5 MÓDULOS
Módulo 1– NR 20 Inflamáveis:
características, propriedades,
perigos e r i scos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Módulo 2 – Controles coletivo e
individual para t rabalhos com
inflamáveis
Módulo 3 – Fontes de ignição
e seu controle
Módulo 4 – Proteção contra
incêndio com inflamáveis
Módulo
básicos
5 – Procedimentos
em s i tuações
de
emergência com inflamáveis
3.
Módulo 1
NR 20Inflamáveis: características,
propriedades, perigos e riscos
4.
Capacitar ostrabalhadores que adentram e que mantêm
contato direto com o processo ou processamento de
Inflamáveis e Combustíveis, quanto aos perigos e riscos
existentes, medidas de controle e o que fazer em caso de
emergências.
Objetivo
5.
São deobservância obrigatória por todas as empresas
brasileiras
regidas pela (CLT).
Seu descumprimento poderá resultar em notificação,
autuação, interdição ou embargo e penalidades de ambiente
específico ou do estabelecimento inteiro e, também, em
ações regressivas (Lei 8.213/91) por parte do INSS.
Norma Regulamentadora
6.
Instrumentos legaiseditados pelo Ministério do Trabalho e
Emprego que regulamentam e fornecem orientações sobre
procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e
medicina do trabalho no Brasil, elas norteiam as obrigações
dos estabelecimentos de qualquer natureza (regidos pela
CLT) em relação a saúde e segurança do trabalhador.
Norma Regulamentadora
7.
O quese trata da NR 20?
Estabelece requisitos mínimos para a GESTÃO DA SEGURANÇA E
SAÚDE NO TRABALHO contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de:
extração;
produção;
armazenamento;
transferência;
manuseio e
manipulação.
de inflamáveis (líquidos e gases) e líquidos combustíveis.
Norma Regulamentadora
8.
Líquidos inflamáveis:são líquidos que possuem ponto de
fulgor
≤ 60º C
Líquidos combustíveis: são líquidos com ponto de fulgor
> 60º
C e ≤ 93º C
Gases inflamáveis: gases que inflamam com o ar a 20º C e
a uma pressão padrão de 101,3 kPa.
Definições
9.
Ponto defulgor: É a temperatura
mínima necessária para que um
combustível desprenda vapores ou
gases inflamáveis, os quais,
combinados com o oxigênio do ar
em contato com uma chama,
começam a se queimar, mas a chama
não se mantém porque os gases
produzidos são ainda insuficientes.
Definições
10.
Ponto de combustão:É a temperatura
mínima necessária para que um
combustível desprenda vapores ou
gases inflamáveis que, combinados
com o oxigênio do ar e ao entrar em
contato com uma chama, se inflamam,
e, mesmo que se retire a chama, o fogo
não se apaga, pois essa temperatura
faz gerar, ou
gases fogo
ou
a
do combustível, vapores
suficientes para manter o
transformação em cadeia.
Definições
11.
Ponto de ignição:É aquela em que
os
desprendidos dos
combustíveis
gases
entra
m
contat
o
em combustão apenas
pelo com o
oxigênio do
ar,
independente de qualquer
fonte
de calor.
Definições
PERIGO - Conjuntode fatores físicos que podem gerar um
ferimento causado por uma ação mecânica
de elementos de máquinas, de
ferramentas, de peças ou de projeções de materiais sólidos ou fluidos.
A nova NR 1 define Perigo como: "fonte com o potencial para causar
lesão ou problema de saúde"
PERIGO / RISCO
14.
RISCO - Probabilidadede que a exposição ao Perigo se transforme
em
lesões.
A nova NR 1 define Risco como: "Combinação da probabilidade de
ocorrência de eventos ou exposições perigosas a agentes nocivos
relacionados aos trabalhos e da gravidade das lesões e problemas
de saúde que podem ser causados pelo evento ou exposição"
PERIGO / RISCO
15.
PERIGO / RISCO
ANBR 213-1 – Item 4 descreve os perigos que podemos encontrar
em uma máquina:
CALOR E FOGO
CHOQUE
ELÉTRICO
PERIGOS
MECÂNICOS
RADIAÇÕES / EMISSÕES
PERIGOSAS
Designa-se assim o conjunto dos fatores físicos que podem estar na
origem de um ferimento causado pela ação mecânica de elementos de
máquinas, de ferramentas, de peças ou de projeções de materiais
sólidos ou fluidos.
16.
Um indivíduo vaia praia e se depara com uma placa fincada na
areia:
"PERIGO TUBARÃO"
Bem, é muito fácil identificar o perigo, que é o Tubarão.
