Lutas: Capoeira
Prof. Andre Cyrino 1
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ATENÇÃO: esse material foi produzido para o
público do ensino médio. A depender da faixa
etária, pode precisar ser modificado para facilitar a
compreensão ou para ajustar a profundidade do
conteúdo.
3
Nosso tema agora é a Capoeira...
4
Antes de continuar, assista ao documentário “Capoeira: a
cultura da ginga” feito pela Secretaria de Cultura de São Paulo.
Clique:
https://www.youtube.com/watch?v=4Kav-bvk49Y&t=241s
5
A Capoeira tem um local especial no conteúdo Lutas na disciplina
de Educação Física. Isso acontece porque, na verdade, a Capoeira
não é só uma luta, mas sim uma manifestação cultural que envolve
diversas atividades corporais, como luta, dança, jogo e
musicalidade. Além disso, é uma expressão tipicamente nacional e
com imensa importância histórica.
6
O termo “Capoeira” descende do tupi-guarani (língua indígena
brasileira) “kapu’era” que significa algo como “mata rasteira”,
ou sobre um lugar que já foi mata.
7
A Capoeira, apesar de possuir raízes africanas, surge no contexto histórico
da escravidão brasileira como uma modalidade de autodefesa dos negros.
Nas suas poucas horas de folga, eles se reuniam para dançar e praticar sua
religiosidade. A partir dos movimentos corporais que conheciam e
trouxeram da África, os negros foram desenvolvendo uma forma de lutar.
8
Segundo o Dossiê Inventário para registro e salvaguarda da Capoeira
como patrimônio cultural do Brasil, foi “comprovado a existência de
danças guerreiras similares à capoeira, não apenas na África Central, mas
em outros países (a ladja da Martinica é uma delas). Não se pode negar
que as culturas são construídas a partir das influências que as cercam, o
que gera tanto rupturas quanto continuidades. Portanto, além da
comprovação da raiz africana, é preciso reconhecer as mudanças e
contribuições que ocorreram em solo brasileiro.”
IMPORTANTE REGISTRAR:
9
A inclusão da dança, da musicalidade, dos instrumentos
(além de ser uma característica cultural dos povos
africanos) visava enganar os feitores (funcionários que
vigiavam, perseguiam e puniam os negros). Disfarçada
como uma dança, o treino da Capoeira progrediu e os
negros a utilizavam para fugas e como “arte marcial” (de
guerra) nos quilombos.
10
Um marco histórico
importante é esse: a
Capoeira é fruto de um
período de extrema
opressão, onde os negros
não eram compreendidos
sequer como seres
humanos. A escravidão e
todas as consequências
perversas que ainda
persistem são um traço
vergonhoso da história
brasileira. A Capoeira era e
ainda é, portanto, uma
forma de resistência do
povo negro.
11
A abolição da escravatura não garantiu dignidade ao povo
negro, que foi liberto, mas sem qualquer apoio para sair da
sua condição de miséria. Além disso, as negras e negros
continuaram sendo discriminados como uma classe menor
de ser humano. Essa opressão também atingiu a Capoeira,
que chegou a ser criminalizada.
12
Com o fim da escravidão e o início da República, a capoeira é inserida no
Código Penal Brasileiro através do decreto de 11 de outubro de 1890,
que assim dizia: “Art. 402. Fazer nas ruas e praças públicas exercícios de
agilidade e destreza corporal, conhecidos pela denominação
capoeiragem; andar em correrias, com armas ou instrumentos capazes
de produzir uma lesão corporal, provocando tumulto ou desordens,
ameaçando pessoa certa ou incerta, ou incutindo temor ou algum mal:
Pena: de prisão cellular de dois meses a seis meses”.
13
Nas décadas de 1910 e 1920, a Capoeira começa a ser reconhecida por
pensadores a partir de uma vertente nacionalista, indicando a modalidade
como uma verdadeira ginástica brasileira. Na década de 1930 o nome de
um famoso mestre de Capoeira surge como fundador da primeira
academia específica de Capoeira: Mestre Bimba.
