TEXTO: Daniel 4.28-37
Introdução:
a. O rei Nabucodonosor é um personagem bíblico que a
história geral comprova sua existência e a grandeza do
seu império.
b. Junto deste grande conquistador temos o relato bíblico
da presença de Daniel, um servo do Deus Altíssimo, que
foi trazido em cativeiro para a Babilônia junto com os
moradores de Jerusalém.
c. Daniel e seus amigos, cheios da sabedoria do Alto,
serviram como sábios no império do rei.
d. O grande conquistador viu o agir de Deus na vida dos
Seus servos, mas chegou o momento em que ele foi
humilhado por Deus por causa da sua soberba e, diante
de uma enfermidade extraordinária, ele fez uma
declaração incrível sobre o entendimento correto do
Senhor Deus.
e. O que podemos aprender da declaração do rei
Nabucodonosor no meio de seu sofrimento e
humilhação?
I. O CONHECIMENTO DO PODER E A GLÓRIA DE DEUS
ACONTECE TAMBÉM DURANTE O SOFRIMENTO (v.34 e
37a)
a. O rei incrédulo e pagão, adorador de todos os deuses, já
tinha dado testemunho sobre a obra de Deus na vida de
Daniel (2:47.
b. Mas, também, havia feito ameaças sobre qualquer um que
blasfemasse contra o Deus dos amigos de Daniel (3:29).
c. Só que neste texto, a posição do rei é de confissão e de
reconhecimento pessoal sobre quem é Deus.
d. O rei teve um sonho (4.10-16) e ninguém o interpretou. Até
que Daniel foi chamado e interpretou (4.20-26).
e. O sonho se cumpriu, o rei foi humilhado começando a viver
como um animal (4:33) e, a partir desta humilhação, teve o
seu entendimento de quem era o Senhor (4:34), percebendo
que havia um Deus vivo, acima dele e apenas este Deus
Altíssimo reinava sobre tudo e todos.
II. DURANTE O SOFRIMENTO SE RECONHECE A
BREVIDADE DA VIDA (v. 35a)
a. O rei Nabucodonosor fez da Babilônia a sua segurança e o
símbolo de seu poder.
b. O rei era cheio de si mesmo e de tudo que alguém poderia
ter, e entendia que a vida era o que ele tinha e conquistou.
c. Deus, então, revela ao rei que o homem não é nada e que o
único Deus é que faz o que quer e a quem quiser.
d. O rei reconhece a soberania de Deus, declarando que a
ação de Deus é livre e não cabe ninguém querer se colocar
na posição de questioná-lo na Sua ação.
e. Porém, reconhece igualmente que a glória dos homens não
é nada ao se perceber a grandeza de Deus.
f. Sem perceber, o rei conquistador, que acabara de ser
conquistado, faz declaração semelhante a Davi, um homem
segundo o coração (Salmo 103:15,16).
g. A vida declara o rei, é breve, passageira e rápida. Apenas o
Deus vivo governa soberanamente.
II. DEUS RESTABELECE AOS HUMILHADOS QUE
RECONHECEM QUEM ELE É (v.36 e 37b)
d. O instrumento de Deus para tratar o rei Nabucodonosor foi a
humilhação, pois o rei achava que não precisava se prostrar
diante do Senhor.
e. Ele se sentia suficiente em si mesmo. A visão do rei era
olhar para todos de cima para baixo, ou seja, ele estava no
topo e ninguém podia mais. Foi aí que Deus o fez olhar de
baixo para cima, comendo com os animais e com unhas
grandes, parecido com um bicho.
a. O rei passou pelo processo de humilhação e
quebrantamento, contudo foi restaurado (v.36b).
b. Depois de não ter esperança ele diz: “fui restabelecido”, ou
seja, fui restaurado.
c. Foi na humilhação que o rei ouviu Deus. Ele experimentou a
maravilhosa graça do Senhor que faz o que ninguém poder
fazer: visitar o quebrantado.
CONCLUSÃO:
a. Quem nos revela a glória do Deus Altíssimo é Jesus Cristo,
que foi humilhado e morto na cruz. Ressuscitando ao terceiro
dia, Ele nos mostrou o seu poder e amor de Deus por Seu
povo. O conhecimento do amor do Pai nos é dado pelo
sofrimento de Cristo em nosso lugar. Que Ele seja adorado e
bendito por todo sempre através das nossas vidas!
b. A eternidade nos aguarda e quem preparou para nós foi
Jesus Cristo. Ele nos dá vida e somos chamados por Ele a
não somente pensarmos no agora e sim na glória eterna que
Ele preparou
c. Muitas vezes temos uma idéia muita elevada de nós mesmos.
Precisamos ser simples e humildes como as crianças (Mateus
18.4). Entretanto, algumas pessoas precisam de restauração
em suas vidas, só que ainda não foram restauradas porque
não foram quebrantadas ou não se humilharam.

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    TEXTO: Daniel 4.28-37 Introdução: a.O rei Nabucodonosor é um personagem bíblico que a história geral comprova sua existência e a grandeza do seu império. b. Junto deste grande conquistador temos o relato bíblico da presença de Daniel, um servo do Deus Altíssimo, que foi trazido em cativeiro para a Babilônia junto com os moradores de Jerusalém. c. Daniel e seus amigos, cheios da sabedoria do Alto, serviram como sábios no império do rei. d. O grande conquistador viu o agir de Deus na vida dos Seus servos, mas chegou o momento em que ele foi humilhado por Deus por causa da sua soberba e, diante de uma enfermidade extraordinária, ele fez uma declaração incrível sobre o entendimento correto do Senhor Deus. e. O que podemos aprender da declaração do rei Nabucodonosor no meio de seu sofrimento e humilhação? I. O CONHECIMENTO DO PODER E A GLÓRIA DE DEUS ACONTECE TAMBÉM DURANTE O SOFRIMENTO (v.34 e 37a) a. O rei incrédulo e pagão, adorador de todos os deuses, já tinha dado testemunho sobre a obra de Deus na vida de Daniel (2:47. b. Mas, também, havia feito ameaças sobre qualquer um que blasfemasse contra o Deus dos amigos de Daniel (3:29). c. Só que neste texto, a posição do rei é de confissão e de reconhecimento pessoal sobre quem é Deus. d. O rei teve um sonho (4.10-16) e ninguém o interpretou. Até que Daniel foi chamado e interpretou (4.20-26). e. O sonho se cumpriu, o rei foi humilhado começando a viver como um animal (4:33) e, a partir desta humilhação, teve o seu entendimento de quem era o Senhor (4:34), percebendo que havia um Deus vivo, acima dele e apenas este Deus Altíssimo reinava sobre tudo e todos. II. DURANTE O SOFRIMENTO SE RECONHECE A BREVIDADE DA VIDA (v. 35a) a. O rei Nabucodonosor fez da Babilônia a sua segurança e o símbolo de seu poder. b. O rei era cheio de si mesmo e de tudo que alguém poderia ter, e entendia que a vida era o que ele tinha e conquistou.
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    c. Deus, então,revela ao rei que o homem não é nada e que o único Deus é que faz o que quer e a quem quiser. d. O rei reconhece a soberania de Deus, declarando que a ação de Deus é livre e não cabe ninguém querer se colocar na posição de questioná-lo na Sua ação. e. Porém, reconhece igualmente que a glória dos homens não é nada ao se perceber a grandeza de Deus. f. Sem perceber, o rei conquistador, que acabara de ser conquistado, faz declaração semelhante a Davi, um homem segundo o coração (Salmo 103:15,16). g. A vida declara o rei, é breve, passageira e rápida. Apenas o Deus vivo governa soberanamente. II. DEUS RESTABELECE AOS HUMILHADOS QUE RECONHECEM QUEM ELE É (v.36 e 37b) d. O instrumento de Deus para tratar o rei Nabucodonosor foi a humilhação, pois o rei achava que não precisava se prostrar diante do Senhor. e. Ele se sentia suficiente em si mesmo. A visão do rei era olhar para todos de cima para baixo, ou seja, ele estava no topo e ninguém podia mais. Foi aí que Deus o fez olhar de baixo para cima, comendo com os animais e com unhas grandes, parecido com um bicho. a. O rei passou pelo processo de humilhação e quebrantamento, contudo foi restaurado (v.36b). b. Depois de não ter esperança ele diz: “fui restabelecido”, ou seja, fui restaurado. c. Foi na humilhação que o rei ouviu Deus. Ele experimentou a maravilhosa graça do Senhor que faz o que ninguém poder fazer: visitar o quebrantado. CONCLUSÃO: a. Quem nos revela a glória do Deus Altíssimo é Jesus Cristo, que foi humilhado e morto na cruz. Ressuscitando ao terceiro dia, Ele nos mostrou o seu poder e amor de Deus por Seu povo. O conhecimento do amor do Pai nos é dado pelo sofrimento de Cristo em nosso lugar. Que Ele seja adorado e bendito por todo sempre através das nossas vidas! b. A eternidade nos aguarda e quem preparou para nós foi Jesus Cristo. Ele nos dá vida e somos chamados por Ele a não somente pensarmos no agora e sim na glória eterna que Ele preparou c. Muitas vezes temos uma idéia muita elevada de nós mesmos. Precisamos ser simples e humildes como as crianças (Mateus 18.4). Entretanto, algumas pessoas precisam de restauração em suas vidas, só que ainda não foram restauradas porque não foram quebrantadas ou não se humilharam.