O documento discute a crescente aceitação do adultério na sociedade pós-modernista, enfatizando a figura do 'talarico', ou seja, aqueles que se envolvem com parceiros comprometidos. Ele critica essa prática, alegando que, apesar de tentativas de naturalização, a imoralidade é condenada nas escrituras da bíblica e está enraizada na natureza humana. Além disso, destaca os perigos e consequências do adultério, tanto a nível individual quanto social, vinculando esse comportamento a um apetite sexual desordenado e a uma falta de consideração pelos valores familiares.