fontesde ignição nas proximidades, como por exemplo:  Centelhas produzidas por aparelhos ou  Desrespeito à proibição de fumar;  Descargas eletrostáticas;  Faíscas provocadas por escapamentos combustão interna; instalações elétricas; de veículos com motor a Fontes de ignição 54
  • 55.
     Evitando fontesde ignição nas proximidades, como por exemplo:  Faíscas provocadas por trabalhos com esmeris, lixadeiras e similares;  Faíscas provocadas por atrito (falta de lubrificação em máquinas ou pelo solado inadequado de um calçado em contato com o piso);  Faíscas por choque de ferramentas ou outros elementos metálicos;  Faíscas ou aquecimento provocado por solda e corte. 55 Fontes de ignição
  • 56.
     Evitando fontesde ignição nas proximidades, como por exemplo:  Calor gerado por decomposição de matéria orgânica;  Superfícies quentes (aquecedores, fornos, estufas e similares);  Fenômenos naturais (raios) Fontes de ignição 56
  • 57.
    Módulo 4 NR 20Proteção contra incêndio com inflamáveis
  • 58.
     Sistema deproteção contra incêndio e ao meio ambiente Sistema de proteção 65
  • 59.
  • 60.
    ELEMENTOS DA COMBUSTÃO COMBUSTÍVEL(sólido, líquido e gasoso) COMBURENTE (oxigênio do ar) CALOR (temperatura de ignição, faíscas, energia estática) REAÇÃO EM CADEIA TETRAEDRO DO FOGO
  • 61.
    • Quando oCombustível, o Oxigênio atingem condições e o Calor favoráveis, proporções misturando-se em ideais, acontece uma Reação Química em cadeia e, então, surge o fogo. COMBUSTÍVEL REAÇÃO EM CADEIA C A L O R C O M B U R E N T E TETRAEDRO DO FOGO
  • 62.
    • A propagaçãode um incêndio é consequência direta do calor gerado. O calor gerado em incêndio pode propagar-se por três métodos: • Condução • Convecção • Irradiação. PROPAGAÇÃO DO CALOR
  • 63.
    • Condução éo processo pela qual o calor se transmite de um ponto para outro por contato direto ou através de um meio intermediário sólido, líquido ou gasoso aquecido. • A transmissão condução é demonstrada do calor por na sua maior extensão pelos metais, materiais conduzir embora possam o calor outros também em várias graduações. CONDUÇÃO
  • 64.
    • É quandoo calor se transmite através de uma massa de ar aquecida, que se desloca do local em chamas, levando para outros calor materiais combustíveis locais quantidade de suficiente para que os aí existentes atinjam seu ponto de combustão, originando outro foco de fogo. CONVECÇÃ O
  • 65.
    • É quandoo calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço, sem utilizar qualquer meio material. Sol IRRADIAÇÃO
  • 66.
    RESFRIAMENTO: Retirada do calor ABAFAMENTO: Extinçãodo fogo pela exclusão do incêndio REMOÇÃO DO COMBUSTÍVEL MÉTODO DE EXTINÇÃO DO FOGO
  • 67.
     Sistema deproteção contra incêndio e ao meio ambiente Sistema de proteção 67
  • 68.
     Osprincipias tiposde proteção recomendados são os seguintes:  Extintores portáteis e/ou sobre rodas de pó BC, quando existir somente líquidos, ou pó ABC quando é possível um incêndio em sólidos;  Detectores automáticos de incêndio do tipo termovelocimétrico;  Sistemade hidrantes para o resfriamento e proteção de prédios e instalações vizinhas; Sistema de proteção 68
  • 69.
  • 70.
  • 71.
    • Agente extintorcontendo bicarbonato de sódio ou sulfato de potássio, que deve ser aplicado diretamente sobre a base das chamas. Sua principal ação extintora é por quebra da reação em cadeia e secundariamente por abafamento. EXTINTOR PQS – PÓ QUUÍMICO SECO
  • 72.
    ESGUICHO COM ORIFÍCIOPARA ENTRADA DE AR INDICADOR DE PRESSÃO EXTINTOR ESPUMA
  • 73.
    • Gás inerte,inodoro, incolor, atóxico e não condutor de eletricidade. • Nota: Por ser o CO2 asfixiante, não devemos aplicá-lo em recinto fechado, sem ventilação com pessoas no seu interior. • CUIDADO: Deve-se ter especial atenção durante o manuseio para não segurar pelo difusor pois poderá causar queimaduras. EXTINTOR CO²
  • 74.
  • 75.
