Terra Natal de meus Irmãos José, Fernando e Pedro Fundada em 1258 Viana do Castelo
Avanço automático (Poema escrito na Praia Norte) “ Mudança na continuidade”
Passa no rio a corrente, Passa o vento pelo ar, Passa o sonho pela gente E o sossego ao despertar…
Passam trens, passam cantigas, Passam belas raparigas, Passam velhos a arquejar…
Passa o luto e a desgraça, Passa o medo e a ameaça  Da coragem Nesta vida sossobrar…
Gritos, guerras e canhões, Atropelos, empurrões, Paz, doçura e harmonia…
Tudo passa, tudo passa, Tudo treme e ameaça Decompor-se Nesta luta fugidia…
Tudo passa ?! Ou tudo fica?! Se esta amálgama bendita Se renova a cada hora…
Como passa o sentimento? Donde vem este lamento Que em minh`alma sempre mora?
Fito um barco regressando, Um len ç o branco acenando, Uma gaivota no ar …
E o sol no horizonte, Mai-lo mar e mai-la ponte… Lá vai o trem a apitar…
Tudo passa menos eu. O sol baixa e já nasceu, O mar, esse não tem fim…
Na ponte o trem apitou, Amanhã outro voltou… Tudo passa e pára em mim…
E eu amo como gente, Como pedra, sol poente, Como aves a adejar…
Amo tudo e tudo sou Pois que em mim tudo morou E p`ra sempre há-de morar!
André Rieu "Lullaby"
Maria de Aguiar Marçalo Poema e formatação de
 
 
 
 

\"Mudança na continuidade\"

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    Terra Natal demeus Irmãos José, Fernando e Pedro Fundada em 1258 Viana do Castelo
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    Avanço automático (Poemaescrito na Praia Norte) “ Mudança na continuidade”
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    Passa no rioa corrente, Passa o vento pelo ar, Passa o sonho pela gente E o sossego ao despertar…
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    Passam trens, passamcantigas, Passam belas raparigas, Passam velhos a arquejar…
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    Passa o lutoe a desgraça, Passa o medo e a ameaça Da coragem Nesta vida sossobrar…
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    Gritos, guerras ecanhões, Atropelos, empurrões, Paz, doçura e harmonia…
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    Tudo passa, tudopassa, Tudo treme e ameaça Decompor-se Nesta luta fugidia…
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    Tudo passa ?!Ou tudo fica?! Se esta amálgama bendita Se renova a cada hora…
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    Como passa osentimento? Donde vem este lamento Que em minh`alma sempre mora?
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    Fito um barcoregressando, Um len ç o branco acenando, Uma gaivota no ar …
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    E o solno horizonte, Mai-lo mar e mai-la ponte… Lá vai o trem a apitar…
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    Tudo passa menoseu. O sol baixa e já nasceu, O mar, esse não tem fim…
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    Na ponte otrem apitou, Amanhã outro voltou… Tudo passa e pára em mim…
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    E eu amocomo gente, Como pedra, sol poente, Como aves a adejar…
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    Amo tudo etudo sou Pois que em mim tudo morou E p`ra sempre há-de morar!
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    Maria de AguiarMarçalo Poema e formatação de
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