Trompete,CornetsEFluegelho
METONO
4.,
<
__*
-*
-{
,-/_
-r_
-4
-J
_J
-l
-l
-t
-t
-.l
-t
-f
.t
-I a
-I
s-f
r-I
I
+
-t
I
l--f
Fl:
PRATIC
d,{nteida S ias,
,í- -f
n/r. I
ilNETODOPRATIC
ParaTROMPETES,CORNETS,
POCKETS( Pícolos) e FLUEGELHORNS
SAXHORNSe MELOFONES
2a Edição
ReproduçãoProibidapor Lei
ObraRegistradano Escritóriode DireitosAutoraisda BibliotecaNaciona
MinistériodaCulturaem0710312006sob ne371.013no Livro687,Folha173
Todos os DireitosReservados
Ronaldo Dias de Almeida
Rua RitaLima, 325- RemansoCampineiro
Hortolândia- SP. Tet.:(19) 3897-3351
?
a
á
4
4
-.J
b
b
t-!-t
lt-l
b
b
b
b
L
l
r
Ë
Ë
E
FF
F
F
E
FE
b
b
H
E
LE
L|l-
fL
f>.4
fbJ
fLJ
L:=
L>)
L
-i>-
1
l>-
FI
>r
>J
i
l>-
-4>.
>t
t'É-
H
t-!-
>tt-_
-a
-{
1
=
=
=
1
=
=
=
1
ã
1
1
4
Intro[uçõo
O Método Prático para Trompete foi desenvolvidocom o objetivode colocara disposição
dos professoresde Trompete, Cornet e Flugelhorn, um métododidáticoe comoo próprio
nome já diz, ter a praticidadede desenvolvervários tipos de exercíciosnuma sequência
progressiva,que permitiráao alunoassimilaro domíniodo instrumentosem grandeesforço.
Além dos exercíciostécnicos, criteriosamentedosados, o métododispõedesdeo iníciode
exercíciosmelódicos, onde o alunoirá executarde forma recreativa, os conhecimentos
adquiridosnas primeiraslições, incentivando- o a manter o entusiasmosemprecrescente
peloinstrumento.
Escritoem Português, este trabalhodestinadoaos alunos inicíantesno instrumentos,
tem a base necessáriapara ajudaro professornesta tareÍa sempreárduae de grande
responsabilidadede guiar os primeirospassosdo aluno.
O métodoé divididoem seis módulos,cada um desenvolvendoum avançotécnico e musical
em cada ítemespecíÍico.Cada módulodivide-seem trintafases.
O aprendizestudarátodosos módulossimultaneamente, por fases, que são todas as lições
descritasem cadalinha horizontalna tabela da páginaseis, as quaissendoestudadassem
interrupção, o alunoterá um desempenhosatisÍatório.
Os pontosondetiverdiÍiculdadesdevemrecebermaiorempenhoe não seremdeixadosparatrás.
A paciênciaé necessária.
Para atingirmosnossosobjetivosmusícais,precisamosnão só de muitoestudo, mas também
tambémde uma organizaçãodo nosso tempo de prática, de formaque cada hora renderá
o melhorpossível. Ganheo seu própriotempo!
O Instntmento
O Tfompete - é o maisantigoinstrumentodesôprodaÍamíliadosmetais.Tendoseusprimórdiosem
1350,veioatravésdostempose logoapóso ano de 1600, foiacolhido
nasorquestrasde então,participandode óperase músicassacras.
O Trompete(termo batizadocorretamentepelosÍranceses, signiÍica
pequenatrompa) é descendentedo Clarim( campanalonga).
Consistiade um tuboreto de metal, isto é, um tubo de paredes
paralelas,dobradoconvenientementeem voltasoblongas,com boca
e campãnulanasextremidades. OÍormatolimitavasua aplicabilida
musical,poispossuíaapenasasnotasdisponíveisaocomprimentodotubo.Somenteporvoltade 1815, é
queo trompeterecebendoa introduçãodosistemadeválvulas(pistões), tornou-seo Clarimcromático.
Doravante,transÍormou-senum instrumentomusicalágil, com excelenteextensãode escala, timbre
ricoe harmonioso,brilhantee dominador,enÍim,em um Instrumentomoderno.
Há váriotiposde trompete, segundosua aÍinação. Um dos mais usadosé o de afinaçãoem Sib,
cuia partituraé escritaum tom acimado som real. Existemtambémos de afinaçãoem Dó, Mib,
Ré(deBac.h)e Fá(Pícollo), de registrosmaisagudos.Seu som é escritona clavede Sol.
Porcausadospistos,popularmentechamava-sePistão, vindodofrancêspíston,poucousadoatualmente
O Gofnet - é descendentede um outrotipo de Clarim, semelhanteaoacimadescrito,porem
sendoconstruídocom um tubo de metalde formatocônico.isto é.
um tubo de paredesnão paralelas.
Da mesmaÍorma, este Clarim cônico, ao recebero implantedo
sistemade válvulas, passou a chamar- se Cornetim, Cornetade
válvulasou Cornetade pistões.O tuboé maislarqo que o trompete
modernoe o bocalmaisÍundo,coma taçamaissuavementeencaixad
nagarganta.Sua sonoridadeé maissuave,redondae menosbrilhant
doquea dotrompete.Atualmente,é muitousadonaEuropa.
O Pocket - querdizer:Trompetede bolsoemSib, namesmaafinaçãodo trompetecomum.
É um trompetede reduzidíssimasdimensões,que graçasao seu
design compacto, cativa o espectadore cabe em qualquer
espaço.
O Fluegelhofn - Este pertenceà Íamíliados instrumentosde tubo cônico (horn). Éafinado
em Sib comoo Cornet, porémsua campanaé maiordo que a do
trompetemoderno.
Devido a estas propriedades,o seu timbre é maisaveludado,
robustoe doce, parecendomaisgrave.
Atualmenteé muitousadonas bandaseuroçÉias.
?7
tsh
FH
F
Ei-
É
h
Ë
Ë
E
E
Ë
H
F
E
Conseffro.rÇeraisO bOCal é uma pequenacâmaraonde ressoamas vibraçõesproduzidaspeloslábiosapoiado
na borda, e conduzidospara o instrumentopor um oriÍício.É uma das partesmaisimportantedo
instrumento, pois ele possibilitaao instrumentistadesenvolveruma técnicasegura, objetivae flexíve
para produziro som desejado.Podemosdividiro bocalem quatropartes:
- A borda.ou anel - quantomais larga, maiora sensaçãode conÍorto, pois a área de apoiodos
lábiosserá maior.Quantomaisfina, melhorseráa precisãodos ataquese ligaduras(Ílexibilidade.
