O autor pede ao amigo que, se ele morrer primeiro, não brigue com Deus e que chore ou ria conforme se sentir. Também pede que corrija exageros ou críticas sobre ele e que diga apenas que foi seu amigo e o quis mais perto de Deus. Por fim, diz que espera continuar útil ao amigo no céu e que, quando chegar a vez dele ir para o Pai, eles viverão a amizade preparada em Deus.