PRÁTICA PEDAGÓGICA 
Documentários: 
Patrimônio Cultural Tombado - Betim/MG
A IDEIA INICIAL
O trabalho com o 1º ano, na disciplina 
Atratividade Turística, dentro da área 
de empregabilidade Turismo, do 
Reinventando o Ensino Médio, discutia 
a noção de tombamento (conceito, 
importância e afins). 
A ideia era que os alunos pesquisassem 
quais bens tombados tínhamos em 
nossa cidade. A princípio eles relutaram 
dizendo que “não há nada de 
interessante nessa cidade!”.
O DESENVOLVIMENTO
A turma foi dividida em seis grupos, cada um com um 
bem tombado da cidade. No entanto, para que o 
trabalho se tornasse mais interessante, foi pedido aos 
alunos que fossem até os locais para fazer as 
pesquisas (a maioria deles fica no centro da cidade e 
era de fácil acesso). 
Durante a realização das pesquisas chegamos a um 
trabalho publicado que falava sobre esse assunto e, 
através de email, conseguimos entrar em contato 
com a principal pesquisadora, a arquiteta e 
paisagista Jurema Rugani, que se prontificou a vir à 
escola para fazer uma palestra para os alunos.
Depois da palestra, os alunos tiveram uma semana 
para terminar as pesquisas e criar o documentário. 
O vídeo deveria ter aproximadamente 10 minutos, 
ser gravado nos locais pesquisados e explicar a 
importância desse bem para a nossa cidade. 
Alguns alunos perguntaram se poderiam fazer 
entrevistas com os funcionários ou pessoas que 
estivessem no local.
Houve um grupo que estava pesquisando sobre 
a Igreja de São Sebastião do bairro Amazonas 
(igreja construída, segundo as pesquisas, pelos 
meados da II Guerra Mundial, como 
pagamento de promessa feita por um pai cujo 
filho estava servindo ao Exército) e, batendo de 
porta em porta, pelos arredores do templo, 
encontrou uma senhora de 90 anos que, muito 
prontamente, concedeu uma entrevista aos 
meninos.
EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
Em nossa escola, temos duas salas equipadas com 
televisão, DVD e Home Theater. Foi em uma dessas 
salas que os alunos dos quatros primeiros anos da área 
de Turismo apresentaram seus documentários. 
A maioria utilizou programas como o Movie Maker para 
a edição de seus vídeos. Houve apenas um grupo que 
utilizou um programa que não estava instalado no 
computador da escola e, no dia da apresentação, o 
vídeo não funcionou, mas com muita naturalidade, os 
alunos disseram que iriam trocar o programa e 
levariam o vídeo na outra aula. (Eles conheciam mais 
os programas do que a professora!)
DURANTE A APRESENTAÇÃO
Durante as apresentações foi impressionante. Primeiro a 
desenvoltura dos alunos para ir aos locais, fazer perguntas, 
gravar entrevistas com os funcionários; depois o domínio e 
a criatividade na edição dos vídeos. 
A única coisa a que eles não atentaram foi para o áudio. 
Como devem ter gravado os vídeos com celulares ou 
com câmeras domésticas, os áudios de alguns não 
ficaram muito bons. Houve um grupo que atentou para 
isso e fez um esquema diferente: eles foram ao local (a 
Casa de Cultura da cidade), pesquisaram a história e 
tiraram fotos. Para montar o vídeo, eles usaram as fotos 
que eles usaram e gravaram um narrador fazendo as 
explicações. Ficou muito bom!
AVALIAÇÃO
Foi um trabalho muito interessante porque, além de 
ter tido a participação de todos os alunos, eles se 
interessaram pelos vídeos dos colegas e até hoje (o 
trabalho foi no primeiro bimestre!) alguns ainda 
comentam e parecem ter mudado a sua visão 
sobre o lugar onde vivem, porque disseram que “a 
nossa cidade também tem atrativos turísticos!”.
ALGUNS DOS VÍDEOS PODEM SER VISTOS, 
NA ÍNTEGRA, NO BLOG DA ESCOLA

Prática pedagógica

  • 1.
    PRÁTICA PEDAGÓGICA Documentários: Patrimônio Cultural Tombado - Betim/MG
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    O trabalho como 1º ano, na disciplina Atratividade Turística, dentro da área de empregabilidade Turismo, do Reinventando o Ensino Médio, discutia a noção de tombamento (conceito, importância e afins). A ideia era que os alunos pesquisassem quais bens tombados tínhamos em nossa cidade. A princípio eles relutaram dizendo que “não há nada de interessante nessa cidade!”.
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    A turma foidividida em seis grupos, cada um com um bem tombado da cidade. No entanto, para que o trabalho se tornasse mais interessante, foi pedido aos alunos que fossem até os locais para fazer as pesquisas (a maioria deles fica no centro da cidade e era de fácil acesso). Durante a realização das pesquisas chegamos a um trabalho publicado que falava sobre esse assunto e, através de email, conseguimos entrar em contato com a principal pesquisadora, a arquiteta e paisagista Jurema Rugani, que se prontificou a vir à escola para fazer uma palestra para os alunos.
  • 6.
    Depois da palestra,os alunos tiveram uma semana para terminar as pesquisas e criar o documentário. O vídeo deveria ter aproximadamente 10 minutos, ser gravado nos locais pesquisados e explicar a importância desse bem para a nossa cidade. Alguns alunos perguntaram se poderiam fazer entrevistas com os funcionários ou pessoas que estivessem no local.
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    Houve um grupoque estava pesquisando sobre a Igreja de São Sebastião do bairro Amazonas (igreja construída, segundo as pesquisas, pelos meados da II Guerra Mundial, como pagamento de promessa feita por um pai cujo filho estava servindo ao Exército) e, batendo de porta em porta, pelos arredores do templo, encontrou uma senhora de 90 anos que, muito prontamente, concedeu uma entrevista aos meninos.
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    Em nossa escola,temos duas salas equipadas com televisão, DVD e Home Theater. Foi em uma dessas salas que os alunos dos quatros primeiros anos da área de Turismo apresentaram seus documentários. A maioria utilizou programas como o Movie Maker para a edição de seus vídeos. Houve apenas um grupo que utilizou um programa que não estava instalado no computador da escola e, no dia da apresentação, o vídeo não funcionou, mas com muita naturalidade, os alunos disseram que iriam trocar o programa e levariam o vídeo na outra aula. (Eles conheciam mais os programas do que a professora!)
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    Durante as apresentaçõesfoi impressionante. Primeiro a desenvoltura dos alunos para ir aos locais, fazer perguntas, gravar entrevistas com os funcionários; depois o domínio e a criatividade na edição dos vídeos. A única coisa a que eles não atentaram foi para o áudio. Como devem ter gravado os vídeos com celulares ou com câmeras domésticas, os áudios de alguns não ficaram muito bons. Houve um grupo que atentou para isso e fez um esquema diferente: eles foram ao local (a Casa de Cultura da cidade), pesquisaram a história e tiraram fotos. Para montar o vídeo, eles usaram as fotos que eles usaram e gravaram um narrador fazendo as explicações. Ficou muito bom!
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    Foi um trabalhomuito interessante porque, além de ter tido a participação de todos os alunos, eles se interessaram pelos vídeos dos colegas e até hoje (o trabalho foi no primeiro bimestre!) alguns ainda comentam e parecem ter mudado a sua visão sobre o lugar onde vivem, porque disseram que “a nossa cidade também tem atrativos turísticos!”.
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    ALGUNS DOS VÍDEOSPODEM SER VISTOS, NA ÍNTEGRA, NO BLOG DA ESCOLA