14
Mestre Bimba tornou-se bastante conhecido por desafiar lutadores de
outras modalidades e vencer. Denominou a Capoeira, inicialmente, de
Luta Regional Baiana (de onde veio depois o nome de Capoeira Regional)
e incrementou sua prática com a inclusão de golpes traumáticos (como a
cabeçada, por exemplo).
15
Mestre Bimba é reconhecido também por criar um método de
ensino, conhecido como “As sequências de Bimba”, que eram
movimentos feitos em sequência e progressão de
complexidade para aprendizado da Capoeira.
Sequência 1:
Aluno 1 - Meia lua de frente
Aluno 2 - Cocorinha
Aluno 1 - Meia lua de frente com armada
Aluno 2 - Cocorinha com negativa de bimba
Aluno 1 - Desencaixa o pé Aú
Aluno 2 - Cabeçada
Aluno 1 - Rolê
16
Mestre Bimba ganhou reconhecimento sendo recebido inclusive por
Getúlio Vargas, a quem fez uma apresentação de Capoeira na década de
1950. Posteriormente, em 1970, alguns currículos escolares incluíram a
obrigatoriedade da prática da Capoeira.
17
Na década de 1940, outro grande mestre de Capoeira funda sua
escola, o Centro Esportivo de Capoeira Angola (CECA): ele é
Mestre Pastinha.
18
Mestre Pastinha foi um célebre mestre e divulgador da
Capoeira Angola, uma vertente da Capoeira jogada de forma
mais rasteira (próxima ao chão) e lenta. Pastinha formou
diversos outros mestres que continuaram seu legado.
19
Um marco histórico importante é a divulgação da Capoeira na África. Em
1966, Mestre Pastinha integrou a comitiva brasileira que foi ao primeiro
Festival Mundial de Arte Negra, no Senegal.
20
Em 2008, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (IPHAN), após detalhado estudo e com vistas a
resguardar a modalidade como um saber próprio do país,
declara que a Capoeira é patrimônio cultural brasileiro.
21
Em 2014, foi a vez da Organização das Nações Unidas para
Educação, Ciência e Cultura (a UNESCO) declarar que a
Capoeira era patrimônio da humanidade, reconhecendo e
reforçando a importância histórica e cultural da modalidade
não só para o Brasil, mas para o Mundo.
22
Apesar dos importantes reconhecimentos, o cenário que envolve a Capoeira,
do ponto de vista governamental, parece não ter tanta importância. Há uma
percepção comum de que a Capoeira ainda não recebe seu devido valor na
sociedade brasileira, sendo muitas vezes esquecida pelas diversas esferas do
poder público. Outro fator, diante do avanço dos produtos culturais
globalizados e massificados, é a desvalorização da cultura e saberes populares,
de onde a Capoeira tem ligação.
23
Diferente do cenário nacional, a
Capoeira recebe grande valor no mundo,
sendo o Brasil responsável por exportar
capoeiristas para trabalhem nos cinco
continentes.
24
Até mesmo no Japão, berço de diversas artes
marciais, a Capoeira é admirada e praticada.
25
Por fim, um vídeo complementar sobre a Capoeira produzido
pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional) que traz mais informações sobre o jogo, os
instrumentos, a roda, os costumes e a Capoeira no mundo. Se
tiver tempo e quiser assistir, clique:
https://youtu.be/_HeWO3vmCXY
26
Para assistir, clique no link: https://youtu.be/Dg7CUO-PDjE
Exemplo de atividade: Jogando Capoeira
27
REFERÊNCIAS
Todas as imagens foram retiradas de sítios na internet. Não foram referenciadas as
fontes por serem de diversos locais (algumas baixadas há bastante tempo). O autor
pede desculpas pela falha, mas, como um material sem qualquer intenção de ganho
financeiro, acredita-se que a falha é perdoável. Por esse motivo também o arquivo é
disponibilizado de forma aberta e editável.