- A taca - quantomais largae funda, maisos lábiosirão vibrar, produzindoo som com mais
harmônicose mais escuro. Quantomais rasa, o somserá maisbrilhantepoisnãoterá os harmônico
inÍeriores.
- A qarqanta-é o oriÍícioentrea baseda taçae o iníciodo "back-bore".Elatem inÍluênciana
aÍinaçãoe na resistênciado executante.
- O "@[@," - é o cone que vai da gargantaà saídado bocal. Quantomais uniformefor a
relaçãoentreseu cone com a taça , mais uniformeserá a aÍinaçãodo instrumento.
A escolhadeve ser racional, considerandotrês aspectos:
o instrumentoque possui, a sonoridadeque almejae a sua constituiçãofísica.
A partirdaí seráÍácilchegarno modeloadequado.
Parauma boa escolha,procureajudade um proÍissional.
Bocaisrecomendadosparasituaçõesnormaís( iniciante) :
Bach,Werilou Yamaha:7C ou 10/z ou 11C4da Yamaha
GonsgwaçãO: o instrumentodeve estarsempreem boascondiçõesmecânicas,com as
válvulase os tubosbemlubriÍicados. Lavarsemprecomdetergenteneutroe usarlubriÍicanteapropriado
As condiçõesdo instrumentoinÍlui grandementeno sucessoou falhas na formaçãodo músico.
O instrumentodeveser carregadocuidadosamentee quando uma anormalidadefor descoberta
deve-seprocurarconsertarimediatamente.
EmbOGadura é a maneiraespecíficade colocaro bocalna boca. A regrafundamentalé quea
tensãonecessáriapara os lábiosvibraremem cada nota, deve partirde um trabalhodos próprios
músculosenvolvidosna embocadura, e não da pressãodo bocalcontraos lábios.
O bocalcoloca- se no centroda boca, apoiadomais no lábiosuperiore menosno inÍerior.
Ao emitiro ar no bocal, tomaro cuidadode não fazerbochechas. A respiraçãopratica- seabrindo
um poucoas extremidadesdos lábios, sem movero bocalda posiçãoem que se acha.
Estudossucessivoscontribuirãopara uma boa formaçãoda embocadura.
deveser reta, desdeo primeirodia; pois é indispensáv
tantoparaestéticacomoparao sistemarespiratório.
Não inclinara cabeça.
O instrumentosegura-secoma mãoesquerda, deixand
a direitalivreparaacionaras chaves,cada uma com
o dedocorrespondente,usandoa pontados dedos.
O instrumentotem uma inclinaçãoadequada,com
maisou menos45ede inclinação.
A Posição Oo bustodo executante
Ín[ice - Wíó[ufos
3 - Escalase Arpejos
I - Escala Cromática e Tabela de Harmônicos Pâe.7
2 - ExercíciosRítmicos e das Posições
4 - Intervalos
5 - Flexibilidade
6 - Ornamentos
Pâg.L2
Pág.22
Pâg.35
Pâg.42
Pág.47
7 - EstudosMelódicos Pâg.49
[as lFasesta6efa
Em cadamódulo,o númeroda esquerdacorrespondeao númeroda página
Os númerosdentrodos círculossão os mesmosda lição.
Quandoo alunocompletaro estudo,o proÍessorassinalacom u*
X
|l(!üo$
tases
Snmálicr
Poq. LicÕo
fiítrsI
Posiç8es
tscalasoAnaios
Póo licóo
lntenualos
Poo. Licoo
Ílexi[iliüade
Póo licóo
lntenpnehg
Poo. Licóo
1 DAa
'-vv.
Liçoo 14 ae 27 ffi)
2 08 Ã 10 .r)(z 14 (r) (r) 27 1rì 34 (r) 41 o@
3 08 (r) 10 @ 15 c@o 27 (O 34 (r) 42 (s)
4 08 o 10 (4 16 (s)(s)(tE 28 (+)(s) 34 (r) 42 (4
5 08 b 10 (r, 17 (rDGD09 28 (e) 34 (z) 43
6 08 e 10 (o) 17 @(r9(rÒ 29 (z) 34 h) 43 G)
7 OB 1?ì 10 (z) 18 6)6D 29 (s) 34 ( 7 44 (z)
I 08 (z) 10 (s) 19 (1D 29 (s) 35 (s) 44 (t)
I 08 12) 10 (s) 19 @ 29 @ 35 (ì 44 (s)
10 08 aì 11 (s) 19 €) 29 (s) 35 (3,) 44 (s)
11 08 (z) 11 (e) 19 aà 29 (s) JC (r) 45 o
12 08 (s) 11 00 2A @ 30 €E 35 (+) 45 (q)
13 08 (3) 11 @ 20 eÒ 30 (rÒ 35 14) 46 (rr)
14 08 (ì 11 GD 20 @€Ò 30 GE 35 (4 46 úr)
15 08 :3) 11 GD 21 @ 30 (rD 35 (4 45 GO
16 08 (r) 11 ۈ 21 @ 30 GD 35 (+) 45 (r0
17 08 (s) 11 (rz) 21 €D6E 30 (1t 35 (4 46 (tz,t
18 08 (+) 11 G3) 22 @ 30 a) 35 (+) 46 (t2r
19 OB t4) 11 6D 22 @ 3ï G9 36 (r, 47 (rs)
2A 08 ír) 12 6E 22 6)6E 3l (r) 36 tf,) 47 (rsl,
21 08 (Ò 12 @ 23 €ì 3l (r+) 36 t)) 47 @
22 08 (+) 12 G9 23 @ 3r G4 36 (s) 47 (rÒ
23 08 (r) 12 (r) 23 6ì6D 3ï (19 36 (f,1 48 (1ì
24 08 12 GÒ 24 @ 3l €9 36 [], 48 úi
25 08 12 (r0 24 @ 32 GÒ 37 (o) 48 írÒ
26 08 12 (rì 24 6ì@ 32 €D 37 o, 48 éÒ
27 08
r-
t), 12 úì 25 6) 32 @ 37 (o) 49 ltì
28 OB t5/ 12 (10 25 @4 32 () 37 @ 50 6D
29 08 12 (19 25 @ 32 (rÒ 37 (o) 51 6ì
30 08 IU 12 (19 25 €9 32 @ 37 @ 52 @
lEscafaCromática
e Tahelade Harmônicos
Temosaqui a escalacromáticaparaTrompetese sua tabelade harmônicosque serãoempregado
nos exercíciosrítmicos.E tambémos exercíciosda escala,diminuindoos valoresgradativamentee
aumentandoa velocidadecadavez mais, até o possível.
A vírqula , colocadasobre a pauta é para indicaras p1qpil3É951,. CertiÍique- se de obter
tempopara respiraçãona nota precedente, paraevitaratrasosao ataqueseguinte.
Deve- se marcaros temposcom o pé, sem exageros, pois a contagemmentalnão é suÍiciente.
Tambémdeve-sepossuirum metrônomo Sincronizeas batidasdo pé com o metrônomo.
Procuredesenvolvero metrônomodentrode você mesmo, para um alto grau deconÍiança,quando
estivertocandosem ele
As indicaçõesmetronômicassão baseadaspara cada nívelde dificuldade. Movimentosrápidos
poderãonaturalmenteseremestudadosem tempos consideráveisde velocidademais baixa, e
entãoaos poucosseremtrazidosparaos temposmarcados.
EscalaCromática
Tabela dos Harmônicos
1"Posição
sem cnaves
2uPosicão
2" chavè
3uPosição
ln chave
4uPosicão
l^ e 2 cÍiave
5uPosicão
2" e 3uchâves
6"Posicão
ln e 3u cliaves
7uPosicão
I",2" e 3'ihaves
Exercíciossobre EscalaCromática
, símile
,
1.
?=
F.=
Fã
F
=
É
Wrcícios Wtmicos
e dasSeÍePosÍções
Nestafase, os exercíciossão de divisão, portantoo alunodevesaberler cadacélularítmica,e
não ouvirdo professoraté decorar.
As notasmaiscurtassão as maisimportantesna deÍiniçãodeagrupamentosrítmicos. Elasdeverão
ser tocadasmuitoprecisamentee com claridade.
Todosos exercíciosdestafase deverãoser estudadosnas sete posiçõesdescritasnas tabelasdos
harmônicos, conformeexemploabaixoda 1e lição.
2aPosiçáo' 2achavc
SaPosiçâo- lachave
4aPosiçáo' Lae 2a
5aPosiçáo' 2ae 3^
6aPosição'Lae3a
7aPosição'1a,2aela
Oexercício1 deverátambémserpraticadocomoexercíciode notaslongas, muitoimportanteparao
desenvolvimentodocontroleda nota e da respiraçãoao mesmotempo. Usandotodo o reservatório
do Íôlego( máximoda sua capacidadetotal possível) . O sopro deverá ser obtido num retono
constantee o diafragmadeveráagir comoum Íole, muscularmenteesvaziandode baixoparacima.
O objetivodeve ser um som límpido, com suavecontinuaçãodo som.
ExercíciosRítmicos e de Posicões
Í Todos exercíciosrítmicos deverão ser estudadosnas sete posições.t
+J ++ +
lEscafaseArpejos
comvariaçõesde Tonalidadese Atriculaçoes
Temosa seguiras dozeescalasmaiorescom suas relativasmenoresmelódicas,procedidodos
arpejosde cadatonalidade.
cada escala tem uma articulaçãodíferente,aumentandoo nívelde dificuldadegradativamente
(tonalidade, valorese articulações) .
Comouma boa lembrança,semprecomecesua práticadiária com um roteiro de escalase
arpejos. lsto não servesomentepara um exercíciode aquecimento,como também aumentará
sua facilidadepara a extensãodos registros.Este exercíciopoderiaser chamadode um
expansorde limites. O limiteé definidosomentepelomúsicoe pelarelevânciada prática,pois
com ela o músicoconseguiráuma técnica perfeitacapaz de vencer qualquerdificuldadeque
lhe possadeparar.
Não é práticoescrevertodasas variaçõese articulaçõesrepetidas, pois isto sobrecarregariaa
partitura, entãoa indicação" símile" recomendarepetiras articulaçõesaté o final do exercício.
Exercíciosde Escalase Arpejos
com variações de Articulação
Escalase Arpejos em Dó Maior
J=60
Escala e Arpejo em Lá menor
Escalase Arpejos em Fá Maior
E
E
Ef,L:r-l
t_H
b
b
b
Eb
FF3
b
b
b
h
FFl
b
FF
F
F
FFzl
Escalase Arpejos em Ré menor
Escalase Arpejos em Sol Maior
Escalase Arpejos em Mi menor
Escalase Arpejos em Si b Maior
Escalase Arpejos em Sol menor
=
rF3
b
b
f
f,L-F4
F,=l
b
E
E
F
Ë
E
F
E
Escalase Arpejos em RéMaior
Escalase Arpejos em Si
17.
Escalase Arpejos em Mi b Maior
Escalase Arpejos em Dó menor
Escalase Arpejos em Lá Maior
,
23.
Escalase Arpejos em Fá # menor
-
Escalase Arpejos em Lâb MaiorË
F
Escalase Arpejos em Fá menor
Escalase Arpejos em Mi Maior
Escalase Arpejos em Dó # menor
Escalase Arpejos em Ré b Maior
Escalase Arpejos em Si b menor
Escalase Arpejos em Si Maior
Escalas e Arpejos em Sol # menor
Escalase Arpejos em Fá # Maior
Escalas e Arpejos em Ré # menor
Inten)afos
com
Todacomposiçãoé Íormadapor escalase intervalos.
O estudodos intervalosé parao desenvolvimentoda afinaçãoe do uso do diafragmanos
saltos, sobretudoos mais distantes. Portantodeve- se ter o cuidadocom os saltos( comou
sem ligadura) , para a emissãoda notacom precisão, sem Íalhasdas notas.
Quandoduas notassucessivasde diferentesgraussão produzidas,é necessárioque cada
notaestejaafinadacom a outra, relativaao intervaloque estásendotocado. Assim, o músico
deverádesenvolvere treinarseu ouvidoparaque a diferençade grausseja distinguida.
Aproveitandoos exercíciosde intervalos,foi introduzidovariaçõesrítmicascom sincopase
contratempos.
Notassincopadaspedemuma acentuaçãoao iniciare um desprezívelaÍiladodo somdepoisdo
ataque. Certifique- se de evitarum acentosecundárioou inchaçãoda nota , quandoo som
deve normalmentecair. Ex.:Toquede um sino.
Intervalos e ExercíciosRelativos
Intervalos de Terça
- símile
J=60
Intervalos de Quarta
símile
4.
Intervalos de Quinta
4,,
?.
A,,
-
r FFFI-'t
- - -
Intervalos de Sexta
Intervalos de Sétima
13.
14.
15.
Intervalos de Oitava
I
i
I
I
Ftefr,6ifi[a[e
O estudodas Ílexibilidadesé fundamentoimportantíssimonos instrumentosde metal, comoo próprio
nomejá diz, darâao músicomaleabilidadee fluêncianos váriosregistrosdoinstrumentoe contribuirá
para o fortalecimentodos lábiose músculosda Íace.
Os exercíciosalémde estaremescritosaumentandoo nívelde dificuldadegradativamente, conÍorme
cadaÍase , devemser sempreexecutadosnestaordemcomoaquecimento.
No inícioos músculosirão se cansar rapidamente,mas com a prática diária eles irão se tornar
fortese Ílexíveis
E bom frisarque estesexercíciosdevemser executadossem o auxílioda língua na articulaçãoe
na passagementreuma nota e outra. A línguasomenteserá responsávelpelo ataqueda primeira
nota. Lembrandoque a pressãocontrao bocalnão deveráser excessiva, para não atrapalhara
flexibilidadedos lábios.
Praüquecadaexercíciocom calmaaté executá- lo completamentelimpoe correto
33
ExercíciosMistos de Flexibilidade
E
E
símile
333
p=----/ '- /
Ornamento.t
Ornamentossão notasou gruposde notasque dão um coloridoà uma melodia
São representadospor pequenasnotasousinais.A duraçãodanotaoudasnotasornamentaisé subtraída
da nota reaí, quesãoastazemparteintegrantedamelodia: os mais usadossão:
APPOGGIATURA- Ornamentoque aritecedea nota real, representadoporumaouduasnotas,com
TRfNADO - é a repetiçãorápidae alternadade duasnotasvizinhas,uma das quaisé a notareal.
É o ornamentocommaisquantidadede notase o tempode duraçãodo trinadoé o da
nota real, quantomais lentoo andamento,maischeiode notasserá o trinado.
MORDENTE- é um ornamentorepresentadopor duas notasem semicolcheias,sendoa primeira
de som igualà notareale a segunda,um tom ou um semitomacimaou abaixo.
Dá-seao morden'E umapartedo valor da nota real, ficandoesta com o restantedo
valor.Quantomais lentoo andamento,mais rápidoserá o mordente.
GRUPETO- é constituídopelo agrupamentode 3 ou 4 notas, dispostasem grausconjuntos. Dá-se
ao grupetouma partedo valorda nota, ficandoesta com o restantedo valor. euando
a notasuperiorou inferiorà real é acidentada, é indicadoabaixoou acimadogruoeto.
intervalosde 1tomou semitomda nota real. As appoggiaturaspodemser:
Exercíciosde Ornamentos
AppoggiaturaBreve
Trinado
Mordente
Grupeto
lEstu[osfuíefóúicos
ÍtarTnoniza[os
com Expressão
Temos aqui uma variedadede estudos,com mudançasde tonalidades, modos,andamentos,
articulaçõese qualidadesrítmicasapropriadasparaaperfeiçoara execução, aumentandoo nívelde
diÍiculdadegradativamente.
Tambémé importanteque o estudanteacostumea empregarcom segurançae distinçãoa escala
totalde dinâmica,do pianíssimoao fortíssimo.
Osestudosharmonizadossãomuitoimportanteparao aluno desenvolvera percepção, comparando
seu som com o do companheiro.O proÍessordeve invertera execuçãodas vozesnos estudos.
Sendoo trompeteum instrumentotranspositor,deve-seobedecera linhaescritaparaa afinação
do instrumento( Sibou Dó).
EstudosMelódicose Harmonizados
1 . Estudo Melódico em Dó Maior
Moderato
2 . Estudo Melódico em Lá menor
Moderato
3 . Bstudo em Conjunto
Melodia
sib
Acompaúa
sib
4 . Estudoem Conjunto
Melodia
sib
Acompaúa
sib
Andante
5 . Estudo Melódico em Sol Maior
VOXMAN
6 . Estudo Melódico em Mi menor
KARL RINDERSPACT{ER
7 . Estudo Melódico em Sol menor
,
( rall. sópara finalizar )
I . Estudo em Conjunto
TRADICIONAL
Melodia
Trompete Dó
Melodia
Trompete Sib
Acompaúa
Trompete Dó
Acompaúa
TrompeúeSib
9 . Estudoem Conjunto
Melodia
sib
Acompaúa
sib
tr
Andante
10. Estudoem Conjunto
v , ------>j
-J
^
p I t-' - J
.-I
ÌJ
p |
- "f -
a
"f
^
i
?
E
tf t 1'+
It!
fp
11. Estudo em Conjunto
Tempo Comodo BEETHOVEN
Mefodia
Troryete Dó
Melodia
Trornpete Sib
Acompaúa
Trompete Sib
_--_ p
--:J
lt')ll L,^,
-=
u
L2. Estudo em Conjunto - Lago do Cisnt
Andante
TCHAIKOVSKY
Melodia
Trompete Dó
Melodia
Trompete Sib
Aconrpanha
Trompete Sib
,
e)
p
^
+Jt --J -.* t 4)
-- v iJ
t
eJ
p
^
'-J
{t-/'i -: .J
f --:<-
D.C. al Fine
E:, e t = t o
,
^
J
l-
/
dtr4
A'a
"f
,
VI
.f
13. Estudo em Conjunto( canon)
Ë
F
F
Fa
h
b
Melodia
Tmmpetet)ó
Melodia
Trompete Si b
Acornpaúa
Trornpete Dó
Acompanha
Trompete Si b
mf
Andante
,
' lrgoro L"1
 rr{l ,
ar -J- + t
legaÍo nV
â rr{l
t
+à
,
2)
legato
^
rl+
ltl
cnf
t
5l
14. Estudo em conjunto
Melodia
Trompete Dó
Melodia
Trompete Si b
Acompaúa
TrompeüeDó
Acompaúa
Trompete Si b
Marcha
D.C. aI fine
1,5. Estudo em Conjunto
H
H
Fh
FF{
SCEI'ITANN
-f
-f
Mdodia
TmryeteDó
Melodia
Trompete Si b
Acompanha
Trompete Dó
Aconrpaúa
Trompete Si b
^
f
L6. Estudo Melódico em Solb Maior
MARCO BORDOGM
17. Estudoem Conjunto
SCHL}f{.T
Melodia
Trompete Dó
Melodia
Trompete Si b
Acompaúa
Trornpete Dó
Acompaúa
Trompete Si b
18. Estudo em Conjunto - Humoresqu€
Melodia
Trornpete Dó
Melodia
Trornpete Si b
Acompaúa
Trompete Sib
19. Estudo Melódicoem Mi Maior
Ë
F
Ë
Ë
H
Ft
F
F
F
FÉ
i"rd
F
F
FEIT
b
h
FFEI
h
b
MARCO BORDOGM
Allegro moderaÍo
20 . Estudo Melódico em Ré menor
Andante cantabile BLAZHEVICH
Conmoto
a tempo
e Sugesúâode MétodosComplementares
Ei6fíogr{ía
fs
E
F
F
FE
:3
k
F
F
F
F
F
F
F
E
b
F
F
É
rF
rF
FËí
h
FFA
F"
h
HerbertL. Clarke- Clarke'sTechnicalStudies
MarcoBordogni- 43 Bel Canto
VladislavBlazhevich- 70 Etudes
Wm.Gowerand H.Voxman- Advencedhlethod
Arban's- The AuthenticEdition( C.Fischer)
Agroíecinnantos
A DEUS, por ter concedidoa oportunidadede escrevermaiseste método.
