O documento discute as novas formas de locomoção e lazer na cidade moderna em contraste com a figura do flâneur do século XIX. Também reflete sobre como as novas tecnologias digitais podem afetar a vida pública e a cidadania.
O FLâNEUR, ACIDADE E A VIDA PÚBLICA VIRTUALMike Featherstone
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“ Alémdisso podemos nos questionar sobre as novas formas de locomoção na cidade. Os novos sistemas de transporte (têm, metrô, onibus, carros) que passaram a dominar a paisagem urbana [...} “
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“ É acidade descrita por Raymond Willians como cheia de excitação palpável, com as pessoas movimentando-se por livrarias, praças, teatros, ruas e encontrando-se em incontáveis lugares de reunião para compartilhar experiências e debater as questões do momento [...]”
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“ O flâneurmasculinodo início do século XIX experimentava todos os prazeres e frustações de um voyeur, da pessoa que olhava, mas não podia se apropiar das experiências que passavam diante dele e consumi-las. [...]”
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“ Essas questõespodem ser relacionadas com a velha questão da ética versus estética. Os prazeres do movimento e da passagem, em que se é invadido por sensações e experiências novas. [...]” “[...] Ou será possível ver novas formas de cidadania e responsabilidade sobre os outros[...]?”
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“ Na cidadecontemporânea, temos a construção e transformação de uma variedade de locais culturais para as pessoas andarem na cidade: Os centros restaurados e renovados, com seus lugares de turismo, os novos shopping centers, monumentos, museus e exposições, parques temáticos e zonas de diversão. Tendo em vista a importância crescente das indústrias culturais, da cultura de consumo e do turismo cultural dentro das cidades [...] “
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“Ele é constantemente invadido por ondas de experiências novas e desenvolve novas percepções enquanto cruza a paisagem urbana e as multidões [...] “
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“Seus habitantes compartilhamuma tradição política comúm de cidade democrática. Contudo, em contraste com a polis, essa cosmopolispossuí tolerância para a diversidade [...] “
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Guilherme André, IgorSoledade, José Eduardo, Julio Hercowitz, Luiz Carlos e Ricardo Muller. 1º RPC