A economia colaborativa, baseada na troca de bens e serviços na comunidade, está desafiando os modelos tradicionais de mercado. Embora haja resistência cultural e burocrática, é improvável que essa tendência possa ser parada, pois cresce rapidamente e oferece alternativas vantajosas. A falta de regulamentação específica e imposição de impostos nesta área gera insatisfação entre concorrentes, mas os aplicativos estão dispostos a se adaptar às leis locais.