O documento descreve uma investigação do Ministério Público de São Paulo sobre uma máfia da merenda que pagava propinas a prefeituras em várias cidades. A máfia atuava em São Paulo, Recife, Maceió e São Luís, pagando 1,6-15% dos contratos de merenda às administrações municipais, além de quantias mensais. Uma testemunha confirmou os pagamentos discriminados em um documento da empresa envolvida.