Este poema reflete sobre como perder o medo de coisas como a chuva, o vento, o silêncio e o julgamento dos outros levou a ganhos como frescor, cantos, momentos de paz e liberdade. Ao perder o medo de investir tempo em coisas sem importância, de se doar integralmente e de se expor, o autor ganhou coisas como entardeceres, confiança e multiplicação do seu tempo. Perdendo o medo da morte, o autor ganhou a vida.