O documento discute os riscos potenciais do crescimento da população muçulmana em países não-muçulmanos. Afirma que acima de 2% da população, os muçulmanos começam a pressionar por privilégios religiosos, e que acima de 10% podem ocorrer distúrbios. Também cita a resposta do primeiro-ministro australiano pedindo que imigrantes se adaptem à cultura australiana em vez de exigirem mudanças.