OS PROBLEMAS
   PESSOAIS
De que tamanho são os seus problemas? Você
acredita que eles sejam maiores do que os de
          quaisquer outras pessoas?
Habitualmente, quando
atravessamos dificuldades,
ocorre de as vermos como
      intransponíveis e
 insolúveis, o que concorre
para estabelecer painéis de
    maior tristeza e dor.
A propósito, nos recordamos da história
    de uma garota que costumava
     desesperar-se ante pequenos
   contratempos que lhe adviessem.
Preocupado, seu pai convidou-a,
certo dia, a dar um longo passeio
         montanha acima.
A subida íngreme exigiu esforço, compensado
pela vista maravilhosa da paisagem, que permitia
 descobrir velhas árvores coloridas de um verde
espetacular, a cachoeira que descia caprichosa,
    esparramando-se pela encosta, cantando
   docemente, enquanto lavava as pedras do
                    caminho.
A tudo a pequena ia observando, entre surpresa
  e extasiada. O pai se permitia, vez por outra,
observações ponderadas a respeito da grandeza
  de Deus, o Excelente Artista que assim tudo
    dispusera, naqueles quadros magníficos.
Chegados ao cimo da montanha, o pai convidou
 a filha a olhar para baixo, falando do que via.
Ela se admirou de ver as pessoas se movendo lá
 na cidade, quais pequenas formigas. As casas
pareciam caixinhas de fósforos, caprichosamente
    dispostas ao longo de cercas minúsculas.
As árvores tinham o porte de raminhos verdes,
   espetados na terra. Os carros semelhavam
brinquedos comandados à distância, por controle
                    remoto.
Percebeu como as coisas são
pequenas, vistas daqui do alto? -
       perguntou o pai.
Esta é uma técnica que sempre utilizo quando
 me vejo em meio a muitos problemas. Subo a
montanha e, vendo tudo tão pequeno, começo a
pensar que os meus problemas devem ser vistos
assim: como alguém que olha as coisas de cima
 de uma montanha. Tudo então fica mais fácil.
Mas quando você sobe, pai, os problemas não
                 sobem junto?
Não, respondeu ele. Na medida em que eu subo,
   creio que eles não têm resistência, ficam
                  cansados.
Quando chego cá em cima, maravilhado com
 tanta beleza, eles já estão sem fôlego, perdidos
    pelo caminho. Daí, respiro o ar puro e me
disponho a transpirar no trabalho, esforçando-me
            por superar os obstáculos.
Não se esqueça,
finalizou, de olhar as
   coisas difíceis da
   vida, como quem
sobe uma montanha
e passa a ver melhor
as coisas, lá de cima.
Semelhante ao fato narrado,
busquemos olhar os obstáculos
 de um ângulo mais elevado.
Subamos a montanha
 da oração, buscando
  o auxílio Superior e,
 então, contemplemos
  a problemática que
 nos atinge com olhos
 diferentes, olhos que
traduzam a certeza de
      que não nos
    encontramos ao
    desamparo, em
    momento algum.
Certeza de quem
    sabe que ao se
 escalar a montanha
  da prece, rumando
   para cima, do Alto
  fulgem bênçãos de
     socorro, paz e
   harmonia que nos
 ajudam a superar os
percalços do caminho.
Ninguém recebe peso superior ao
que possam suportar seus ombros.
E Jesus prossegue,
     nos dias da
     atualidade,
   convidando os
enfermos e aflitos ao
     Seu regaço,
  dizendo: Vinde a
 Mim todos vós que
   estais aflitos e
 sobrecarregados,
que Eu vos aliviarei.
Os aflitos são os que padecem
dores morais, decepções, tristeza,
             angústia.
E sobrecarregados são os que atravessam as
 dificuldades físicas, doenças, pobreza, entre
                     outras.
PENSEMO
    S
 NISSO!!!



