Escola Secundária/3 de Vila Azul
                                                  CONTRATO DE LEITURA & OFICINA DE ESCRITA




Referência Bibliográfica (ver Ficha Informativa!): ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, A Floresta, Figueirinhas, Porto.




Informações sobre o(a) autor(a): Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de Novembro de 1919 e foi uma das mais importantes

poetisas do séc. XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o “Prémio Camões”, em 1999. Faleceu a 2 de Julho de 2004, com 84
anos.




Resumo: Isabel morava numa quinta com lagos, fontes, pomares, numa floresta. Passou a vida a pensar em anões, adorava-os! Fez

uma casa para anões, na esperança de que um aparecesse. Quando quase tinha desistido, um apareceu… Contou-lhe coisas
fascinantes da sua vida: naquela floresta, bandidos faziam assaltos há muitos anos, com frades como seus curandeiros, até ficarem
velhos e tentarem assaltar um rico mercador. Só restou um velho capitão que, antes de morrer, concedeu as fortunas aos frades,
para que eles as dessem a alguém que as merecesse. Os anões eram elais amigos dos frades; as fortunas estavam agora nas mãos
do anão que contava tudo a Isabel, pois após a morte dos fardes, ainda não as distribuíra.
Isabel pensou em dá-las ao seu bondoso professor de música, o Cláudio. Ele não as aceitou, mas teve uma ideia: dar as moedas ao
Doutor Máximo. Este, fez uma experiência: transformar pedras em ouro! Não estava a resultar, mas ele não sabia. O anão moldou
então as moedas para formas de pedras. O Doutor Máximo distribuiu-as pelo povo, tendo- se gerado numerosas complicações, por
ele supostamente ter descoberto a fórmula… Mas o seu laboratório incendiou-se. Como o Doutor Máximo era velho e já não
decorava coisas, a fórmula ardeu, perdendo-se.
Todas as pessoas ficaram satisfeitas, já não havia complicações e o Doutor Máximo ficou grato por isso, pois já estava farto…
Infelizmente, o anão voltou para junto dos seus amigos anões que partiram para o Norte, já há mais de 200 anos.




Citações (indicar páginas, p. f.): «Ora nós, os anões, amamos a liberdade e não nos podemos sentir presos.» (pp. 43, ll. 7-8);

                               «No ar pairava um perfume de maçã de Outono.» (p. 69, linhas 1 e 2).



Comentário: Um livro interessante, com algum mistério. É sobre algumas coisas estranhas, mas conta uma história bonita. Tem

personagens que podem existir ou não. Gostei de o ler, foi uma descoberta.




Personagem seleccionada (breve caracterização e razões da escolha): O anão. Era pequeno e sabia falar todas as línguas. Escolhi-o,

porque não é uma personagem que se encontra em todas as histórias. Ele sabe inúmeras coisas, que tem ouvido de geração em
geração. Ao princípio, ele tinha medo de Isabel, mas depois fizeram-se amigos.




Próximo livro que pretende ler e razões da escolha: «Superputo.com e o pinta-paredes»




Identificação do(a) aluno(a): Maria de Fátima da Silva Barros, Nº 14, 7º B


                                                                                                     Escola Secundária/3 da Vila Azul, Abril 2011.
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Oficina de Escrita

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    Escola Secundária/3 deVila Azul CONTRATO DE LEITURA & OFICINA DE ESCRITA Referência Bibliográfica (ver Ficha Informativa!): ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, A Floresta, Figueirinhas, Porto. Informações sobre o(a) autor(a): Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de Novembro de 1919 e foi uma das mais importantes poetisas do séc. XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o “Prémio Camões”, em 1999. Faleceu a 2 de Julho de 2004, com 84 anos. Resumo: Isabel morava numa quinta com lagos, fontes, pomares, numa floresta. Passou a vida a pensar em anões, adorava-os! Fez uma casa para anões, na esperança de que um aparecesse. Quando quase tinha desistido, um apareceu… Contou-lhe coisas fascinantes da sua vida: naquela floresta, bandidos faziam assaltos há muitos anos, com frades como seus curandeiros, até ficarem velhos e tentarem assaltar um rico mercador. Só restou um velho capitão que, antes de morrer, concedeu as fortunas aos frades, para que eles as dessem a alguém que as merecesse. Os anões eram elais amigos dos frades; as fortunas estavam agora nas mãos do anão que contava tudo a Isabel, pois após a morte dos fardes, ainda não as distribuíra. Isabel pensou em dá-las ao seu bondoso professor de música, o Cláudio. Ele não as aceitou, mas teve uma ideia: dar as moedas ao Doutor Máximo. Este, fez uma experiência: transformar pedras em ouro! Não estava a resultar, mas ele não sabia. O anão moldou então as moedas para formas de pedras. O Doutor Máximo distribuiu-as pelo povo, tendo- se gerado numerosas complicações, por ele supostamente ter descoberto a fórmula… Mas o seu laboratório incendiou-se. Como o Doutor Máximo era velho e já não decorava coisas, a fórmula ardeu, perdendo-se. Todas as pessoas ficaram satisfeitas, já não havia complicações e o Doutor Máximo ficou grato por isso, pois já estava farto… Infelizmente, o anão voltou para junto dos seus amigos anões que partiram para o Norte, já há mais de 200 anos. Citações (indicar páginas, p. f.): «Ora nós, os anões, amamos a liberdade e não nos podemos sentir presos.» (pp. 43, ll. 7-8); «No ar pairava um perfume de maçã de Outono.» (p. 69, linhas 1 e 2). Comentário: Um livro interessante, com algum mistério. É sobre algumas coisas estranhas, mas conta uma história bonita. Tem personagens que podem existir ou não. Gostei de o ler, foi uma descoberta. Personagem seleccionada (breve caracterização e razões da escolha): O anão. Era pequeno e sabia falar todas as línguas. Escolhi-o, porque não é uma personagem que se encontra em todas as histórias. Ele sabe inúmeras coisas, que tem ouvido de geração em geração. Ao princípio, ele tinha medo de Isabel, mas depois fizeram-se amigos. Próximo livro que pretende ler e razões da escolha: «Superputo.com e o pinta-paredes» Identificação do(a) aluno(a): Maria de Fátima da Silva Barros, Nº 14, 7º B Escola Secundária/3 da Vila Azul, Abril 2011.
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