Quais os riscos (probabilidade) deste indivíduo sofrer um dano:
- Se ele não entrar na água, risco zero.
- Se ele entrar com um jet-ski, uma probabilidade muito pequena.
-Se ele entrar na água para nadar, vai depende da profundidade, do
horário e do tempo que ele ficar na água, e assim por diante, ou seja:
depende dos fatores de risco.
EXEMPL
O
17.
RISCOS ADICIONAIS
Riscos Profissionais:São todas as condições inseguras existentes no
ambiente de trabalho, capazes de afetar a saúde, a segurança e o bem
estar do trabalhador.
RISCOS ADICIONAIS
Riscos Ambientais:São agentes presentes nos ambientes de trabalho,
capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo,
provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas
profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do
trabalho.
Osperigos fundamentaisque
representam
inflamáveis são os seguintes:
Queimam com facilidade;
Podem produzir atmosferas
explosivas em locais com deficiência
de ventilação;
Um derrame de líquido inflamável
pode gerar um incêndio que irá se
movimentar, acompanhando o
desnível existente no piso.
os produtos
Perigos
25
26.
Incêndios emlíquidos normalmente são
mais difíceis de serem combatidos do
que em materiais sólidos, visto que é
necessário extinguir o fogo toda
superfície atingida.
A projeção violenta do agente extintor
sobre um líquido inflamado pode
provocar respingos ou seu
transbordamento, cuja consequência
poderá ser a propagação do incêndio.
Perigos
26
27.
Em casode gases, quando não é possível
cortar o suprimento, o vazamento
seguirá gerando maiores volumes de
mistura inflamável, que fatalmente
encontrará uma fonte de ignição em
suas proximidades, provocando uma
explosão.
Perigos
27
28.
Um produtoinflamável poderá oferecer maior ou menor risco
dependendo de:
Seu ponto de fulgor, por exemplo: a gasolina é mais perigosa
que o álcool por ter um ponto de fulgor mais baixo;
Álcool etílico: PONTO DE FULGOR: 17,0 ºC
Gasolina: PONTO DE FULGOR: <-43º C
A quantidade e o tipo de armazenamento (tanques ou vasilhas);
Superfície de contato com a atmosfera, no caso de líquidos e
volume possível de mistura com o ar, no caso dos gases;
Riscos
28
29.
A naturezado próprio produto (poder
calorífico, volatilidade e toxicidade dos
produtos de combustão);
Possibilidade de vazamento ou
transbordamento;
Manipulação (transferência,
pulverização, condições de ventilação
do local, etc.);
Materiais e instalações existentes nas
proximidades.
Riscos
29
30.
Riscos deincêndio e explosão
Sempre que existir produtos inflamáveis, em condições
ideais para produzir uma mistura de vapores ou gases
com o ar, existirá risco de incêndio ou explosão, cuja
severidade dependerá dos fatores agravantes
anteriormente citados.
Riscos
30
31.
Riscos deincêndio e explosão
Uma mistura dentro dos limites de inflamabilidade
necessita apenas de um elemento para que se produza
um incêndio ou explosão.
A FONTEDE IGNIÇÃO
Faíscas, centelhas, chamas abertas, pontos quentes,
eletricidade estática, etc.
Assim sendo, na presença de produtos
inflamáveis, é de fundamental
importância o controle das referidas
FONTES DE IGNIÇÃO.
Riscos
31
32.
Como saberas características e as propriedades de um
produto
inflamável o combustível:
É um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) conforme norma, ABNT-NBR 14725.
A FISPQ fornece informações sobre vários aspectos dos produtos químicos
(substâncias e misturas) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio
ambiente; transmitindo desta maneira, conhecimentos sobre produtos químicos,
recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência
Características
32
33.
s
Itens quecompõem a FISPQ
Identificação da Substância ou Mistura
Fornecedor
Identificação de perigos
Composição / informações sobre
Ingrediente
Medidas de Primeiros Socorros
Medidas de combate a incêndios
Medidas para derramamentos acidentais
Manuseio e armazenagem
Controles de exposição/proteção pessoal
Características
33
34.
Itens quecompõem a FISPQ
Propriedades físico-químicas
Estabilidade e Reatividade
Informação toxicológica Informação
Ecológica
Considerações sobre disposição
Informações sobre transporte
Informação Legal
Outras informações, incluindo a
reparação e revisão
Características
34
35.
Módulo 2
NR 20Controles coletivo e
individual para trabalhos com
inflamáveis
36.