Aos meusamigos, que me incentivarame tambémcolaboraramnestetrabalho.
Aos meusmestres, do ConservatórioDramáticoe MusicalDr."Carlosde Campos" de,Tatuí.
Aos meusalunos, da Escolade MúsicaHarmoniae aos demais, aos quaisme dediquei
paraque pudessemmanternos coraçõesa chamaardenteda música.
Ronaldo Dias de Almeida

Metodo para trompete almeida dias

  • 1.
  • 2.
    ilNETODOPRATIC ParaTROMPETES,CORNETS, POCKETS( Pícolos) eFLUEGELHORNS SAXHORNSe MELOFONES 2a Edição ReproduçãoProibidapor Lei ObraRegistradano Escritóriode DireitosAutoraisda BibliotecaNaciona MinistériodaCulturaem0710312006sob ne371.013no Livro687,Folha173 Todos os DireitosReservados Ronaldo Dias de Almeida Rua RitaLima, 325- RemansoCampineiro Hortolândia- SP. Tet.:(19) 3897-3351 ? a á 4 4 -.J b b t-!-t lt-l b b b b L l r Ë Ë E FF F F E FE b b H
  • 3.
    E LE L|l- fL f>.4 fbJ fLJ L:= L>) L -i>- 1 l>- FI >r >J i l>- -4>. >t t'É- H t-!- >tt-_ -a -{ 1 = = = 1 = = = 1 ã 1 1 4 Intro[uçõo O Método Práticopara Trompete foi desenvolvidocom o objetivode colocara disposição dos professoresde Trompete, Cornet e Flugelhorn, um métododidáticoe comoo próprio nome já diz, ter a praticidadede desenvolvervários tipos de exercíciosnuma sequência progressiva,que permitiráao alunoassimilaro domíniodo instrumentosem grandeesforço. Além dos exercíciostécnicos, criteriosamentedosados, o métododispõedesdeo iníciode exercíciosmelódicos, onde o alunoirá executarde forma recreativa, os conhecimentos adquiridosnas primeiraslições, incentivando- o a manter o entusiasmosemprecrescente peloinstrumento. Escritoem Português, este trabalhodestinadoaos alunos inicíantesno instrumentos, tem a base necessáriapara ajudaro professornesta tareÍa sempreárduae de grande responsabilidadede guiar os primeirospassosdo aluno. O métodoé divididoem seis módulos,cada um desenvolvendoum avançotécnico e musical em cada ítemespecíÍico.Cada módulodivide-seem trintafases. O aprendizestudarátodosos módulossimultaneamente, por fases, que são todas as lições descritasem cadalinha horizontalna tabela da páginaseis, as quaissendoestudadassem interrupção, o alunoterá um desempenhosatisÍatório. Os pontosondetiverdiÍiculdadesdevemrecebermaiorempenhoe não seremdeixadosparatrás. A paciênciaé necessária. Para atingirmosnossosobjetivosmusícais,precisamosnão só de muitoestudo, mas também tambémde uma organizaçãodo nosso tempo de prática, de formaque cada hora renderá o melhorpossível. Ganheo seu própriotempo!
  • 4.
    O Instntmento O Tfompete- é o maisantigoinstrumentodesôprodaÍamíliadosmetais.Tendoseusprimórdiosem 1350,veioatravésdostempose logoapóso ano de 1600, foiacolhido nasorquestrasde então,participandode óperase músicassacras. O Trompete(termo batizadocorretamentepelosÍranceses, signiÍica pequenatrompa) é descendentedo Clarim( campanalonga). Consistiade um tuboreto de metal, isto é, um tubo de paredes paralelas,dobradoconvenientementeem voltasoblongas,com boca e campãnulanasextremidades. OÍormatolimitavasua aplicabilida musical,poispossuíaapenasasnotasdisponíveisaocomprimentodotubo.Somenteporvoltade 1815, é queo trompeterecebendoa introduçãodosistemadeválvulas(pistões), tornou-seo Clarimcromático. Doravante,transÍormou-senum instrumentomusicalágil, com excelenteextensãode escala, timbre ricoe harmonioso,brilhantee dominador,enÍim,em um Instrumentomoderno. Há váriotiposde trompete, segundosua aÍinação. Um dos mais usadosé o de afinaçãoem Sib, cuia partituraé escritaum tom acimado som real. Existemtambémos de afinaçãoem Dó, Mib, Ré(deBac.h)e Fá(Pícollo), de registrosmaisagudos.Seu som é escritona clavede Sol. Porcausadospistos,popularmentechamava-sePistão, vindodofrancêspíston,poucousadoatualmente O Gofnet - é descendentede um outrotipo de Clarim, semelhanteaoacimadescrito,porem sendoconstruídocom um tubo de metalde formatocônico.isto é. um tubo de paredesnão paralelas. Da mesmaÍorma, este Clarim cônico, ao recebero implantedo sistemade válvulas, passou a chamar- se Cornetim, Cornetade válvulasou Cornetade pistões.O tuboé maislarqo que o trompete modernoe o bocalmaisÍundo,coma taçamaissuavementeencaixad nagarganta.Sua sonoridadeé maissuave,redondae menosbrilhant doquea dotrompete.Atualmente,é muitousadonaEuropa. O Pocket - querdizer:Trompetede bolsoemSib, namesmaafinaçãodo trompetecomum. É um trompetede reduzidíssimasdimensões,que graçasao seu design compacto, cativa o espectadore cabe em qualquer espaço. O Fluegelhofn - Este pertenceà Íamíliados instrumentosde tubo cônico (horn). Éafinado em Sib comoo Cornet, porémsua campanaé maiordo que a do trompetemoderno. Devido a estas propriedades,o seu timbre é maisaveludado, robustoe doce, parecendomaisgrave. Atualmenteé muitousadonas bandaseuroçÉias.
  • 5.