Não foram usadas citações diretas no texto, mas com certeza diversas obras e sítios na
internet inspiraram e embasaram a escrita do autor, dentre elas:
IPHAN, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Dossiê: Inventário para
Registro e Salvaguarda da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil. IPHAN:
Brasília, 2007.
GONZALEZ, Fernando Jaime. DARIDO, Suraya Cristina. OLIVEIRA, Amauri Aparecido
Bássoli de. (orgs.) Lutas, capoeira e práticas corporais de aventura. Coleção Práticas
Corporais. 2. ed. Maringá: Eduem, 2017.
28
André Cyrino é o meu nome e eu não suporto falar em terceira pessoa (mas o faço
por saber que isso denota mais formalidade ao leitor tradicional). Sou cearense e
escolhi a Educação Física para ser feliz.
SOBRE O AUTOR
Graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em
2014, trabalho desde o mesmo ano na Escola de Ensino
Médio Mariano Martins, em Fortaleza. Tenho
especialização em Artes Marciais, Lutas e Esportes de
Combate pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e
mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública
pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Esse material foi utilizado por mim durante o 2º
bimestre curricular de 2020, período da pandemia de
coronavírus. Não acredito no ensino à distância, mas
antes ele do que nada. Nesse contexto, esse material
pode servir como um disparador de reflexões, mas em
nada substitui a incomparável experiência corporal de
vivenciar os conteúdos da Educação Física.
29
SOBRE O AUTOR
Você pode me encontrar no twitter/instagram como
@dedecyrino, por email pelo and.cyrino@gmail.com e
também na página criada para facilitar a comunicação
com meus alunos em tempos de ensino à distância:
https://educacaofisicasemvergonha.wordpress.com/
Se quiser vir aqui em casa, avisa pra gente preparar
comida (porque nunca tem).

LUTAS_2_CAPOEIRAaaaaaaahjjk986421hb.pptx

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  • 2.
    2 ATENÇÃO: esse materialfoi produzido para o público do ensino médio. A depender da faixa etária, pode precisar ser modificado para facilitar a compreensão ou para ajustar a profundidade do conteúdo.
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    3 Nosso tema agoraé a Capoeira...
  • 4.
    4 Antes de continuar,assista ao documentário “Capoeira: a cultura da ginga” feito pela Secretaria de Cultura de São Paulo. Clique: https://www.youtube.com/watch?v=4Kav-bvk49Y&t=241s
  • 5.
    5 A Capoeira temum local especial no conteúdo Lutas na disciplina de Educação Física. Isso acontece porque, na verdade, a Capoeira não é só uma luta, mas sim uma manifestação cultural que envolve diversas atividades corporais, como luta, dança, jogo e musicalidade. Além disso, é uma expressão tipicamente nacional e com imensa importância histórica.
  • 6.
    6 O termo “Capoeira”descende do tupi-guarani (língua indígena brasileira) “kapu’era” que significa algo como “mata rasteira”, ou sobre um lugar que já foi mata.
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    7 A Capoeira, apesarde possuir raízes africanas, surge no contexto histórico da escravidão brasileira como uma modalidade de autodefesa dos negros. Nas suas poucas horas de folga, eles se reuniam para dançar e praticar sua religiosidade. A partir dos movimentos corporais que conheciam e trouxeram da África, os negros foram desenvolvendo uma forma de lutar.
  • 8.
    8 Segundo o DossiêInventário para registro e salvaguarda da Capoeira como patrimônio cultural do Brasil, foi “comprovado a existência de danças guerreiras similares à capoeira, não apenas na África Central, mas em outros países (a ladja da Martinica é uma delas). Não se pode negar que as culturas são construídas a partir das influências que as cercam, o que gera tanto rupturas quanto continuidades. Portanto, além da comprovação da raiz africana, é preciso reconhecer as mudanças e contribuições que ocorreram em solo brasileiro.” IMPORTANTE REGISTRAR:
  • 9.