42
Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :
Identificar o produto e seus riscos em cada recipiente, procurando
manter cada produto em seu respectivo recipiente;
Utilizar recipientes de segurança (anti-tombamento com fechamento
automático e dotados de corta-chamas);
Utilizar recipientes de segurança que forneça o produto em "doses",
quando for utilizado para limpeza de peças ou engraxamento;
Controles
37.
43
Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :
Evitar o acúmulo de produtos inflamáveis nos
postos de trabalho, mantendo quantidade
suficiente apenas para uma jornada;
Utilizar produtos adequados para a absorção de
derrames, ou seja: produtos incombustíveis (areia,
silicato de magnésio, etc.) além de tecidos,
almofadas e mantas absorventes que são
comercializados para esta finalidade. Em muitos
casos é necessário instalar barreiras para evitar
que o produto derramado atinja galerias de água,
esgoto e similares;
Controles
38.
Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :
Não permitir que graxas, óleos e líquidos inflamáveis sejam estocados
próximos de recipiente que contenham oxigênio (líquido ou gasoso);
Utilizar bombas manuais para a transferência de
produtos entre
recipientes.
Manter os cilindros de gases na posição vertical, com os protetores das
válvulas e adequadamente presos;
Controles
38
39.
Na manipulaçãoe armazenamento deve-se :
Dispor de meios adequados para a movimentação ou transporte
seguros de recipientes de maior peso (carros ou plataformas);
Manter o pessoal informado sobre os riscos existentes na manipulação
de inflamáveis sejam eles: sólidos; líquidos ou gasosos.
Não forçar e nunca lubrificar as válvulas dos cilindros de gases.
Sempre que for utilizar um gás, instalar um regulador de pressão na
saída do cilindro (nunca diretamente). As válvulas dos cilindros devem
ser abertas lentamente;
39
Controles
40.
Armazenamentos auxiliares
Devido necessidade de utilização de produtos inflamáveis em algum
momento da atividade (indústrias, laboratórios, hospitais, etc.). Em tais
circunstâncias são necessários armazenamentos que variam de
pequenos recipientes até tanques com volumes consideráveis.
Estatisticamente está comprovado que, os armazenamentos auxiliares
são os responsáveis pela maioria dos sinistros.
Controles
40
41.
Armazenamentos auxiliares
Devido necessidade de utilização de produtos inflamáveis em algum
momento da atividade (indústrias, laboratórios, hospitais, etc.).
Em tais circunstâncias são necessários armazenamentos que variam de
pequenos recipientes até tanques com volumes consideráveis.
Controles
41
42.
Armazenamentos auxiliares
Os produtos inflamáveis devem ser armazenados em áreas isoladas do
restante das instalações e edifícios, seja pelo distanciamento ou
mediante a utilização de elementos construtivos (compartimentação).
Controles
42
43.
Armazenamentos auxiliares
Os depósitos auxiliares de produtos inflamáveis devem guardar uma
distância de segurança de outros locais. No caso de tambores e outros
recipientes transportáveis deve ser deixado um corredor separando os
edifícios anexos e o armazenamento. A zona de armazenamento deve
ser utilizada única e exclusivamente para este fim.
Controles
43
44.
Armazenamentos auxiliares
Os recipientes de produtos inflamáveis preferencialmente devem ser
metálicos. A estocagem dos recipientes deve ser feita em pallets,
evitando-se o contato direto com o piso e a altura de empilhamento,
sempre que possível não deve ser superior a um recipiente.
Realizar inspeções regularmente para detecção de possíveis
vazamentos.
Controles
44
45.
Armazenamentos auxiliares
As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem
ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis.
As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem
ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis.
Controles
45
Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento
Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;
As instalações elétricas devem ser especiais e o tipo de proteção de
acordo com a classificação das zonas estabelecidas nas normas técnicas
relativas ao assunto;
Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;
Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de
gases e vapores;
Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas
para contenção de vazamentos;
47
Controles
48.
Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento
Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;
As instalações elétricas devem ser especiais e o tipo de proteção de
acordo com a classificação das zonas estabelecidas nas normas técnicas
relativas ao assunto;
Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;
Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de
gases e vapores;
Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas
para contenção de vazamentos;
48
Controles
49.
Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento
Tratando-se de pequenos depósitos no exterior de prédios e isolados é
conveniente que a cobertura tenha baixa resistência (por exemplo:
fibrocimento);
Evitar que existam degraus no acesso ao depósito, para reduzir o risco
de tombamento dos meios de transporte;
Quando são utilizadas pequenas quantidades de inflamáveis,
recomenda-se que o armazenamento seja feito em armários especiais
(sinalizados e com resistência ao fogo de 15 minutos);
49
Controles
50.
Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento
A transferência de líquidos inflamáveis só deverá ser realizada
após todos os elementos metálicos estarem conectados eletricamente
entre si e a terra;
O aquecimento de líquidos inflamáveis representa risco de incêndio
e/ou explosão, quando não puder ser evitado, a operação deverá ser
feita com aparelhos próprios e com temperatura controlada (banho-
maria, mantas térmicas, etc.), jamais utilizar chama direta ou
resistências elétricas desprotegidas;
Controles
50
51.
Requisitos mínimospara uma sala de armazenamento
Quando é necessário manter líquidos inflamáveis a baixas
temperaturas, o refrigerador utilizado deve ser à prova de explosão.
Nunca utilizar refrigeradores domésticos;
Manter um bom nível de ordem e limpeza, removendo frequentemente
tambores e outros recipientes vazios;
Observar cuidadosamente as condições de manutenção das instalações
de gases inflamáveis, substituindo sempre que necessário os
componentes que apresentarem algum tipo de problema (mangueiras,
válvulas, queimadores e outros).
51
Controles
Evitando fontesde ignição nas proximidades, como
por exemplo:
Centelhas produzidas por aparelhos ou
Desrespeito à proibição de fumar;
Descargas eletrostáticas;
Faíscas provocadas por
escapamentos
combustão interna;
instalações elétricas;
de veículos com motor a
Fontes de ignição
54
55.
Evitando fontesde ignição nas proximidades, como
por exemplo:
Faíscas provocadas por trabalhos com esmeris, lixadeiras e similares;
Faíscas provocadas por atrito (falta de lubrificação em máquinas ou
pelo solado inadequado de um calçado em contato com o piso);
Faíscas por choque de ferramentas ou outros elementos metálicos;
Faíscas ou aquecimento provocado por solda e corte.
55
Fontes de ignição
56.
Evitando fontesde ignição nas proximidades, como
por exemplo:
Calor gerado por decomposição de matéria orgânica;
Superfícies quentes (aquecedores, fornos, estufas e similares);
Fenômenos naturais (raios)
Fontes de ignição
56
ELEMENTOS DA COMBUSTÃO
COMBUSTÍVEL(sólido, líquido e gasoso)
COMBURENTE (oxigênio do ar)
CALOR (temperatura de ignição,
faíscas, energia estática)
REAÇÃO EM CADEIA
TETRAEDRO DO FOGO
61.
• Quando oCombustível, o Oxigênio
atingem condições
e o
Calor
favoráveis,
proporções
misturando-se
em ideais,
acontece
uma
Reação Química em cadeia e,
então, surge o fogo.
COMBUSTÍVEL
REAÇÃO EM CADEIA
C
A
L
O
R
C
O
M
B
U
R
E
N
T
E
TETRAEDRO DO FOGO
62.
• A propagaçãode um incêndio
é consequência direta do calor
gerado. O calor gerado em
incêndio pode propagar-se por
três métodos:
• Condução
• Convecção
• Irradiação.
PROPAGAÇÃO DO CALOR
63.
• Condução éo processo pela
qual o calor se transmite de
um ponto para outro por
contato direto ou através de
um meio intermediário sólido,
líquido ou gasoso aquecido.
• A transmissão
condução é
demonstrada
do calor por
na
sua maior extensão pelos
metais,
materiais
conduzir
embora
possam
o calor
outros
também
em
várias
graduações.
CONDUÇÃO
64.
• É quandoo calor se transmite
através de uma massa de ar
aquecida, que se desloca do
local em chamas, levando para
outros
calor
materiais
combustíveis
locais quantidade
de suficiente
para que
os
aí
existentes atinjam seu ponto de
combustão, originando outro
foco de fogo.
CONVECÇÃ
O
65.
• É quandoo calor se transmite por
ondas caloríficas através do espaço,
sem utilizar qualquer meio
material.
Sol
IRRADIAÇÃO
Sistema deproteção contra incêndio e ao meio ambiente
Sistema de proteção
67
68.
Osprincipias tiposde proteção recomendados são
os seguintes:
Extintores portáteis e/ou sobre rodas de pó BC, quando existir somente
líquidos, ou pó ABC quando é possível um incêndio em sólidos;
Detectores automáticos de incêndio do tipo termovelocimétrico;
Sistemade hidrantes para o resfriamento e proteção de prédios e
instalações vizinhas;
Sistema de proteção
68
• Agente extintorcontendo
bicarbonato de sódio ou sulfato de
potássio, que deve ser aplicado
diretamente sobre a base das
chamas. Sua principal ação
extintora é por quebra da reação
em cadeia e secundariamente por
abafamento.
