O documento aborda a dispensação da graça iniciada com a morte de Jesus Cristo, destacando a importância de não confundir adiamento com suspensão em relação ao julgamento. Ele enfatiza a paciência de Deus e a possibilidade de salvação até o último momento, mas alerta sobre os riscos de abusar dessa longanimidade. A não prática dos mandamentos de Jesus pode resultar em rejeição futura e condenação, apesar da ausência de juízo imediato.