FEPPHA

Fundação Estrada
para o estudo e preservação do património histórico-arqueológico

colecções de arte e
arqueologia
edição

FEPPHA
concepção

manuel de castro nunes

texto

manuel de castro nunes

realização

manuel de castro nunes
maria do rosário gamito

fotografia

maria do rosário gamito
FEPPHA

Secção 1
Antropomorfismo e
idolografia
Temas de inserção
Neolítico final e Cultura Megalítica.
IV e III Milénios AC.

Representações idolográficas
antropomórficas em lâmina de xisto
recortada e incisa
Neolítico final, Cultura Megalítica
e Calcolítico.
Fins do V, IV e III Milénios AC.

Representações
idolográficas
antropomórficas de
tradição millarense, em
osso ou pedra, cilíndrcas,
paracilíndricas ou de
perfil recortado
Neolítico final e Calcolítico, cultura
estremenha das lapas e sepulturas
escavadas na rocha, estuários do
Sado e Tejo.
III Milénio AC.

Representações idolográficas
antropomórficas do
horizonte do Neolítico final e
Calcolítico estremenho,
predominantemente
cilíndricos ou hemicónicos,
em calcário ou mármore
Neolítico final e Calcolítico, cultura
estremenha das lapas e sepulturas
escavadas na rocha, estuários do Sado e
Tejo.
III Milénio AC.

Pressupostas representações
idolográficas antropomórficas
mediadas por corpus
diversificado de formas
alegóricas, ditos pesos de
balança, esferas, alcachofras
Neolítico final e Calcolítico, cultura
estremenha das lapas e sepulturas
escavadas na rocha, estuários do
Sado e Tejo.
III Milénio AC.

Representações votivas de
artefactos, utensílios de uso
trivial ou objectos de adorno,
taças, enxós, pentes,
peitorais
Neolítico final e Cultura
Megalítica, predominantemente
no Alto Alentejo.
Fins do IV e III Milénios AC.

Objecto de uso
indeterminado, em lâmina
de xisto recortada e incisa,
correntemente denominado
báculo
Idade do Ferro, horizonte predominante
ibérico e celtibérico, com extravasão para
todo o horizonte castrejo.
Do Século VI ao estabelecimento
romano.

Representações votivas de
votantes, animais
sacrificados e votados,
membros sarados,
denominados ídolos
ibéricos e celtibéricos
Ambiente castrejo do Sudoeste e
Noroeste peninsular.
Séculos III, II e I AC.

Representações rituais e
votivas, horizonte castrejo,
galaico-lusitano

Tec idol1a

  • 1.
    FEPPHA Fundação Estrada para oestudo e preservação do património histórico-arqueológico colecções de arte e arqueologia
  • 2.
    edição FEPPHA concepção manuel de castronunes texto manuel de castro nunes realização manuel de castro nunes maria do rosário gamito fotografia maria do rosário gamito
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    Neolítico final eCultura Megalítica. IV e III Milénios AC. Representações idolográficas antropomórficas em lâmina de xisto recortada e incisa
  • 6.
    Neolítico final, CulturaMegalítica e Calcolítico. Fins do V, IV e III Milénios AC. Representações idolográficas antropomórficas de tradição millarense, em osso ou pedra, cilíndrcas, paracilíndricas ou de perfil recortado
  • 7.
    Neolítico final eCalcolítico, cultura estremenha das lapas e sepulturas escavadas na rocha, estuários do Sado e Tejo. III Milénio AC. Representações idolográficas antropomórficas do horizonte do Neolítico final e Calcolítico estremenho, predominantemente cilíndricos ou hemicónicos, em calcário ou mármore
  • 8.
    Neolítico final eCalcolítico, cultura estremenha das lapas e sepulturas escavadas na rocha, estuários do Sado e Tejo. III Milénio AC. Pressupostas representações idolográficas antropomórficas mediadas por corpus diversificado de formas alegóricas, ditos pesos de balança, esferas, alcachofras
  • 9.
    Neolítico final eCalcolítico, cultura estremenha das lapas e sepulturas escavadas na rocha, estuários do Sado e Tejo. III Milénio AC. Representações votivas de artefactos, utensílios de uso trivial ou objectos de adorno, taças, enxós, pentes, peitorais
  • 10.
    Neolítico final eCultura Megalítica, predominantemente no Alto Alentejo. Fins do IV e III Milénios AC. Objecto de uso indeterminado, em lâmina de xisto recortada e incisa, correntemente denominado báculo
  • 11.
    Idade do Ferro,horizonte predominante ibérico e celtibérico, com extravasão para todo o horizonte castrejo. Do Século VI ao estabelecimento romano. Representações votivas de votantes, animais sacrificados e votados, membros sarados, denominados ídolos ibéricos e celtibéricos
  • 12.
    Ambiente castrejo doSudoeste e Noroeste peninsular. Séculos III, II e I AC. Representações rituais e votivas, horizonte castrejo, galaico-lusitano