    9 A inclusão dadança, da musicalidade, dos instrumentos (além de ser uma característica cultural dos povos africanos) visava enganar os feitores (funcionários que vigiavam, perseguiam e puniam os negros). Disfarçada como uma dança, o treino da Capoeira progrediu e os negros a utilizavam para fugas e como “arte marcial” (de guerra) nos quilombos.
  • 10.
    10 Um marco histórico importanteé esse: a Capoeira é fruto de um período de extrema opressão, onde os negros não eram compreendidos sequer como seres humanos. A escravidão e todas as consequências perversas que ainda persistem são um traço vergonhoso da história brasileira. A Capoeira era e ainda é, portanto, uma forma de resistência do povo negro.
  • 11.
    11 A abolição daescravatura não garantiu dignidade ao povo negro, que foi liberto, mas sem qualquer apoio para sair da sua condição de miséria. Além disso, as negras e negros continuaram sendo discriminados como uma classe menor de ser humano. Essa opressão também atingiu a Capoeira, que chegou a ser criminalizada.
  • 12.
    12 Com o fimda escravidão e o início da República, a capoeira é inserida no Código Penal Brasileiro através do decreto de 11 de outubro de 1890, que assim dizia: “Art. 402. Fazer nas ruas e praças públicas exercícios de agilidade e destreza corporal, conhecidos pela denominação capoeiragem; andar em correrias, com armas ou instrumentos capazes de produzir uma lesão corporal, provocando tumulto ou desordens, ameaçando pessoa certa ou incerta, ou incutindo temor ou algum mal: Pena: de prisão cellular de dois meses a seis meses”.
  • 13.
    13 Nas décadas de1910 e 1920, a Capoeira começa a ser reconhecida por pensadores a partir de uma vertente nacionalista, indicando a modalidade como uma verdadeira ginástica brasileira. Na década de 1930 o nome de um famoso mestre de Capoeira surge como fundador da primeira academia específica de Capoeira: Mestre Bimba.
  • 14.
    14 Mestre Bimba tornou-sebastante conhecido por desafiar lutadores de outras modalidades e vencer. Denominou a Capoeira, inicialmente, de Luta Regional Baiana (de onde veio depois o nome de Capoeira Regional) e incrementou sua prática com a inclusão de golpes traumáticos (como a cabeçada, por exemplo).
  • 15.
    15 Mestre Bimba éreconhecido também por criar um método de ensino, conhecido como “As sequências de Bimba”, que eram movimentos feitos em sequência e progressão de complexidade para aprendizado da Capoeira. Sequência 1: Aluno 1 - Meia lua de frente Aluno 2 - Cocorinha Aluno 1 - Meia lua de frente com armada Aluno 2 - Cocorinha com negativa de bimba Aluno 1 - Desencaixa o pé Aú Aluno 2 - Cabeçada Aluno 1 - Rolê
  • 16.
    16 Mestre Bimba ganhoureconhecimento sendo recebido inclusive por Getúlio Vargas, a quem fez uma apresentação de Capoeira na década de 1950. Posteriormente, em 1970, alguns currículos escolares incluíram a obrigatoriedade da prática da Capoeira.
  • 17.
    17 Na década de1940, outro grande mestre de Capoeira funda sua escola, o Centro Esportivo de Capoeira Angola (CECA): ele é Mestre Pastinha.
  • 18.
    18 Mestre Pastinha foium célebre mestre e divulgador da Capoeira Angola, uma vertente da Capoeira jogada de forma mais rasteira (próxima ao chão) e lenta. Pastinha formou diversos outros mestres que continuaram seu legado.
