17-07-2012   Luzia
Será que nosso
comportamento é sempre o
mesmo diante das pessoas
que convivem conosco no lar
e com aquelas que
convivemos vez ou outra?
Os fatos nos demonstram que
assim não é.
Mas a quem enganamos, então?
Aos familiares ou aos outros?
Ou será que enganamos a nós
mesmos?
A maioria de nós tem um
comportamento diferente
diante de pessoas diferentes.
É o chamado Departamento
de Marketing.
Assim, considerando que o inter-relacionamento
pessoal é uma arte de dissimular
sentimentos, afivelamos a máscara correspondente a
cada momento e variamos conforme as
circunstâncias, ocasiões e pessoas com as quais nos
comunicamos.
Se queremos parecer
bem para a pessoa
com quem nos
relacionamos, usamos
a nossa aparência
agradável.
Vendemos uma
imagem nem sempre
verdadeira.
Dissimulamos
sentimentos e
simulamos um
comportamento de
acordo com a imagem
que queremos passar.
Dessa forma, estamos
prejudicando a nós
mesmos, gerando
conflitos
íntimos, fazendo
esforços para parecer
quem na realidade
não somos.
Se quisermos descobrir quem
somos de fato, basta que nos
observemos no trato com os
familiares. Em casa é que
normalmente somos
verdadeiros.
É comum ouvirmos elogios a
pessoas que convivem
conosco, por parte de
amigos, que só as encontram
de vez em quando.
Nós, por nossa
vez, costumamos pensar:
Quem não conhece, que
compre!
Essa pessoa, querendo parecer
bem, afivela a máscara da
afabilidade, da doçura e
vende uma imagem falsa.
Homens gentis, patrões
educados, costumam ser pais
déspotas, irados ou mudos
junto aos familiares.
Mulheres caridosas, exemplos
de polidez, não raras vezes se
mostram mães
indiferentes, esposas
nervosas, sem consciência de
que quem realmente tem o
direito ao afeto são os
próximos mais próximos, que
se encontram sob o mesmo
teto.
Jovens
sorridentes, que se
desdobram em
gentilezas com os
amigos, tornam-se
verdadeiras
feras, portas adentro
do lar, no convívio
com pais e irmãos.
A quem pensamos
enganar?
Será que a vida é um eterno baile de máscaras?
E quando a nossa consciência nos cobrar
fidelidade entre o pensar e o agir?
Um dia teremos que nos
despojar de todas as máscaras
e nos mostrar tal qual
somos, sem dissimulações.
Por esse
motivo, vale a
pena começar
sem demora a
luta por sermos
verdadeiros, faz
endo com que
cada vez que
coloquemos a
máscara da
bondade, ela
possa deixar em
nós marcas de
bondade.
Quando usarmos a máscara
da gentileza, nos deixemos
influenciar por ela.
Quando a da
fidelidade, deixemo-nos
impregnar, até que, quando
menos esperarmos já
estaremos sendo
verdadeiros, mudando a
nossa paisagem íntima de
forma definitiva.
FORMATAÇÃO: LUZIA GABRIELE
EMAIL: luziagabriele@hotmail.com
IMAGENS: INTERNET
TEXTO: REDAÇÃO ESPÍRITA
MÚSICA:ORQUESTRA ROMANTICOS
DE CUBA FASCINATION
DATA: 17 DE JULHO DE 2012




                                   “Me ame quando eu menos merecer,
                                   pois é quando eu mais preciso”

Máscaras

  • 1.
  • 2.
    Será que nosso comportamentoé sempre o mesmo diante das pessoas que convivem conosco no lar e com aquelas que convivemos vez ou outra?
  • 3.
    Os fatos nosdemonstram que assim não é. Mas a quem enganamos, então? Aos familiares ou aos outros? Ou será que enganamos a nós mesmos?
  • 4.
    A maioria denós tem um comportamento diferente diante de pessoas diferentes. É o chamado Departamento de Marketing.
  • 5.
    Assim, considerando queo inter-relacionamento pessoal é uma arte de dissimular sentimentos, afivelamos a máscara correspondente a cada momento e variamos conforme as circunstâncias, ocasiões e pessoas com as quais nos comunicamos.
  • 6.
    Se queremos parecer bempara a pessoa com quem nos relacionamos, usamos a nossa aparência agradável. Vendemos uma imagem nem sempre verdadeira. Dissimulamos sentimentos e simulamos um comportamento de acordo com a imagem que queremos passar.
  • 7.
    Dessa forma, estamos prejudicandoa nós mesmos, gerando conflitos íntimos, fazendo esforços para parecer quem na realidade não somos.
  • 8.
    Se quisermos descobrirquem somos de fato, basta que nos observemos no trato com os familiares. Em casa é que normalmente somos verdadeiros.
  • 9.
    É comum ouvirmoselogios a pessoas que convivem conosco, por parte de amigos, que só as encontram de vez em quando. Nós, por nossa vez, costumamos pensar: Quem não conhece, que compre!
  • 10.
    Essa pessoa, querendoparecer bem, afivela a máscara da afabilidade, da doçura e vende uma imagem falsa. Homens gentis, patrões educados, costumam ser pais déspotas, irados ou mudos junto aos familiares.
  • 11.
    Mulheres caridosas, exemplos depolidez, não raras vezes se mostram mães indiferentes, esposas nervosas, sem consciência de que quem realmente tem o direito ao afeto são os próximos mais próximos, que se encontram sob o mesmo teto.
  • 12.
    Jovens sorridentes, que se desdobramem gentilezas com os amigos, tornam-se verdadeiras feras, portas adentro do lar, no convívio com pais e irmãos. A quem pensamos enganar?
  • 13.
    Será que avida é um eterno baile de máscaras? E quando a nossa consciência nos cobrar fidelidade entre o pensar e o agir?
  • 14.
    Um dia teremosque nos despojar de todas as máscaras e nos mostrar tal qual somos, sem dissimulações.
  • 15.
    Por esse motivo, valea pena começar sem demora a luta por sermos verdadeiros, faz endo com que cada vez que coloquemos a máscara da bondade, ela possa deixar em nós marcas de bondade.
  • 16.
    Quando usarmos amáscara da gentileza, nos deixemos influenciar por ela.
  • 17.
    Quando a da fidelidade,deixemo-nos impregnar, até que, quando menos esperarmos já estaremos sendo verdadeiros, mudando a nossa paisagem íntima de forma definitiva.
  • 18.
    FORMATAÇÃO: LUZIA GABRIELE EMAIL:luziagabriele@hotmail.com IMAGENS: INTERNET TEXTO: REDAÇÃO ESPÍRITA MÚSICA:ORQUESTRA ROMANTICOS DE CUBA FASCINATION DATA: 17 DE JULHO DE 2012 “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso”