O documento aborda a doação de órgãos como um ato de amor, enfatizando que todos podem ser doadores e que a autorização familiar é essencial. Destaca a importância de comunicar o desejo de ser doador e que a legislação brasileira permite a doação a partir da concordância familiar. Conclui com a mensagem que praticar o amor ao próximo é um valor compartilhado por todas as religiões.