O documento discute o uso do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para resolver conflitos ambientais de forma extrajudicial. Analisa como o TAC tem trazido novos elementos para o espaço público e privado brasileiro e reconfigurado estratégias de instituições para lidar com esses conflitos. Questiona até que ponto o TAC pode restringir a participação e tomar decisões de forma particularista.