    83  Osprincipias tiposde proteção recomendados são os seguintes:  Chuveiros automáticos (sprinklers), caso nas demais áreas exista este tipo de proteção;  Sistemas de água nebulizada para refrigeração de tanques de líquidos ou gases;  Sistemas fixos ou manuais de espuma para extinção de incêndios em líquidos, ou para sua prevenção em caso derrame;  Detecção de gases inflamáveis (interior e/ou exterior);  O Kitde emergência ambiental é configurado conforme o cenário provável de vazamento, contendo os absorvedores em formatos de barreiras, mantas, almofadas e rolos, etc. Sistema de proteção
  • 76.
    84  Osprincipias tiposde proteção recomendados são os seguintes: Sistema de proteção
  • 77.
    Módulo 5 NR 20Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis
  • 78.
     O quefazer? Emergência 78
  • 79.
     Existem doistipos:  Com produto perigoso  Sem produto perigoso Emergência 79
  • 80.
     Chegar característicada emergência:  Extrapolação dos limites espaciais;  Extrapolação dos limites temporais;  Graus diferenciados de exposição;  Possível existência de zona de contaminação;  Riscos de contaminação ;  Dificuldades de acesso;  Desconhecimento das propriedades e efeitos dos produtos;  Necessidade de suportes. 80 Emergência
  • 81.
     Quem chegaprimeiro no local do acidente com PP?  População ao redor (curiosos);  Policiamento (Rodoviário, estadual);  Corpo de Bombeiros local;  Órgãos especializados do Meio Ambiente. Emergência 81
  • 82.
     O quefazer se sou o primeiro a chegar no local? Emergência 82
  • 83.
    91  O quefazer se sou o primeiro a chegar no local? 1º Investigar a existência de produtos perigosos Identificar o produto; Informar a central; Especificar o veículo e os equipamentos de atendimento.  2º Inspecionar o local (3 etapas): 1. Qual é a situação? (estado concreto); 2. Para onde a situação pode evoluir ? (Potencial); 3. O que devo fazer para controlá-la ? (Ações e Recursos).  3º Atendimento das vítimas e descontaminação Deve aguardar por uma equipe especializada? Emergência
  • 84.
     O socorristadeve:  Entrar na área com equipamento de proteção individual; procedimentos da Ficha de  Retirar a(s) vítima(s) da área de risco;  Atender as vítimas, seguindo os seguintes Emergência;  Realizar a Descontaminação (se necessário). Emergência 84
  • 85.
     Se houveruma emergência química: Emergência 85
  • 86.
     Se houveruma emergência química:  1º Identificar produto e isolar o local Procedimentos em Emergência 86
  • 87.
     Se houveruma emergência química: Emergência 87
  • 88.
     Se houveruma emergência química: Emergência 88
  • 89.
     Se houveruma emergência química: Emergência 89
  • 90.
     Se houveruma emergência química:  Aproximar-se cuidadosamente;  Manter-se sempre de costas para o vento;  Evitar qualquer contato como produto;  Verificar e se possível eliminar toda ou qualquer fonte de ignição;  Isolar o local;  Solicitar auxílio de especialistas. 90 Emergência
  • 91.
     Se houveruma emergência química: Emergência 91
  • 92.
     Se houveruma emergência química: Emergência 92
  • 93.
    1  Se houveruma emergência química: Emergência 01
  • 94.
     Procedimento dedescontaminação:  Estabelecer um CRC, uma via de passagem obrigatória para a saída da área contaminada onde serão desenvolvidas ações em uma sequência lógica que permitam progressivamente a descontaminação de pessoas, equipamentos e veículos. Emergência 94
  • 95.
     Procedimento dedescontaminação: Emergência 95
  • 96.
     Procedimento dedescontaminação: Emergência 96
  • 97.
     Procedimento deremoção de contaminado:  Proteção do meio ambiente Emergência 97
  • 98.
     Procedimento deremoção de contaminado:  Proteção do meio ambiente Emergência 98
  • 99.
     Ações defensivasde confinamento:  Cuidado...São ações que irão exigir a entrada da equipe de emergência dentro da zona quente. Emergência 99
  • 100.
     Reforçando asmedidas de controle:  Evacuar as pessoas do local;  Sanar o vazamento;  Contenção do produto derramado;  Abatimento de vapores;  Remoção de produtos;  Controle ambiental;  Prevenção a incêndios;  Recolhimento e transbordo da carga. 100 Emergência
  • 101.
     Reforçando asmedidas de controle: Emergência 101
  • 102.
     O controlede uma emergência:  Implica em grandes riscos;  Gera grande confusão;  Utiliza muitos recursos;  Participam muitas pessoas e entidades;  Requer tomada de decisões“críticas”. Emergência 102
  • 103.
     A mácoordenação de uma emergência:  improvisações;  equívocos;  desperdício de recursos;  dificuldade de controle;  caos;  destruição;  mortes e lesões;  perdas; Emergência 103
  • 104.
  • 105.
    NORMA REGULAMENTADORA N°20 Segurançae Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis PORTARIA N.º 3.214/1978