    ?7 tsh FH F Ei- É h Ë Ë E E Ë H F E Conseffro.rÇeraisO bOCal éuma pequenacâmaraonde ressoamas vibraçõesproduzidaspeloslábiosapoiado na borda, e conduzidospara o instrumentopor um oriÍício.É uma das partesmaisimportantedo instrumento, pois ele possibilitaao instrumentistadesenvolveruma técnicasegura, objetivae flexíve para produziro som desejado.Podemosdividiro bocalem quatropartes: - A borda.ou anel - quantomais larga, maiora sensaçãode conÍorto, pois a área de apoiodos lábiosserá maior.Quantomaisfina, melhorseráa precisãodos ataquese ligaduras(Ílexibilidade. - A taca - quantomais largae funda, maisos lábiosirão vibrar, produzindoo som com mais harmônicose mais escuro. Quantomais rasa, o somserá maisbrilhantepoisnãoterá os harmônico inÍeriores. - A qarqanta-é o oriÍícioentrea baseda taçae o iníciodo "back-bore".Elatem inÍluênciana aÍinaçãoe na resistênciado executante. - O "@[@," - é o cone que vai da gargantaà saídado bocal. Quantomais uniformefor a relaçãoentreseu cone com a taça , mais uniformeserá a aÍinaçãodo instrumento. A escolhadeve ser racional, considerandotrês aspectos: o instrumentoque possui, a sonoridadeque almejae a sua constituiçãofísica. A partirdaí seráÍácilchegarno modeloadequado. Parauma boa escolha,procureajudade um proÍissional. Bocaisrecomendadosparasituaçõesnormaís( iniciante) : Bach,Werilou Yamaha:7C ou 10/z ou 11C4da Yamaha GonsgwaçãO: o instrumentodeve estarsempreem boascondiçõesmecânicas,com as válvulase os tubosbemlubriÍicados. Lavarsemprecomdetergenteneutroe usarlubriÍicanteapropriado As condiçõesdo instrumentoinÍlui grandementeno sucessoou falhas na formaçãodo músico. O instrumentodeveser carregadocuidadosamentee quando uma anormalidadefor descoberta deve-seprocurarconsertarimediatamente. EmbOGadura é a maneiraespecíficade colocaro bocalna boca. A regrafundamentalé quea tensãonecessáriapara os lábiosvibraremem cada nota, deve partirde um trabalhodos próprios músculosenvolvidosna embocadura, e não da pressãodo bocalcontraos lábios. O bocalcoloca- se no centroda boca, apoiadomais no lábiosuperiore menosno inÍerior. Ao emitiro ar no bocal, tomaro cuidadode não fazerbochechas. A respiraçãopratica- seabrindo um poucoas extremidadesdos lábios, sem movero bocalda posiçãoem que se acha. Estudossucessivoscontribuirãopara uma boa formaçãoda embocadura. deveser reta, desdeo primeirodia; pois é indispensáv tantoparaestéticacomoparao sistemarespiratório. Não inclinara cabeça. O instrumentosegura-secoma mãoesquerda, deixand a direitalivreparaacionaras chaves,cada uma com o dedocorrespondente,usandoa pontados dedos. O instrumentotem uma inclinaçãoadequada,com maisou menos45ede inclinação. A Posição Oo bustodo executante
  • 6.
    Ín[ice - Wíó[ufos 3- Escalase Arpejos I - Escala Cromática e Tabela de Harmônicos Pâe.7 2 - ExercíciosRítmicos e das Posições 4 - Intervalos 5 - Flexibilidade 6 - Ornamentos Pâg.L2 Pág.22 Pâg.35 Pâg.42 Pág.47 7 - EstudosMelódicos Pâg.49
  • 7.
    [as lFasesta6efa Em cadamódulo,onúmeroda esquerdacorrespondeao númeroda página Os númerosdentrodos círculossão os mesmosda lição. Quandoo alunocompletaro estudo,o proÍessorassinalacom u* X |l(!üo$ tases Snmálicr Poq. LicÕo fiítrsI Posiç8es tscalasoAnaios Póo licóo lntenualos Poo. Licoo Ílexi[iliüade Póo licóo lntenpnehg Poo. Licóo 1 DAa '-vv. Liçoo 14 ae 27 ffi) 2 08 à 10 .r)(z 14 (r) (r) 27 1rì 34 (r) 41 o@ 3 08 (r) 10 @ 15 c@o 27 (O 34 (r) 42 (s) 4 08 o 10 (4 16 (s)(s)(tE 28 (+)(s) 34 (r) 42 (4 5 08 b 10 (r, 17 (rDGD09 28 (e) 34 (z) 43 6 08 e 10 (o) 17 @(r9(rÒ 29 (z) 34 h) 43 G) 7 OB 1?ì 10 (z) 18 6)6D 29 (s) 34 ( 7 44 (z) I 08 (z) 10 (s) 19 (1D 29 (s) 35 (s) 44 (t) I 08 12) 10 (s) 19 @ 29 @ 35 (ì 44 (s) 10 08 aì 11 (s) 19 €) 29 (s) 35 (3,) 44 (s) 11 08 (z) 11 (e) 19 aà 29 (s) JC (r) 45 o 12 08 (s) 11 00 2A @ 30 €E 35 (+) 45 (q) 13 08 (3) 11 @ 20 eÒ 30 (rÒ 35 14) 46 (rr) 14 08 (ì 11 GD 20 @€Ò 30 GE 35 (4 46 úr) 15 08 :3) 11 GD 21 @ 30 (rD 35 (4 45 GO 16 08 (r) 11 €à 21 @ 30 GD 35 (+) 45 (r0 17 08 (s) 11 (rz) 21 €D6E 30 (1t 35 (4 46 (tz,t 18 08 (+) 11 G3) 22 @ 30 a) 35 (+) 46 (t2r 19 OB t4) 11 6D 22 @ 3ï G9 36 (r, 47 (rs) 2A 08 ír) 12 6E 22 6)6E 3l (r) 36 tf,) 47 (rsl, 21 08 (Ò 12 @ 23 €ì 3l (r+) 36 t)) 47 @ 22 08 (+) 12 G9 23 @ 3r G4 36 (s) 47 (rÒ 23 08 (r) 12 (r) 23 6ì6D 3ï (19 36 (f,1 48 (1ì 24 08 12 GÒ 24 @ 3l €9 36 [], 48 úi 25 08 12 (r0 24 @ 32 GÒ 37 (o) 48 írÒ 26 08 12 (rì 24 6ì@ 32 €D 37 o, 48 éÒ 27 08 r- t), 12 úì 25 6) 32 @ 37 (o) 49 ltì 28 OB t5/ 12 (10 25 @4 32 () 37 @ 50 6D 29 08 12 (19 25 @ 32 (rÒ 37 (o) 51 6ì 30 08 IU 12 (19 25 €9 32 @ 37 @ 52 @
  • 8.
    lEscafaCromática e Tahelade Harmônicos Temosaquia escalacromáticaparaTrompetese sua tabelade harmônicosque serãoempregado nos exercíciosrítmicos.E tambémos exercíciosda escala,diminuindoos valoresgradativamentee aumentandoa velocidadecadavez mais, até o possível. A vírqula , colocadasobre a pauta é para indicaras p1qpil3É951,. CertiÍique- se de obter tempopara respiraçãona nota precedente, paraevitaratrasosao ataqueseguinte. Deve- se marcaros temposcom o pé, sem exageros, pois a contagemmentalnão é suÍiciente. Tambémdeve-sepossuirum metrônomo Sincronizeas batidasdo pé com o metrônomo. Procuredesenvolvero metrônomodentrode você mesmo, para um alto grau deconÍiança,quando estivertocandosem ele As indicaçõesmetronômicassão baseadaspara cada nívelde dificuldade. Movimentosrápidos poderãonaturalmenteseremestudadosem tempos consideráveisde velocidademais baixa, e entãoaos poucosseremtrazidosparaos temposmarcados.
