O documento critica a construção da nova cidade administrativa de Minas Gerais sob a gestão de Aécio Neves, destacando o custo exorbitante de R$ 1,2 bilhão em um momento de rigor fiscal e congelamento de salários. Apresenta a obra como uma contradição à imagem de austeridade do governador, com investimentos significativos em infraestrutura em vez de saúde e educação. O projeto, arquitetado por Oscar Niemeyer, é retratado como uma 'disneylândia' destinada a impressionar em vez de atender às necessidades básicas da população.