              Fonte: Site “Momento Espírita”
      Formatação: jairowildgen2@hotmail.com
                               Fotos: Internet
             www.slideshare.net/jairowildgen

Os Problemas Pessoais

  • 1.
    OS PROBLEMAS PESSOAIS
  • 2.
    De que tamanhosão os seus problemas? Você acredita que eles sejam maiores do que os de quaisquer outras pessoas?
  • 3.
    Habitualmente, quando atravessamos dificuldades, ocorrede as vermos como intransponíveis e insolúveis, o que concorre para estabelecer painéis de maior tristeza e dor.
  • 4.
    A propósito, nosrecordamos da história de uma garota que costumava desesperar-se ante pequenos contratempos que lhe adviessem.
  • 5.
    Preocupado, seu paiconvidou-a, certo dia, a dar um longo passeio montanha acima.
  • 6.
    A subida íngremeexigiu esforço, compensado pela vista maravilhosa da paisagem, que permitia descobrir velhas árvores coloridas de um verde espetacular, a cachoeira que descia caprichosa, esparramando-se pela encosta, cantando docemente, enquanto lavava as pedras do caminho.
  • 7.
    A tudo apequena ia observando, entre surpresa e extasiada. O pai se permitia, vez por outra, observações ponderadas a respeito da grandeza de Deus, o Excelente Artista que assim tudo dispusera, naqueles quadros magníficos.
  • 8.
    Chegados ao cimoda montanha, o pai convidou a filha a olhar para baixo, falando do que via.
  • 9.
    Ela se admiroude ver as pessoas se movendo lá na cidade, quais pequenas formigas. As casas pareciam caixinhas de fósforos, caprichosamente dispostas ao longo de cercas minúsculas.
  • 10.
    As árvores tinhamo porte de raminhos verdes, espetados na terra. Os carros semelhavam brinquedos comandados à distância, por controle remoto.
  • 11.
    Percebeu como ascoisas são pequenas, vistas daqui do alto? - perguntou o pai.
  • 12.
    Esta é umatécnica que sempre utilizo quando me vejo em meio a muitos problemas. Subo a montanha e, vendo tudo tão pequeno, começo a pensar que os meus problemas devem ser vistos assim: como alguém que olha as coisas de cima de uma montanha. Tudo então fica mais fácil.
  • 13.
    Mas quando vocêsobe, pai, os problemas não sobem junto? Não, respondeu ele. Na medida em que eu subo, creio que eles não têm resistência, ficam cansados.
  • 14.
    Quando chego cáem cima, maravilhado com tanta beleza, eles já estão sem fôlego, perdidos pelo caminho. Daí, respiro o ar puro e me disponho a transpirar no trabalho, esforçando-me por superar os obstáculos.
  • 15.
    Não se esqueça, finalizou,de olhar as coisas difíceis da vida, como quem sobe uma montanha e passa a ver melhor as coisas, lá de cima.
  • 16.
    Semelhante ao fatonarrado, busquemos olhar os obstáculos de um ângulo mais elevado.
  • 17.
    Subamos a montanha da oração, buscando o auxílio Superior e, então, contemplemos a problemática que nos atinge com olhos diferentes, olhos que traduzam a certeza de que não nos encontramos ao desamparo, em momento algum.
  • 18.
    Certeza de quem sabe que ao se escalar a montanha da prece, rumando para cima, do Alto fulgem bênçãos de socorro, paz e harmonia que nos ajudam a superar os percalços do caminho.
  • 19.
    Ninguém recebe pesosuperior ao que possam suportar seus ombros.
  • 20.
    E Jesus prossegue, nos dias da atualidade, convidando os enfermos e aflitos ao Seu regaço, dizendo: Vinde a Mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que Eu vos aliviarei.
  • 21.
    Os aflitos sãoos que padecem dores morais, decepções, tristeza, angústia.
  • 22.
    E sobrecarregados sãoos que atravessam as dificuldades físicas, doenças, pobreza, entre outras.
  • 23.
    PENSEMO S NISSO!!! Fonte: Site “Momento Espírita” Formatação: jairowildgen2@hotmail.com Fotos: Internet www.slideshare.net/jairowildgen