  • 9.
    EscalaCromática Tabela dos Harmônicos 1"Posição semcnaves 2uPosicão 2" chavè 3uPosição ln chave 4uPosicão l^ e 2 cÍiave 5uPosicão 2" e 3uchâves 6"Posicão ln e 3u cliaves 7uPosicão I",2" e 3'ihaves
  • 10.
  • 11.
    ?= F.= Fã F = É Wrcícios Wtmicos e dasSeÍePosÍções Nestafase,os exercíciossão de divisão, portantoo alunodevesaberler cadacélularítmica,e não ouvirdo professoraté decorar. As notasmaiscurtassão as maisimportantesna deÍiniçãodeagrupamentosrítmicos. Elasdeverão ser tocadasmuitoprecisamentee com claridade. Todosos exercíciosdestafase deverãoser estudadosnas sete posiçõesdescritasnas tabelasdos harmônicos, conformeexemploabaixoda 1e lição. 2aPosiçáo' 2achavc SaPosiçâo- lachave 4aPosiçáo' Lae 2a 5aPosiçáo' 2ae 3^ 6aPosição'Lae3a 7aPosição'1a,2aela Oexercício1 deverátambémserpraticadocomoexercíciode notaslongas, muitoimportanteparao desenvolvimentodocontroleda nota e da respiraçãoao mesmotempo. Usandotodo o reservatório do Íôlego( máximoda sua capacidadetotal possível) . O sopro deverá ser obtido num retono constantee o diafragmadeveráagir comoum Íole, muscularmenteesvaziandode baixoparacima. O objetivodeve ser um som límpido, com suavecontinuaçãodo som.
  • 12.
    ExercíciosRítmicos e dePosicões Í Todos exercíciosrítmicos deverão ser estudadosnas sete posições.t
  • 14.
  • 15.
    lEscafaseArpejos comvariaçõesde Tonalidadese Atriculaçoes Temosaseguiras dozeescalasmaiorescom suas relativasmenoresmelódicas,procedidodos arpejosde cadatonalidade. cada escala tem uma articulaçãodíferente,aumentandoo nívelde dificuldadegradativamente (tonalidade, valorese articulações) . Comouma boa lembrança,semprecomecesua práticadiária com um roteiro de escalase arpejos. lsto não servesomentepara um exercíciode aquecimento,como também aumentará sua facilidadepara a extensãodos registros.Este exercíciopoderiaser chamadode um expansorde limites. O limiteé definidosomentepelomúsicoe pelarelevânciada prática,pois com ela o músicoconseguiráuma técnica perfeitacapaz de vencer qualquerdificuldadeque lhe possadeparar. Não é práticoescrevertodasas variaçõese articulaçõesrepetidas, pois isto sobrecarregariaa partitura, entãoa indicação" símile" recomendarepetiras articulaçõesaté o final do exercício.
  • 16.
    Exercíciosde Escalase Arpejos comvariações de Articulação Escalase Arpejos em Dó Maior J=60 Escala e Arpejo em Lá menor
  • 17.
    Escalase Arpejos emFá Maior E E Ef,L:r-l t_H b b b Eb FF3 b b b h FFl b FF F F FFzl Escalase Arpejos em Ré menor
  • 18.
    Escalase Arpejos emSol Maior Escalase Arpejos em Mi menor
  • 19.
    Escalase Arpejos emSi b Maior Escalase Arpejos em Sol menor = rF3 b b f f,L-F4 F,=l b E E F Ë E F E
  • 20.
    Escalase Arpejos emRéMaior Escalase Arpejos em Si 17.
  • 21.
    Escalase Arpejos emMi b Maior Escalase Arpejos em Dó menor
  • 22.
    Escalase Arpejos emLá Maior , 23. Escalase Arpejos em Fá # menor -
  • 23.
    Escalase Arpejos emLâb MaiorË F Escalase Arpejos em Fá menor
  • 24.
    Escalase Arpejos emMi Maior Escalase Arpejos em Dó # menor
  • 25.
    Escalase Arpejos emRé b Maior Escalase Arpejos em Si b menor
  • 26.
    Escalase Arpejos emSi Maior Escalas e Arpejos em Sol # menor
  • 27.
    Escalase Arpejos emFá # Maior Escalas e Arpejos em Ré # menor
  • 28.
    Inten)afos com Todacomposiçãoé Íormadapor escalaseintervalos. O estudodos intervalosé parao desenvolvimentoda afinaçãoe do uso do diafragmanos saltos, sobretudoos mais distantes. Portantodeve- se ter o cuidadocom os saltos( comou sem ligadura) , para a emissãoda notacom precisão, sem Íalhasdas notas. Quandoduas notassucessivasde diferentesgraussão produzidas,é necessárioque cada notaestejaafinadacom a outra, relativaao intervaloque estásendotocado. Assim, o músico deverádesenvolvere treinarseu ouvidoparaque a diferençade grausseja distinguida. Aproveitandoos exercíciosde intervalos,foi introduzidovariaçõesrítmicascom sincopase contratempos. Notassincopadaspedemuma acentuaçãoao iniciare um desprezívelaÍiladodo somdepoisdo ataque. Certifique- se de evitarum acentosecundárioou inchaçãoda nota , quandoo som deve normalmentecair. Ex.:Toquede um sino.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
    I i I I Ftefr,6ifi[a[e O estudodas Ílexibilidadeséfundamentoimportantíssimonos instrumentosde metal, comoo próprio nomejá diz, darâao músicomaleabilidadee fluêncianos váriosregistrosdoinstrumentoe contribuirá para o fortalecimentodos lábiose músculosda Íace. Os exercíciosalémde estaremescritosaumentandoo nívelde dificuldadegradativamente, conÍorme cadaÍase , devemser sempreexecutadosnestaordemcomoaquecimento. No inícioos músculosirão se cansar rapidamente,mas com a prática diária eles irão se tornar fortese Ílexíveis E bom frisarque estesexercíciosdevemser executadossem o auxílioda língua na articulaçãoe na passagementreuma nota e outra. A línguasomenteserá responsávelpelo ataqueda primeira nota. Lembrandoque a pressãocontrao bocalnão deveráser excessiva, para não atrapalhara flexibilidadedos lábios. Praüquecadaexercíciocom calmaaté executá- lo completamentelimpoe correto 33
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 40.
