O autor afirma que o Espiritismo progrediu em 1864, não declinou, como alegam seus adversários. Como evidência, aponta o aumento contínuo no número de assinantes da Revista Espírita ao longo dos oito anos de publicação, com novas assinaturas superiores em 1865 em comparação ao ano anterior. Isso demonstra o crescimento da doutrina entre classes diversas da sociedade. A Revista se mantém como um veículo importante de divulgação das ideias espíritas e de estudo da psicologia.