Neste texto, o poeta Mario Quintana critica o sermão tradicional em casamentos, que foca em promessas de fidelidade até a morte. Ele sugere novos tipos de sermão que enfatizam respeito mútuo, individualidade, amadurecimento ao longo dos anos e prazer em estar juntos. O poeta defende que o casamento não deve eliminar a liberdade ou individualidade de cada um.