    Ornamento.t Ornamentossão notasou gruposdenotasque dão um coloridoà uma melodia São representadospor pequenasnotasousinais.A duraçãodanotaoudasnotasornamentaisé subtraída da nota reaí, quesãoastazemparteintegrantedamelodia: os mais usadossão: APPOGGIATURA- Ornamentoque aritecedea nota real, representadoporumaouduasnotas,com TRfNADO - é a repetiçãorápidae alternadade duasnotasvizinhas,uma das quaisé a notareal. É o ornamentocommaisquantidadede notase o tempode duraçãodo trinadoé o da nota real, quantomais lentoo andamento,maischeiode notasserá o trinado. MORDENTE- é um ornamentorepresentadopor duas notasem semicolcheias,sendoa primeira de som igualà notareale a segunda,um tom ou um semitomacimaou abaixo. Dá-seao morden'E umapartedo valor da nota real, ficandoesta com o restantedo valor.Quantomais lentoo andamento,mais rápidoserá o mordente. GRUPETO- é constituídopelo agrupamentode 3 ou 4 notas, dispostasem grausconjuntos. Dá-se ao grupetouma partedo valorda nota, ficandoesta com o restantedo valor. euando a notasuperiorou inferiorà real é acidentada, é indicadoabaixoou acimadogruoeto. intervalosde 1tomou semitomda nota real. As appoggiaturaspodemser:
  • 41.
  • 42.
    lEstu[osfuíefóúicos ÍtarTnoniza[os com Expressão Temos aquiuma variedadede estudos,com mudançasde tonalidades, modos,andamentos, articulaçõese qualidadesrítmicasapropriadasparaaperfeiçoara execução, aumentandoo nívelde diÍiculdadegradativamente. Tambémé importanteque o estudanteacostumea empregarcom segurançae distinçãoa escala totalde dinâmica,do pianíssimoao fortíssimo. Osestudosharmonizadossãomuitoimportanteparao aluno desenvolvera percepção, comparando seu som com o do companheiro.O proÍessordeve invertera execuçãodas vozesnos estudos. Sendoo trompeteum instrumentotranspositor,deve-seobedecera linhaescritaparaa afinação do instrumento( Sibou Dó).
  • 43.
    EstudosMelódicose Harmonizados 1 .Estudo Melódico em Dó Maior Moderato 2 . Estudo Melódico em Lá menor Moderato
  • 44.
    3 . Bstudoem Conjunto Melodia sib Acompaúa sib
  • 45.
    4 . EstudoemConjunto Melodia sib Acompaúa sib Andante
  • 46.
    5 . EstudoMelódico em Sol Maior VOXMAN 6 . Estudo Melódico em Mi menor KARL RINDERSPACT{ER
  • 47.
    7 . EstudoMelódico em Sol menor , ( rall. sópara finalizar )
  • 48.
    I . Estudoem Conjunto TRADICIONAL Melodia Trompete Dó Melodia Trompete Sib Acompaúa Trompete Dó Acompaúa TrompeúeSib
  • 49.
    9 . EstudoemConjunto Melodia sib Acompaúa sib tr Andante
  • 50.
    10. Estudoem Conjunto v, ------>j -J ^ p I t-' - J .-I ÌJ p | - "f - a "f ^ i ? E tf t 1'+ It! fp
  • 51.
    11. Estudo emConjunto Tempo Comodo BEETHOVEN Mefodia Troryete Dó Melodia Trornpete Sib Acompaúa Trompete Sib _--_ p --:J lt')ll L,^, -= u
  • 52.
    L2. Estudo emConjunto - Lago do Cisnt Andante TCHAIKOVSKY Melodia Trompete Dó Melodia Trompete Sib Aconrpanha Trompete Sib , e) p ^ +Jt --J -.* t 4) -- v iJ t eJ p ^ '-J {t-/'i -: .J f --:<- D.C. al Fine E:, e t = t o , ^ J l- / dtr4 A'a "f , VI .f
  • 53.
    13. Estudo emConjunto( canon) Ë F F Fa h b Melodia Tmmpetet)ó Melodia Trompete Si b Acornpaúa Trornpete Dó Acompanha Trompete Si b mf Andante , ' lrgoro L"1 Â rr{l , ar -J- + t legaÍo nV â rr{l t +à , 2) legato ^ rl+ ltl cnf t 5l
  • 54.
    14. Estudo emconjunto Melodia Trompete Dó Melodia Trompete Si b Acompaúa TrompeüeDó Acompaúa Trompete Si b Marcha D.C. aI fine
  • 55.
    1,5. Estudo emConjunto H H Fh FF{ SCEI'ITANN -f -f Mdodia TmryeteDó Melodia Trompete Si b Acompanha Trompete Dó Aconrpaúa Trompete Si b ^ f
  • 56.
    L6. Estudo Melódicoem Solb Maior MARCO BORDOGM
  • 57.
    17. Estudoem Conjunto SCHL}f{.T Melodia TrompeteDó Melodia Trompete Si b Acompaúa Trornpete Dó Acompaúa Trompete Si b
  • 58.
    18. Estudo emConjunto - Humoresqu€ Melodia Trornpete Dó Melodia Trornpete Si b Acompaúa Trompete Sib
  • 59.
    19. Estudo MelódicoemMi Maior Ë F Ë Ë H Ft F F F FÉ i"rd F F FEIT b h FFEI h b MARCO BORDOGM Allegro moderaÍo
  • 60.
    20 . EstudoMelódico em Ré menor Andante cantabile BLAZHEVICH Conmoto a tempo
  • 61.
    e Sugesúâode MétodosComplementares Ei6fíogr{ía fs E F F FE :3 k F F F F F F F E b F F É rF rF FËí h FFA F" h HerbertL.Clarke- Clarke'sTechnicalStudies MarcoBordogni- 43 Bel Canto VladislavBlazhevich- 70 Etudes Wm.Gowerand H.Voxman- Advencedhlethod Arban's- The AuthenticEdition( C.Fischer) Agroíecinnantos A DEUS, por ter concedidoa oportunidadede escrevermaiseste método. Aos meusamigos, que me incentivarame tambémcolaboraramnestetrabalho. Aos meusmestres, do ConservatórioDramáticoe MusicalDr."Carlosde Campos" de,Tatuí. Aos meusalunos, da Escolade MúsicaHarmoniae aos demais, aos quaisme dediquei paraque pudessemmanternos coraçõesa chamaardenteda música. Ronaldo Dias de Almeida