O documento discute a relação entre onipotência, onisciência e bondade de Deus, argumentando que se Ele não extingue o mal, não pode ser considerado bom ou onisciente. Refere-se à aliança entre Deus e Israel, destacando as consequências da obediência e desobediência do povo, que resultaram em prosperidade ou anarquia. Além disso, menciona que a antiga aliança demonstrou a incapacidade humana de cumprir o que Deus esperava, tornando necessária uma nova aliança baseada em perdão e graça.