EXTINTOR PQS – PÓ QUUÍMICO SECO
• Gás inerte,inodoro, incolor, atóxico e
não condutor de eletricidade.
• Nota: Por ser o CO2 asfixiante, não
devemos aplicá-lo em recinto
fechado, sem ventilação com pessoas
no seu interior.
• CUIDADO: Deve-se ter especial
atenção durante o manuseio para não
segurar pelo difusor pois poderá
causar queimaduras.
EXTINTOR CO²
83
Osprincipias tiposde proteção recomendados são
os seguintes:
Chuveiros automáticos (sprinklers), caso nas demais áreas exista este
tipo de proteção;
Sistemas de água nebulizada para refrigeração de tanques de líquidos
ou gases;
Sistemas fixos ou manuais de espuma para extinção de incêndios em
líquidos, ou para sua prevenção em caso derrame;
Detecção de gases inflamáveis (interior e/ou exterior);
O Kitde emergência ambiental é configurado conforme o
cenário
provável de vazamento, contendo os absorvedores em formatos de
barreiras, mantas, almofadas e rolos, etc.
Sistema de proteção
Existem doistipos:
Com produto perigoso
Sem produto perigoso
Emergência
79
80.
Chegar característicada emergência:
Extrapolação dos limites espaciais;
Extrapolação dos limites temporais;
Graus diferenciados de exposição;
Possível existência de zona de contaminação;
Riscos de contaminação ;
Dificuldades de acesso;
Desconhecimento das propriedades e efeitos dos produtos;
Necessidade de suportes.
80
Emergência
81.
Quem chegaprimeiro no local do acidente com
PP?
População ao redor (curiosos);
Policiamento (Rodoviário, estadual);
Corpo de Bombeiros local;
Órgãos especializados do Meio Ambiente.
Emergência
81
82.
O quefazer se sou o primeiro a chegar no
local?
Emergência
82
83.
91
O quefazer se sou o primeiro a chegar no
local?
1º Investigar a existência de produtos perigosos
Identificar o produto;
Informar a central;
Especificar o veículo e os equipamentos de
atendimento.
2º Inspecionar o local (3 etapas):
1. Qual é a situação? (estado concreto);
2. Para onde a situação pode evoluir ? (Potencial);
3. O que devo fazer para controlá-la ? (Ações e
Recursos).
3º Atendimento das vítimas e descontaminação
Deve aguardar por uma equipe especializada?
Emergência
84.
O socorristadeve:
Entrar na área com equipamento de proteção individual;
procedimentos da Ficha de
Retirar a(s) vítima(s) da área de risco;
Atender as vítimas, seguindo os seguintes
Emergência;
Realizar a Descontaminação (se necessário).
Emergência
84
Se houveruma emergência química:
Aproximar-se cuidadosamente;
Manter-se sempre de costas para o vento;
Evitar qualquer contato como produto;
Verificar e se possível eliminar toda ou qualquer fonte de ignição;
Isolar o local;
Solicitar auxílio de especialistas.
90
Emergência
Procedimento dedescontaminação:
Estabelecer um CRC, uma via de passagem obrigatória para a saída da
área contaminada onde serão desenvolvidas ações em uma sequência
lógica que permitam progressivamente a descontaminação de pessoas,
equipamentos e veículos.
Emergência
94
Procedimento deremoção de contaminado:
Proteção do meio ambiente
Emergência
97
98.
Procedimento deremoção de contaminado:
Proteção do meio ambiente
Emergência
98
99.
Ações defensivasde confinamento:
Cuidado...São ações que irão exigir a entrada da equipe de emergência
dentro da zona quente.
Emergência
99
100.
Reforçando asmedidas de controle:
Evacuar as pessoas do local;
Sanar o vazamento;
Contenção do produto derramado;
Abatimento de vapores;
Remoção de produtos;
Controle ambiental;
Prevenção a incêndios;
Recolhimento e transbordo da carga.
100
Emergência
O controlede uma emergência:
Implica em grandes riscos;
Gera grande confusão;
Utiliza muitos recursos;
Participam muitas pessoas e entidades;
Requer tomada de decisões“críticas”.
Emergência
102
103.
A mácoordenação de uma
emergência:
improvisações;
equívocos;
desperdício de recursos;
dificuldade de controle;
caos;
destruição;
mortes e lesões;
perdas;
Emergência
103