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    19 Um marco históricoimportante é a divulgação da Capoeira na África. Em 1966, Mestre Pastinha integrou a comitiva brasileira que foi ao primeiro Festival Mundial de Arte Negra, no Senegal.
  • 20.
    20 Em 2008, oInstituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), após detalhado estudo e com vistas a resguardar a modalidade como um saber próprio do país, declara que a Capoeira é patrimônio cultural brasileiro.
  • 21.
    21 Em 2014, foia vez da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (a UNESCO) declarar que a Capoeira era patrimônio da humanidade, reconhecendo e reforçando a importância histórica e cultural da modalidade não só para o Brasil, mas para o Mundo.
  • 22.
    22 Apesar dos importantesreconhecimentos, o cenário que envolve a Capoeira, do ponto de vista governamental, parece não ter tanta importância. Há uma percepção comum de que a Capoeira ainda não recebe seu devido valor na sociedade brasileira, sendo muitas vezes esquecida pelas diversas esferas do poder público. Outro fator, diante do avanço dos produtos culturais globalizados e massificados, é a desvalorização da cultura e saberes populares, de onde a Capoeira tem ligação.
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    23 Diferente do cenárionacional, a Capoeira recebe grande valor no mundo, sendo o Brasil responsável por exportar capoeiristas para trabalhem nos cinco continentes.
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    24 Até mesmo noJapão, berço de diversas artes marciais, a Capoeira é admirada e praticada.
  • 25.
    25 Por fim, umvídeo complementar sobre a Capoeira produzido pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) que traz mais informações sobre o jogo, os instrumentos, a roda, os costumes e a Capoeira no mundo. Se tiver tempo e quiser assistir, clique: https://youtu.be/_HeWO3vmCXY
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    26 Para assistir, cliqueno link: https://youtu.be/Dg7CUO-PDjE Exemplo de atividade: Jogando Capoeira
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    27 REFERÊNCIAS Todas as imagensforam retiradas de sítios na internet. Não foram referenciadas as fontes por serem de diversos locais (algumas baixadas há bastante tempo). O autor pede desculpas pela falha, mas, como um material sem qualquer intenção de ganho financeiro, acredita-se que a falha é perdoável. Por esse motivo também o arquivo é disponibilizado de forma aberta e editável. Não foram usadas citações diretas no texto, mas com certeza diversas obras e sítios na internet inspiraram e embasaram a escrita do autor, dentre elas: IPHAN, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Dossiê: Inventário para Registro e Salvaguarda da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil. IPHAN: Brasília, 2007. GONZALEZ, Fernando Jaime. DARIDO, Suraya Cristina. OLIVEIRA, Amauri Aparecido Bássoli de. (orgs.) Lutas, capoeira e práticas corporais de aventura. Coleção Práticas Corporais. 2. ed. Maringá: Eduem, 2017.
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    28 André Cyrino éo meu nome e eu não suporto falar em terceira pessoa (mas o faço por saber que isso denota mais formalidade ao leitor tradicional). Sou cearense e escolhi a Educação Física para ser feliz. SOBRE O AUTOR Graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em 2014, trabalho desde o mesmo ano na Escola de Ensino Médio Mariano Martins, em Fortaleza. Tenho especialização em Artes Marciais, Lutas e Esportes de Combate pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Esse material foi utilizado por mim durante o 2º bimestre curricular de 2020, período da pandemia de coronavírus. Não acredito no ensino à distância, mas antes ele do que nada. Nesse contexto, esse material pode servir como um disparador de reflexões, mas em nada substitui a incomparável experiência corporal de vivenciar os conteúdos da Educação Física.
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    29 SOBRE O AUTOR Vocêpode me encontrar no twitter/instagram como @dedecyrino, por email pelo and.cyrino@gmail.com e também na página criada para facilitar a comunicação com meus alunos em tempos de ensino à distância: https://educacaofisicasemvergonha.wordpress.com/ Se quiser vir aqui em casa, avisa pra gente preparar comida (porque nunca tem).