ENCONTROCOMOESCRITOR
FRANCISCOQUEIROZ
20 de Março de
2018
CENTRO ESCOLAR DA CARIDADE
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“Martim Vilão era um melro muito, mesmo muito
preto… Todos o conheciam como Martim Vilim…”
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“Alguns dos melros tinham até brasões pendurados nos
ninhos. Estes ninhos equilibravam-se em árvores corpulentas
e tão antigas…”
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“Martim vivia num belo lugar chamado Melroeira…”. “A Melroeira
ficava numa planície e, ao longe, no topo do monte havia um
castelo, onde os amigos costumavam fazer piqueniques…”.
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“Um dia, Martim decidiu que tinha mesmo de sair dali… Queria ir a
sítios onde vivessem os animais mais bizarros que ele pudesse
conhecer, pois o mais estranho dos seus vizinhos na Melroeira era
apenas um pisco…” “Martim voou até à torre de menagem do
castelo…”
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“Ergueu-se nas patas, saltou da ameia e começou então a voar
para poente…”.
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“Ainda antes da noite cair, Martim chegou a uma praia…”. “Martim
pôde começar já a conhecer alguns animais que lhe pareciam
bem bizarros…”
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Estes amigos falaram-lhe de um estranho morcego que vivia na
Transilvânia. “Martim percebeu que tinha então de ir à
Transilvânia”. No momento da partida só a cegonha Zepelina o
acompanhou até aos céus de Itália.
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“Depois de passar sobre o cume de umas montanhas, Martim
chegou finalmente à Transilvânia.” Procurava um morcego especial,
que voava ao contrário, mas todas as torres e grutas estavam cheias
de morcegos”.
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FRANCISCOQUEIROZ “Lazlo, o morcego que Martim procurava voava sempre com
a cabeça para baixo. Se não fosse assim, ficava enjoado”
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“Quatro dias ficou Martim na Transilvânia. Logo no primeiro,
mandou aos pais um pacote…”. E uma carta, “pedindo-lhes para
não se preocuparem, que voltaria em breve” para a Melroeira.
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“Lá na Melroeira, quando precisamos de enviar uma mensagem para
alguém que viva muito longe, falamos com a coruja da eira da
quinta da Parreira”
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“Eu vou regressar à Melroeira e tenho de passar por Itália”, disse
Martim ao seu amigo Lazlo. “Ao passarem por certa cidade com
uma torre inclinada junto à catedral, Lazlo percebeu que chegara
ao destino”.
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FRANCISCOQUEIROZ “Depois de incontáveis batidelas de asas, […] Martim
avistou finalmente o castelo sobranceiro à Melroeira”.
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“Nada parecia ter mudado. Até a Cecília continuava a
rondar a quinta da Parreira”. “Estava mesmo pertinho de
casa! Até o pisco Sardanisco apareceu logo por ali.”
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“Sabes, Sardanisco, pensei que precisava de voar longe para ver
animais realmente bizarros, mas, afinal, aqui na Melroeira temos vizinhos
tão ou mais estranhos do que os animais que conheci durante a minha
viagem”.
“Martim e Sardanisco ficaram mesmo grandes amigos […] quando
queriam dizer que gostavam um do outro, cantavam em conjunto.”
“Todos os dias voavam à procura de Cecília.” “Martim, Sardanisco e
Cecília ficavam horas sob o velho alpendre”.
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AMIGOS ACEITAM AS
DIFERENÇAS
Turmas do 3º ano do Centro Escolar da Caridade

Martim vilim